No último dia 28, o Centro Histórico-Cultural do campus Olezio Galotti foi palco de uma experiência prática com a realização da terceira edição da Expofit, um projeto interdisciplinar que une os cursos de Design e Nutrição. A proposta da iniciativa é oferecer aos alunos uma vivência real de mercado, estimulando a criatividade, a consciência nutricional e a sustentabilidade a partir do desenvolvimento de produtos alimentícios com aproveitamento total dos alimentos. 

A ação vai além da teoria: promove a aplicação prática do conhecimento, colocando os estudantes diante de desafios profissionais reais. O objetivo é lançar um novo item na categoria de extensão de linha horizontal — como biscoitos, barras de cereal, muffins ou alfajores — de marcas já existentes, mas que ainda não atuam nesse segmento. Todo o projeto abrange desde a elaboração do alimento até o desenvolvimento gráfico das embalagens, sempre com foco em saúde, estética, comunicação clara e responsabilidade ambiental. 

Os visitantes puderam conhecer e degustar preparações como o Muffin de Maçã com Casca, o Muffin de Casca de Melão, a Salsifit sendo uma salsicha artesanal elaborada com frango e beterraba, além de incorporar partes não convencionais dos alimentos, já a Barra de Cereal com Casca de Goiaba, Casca de Banana e Cereais Integrais, e o Mousse de Casca de Abacaxi. Cada produto foi cuidadosamente pensado para valorizar os alimentos em sua totalidade, promovendo práticas mais conscientes e sustentáveis.

"O foco principal foi a criação de alimentos com aproveitamento integral dos alimentos, visando a redução do desperdício, sem abrir mão da qualidade nutricional e sensorial dos produtos", pontuou Kamila Nascimento,  professora do curso de Nutrição.

Já a professora Patricia Rocha, professora do curso de Design e uma das responsáveis pelo evento comentou sobre as proporções que o evento vem ganhando. “A cada ano o evento ganha uma proporção maior. Neste ano, o destaque foi o desenvolvimento de todo o projeto com base nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Além disso, o evento proporciona uma integração completa entre teoria e prática. Isso é fundamental para que os alunos vivenciem o conceito e a aplicação dos conhecimentos adquiridos em sala de aula.” 

O projeto também promove o desenvolvimento de competências fundamentais para os futuros profissionais de ambas as áreas. Para os alunos de Design, são estimuladas habilidades como criatividade e inovação na criação de embalagens sustentáveis, comunicação visual eficiente, sensibilidade estética e responsabilidade social. Já para os estudantes de Nutrição, o foco está na análise crítica das informações nutricionais, na educação alimentar, no impacto ambiental das escolhas alimentares e na capacidade de trabalho colaborativo com outras áreas do conhecimento. 

Ainda segundo Patrícia, vivências como essa não seriam possíveis apenas em sala de aula. Por isso, a Expofit se consolida como uma iniciativa de extensão com forte valor formativo. 

“Por meio da exposição, o aluno vivencia todas as etapas da criação e do posicionamento de um produto real, o que contribui significativamente para sua formação profissional. Só em sala de aula isso seria impossível de alcançar com tanta profundidade”, explica a professora. 

Durante o evento, os visitantes — incluindo toda a comunidade acadêmica — puderam conhecer os produtos criados, votar nos projetos preferidos por meio de QR codes espalhados pelos estandes e ainda somar horas complementares. Cada grupo foi responsável por apresentar seu produto com informações nutricionais reais, embalagens projetadas com conceitos de design e ações de divulgação em diferentes mídias. 

A Expofit é, portanto, mais do que uma mostra: é uma oportunidade concreta de aprendizagem ativa, de troca entre áreas distintas e de construção de soluções alinhadas aos desafios contemporâneos, como a redução do desperdício, o incentivo à alimentação saudável e o consumo consciente. 

Confira os vencedores desta edição da ExpoFit

Alunos da Nutrição que ganharam no voto popular e Técnico.

Grupo Muffun de Maçã – Aproveitamento total dos Alimentos

Integrantes: Ana Luíza Ramos; Carolina de Araújo; Ícaro Passos; José Ricardo Paiva; Julia Vieira; Manuela Melo e Melyssa Bruna.

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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em parceria com a Prefeitura de Volta Redonda e o Governo do Estado do Rio de Janeiro, participou de mais uma edição do Conexão Mega Cidadania, realizada na Praça Brasil, na Vila Santa Cecília. O evento reuniu serviços essenciais para a população, reforçando o compromisso com a cidadania, o acesso a direitos e a promoção do bem-estar coletivo. 

A edição trouxe novidades como a circulação dos ônibus do Tarifa Zero, ações voltadas à Melhor Idade e atividades em alusão ao Maio Laranja – campanha nacional de conscientização e combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. 

O Governo do Estado mobilizou a estrutura do programa RJ Para Todos, oferecendo serviços como emissão da 1ª e 2ª via do RG, habilitação para casamento, expedição da Carteira de Trabalho Digital, atendimentos do Detran-RJ, Fundação Leão XIII, Procon e da Carreta do Trabalhador, que disponibilizou vagas de emprego e orientações sobre o seguro-desemprego. 

O UniFOA marcou presença com uma série de iniciativas desenvolvidas por seus cursos e projetos de extensão. Destaque para os atendimentos na área da saúde, serviços de orientação jurídica e confecção de cartões de visita. Um dos pontos altos foi a distribuição de 2.000 cachorros-quentes pelo Food Truck Solidário, ação do curso de Nutrição em parceria com o Escritório da Cidadania e a Fundação Sérgio Loureiro. 

Outro grande sucesso foi o Escovódromo, coordenado por estudantes do curso de Odontologia. O projeto ensina, de forma lúdica e prática, a importância da higiene bucal às crianças em situação de vulnerabilidade social. Segundo Vitória Ramos, aluna do 9º período de Odontologia, a iniciativa já beneficia cerca de 400 crianças por ano. 

“É muito importante trazer nosso projeto para esse tipo de evento, porque muitas mães e crianças ainda não têm acesso a informações sobre escovação correta, uso do fio dental e cuidados básicos com a saúde bucal. Estar aqui, com os manequins, ensinando e orientando todos é muito gratificante”, afirmou a estudante. 

O evento contou com a presença do deputado estadual Munir Neto, um dos principais incentivadores de projetos sociais no município. 

“O Conexão Mega Cidadania está alcançando seu objetivo de levar ações de qualidade à população. É a união de três potências: Prefeitura, Estado e UniFOA. Tivemos a integração das secretarias, dos serviços do Estado e do UniFOA, com sua estrutura acadêmica e social. Quem ganhou com o evento foi a população de Volta Redonda”, destacou o parlamentar. 

O prefeito Antonio Francisco Neto também acompanhou de perto as atividades e parabenizou a união das instituições. 

“A parceria com o UniFOA, com o Governo do Estado e com o deputado Munir é motivo de muita alegria. Parabenizo todos os envolvidos pela realização de um evento maravilhoso como este. Fico muito feliz com esse resultado. É uma conquista para a nossa cidade”, afirmou o prefeito. 

Para o presidente da Fundação Oswaldo Aranha, Eduardo Prado, o sucesso da ação reflete a essência da missão institucional da FOA/UniFOA: 

“Participar de um projeto como o Conexão Mega Cidadania que estamos alinhados com a formação cidadã e o impacto social positivo. Levar conhecimento, cuidado e dignidade às pessoas é parte do nosso papel como instituição de ensino e como agente transformador da sociedade”, afirmou Eduardo. 

O Conexão Mega Cidadania mais uma vez cumpriu sua missão de unir forças para garantir direitos, promover inclusão e transformar vidas. 

Matéria escrita por Maria Eduarda, estudante da Escola de Comunicação sob supervisão.

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Nos dias 26, 27 e 28, o Campus Olézio Galotti em Três Poços, foi palco de reflexões profundas e compromissadas com a justiça social durante a Semana Acadêmica do curso de Serviço Social do UniFOA. Com a participação de estudantes, egressos e profissionais da área, o evento proporcionou debates enriquecedores sobre temas fundamentais para a formação crítica e ética de futuros assistentes sociais, como a atuação na educação básica, os cuidados paliativos, medidas socioeducativas e o direito à convivência familiar. 

A abertura do evento contou com uma aula magna ministrada pela Doutora Francine Helfreich Coutinho dos Santos, assistente social e professora da Universidade Federal Fluminense (UFF), que abordou a presença do Serviço Social na educação pública a partir da implementação da Lei nº 13.935/2019. A legislação prevê a inserção de profissionais da Psicologia e do Serviço Social nas redes públicas de educação básica, reforçando o papel essencial dessas categorias na promoção de uma escola mais inclusiva e atenta às múltiplas realidades dos estudantes. 

Para a palestrante, a discussão foi fundamental para ampliar a compreensão dos estudantes sobre sua futura atuação profissional. “A palestra teve grande importância ao apresentar aos futuros assistentes sociais as particularidades do trabalho dentro das escolas públicas, em parceria com a rede de proteção da criança e do adolescente. Mais do que abrir espaço no mercado de trabalho, a presença do assistente social nas escolas contribui para a qualidade da educação e para garantir que mais alunos cheguem à universidade”, afirmou Francine. 

Outro ponto alto da semana foi a mesa redonda realizada em parceria com o curso de Direito, em alusão ao Dia Nacional da Adoção, celebrado anualmente em 27 de maio. A atividade reuniu especialistas para discutir o direito à convivência familiar de crianças e adolescentes e contou com a presença de representantes do Judiciário, do Grupo de Apoio à Adoção de Volta Redonda (GAAVR) e da docência universitária. 

Celi Moreira, coordenadora do GAAVR, emocionou os participantes ao compartilhar sua trajetória pessoal com a adoção. “Levar essa experiência para o ambiente acadêmico é extremamente importante. A universidade é onde se formam os profissionais que vão lidar com essas questões na prática. Adoção envolve múltiplas áreas – Direito, Psicologia, Serviço Social – e poder falar da minha vivência e do papel transformador do grupo de apoio é sempre muito gratificante”, destacou. 

A professora Daniele do Val, docente do curso de Serviço Social do UniFOA, também contribuiu com reflexões fundamentais sobre o direito à convivência familiar e comunitária. Em sua fala, ela ressaltou que o assistente social atua diretamente no fortalecimento dos vínculos familiares, buscando garantir o exercício da função protetiva das famílias. “O profissional precisa compreender a complexidade da dinâmica familiar, sem julgamentos, e agir para assegurar os direitos das crianças e adolescentes. Quando a proteção na família de origem não é possível, o instituto da adoção se torna uma medida de cuidado e garantia de direitos”, explicou. 

A programação da Semana Acadêmica foi encerrada com uma atividade voltada para a valorização do conhecimento produzido pelos próprios estudantes. Egressos do curso compartilharam suas experiências com os Trabalhos de Conclusão de Curso, fortalecendo a troca de saberes entre gerações e incentivando a produção científica como ferramenta de transformação social. 

A Semana Acadêmica do curso de Serviço Social reafirma o compromisso do UniFOA com a formação de profissionais sensíveis às questões sociais e preparados para intervir de forma ética, crítica e propositiva em diferentes contextos. Mais do que um evento acadêmico, foi um espaço de escuta, troca de experiências e construção coletiva do saber comprometido com os direitos humanos. 

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O Escritório da Cidadania lançou o e-book “Visão holística, filosófica, etária e linguística do movimento LGBTQIA+”, uma produção que marca um novo passo na abordagem de temas sociais no contexto da extensão universitária. Publicada pela Editora FOA, a obra é fruto do trabalho dos professores Dario Aragão Neto, Maria Cecília Gama e Daniele do Val, com base na reformulação do projeto “VI Debate Étnico-Racial e a Cidadania sob a Ótica do Cinema”, que ao longo de 2023 passou a incorporar novos formatos, como podcasts e rodas de conversa. 

A iniciativa adotou o tema “Diversidade de gênero em pauta”, desenvolvido entre março e junho e de agosto a novembro de 2023, por meio de episódios gravados na Rádio UniFOA e disponibilizados no Spotify, no programa “Escritório da Cidadania em Movimento”. O formato em áudio buscou consolidar o podcast como uma ferramenta de mobilização e expressão dos direitos humanos, estimulando o pensamento crítico sobre temas complexos e contribuindo para a formação cidadã de estudantes, egressos e da comunidade em geral. 

Segundo a professora Maria Cecília Gama, idealizadora do projeto, a motivação para a criação do e-book surgiu ao final da série de podcasts, diante da riqueza do conteúdo produzido. 

“Ao término do projeto em 2023, percebi a profundidade dos relatos e logo pensei na possibilidade de transformar esse material em um e-book, dada a relevância do tema. Levei a ideia à professora Daniele do Val e ao nosso coordenador, professor Dario Aragão Neto, que aprovaram de imediato. Em seguida, apresentamos o projeto ao presidente da FOA, Dr. Eduardo Prado, que prontamente apoiou a proposta”, conta Maria Cecília. 

A publicação se destaca por uma abordagem sensível e comprometida com o fortalecimento da cidadania e dos direitos humanos, trazendo vivências reais para ilustrar os desafios enfrentados pela comunidade LGBTQIA+. 

“Por ser um tema de difícil abordagem, os relatos de experiência aproximam o leitor do movimento, evidenciando as dificuldades enfrentadas na sociedade atual. Reunimos depoimentos significativos de pessoas que se dispuseram a compartilhar suas histórias em prol de um bem maior: a desconstrução de tabus e preconceitos”, destaca a professora. 

Como desdobramento do projeto, foram realizados dois encontros híbridos, chamados “Relatos de Experiência”, que permitiram discussões presenciais e on-line sobre os temas abordados. No primeiro semestre, o foco foi “Legalização e linguagem em defesa da diversidade de gênero”; no segundo, “O exercício do cuidado: gênero, sexualidade, envelhecimento e etarismo”. Embora não integrem o conteúdo do e-book por não terem sido gravados, os encontros representaram momentos fundamentais de reflexão e consolidação da proposta. 

A professora Daniele do Val enfatiza o maior desafio do projeto: ampliar o alcance do conteúdo para além do público já familiarizado com a pauta. 

“O desafio é despertar o interesse de um público mais amplo. Muitas vezes, esse tipo de conteúdo atinge apenas quem já está envolvido com a temática, seja por militância ou por interesse acadêmico. Nosso objetivo é alcançar mais pessoas e contribuir para uma mudança de pensamento e comportamento”, afirma. 

Além de fortalecer práticas inclusivas, a obra propõe caminhos para o desenvolvimento de políticas públicas mais eficazes e acolhedoras. 

“Esperamos que o e-book contribua para o fortalecimento de políticas públicas humanizadas, inclusivas e tecnicamente qualificadas. Que ele incentive encontros, fóruns e ações institucionais que ampliem os direitos dessa população”, acrescenta Maria Cecília. 

Para os autores, formar um profissional vai além da transmissão de técnicas ou conteúdos: é possibilitar uma transformação de olhar. Ao abordar temas como gênero, sexualidade, linguagem, envelhecimento e diversidade de forma plural, o projeto propõe uma educação baseada em empatia, equidade e respeito. 

“Tentamos mostrar a beleza do ser humano em sua plenitude. Falar sobre esses assuntos de forma aberta e respeitosa nos engrandece como cidadãos. Pertencimento é a palavra-chave desta ação”, conclui Maria Cecília. 

O e-book “Visão holística, filosófica, etária e linguística do movimento LGBTQIA+” está disponível para leitura e promete ampliar os repertórios críticos sobre cidadania e diversidade, incentivando o debate e contribuindo para a desconstrução de preconceitos ainda presentes na sociedade. 

Leia o e-book aqui: https://editora.www.unifoa.edu.br/wp-content/uploads/2025/03/visao-holistica_lgbtqia.pdf 

A Fundação Oswaldo Aranha (FOA) informa aos estudantes e responsáveis que os boletos pagos por meio da Caixa Econômica Federal estão temporariamente sem o desconto de pontualidade devido a uma instabilidade no sistema do banco.

Para garantir o benefício, a instituição orienta que o pagamento seja feito por outro banco ou diretamente na tesouraria do campus Olezio Galotti, em Três Poços.

Em caso de dúvidas ou para mais orientações, a FOA disponibiliza o telefone (24) 3340-8428 ou os e-mails: tesouraria@foa.org.br e negociacao@foa.org.br para atendimento.

A Fundação pede desculpas pelos transtornos causados e agradece a compreensão de todos durante a normalização do serviço.

A coordenadora da Policlínica Dr. André Sarmento Bianco, do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), Tatiana Aragão Andrighi, recebeu uma moção de aplausos na categoria professor de Enfermagem na noite de terça-feira (28) na Câmara Municipal de Volta Redonda. A cerimônia foi promovida pela Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn) como parte das celebrações da 86ª Semana Brasileira de Enfermagem. O reconhecimento é fruto de sua trajetória como enfermeira, educadora e gestora dedicada à saúde pública. 

Formada em Enfermagem pelo UniFOA, Tatiana construiu uma carreira pautada pela ética, sensibilidade e compromisso com o cuidado. Desde os primeiros passos na atenção primária, atuando em uma Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF), destacou-se pelo respeito ao outro, escuta ativa e atuação comunitária. Ao longo dos anos, consolidou-se como uma profissional que alia conhecimento técnico à humanização do cuidado. 

Desde 2011, Tatiana atua na formação de futuros enfermeiros, promovendo a integração entre teoria e prática e incentivando a reflexão sobre o papel social da enfermagem. 

Atualmente, ela concilia suas atividades acadêmicas com a atuação como servidora pública do município de Volta Redonda. Além de coordenar a Policlínica do UniFOA, integra a equipe da UBSF Santa Cruz como professora. Seus projetos de pesquisa e extensão focam em temas como saúde da mulher, gestão em saúde e educação em saúde, contribuindo para o fortalecimento de políticas públicas e para o acesso qualificado aos serviços de saúde. 

Ao receber a homenagem, Tatiana expressou gratidão e destacou o caráter coletivo do reconhecimento: 

“Sinto-me honrada em representar a minha classe em um momento tão significativo da Semana Brasileira de Enfermagem, cujo tema central nos convida a refletir sobre os desafios enfrentados pela enfermagem e a importância de agir com posicionamento diante dessas realidades, sendo protagonistas na transformação do cuidado, da gestão e da educação.” 

O evento também contou com a presença de Eluananda Rodrigues, representante do Sindicato dos Enfermeiros de Volta Redonda e do Sindicato dos Enfermeiros do Estado do Rio de Janeiro na região do Médio Paraíba. Formada pelo UniFOA, Eluananda ressaltou o impacto da atuação de Tatiana: 

“Tatiana merece ser homenageada por sua trajetória marcada pela ética, coerência e paixão pela enfermagem. Seu trabalho vai muito além da assistência: transforma vidas, forma profissionais conscientes, inspira colegas e contribui de forma significativa para o fortalecimento da saúde pública em Volta Redonda.” 

A homenagem também emocionou seus alunos. Amanda Sarria, estudante do 8º período de Enfermagem do UniFOA, compartilhou como Tatiana tem sido uma referência em sua formação: 

“A Tati, para mim, representa uma enfermagem bonita. Bonita não só no sentido estético, mas no mais profundo da palavra: uma enfermagem que acolhe, que cura com afeto, que respeita o outro e também sabe cuidar de si. Ela me mostra todos os dias que é possível ser uma profissional incrível sem deixar de ser humana.” 

Reconhecer profissionais como Tatiana Aragão é valorizar a essência da enfermagem: o cuidado com responsabilidade, ciência e amor. Sua trajetória inspira alunos, colegas e a sociedade, reafirmando a importância de se investir em políticas públicas que promovam uma saúde mais justa, acessível e humanizada. 

Na tarde da última terça-feira (27), o curso de Enfermagem do UniFOA realizou mais uma ação do projeto de extensão “Educação em Saúde: semeando ações ambientais junto a crianças e adolescentes”, na sede do Projeto Missionário “Amor em Ação”, localizado no bairro Colorado, em Três Poços. A atividade, desenvolvida sob a orientação da professora Márcia Figueira Canavez, reuniu alunos de diferentes períodos do curso para promover, por meio de dinâmicas lúdicas e educativas, temas essenciais de saúde pública e educação ambiental. 

O projeto atua há cerca de quatro anos na comunidade e tem como objetivo principal contribuir para a formação de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, por meio do conhecimento e do cuidado. A atividade foi dedicada à prevenção de doenças como a dengue e as infecções respiratórias, com o uso de fantoches, brincadeiras educativas e até música, encerrando a tarde com uma apresentação ao violão feita por uma das alunas de Enfermagem. 

“Essa ação vai muito além de ensinar sobre saúde”, afirma a professora Márcia Figueira Canavez. “Ela toca fundo em quem participa. O bairro de Três Poços cresceu muito nos últimos anos, mas ainda carrega profundas marcas da desigualdade. Como enfermeira e professora, essa realidade sempre me incomodou. Já estagiei na unidade de saúde da região e via de perto a carência das famílias. Quando surgiu o convite para atuar nesse projeto, abracei com todo o coração.” 

A professora relata que a experiência tem forte impacto emocional tanto para os alunos quanto para as crianças atendidas. “Nós trabalhamos com estudantes do terceiro e do oitavo período, unindo quem está começando a formação com quem já está na reta final. A reação deles ao chegar ao local é sempre de muita emoção. As crianças são extremamente afetuosas. É uma experiência que marca, transforma e amplia nosso entendimento sobre o papel social do profissional de saúde.” 

O projeto é realizado em parceria com o Projeto Missionário “Amor em Ação”, que atua na região promovendo atividades socioeducativas voltadas ao resgate de crianças e jovens em situação de risco. O público atendido pelo projeto são moradores do conjunto habitacional Minha Casa Minha Vida, e inclui cerca de 120 crianças e adolescentes entre 4 e 17 anos. A missão do “Amor em Ação” é despertar valores morais, sociais e espirituais por meio de ações que resgatem a infância e promovam o protagonismo juvenil como instrumento de transformação social. 

Além das ações no território, as crianças também são recebidas quinzenalmente no UniFOA, na Sala +Verde, espaço voltado à Educação Ambiental em consonância com a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) e as diretrizes do Ministério do Meio Ambiente. Nessas visitas, são abordados temas como cuidado com o meio ambiente, consumo consciente e sustentabilidade. 

O coordenador do curso de Enfermagem, professor Carlos Marcelo Balbino, reforça a importância da iniciativa: “O projeto ‘Educação em Saúde e Meio Ambiente’ tem uma relevância ímpar tanto para a comunidade quanto para a formação dos nossos estudantes. Ele atua em frentes essenciais como a promoção da saúde, a prevenção de doenças, a conscientização ambiental e, principalmente, na formação de profissionais mais humanos, comprometidos com a transformação social. Ao envolver as crianças de forma participativa, o projeto estimula o protagonismo infantojuvenil, transformando essas crianças em multiplicadoras do conhecimento dentro de suas famílias e comunidades.” 

A integração entre universidade e comunidade, entre ciência e sensibilidade, é o que torna essa ação um verdadeiro exemplo de como o ensino superior pode ser uma ponte concreta entre o saber e o fazer. O cuidado com o próximo, a escuta ativa e a educação como ferramenta de transformação são os pilares que sustentam esse trabalho, que planta hoje as sementes de um futuro mais justo, saudável e consciente. 

Na última quarta-feira (21), o Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, localizado no Campus Olezio Galotti do UniFOA, foi palco de um importante debate sobre os efeitos dos microplásticos na saúde humana. O evento, realizado pelas Ligas Acadêmicas de Nutrição – LASAN (Segurança Alimentar e Nutricional) e LANMI (Nutrição Materno-Infantil) – trouxe como tema central “Microplásticos na Alimentação Humana: do aleitamento ao alimento” e contou com palestras da professora Márcia Bastos e do nutricionista Alden Neves. 

A atividade atraiu estudantes de diversos períodos e gerou reflexões profundas sobre um problema ambiental que já ultrapassou as barreiras do planeta e adentrou silenciosamente o nosso organismo. Segundo dados do World Wildlife Fund (WWF), estima-se que uma pessoa possa ingerir, em média, até 5 gramas de microplásticos por semana, o equivalente ao peso de um cartão de crédito. 

A professora Márcia Bastos, que conduz pesquisas sobre o tema em seu doutorado, compartilhou com os presentes descobertas recentes que revelam a presença dessas partículas microscópicas no leite materno e até mesmo no mecônio, as primeiras fezes dos recém-nascidos. “Durante o encontro, foram discutidas as possíveis vias de exposição, os riscos potenciais para o desenvolvimento infantil e a urgência de políticas públicas e mudanças nos hábitos de consumo para reduzir essa contaminação invisível, mas crescente”, explicou Márcia. 

O coordenador do curso de Nutrição do UniFOA, Alden Neves, reforçou a relevância do tema para a formação dos alunos e para o papel social dos futuros profissionais da área. “Usando uma linguagem muito acessível, a professora Márcia trouxe dados alarmantes sobre a produção global de plástico, o impacto no meio ambiente para os próximos anos, e como essa quantidade enorme de plástico, ao se degradar, penetra em nossa cadeia alimentar, contaminando diversos alimentos animais e vegetais, e atingindo nossos corpos inclusive pela respiração e contato com a pele”, destacou Alden.

Ele ainda chamou atenção para a urgência de ações efetivas: “Resta saber quais impactos podem ocasionar à nossa saúde, para forçarmos os governos, indústrias e legisladores a assumir políticas de contenção de danos.” 

Para Luiza Bianchi, estudante de Nutrição, participar do evento foi uma experiência enriquecedora. “Foi incrível acompanhar a palestra da professora Márcia, que é bem didática. O tema é extremamente pertinente e atual. O microplástico na alimentação é um problema mundial que precisa de toda nossa atenção e conhecimento”, afirmou. Luiza também destacou a importância dos encontros promovidos pelas ligas acadêmicas como espaços de aprendizado além da sala de aula, permitindo troca entre estudantes de diferentes períodos e contato com especialistas. 

A abordagem adotada pelos palestrantes reforçou que os microplásticos não são mais apenas uma preocupação ambiental distante, mas uma ameaça concreta à saúde pública. Pesquisas recentes divulgadas pela revista Environmental Science & Technology revelam que microplásticos foram encontrados em 100% das amostras de placenta humana analisadas em um estudo italiano, um dado que escancara a profundidade do problema. 

A presença dessas partículas no cotidiano humano exige uma reavaliação urgente dos hábitos de consumo e da produção industrial, especialmente no que diz respeito ao uso excessivo de plásticos descartáveis. “A palestra despertou grande interesse nos acadêmicos presentes, evidenciando a importância do tema na formação da saúde e nutrição”, concluiu a professora Márcia. 

O evento foi mais uma iniciativa do UniFOA em promover a reflexão crítica e científica sobre temas emergentes, fortalecendo o compromisso da instituição com a formação integral dos seus estudantes e com a difusão de conhecimento relevante para a sociedade. 

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Na última quinta-feira (22), o Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão foi palco de uma noite memorável que uniu moda, cidadania e sustentabilidade. Como parte da agenda de atividades do curso de Design, o evento reuniu estudantes, professores e convidados em uma programação que exaltou a potência criativa da moda como expressão social e ferramenta de transformação. 

A noite teve início com a palestra “Moda: Linguagem da Cidadania”, ministrada pelo renomado estilista, cenógrafo e ativista do movimento LGBTQIAPN+, Almir França. Em sua fala, Almir provocou reflexões profundas sobre o papel do design no mundo contemporâneo, defendendo que a presença de profissionais diversos no meio acadêmico é não apenas enriquecedora, mas essencial: 

“As universidades precisam estar atentas ao que acontece no mundo. O design é sine qua non – se você não entende o mundo, você não consegue desenhar para ele. A presença de profissionais diversos, atuantes na multiplicidade do design, é fundamental para que a formação acadêmica dialogue com a realidade”, afirmou. 

Para Almir, falar de moda e design hoje exige também um olhar crítico sobre o uso da palavra “diversidade”. Segundo ele, é preciso decupar o conceito e compreender suas várias camadas: 

“A diversidade no design pode ser apenas traços diferentes. A diversidade entre pessoas pode ser só diferença física. Mas no mundo moderno isso já não dá conta. A gente precisa saber exatamente do que está falando quando diz ‘diversidade’, senão continuamos mascarando o debate e impedindo avanços reais”, pontuou. 

Após a palestra, o público acompanhou um desfile de moda sustentável, com peças criadas por Almir França, resultado de uma coleção que destacou os princípios da moda circular e a importância da preservação ambiental. 

Para a coordenadora do curso de Design, professora Aline Botelho, o evento foi um marco no processo de ensino-aprendizagem: 

“Trazer um nome como o do Almir França para o nosso espaço é reafirmar o que o UniFOA preza: uma formação plural, crítica e conectada com as demandas atuais do mercado e da sociedade. A moda é, sim, uma linguagem da cidadania. E ver nossos alunos desfilando que pensam em sustentabilidade e inclusão, é muito gratificante.” 

O evento evidenciou o papel do curso de Design como um espaço de experimentação e diálogo com o mundo, onde moda, cultura, meio ambiente e cidadania se encontram para formar profissionais atentos às transformações do presente e preparados para construir futuros mais justos e criativos. 

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Nos dias 10 e 17 de maio, o Campus Olezio Galotti, em Três Poços, foi palco de uma das iniciativas mais vibrantes do calendário acadêmico da Fundação Oswaldo Aranha: a terceira edição do InterFOA, campeonato esportivo universitário que se consolida como mais do que uma competição, mas também como uma celebração de pertencimento, união e respeito. 

Idealizado em parceria entre a Supervisão de Marketing e Jornalismo, a Supervisão de Eventos e o curso de Educação Física do UniFOA, o InterFOA promoveu uma ampla integração entre os estudantes do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e da Escola Técnica da Fundação Oswaldo Aranha (EtecFOA), seja na atuação direta como atletas ou no apoio fervoroso das torcidas. A programação incluiu disputas de futsal, handebol, vôlei, natação e cabo de guerra, nas categorias feminina e masculina. 

Mais do que reunir modalidades esportivas, o campeonato se alinha a objetivos institucionais importantes: estimular hábitos saudáveis, valorizar as atléticas acadêmicas, promover o intercâmbio entre alunos e egressos, e construir um ambiente cooperativo e acolhedor. 

Para Lara Prado, supervisora de Eventos, a realização do InterFOA foi motivo de grande alegria. Ela destacou o esforço coletivo que tornou possível o sucesso da iniciativa. “Estou imensamente feliz com o resultado do InterFOA. Foram dois sábados de muito trabalho e dedicação, mas acima de tudo, de alegria. Agradeço a FOA pelo apoio constante, à comissão organizadora, aos atletas e, especialmente, à minha equipe de Eventos, que esteve ao meu lado durante toda a jornada. Já estou ansiosa pela próxima edição”, comentou. 

O evento também contou com a estreia da prova de natação, incluída como parte da proposta de inovação anual do InterFOA. Para o professor Silvio Vilela, coordenador do curso de Educação Física, o evento representa o verdadeiro espírito universitário. Ele ressaltou a importância de momentos como esse para unir os cursos e ocupar o tempo dos estudantes com atividades que promovem saúde e bem-estar. “São dois dias de congraçamento. A gente vê os alunos fazendo algo bom com o tempo deles, que é o esporte. A qualidade dos jogos fala por si. E a cada ano a gente inova, experimentando uma nova modalidade. Este ano foi a vez da natação, e a aceitação foi excelente. A divisão do campeonato em dois sábados também é estratégica, pois permite aos times se reorganizarem e descansarem para as finais.” 

Quem também prestigiou o evento foi o presidente da FOA, Eduardo Prado, que falou sobre o impacto positivo da competição na formação dos jovens. “É uma alegria imensa ver a juventude envolvida em algo que promove saúde, educação e segurança. O InterFOA representa exatamente isso: alegria, responsabilidade e bem-estar.” 

A reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira, fez uma reflexão sensível sobre como as emoções despertadas durante o evento contribuem para a formação ética e colaborativa dos estudantes. “É uma felicidade imensa participar de mais uma edição do InterFOA. Este evento nos conecta emocionalmente, e é justamente isso que fortalece os laços humanos e colaborativos. Em uma leitura recente, venho refletindo sobre como as emoções não devem ser separadas da ética. Elas nos ensinam, nos humanizam e nos incentivam a trabalhar de forma mais empática e solidária.” 

A cada edição, o InterFOA reforça seu papel como ferramenta de integração e desenvolvimento, traduzindo, em quadras, piscinas e arquibancadas, o compromisso da Fundação Oswaldo Aranha com uma educação que ultrapassa os muros da sala de aula e alcança o coração dos seus estudantes. 

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