Pesquisa divulgada pela Pew Research identificou um aumento no número de aplicativos digitais no Brasil. Durante o período de pandemia, as ferramentas que facilitam a vida no trabalho saltaram de 30% para 400% no país. O principal motivo é a busca das empresas por soluções que auxiliem e otimizem os processos de gestão.
Com a intenção de suprir as demandas de administração e controle, as organizações procuram por profissionais capacitados em softwares de automação. Decidida a colaborar com o mercado, o UniFOA abriu inscrições paras os cursos de Power BI e Excel. Nesta sexta-feira (18), os cursos foram tema de entrevista no Programa Fato Popular, na Rádio 88 FM.
Durante a conversa, o coordenador dos cursos, Adolfo Pizzarino destacou a importância da qualificação nas ferramentas digitais. “A criação dos cursos aconteceu mediante demanda do mercado de trabalho nos processos de gestão e controle. A proposta do UniFOA é levar as experiências das empresas e profissionais para os estudantes. Não é apenas aprender a usar os softwares, mas conhecer as necessidades e regras de cada negócio. Quando falamos em normas, são os princípios de informações das empresas, portanto, compreender a demanda de cada organização”, destacou Adolfo.

As aulas dos cursos acontecerão no Campus Olezio Galotti, em Três Poços, de forma híbrida. Ao final do ciclo de atividades, os estudantes sairão com certificação profissional e com a vivência teórico-prática dos aplicativos, prontos para lidarem com as realidades do mercado de trabalho.
Acompanhe a entrevista completa aqui.
O Power BI é uma ferramenta que possibilita a análise de dados com eficiência, promovendo insights e soluções importantes para as empresas. Por outro lado, o Excel cria planilhas para controle de gestão. Com o aplicativo é possível compilar dados para torná-los mais interpretáveis e intuitivos. Utilizados em conjunto, os softwares potencializarão as oportunidades de emprego ou de promoção profissional.
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Matheus Freitas | Núcleo de Comunicação
O que o mercado de trabalho quer? Essa é a pergunta que o futuro profissional, recém formado, se faz e corre atrás da resposta. Com uma visão ampla do território a ser explorado, o UniFOA vem buscando entender as necessidades do mercado para formar profissionais capacitados. Diante disso, em busca de somar ao aluno de forma significativa, os laços e a aproximação com empresas da região estão sendo cada vez mais firmes.

Nesta quinta-feira, dia 17 de março, os Pro-Reitores de Planejamento e Desenvolvimento Max Damas e o de Pesquisa e Pós-Graduação Bruno Chaboli se reuniram em Barra do Piraí, na Metalúrgica Mor, com o Gerente da Filial Rômulo Dorfey e com o Coordenador Administrativo Cássio Kauffmann. Foram discutidas propostas sobre convênios de cooperação técnica, com um leque de possibilidade para estágios, treinamentos, palestras e pesquisas.
A primeira visita serviu para estreitar o relacionamento entre UniFOA e Mor com o objetivo de alcançar uma oportunidade de parceria entre as empresas. “A visão do UniFOA é estar sempre próximo da realidade do mercado. É importante saber o tipo de profissional que atende as organizações”, explicou Bruno, que pontuou como muitos negócios têm vagas ociosas por não localizar o que necessitam. “A gente tem que formar profissional que encontra o lugar dele no mercado”.
A empresa, que tem sede no Rio Grande do Sul, conta com mais de 600 funcionários com filiais espalhadas pelo Brasil e atende a demanda da região Sul Fluminense.
Juliana Aragão | Jornalista
Núcleo de Comunicação
Não tão comum quanto possa parecer, nem toda faculdade de Medicina tem seu próprio atlas fotográfico de peças do laboratório de anatomia humana. O que não é mais o caso do UniFOA, que acaba de receber uma catalogação exemplar e detalhada. O trabalho foi realizado a partir de três alunos de Medicina em 2020. Monitores da disciplina de Neuroanatomia, Bernardo Costa Berriel Abreu, Caroline Magalhães Ribeiro e Guilherme Oliveira da Rocha tiveram a iniciativa e criaram o 1º Atlas Fotográfico de Neuroanatomia Humana do UniFOA.

Os estudantes são de turmas diferentes, mas tinham uma coisa em comum: a monitoria que realizavam na disciplina de Neuroanatomia, ministrada pelo professor Marcos Guimarães de Souza Cunha, que foi também orientador e autor do trabalho.
O estudo foi fotografado e catalogado com relações anatômicas, peça por peça, do Laboratório Anatômico da Instituição, um trabalho que durou um ano para ser concluído, de março 2021 a março de 2022. O e-book, atualmente, é disponibilizado digitalmente pelos professores do UniFOA aos alunos da disciplina de Medicina do Módulo 1. “Quando o aluno tem uma dúvida, ele tem de ir ao Anatômico ou consultar o livro, e aquela peça nem sempre é a que está no nosso laboratório. Criamos o atlas para facilitar os estudos”, explica Caroline. “A ideia é aproximar o estudante da realidade que ele estuda”.
A publicação teve a contribuição do professor, também de Medicina, Édisom de Souza Moreira que cedeu os desenhos presentes na Coleção Monografias Neuroanatômicas-Morfofuncionais, escrita e desenhada por ele a mão livre, para ilustrar a capa do atlas.

O material foi um produto final do Projeto de Inovação Tecnológica, PIBIT, um programa da FOA/UniFOA.
Num futuro próximo, os alunos esperam consolidar a publicação do trabalho pela Editora FOA.
Juliana Aragão | Jornalista
Núcleo de Comunicação

Em busca do encantamento do estudante, o UniFOA não para de gerar qualidade nos processos. Mais uma prova disso foi a execução do segundo encontro do projeto REMAR, idealizado e aplicado pelo Vice-Presidente e Superintendente Geral, José Ivo de Souza, e a Reitora Acadêmica do UniFOA, Úrsula Fraga, na tarde de 15 de março, no Centro Histórico Cultural Dauro Aragão, no Campus Olezio Galotti, em Três Poços. O encontro reuniu Reitoria, Pró-reitorias e Coordenações para apresentação de propostas e ações em prol de melhorias nos resultados. O objetivo da reunião, que acontece toda terceira terça-feira do mês, é sugerir ideias e ações que promovam o encantamento dos alunos e o aperfeiçoamento dos trabalhos futuros.
Em uma breve apresentação, foram explanados cronogramas e planejamentos de cada curso, feitos por seus coordenadores, para os próximos dois meses. Outros pontos também importantes como captação de alunos e controle de gastos e despesas foram abordados. José Ivo de Souza comemorou o sucesso do preenchimento das vagas ociosas de muitos cursos em comparação ao ano passado. “Isso é um fruto de um movimento que vocês fizeram”.

O encontro também foi liderado pela Reitora, Úrsula Fraga, que ao final, apresentou algumas propostas a serem executadas no Centro Universitário. Para um próximo momento, surgirão ações bilaterais, que possam partir de docentes e discentes em busca de identificar onde a qualidade tem mais necessidade e foco em determinados momentos. “A ideia é apoiar e capacitar o docente para que os processos relacionados ao ensino sejam realmente de qualidade”, pontuou a Reitora.
Juliana Aragão | Jornalista
Núcleo de Comunicação | UniFOA
Como você já leu aqui, nossa egressa Rosalina de Paula é a única moradora da região Sul Fluminense a participar da Seleção Brasileira de Cheerleading.
E nesta quarta-feira (16) ela foi a entrevistada no Programa Dário de Paula, na Rádio Sintonia do Vale, 98 FM. Na atração, a atleta apresentou a modalidade para a região e como funcionam as atividades na Seleção Brasileira de Cheerleading.
Confira a entrevista completa aqui.

Reportagem no Globo Esporte
O programa semanal Globo Esporte, da Rede Globo de Televisão, apresentou uma matéria sobre a Seleção Brasileira de Cheerleading, pouco conhecida e que merece apoio da sociedade.
Confira a entrevista completa aqui.
Apoio para participar do mundial
Mesmo sendo integrante da Seleção Brasileira de Cheerleading, cada atleta deverá custear seus gastos com passagens, hospedagem e alimentação para o torneio na Florida (EUA). Para isso, Rosalina deverá arrecadar um valor de R$ 10 mil reais para embarcar no sonho de representar o Brasil. Instituições da região estão apoiando Rosa (como prefere ser chamada), destacando o UniFOA, onde se formou.
Os interessados em ajudar a atleta na campanha, poderão realizar doações pelo PIX (156.658.847-23).

Núcleo de Comunicação do UniFOA
Os novos alunos do Curso Técnico em Enfermagem do UniFOA tiveram seu primeiro contato com a turma e a instituição com a aula inaugural que aconteceu ontem, 14, no campus Olezio Galotti, em Três Poços. Cerca de 75 alunos estiveram presentes na aula ministrada pela coordenadora do curso, Ana Lucia Devezas, que além de explicar como funcionará o curso e toda a sua estrutura, também apresentou o UniFOA aos futuros técnicos.
"O sentimento é de grande responsabilidade. Como disse ontem para os alunos, estamos fazendo parte da história do UniFOA. Trata-se do primeiro curso técnico na instituição, portanto é necessário que haja comprometimento, para que tudo seja realizado da melhor forma e proporcionar para os alunos honra e pertencimento a este momento inovador do Centro Universitário de Volta Redonda", comentou Ana.

Com uma dinâmica para aproximar os estudantes, eles foram separados em duplas e cada um teve que apresentar seu colega e indicar os motivos pelos quais escolheram fazer o técnico. Entre os principais motivos citados estavam: a alta empregabilidade, amor pela profissão e incentivo de familiares por notarem características que se assemelham a um técnico em enfermagem.
Além de estar fazendo parte da primeira turma do curso Técnico em Enfermagem, a aluna Bruna Zizuel se diz muito orgulhosa em poder fazer desta história.
"Minhas expectativas sobre o curso técnico vai além de conseguir um emprego na área, pois sempre tive um sentimento em ajudar as pessoas de modo geral. Eu me interessei ainda mais sobre essa profissão linda depois da perda do meu pai para a pandemia, e tenho a certeza que meu pai teria muito orgulho da minha atitude. Vamos honrar a classe, estudar muito e crescermos para sermos ótimos profissionais", comentou Bruna.
Confira um pouco do rolou na primeira aula clicando aqui.
Núcleo de Comunicação do UniFOA
Representantes de entidades religiosas de matriz africana, Comissão de Terreiros e Povos Tradicionais de Volta Redonda – Mojubá, da Defensoria Pública da União no Conselho Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais e do Escritório da Cidadania do UniFOA, se reuniram com o prefeito Antônio Francisco Neto em seu gabinete, para discutir sobre as dificuldades que os cultos de matriz africana, realizados em pequenos locais, estão sofrendo por parte do poder público, via interdições e até multas.
Com o contexto de que as vizinhanças reclamam do barulho promovido pelos cultos, representantes do executivo municipal têm se valido de sucessivas fiscalizações, inclusive durante o culto propriamente dito, baseado numa legislação antiga, de 1973. A comissão argumenta que a Constituição de 1988 deu a estas populações o direito de existir formalmente e que em praticamente todos os municípios já há uma nova legislação sobre o tema. “O poder público tem a obrigação de defender esta população, como preconiza a Constituição”, afirmou José Roberto Tambasco, da Defensoria Pública.

“O CNPJ habilita as entidades (ou casas) a participar de licitações, editais, verbas municipais, estaduais e federais e tem os deveres, que também precisam cumprir. O UniFOA, no papel de mediador, deseja que estas casas possam ter os mesmos direitos que outras casas religiosas. Elas precisam sair da informalidade”, comentou Dario.
Os benefícios promovidos por estas casas já somam cerca de 48 mil atendimentos somente em Volta Redonda, número apresentado por Dario Aragão, representante do UniFOA, através de relatório promovido pelo projeto Tutelas Coletivas, do Escritório da Cidadania. São atendimentos sociais, como a legalização de documentos individuais, atendimentos espirituais, doação de roupas, comida, sopa no inverno e tantos outros trabalhos, que também beneficiam o poder público, exercendo um importante papel na construção da cidadania.
As entidades alegam que não cobram por atendimento, sequer cobram dízimo ou coisa parecida e que somente desejam continuar a realizar seus cultos ancestrais como sempre fizeram, sem interrupções. “Queremos a sensibilização do município quanto às causas da minoria chamada de religião de matriz africana e que entendam a necessidade de se instrumentalizar para alcançar equidade e oportunidades iguais às de outras entidades”, contou o Pai Jeferson de Oxalã, Co-Presidente da Mojubá.

Após ouvir os representantes da Comissão e servidores municipais envolvidos com o tema, o prefeito Neto marcou uma nova reunião, para 18 de abril, para dar um parecer e decisão: “Não queremos prejudicar ninguém, queremos ajudar. Tomara que a gente consiga encontrar uma solução”, finalizou. Até lá, "nada de multas ou fiscalizações", ele prometeu.
Parceria de longa data
O UniFOA, através do Escritório da Cidadania trabalha há anos, junto a outros representantes de nível nacional, como o Professor e Mestre Babalaô Ivanir dos Santos, que representa o Brasil no Centro de Articulação das Populações Marginalizadas (CEAP), abrindo espaço para o debate sobre intolerância religiosa, além de outros temas sensíveis à sociedade, como discriminação racial, social e homofobia. Neste contexto, entra o trabalho que o UniFOA realiza junto a estas populações, através de seminários semestrais, incluindo lives durante a pandemia. Através desse trabalho surgiu o Projeto Tutelas Coletivas, que trata de cuidar dos direitos desta população, que é a legalização destas pequenas casas em Volta Redonda.

Núcleo de Comunicação do UniFOA
O Curso de Medicina, pensando na humanização do processo e, também, em auxiliar o aluno a lidar com o cadáver como instrumento para aquisição de conhecimentos realizou, por meio do Eixo Transversal Medicina e Humanidades, a Oficina de Aproximação ao Cadáver. A aula, que foi voltada aos calouros, aconteceu nesta sexta-feira (11), no campus Olezio Galotti, em Três Poços.
O “tributo ao cadáver” é uma recepção humanizada. Os calouros recebem preparo psicológico e acompanham uma reflexão sobre quem era aquela pessoa, cujo corpo agora se destina a servir de objeto de estudo. “Trazemos a importância desse encontro e do quão precioso é ter um cadáver disponibilizado a esta função, que consideramos sagrada. Queremos também trazer estes alunos para reflexões sobre o respeito àquele corpo”, explicou Sônia Moreira, professora supervisora do Eixo Transversal Medicina e Humanidades.

Acolhimento | Medicina
A iniciativa surgiu a partir da percepção do sofrimento que os calouros expressavam diante do encontro com o anatômico e o cadáver. “Isso vem para mostrar aos alunos o que está por vir. É cuidar de pessoas a partir de pessoas. Aproximamos o aluno à questão do anatômico e do cadáver como objeto de aprendizagem”, explicou a professora.
Caio Túlio Esteves, 27 anos, psicólogo e aluno do primeiro semestre de Medicina explica que esta não é a primeira vez que viveu a experiência de estar no anatômico e considera muito importante ter passado pela oficina do UniFOA: "eu acho importante esta experiência de receber uma aula de aproximação ao cadáver porque a maioria dos alunos não havia vivido isso. A falta dela poderia gerar desconforto físico, porque alguns chegam a passar mal e outros poderiam ter um desconforto emocional. Até vínculos religiosos podem influenciar nesta experiência. Então fazer a leitura do poema ao cadáver desconhecido, receber uma aula de anatomia, com uma música suave num ambiente muito tranquilo, com uma fala responsável, com a professora orientando, tudo contribuiu para a experiência ser rica para todos. Cada aluno tem a sua singularidade e maneira de lidar com o cadáver. Foi muito importante", finalizou o aluno. Quer saber mais sobre o curso de Medicina? Clique aqui.
Adriana Marins | Jornalista
Núcleo de Comunicação | Jornalismo UniFOA
Em 2022, as ideias para o planejamento de ensino e qualidade do UniFOA estão voando alto. Através de uma dinâmica com Design Thinking, a Pró-reitoria de Planejamento e Desenvolvimento (PRO-PED), em parceria com professores responsáveis pelo Planejamento e Inovação dos Núcleos Docentes Estruturantes (NDE) de cada curso, conseguiu elaborar novas ideias para o planejamento. O encontro aconteceu na terça-feira, 8 de março.
O Design Thinking é uma abordagem leve e descontraída para trazer ideias e inovações desmistificando desafios. No caso, a ação teve foco no encantamento dos alunos em um futuro bem breve. A partir dos resultados obtidos por meio de um questionário, previamente enviado a cada um dos professores, os docentes foram desafiados a criar soluções para obter uma visão ampla da estrutura que têm e das necessidades que gostariam aprimorar. Ao todo, cerca de 20 professores líderes estavam envolvidos na ação, aplicada pelos professores Alexis Aragão, Alessandro Orofino, Marcos Kazuiti e o Pró-reitor da PRO-PED, Max Damas.

O corpo docente presente foi provocado a gerar novas soluções e puderam fazer um pitch (uma breve apresentação) das ideias, além de sugestões em diversas áreas dos cursos. “Eles se entregaram na dinâmica, cada um pode participar para aprimorar ações e projetos no UniFOA", completou Alexis.
No decorrer do ano, outras ações estão no planejamento do setor para atingir as melhorias necessárias e, a partir dessa dinâmica, irão estudar as novas possibilidades para atingir aos questionamentos resultantes de forma tão positiva.

Juliana Aragão
Núcleo de Comunicação do UniFOA | Jornalismo
Disputado por médicos de todo o país e também do mundo, o Instituto Estadual do Cérebro Paulo Niemeyer (IEC) recebe apenas três profissionais da medicina para residência por ano e para tanto é preciso enfrentar uma prova realizada pela Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, órgão que coordena suas vagas.
Gabriel Mendes dos Santos, médico formado em 2021 pelo UniFOA, é um deles. Nascido em Volta Redonda, é o primeiro da Instituição a conquistar uma vaga. Das três disponíveis, Gabriel faturou o segundo lugar. A conquista veio com esforço e dedicação: “Entrei na faculdade almejando uma área cirúrgica dentro da Medicina. A gente tem contato com a neuroanatomia na faculdade desde o primeiro período e isso fez com que a neurocirurgia fosse uma das minhas opções. Mas foi no internato, quando rodamos no Hospital São João Batista, que tive mais contato com pacientes que precisavam de parecer da neurocirurgia; foi quando realmente me decidi”. Gabriel deverá cumprir cinco anos de residência.
O professor do UniFOA e neurocirurgião Júlio Meyer compõe o corpo de Direção do Instituto, como Diretor Técnico e não escondeu a alegria em receber o egresso em sua sala no IEC: “Gabriel é de Volta Redonda, nosso egresso e o primeiro do UniFOA a conquistar uma vaga de residência médica conosco. Estamos todos muito orgulhosos por sua conquista”, finalizou. Há 23 anos, o médico é professor do UniFOA, participante Institucional, membro do Conselho Curador da Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e membro da Comissão Nacional de Residência Médica, do Ministério da Educação (MEC).

O Instituto Estadual do Cérebro Paulo Niemeyer (IEC)
Instituído há oito anos e há três oferecendo vagas para residência médica em neurocirurgia, o Instituto Estadual do Cérebro Paulo Niemeyer (IEC), no Rio de Janeiro, já é uma referência nacional por sua expertise em cirurgia cerebral de alta complexidade. Unidade referenciada, recebe os pacientes encaminhados pelo posto de saúde ou clínica da família de seu município, via Central Estadual de Regulação, que requerem atenção neurológica e neurocirúrgica de alta complexidade, para demanda de internação, ambulatório e tratamento de epilepsia.
Adriana Marins | Jornalista
Núcleo de Comunicação | Jornalismo UniFOA
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