A coordenadora da Policlínica Dr. André Sarmento Bianco, do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), Tatiana Aragão Andrighi, recebeu uma moção de aplausos na categoria professor de Enfermagem na noite de terça-feira (28) na Câmara Municipal de Volta Redonda. A cerimônia foi promovida pela Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn) como parte das celebrações da 86ª Semana Brasileira de Enfermagem. O reconhecimento é fruto de sua trajetória como enfermeira, educadora e gestora dedicada à saúde pública.
Formada em Enfermagem pelo UniFOA, Tatiana construiu uma carreira pautada pela ética, sensibilidade e compromisso com o cuidado. Desde os primeiros passos na atenção primária, atuando em uma Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF), destacou-se pelo respeito ao outro, escuta ativa e atuação comunitária. Ao longo dos anos, consolidou-se como uma profissional que alia conhecimento técnico à humanização do cuidado.
Desde 2011, Tatiana atua na formação de futuros enfermeiros, promovendo a integração entre teoria e prática e incentivando a reflexão sobre o papel social da enfermagem.
Atualmente, ela concilia suas atividades acadêmicas com a atuação como servidora pública do município de Volta Redonda. Além de coordenar a Policlínica do UniFOA, integra a equipe da UBSF Santa Cruz como professora. Seus projetos de pesquisa e extensão focam em temas como saúde da mulher, gestão em saúde e educação em saúde, contribuindo para o fortalecimento de políticas públicas e para o acesso qualificado aos serviços de saúde.
Ao receber a homenagem, Tatiana expressou gratidão e destacou o caráter coletivo do reconhecimento:
“Sinto-me honrada em representar a minha classe em um momento tão significativo da Semana Brasileira de Enfermagem, cujo tema central nos convida a refletir sobre os desafios enfrentados pela enfermagem e a importância de agir com posicionamento diante dessas realidades, sendo protagonistas na transformação do cuidado, da gestão e da educação.”
O evento também contou com a presença de Eluananda Rodrigues, representante do Sindicato dos Enfermeiros de Volta Redonda e do Sindicato dos Enfermeiros do Estado do Rio de Janeiro na região do Médio Paraíba. Formada pelo UniFOA, Eluananda ressaltou o impacto da atuação de Tatiana:
“Tatiana merece ser homenageada por sua trajetória marcada pela ética, coerência e paixão pela enfermagem. Seu trabalho vai muito além da assistência: transforma vidas, forma profissionais conscientes, inspira colegas e contribui de forma significativa para o fortalecimento da saúde pública em Volta Redonda.”
A homenagem também emocionou seus alunos. Amanda Sarria, estudante do 8º período de Enfermagem do UniFOA, compartilhou como Tatiana tem sido uma referência em sua formação:
“A Tati, para mim, representa uma enfermagem bonita. Bonita não só no sentido estético, mas no mais profundo da palavra: uma enfermagem que acolhe, que cura com afeto, que respeita o outro e também sabe cuidar de si. Ela me mostra todos os dias que é possível ser uma profissional incrível sem deixar de ser humana.”
Reconhecer profissionais como Tatiana Aragão é valorizar a essência da enfermagem: o cuidado com responsabilidade, ciência e amor. Sua trajetória inspira alunos, colegas e a sociedade, reafirmando a importância de se investir em políticas públicas que promovam uma saúde mais justa, acessível e humanizada.
Na tarde da última terça-feira (27), o curso de Enfermagem do UniFOA realizou mais uma ação do projeto de extensão “Educação em Saúde: semeando ações ambientais junto a crianças e adolescentes”, na sede do Projeto Missionário “Amor em Ação”, localizado no bairro Colorado, em Três Poços. A atividade, desenvolvida sob a orientação da professora Márcia Figueira Canavez, reuniu alunos de diferentes períodos do curso para promover, por meio de dinâmicas lúdicas e educativas, temas essenciais de saúde pública e educação ambiental.
O projeto atua há cerca de quatro anos na comunidade e tem como objetivo principal contribuir para a formação de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, por meio do conhecimento e do cuidado. A atividade foi dedicada à prevenção de doenças como a dengue e as infecções respiratórias, com o uso de fantoches, brincadeiras educativas e até música, encerrando a tarde com uma apresentação ao violão feita por uma das alunas de Enfermagem.
“Essa ação vai muito além de ensinar sobre saúde”, afirma a professora Márcia Figueira Canavez. “Ela toca fundo em quem participa. O bairro de Três Poços cresceu muito nos últimos anos, mas ainda carrega profundas marcas da desigualdade. Como enfermeira e professora, essa realidade sempre me incomodou. Já estagiei na unidade de saúde da região e via de perto a carência das famílias. Quando surgiu o convite para atuar nesse projeto, abracei com todo o coração.”
A professora relata que a experiência tem forte impacto emocional tanto para os alunos quanto para as crianças atendidas. “Nós trabalhamos com estudantes do terceiro e do oitavo período, unindo quem está começando a formação com quem já está na reta final. A reação deles ao chegar ao local é sempre de muita emoção. As crianças são extremamente afetuosas. É uma experiência que marca, transforma e amplia nosso entendimento sobre o papel social do profissional de saúde.”
O projeto é realizado em parceria com o Projeto Missionário “Amor em Ação”, que atua na região promovendo atividades socioeducativas voltadas ao resgate de crianças e jovens em situação de risco. O público atendido pelo projeto são moradores do conjunto habitacional Minha Casa Minha Vida, e inclui cerca de 120 crianças e adolescentes entre 4 e 17 anos. A missão do “Amor em Ação” é despertar valores morais, sociais e espirituais por meio de ações que resgatem a infância e promovam o protagonismo juvenil como instrumento de transformação social.
Além das ações no território, as crianças também são recebidas quinzenalmente no UniFOA, na Sala +Verde, espaço voltado à Educação Ambiental em consonância com a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) e as diretrizes do Ministério do Meio Ambiente. Nessas visitas, são abordados temas como cuidado com o meio ambiente, consumo consciente e sustentabilidade.
O coordenador do curso de Enfermagem, professor Carlos Marcelo Balbino, reforça a importância da iniciativa: “O projeto ‘Educação em Saúde e Meio Ambiente’ tem uma relevância ímpar tanto para a comunidade quanto para a formação dos nossos estudantes. Ele atua em frentes essenciais como a promoção da saúde, a prevenção de doenças, a conscientização ambiental e, principalmente, na formação de profissionais mais humanos, comprometidos com a transformação social. Ao envolver as crianças de forma participativa, o projeto estimula o protagonismo infantojuvenil, transformando essas crianças em multiplicadoras do conhecimento dentro de suas famílias e comunidades.”
A integração entre universidade e comunidade, entre ciência e sensibilidade, é o que torna essa ação um verdadeiro exemplo de como o ensino superior pode ser uma ponte concreta entre o saber e o fazer. O cuidado com o próximo, a escuta ativa e a educação como ferramenta de transformação são os pilares que sustentam esse trabalho, que planta hoje as sementes de um futuro mais justo, saudável e consciente.
Na última quarta-feira (21), o Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, localizado no Campus Olezio Galotti do UniFOA, foi palco de um importante debate sobre os efeitos dos microplásticos na saúde humana. O evento, realizado pelas Ligas Acadêmicas de Nutrição – LASAN (Segurança Alimentar e Nutricional) e LANMI (Nutrição Materno-Infantil) – trouxe como tema central “Microplásticos na Alimentação Humana: do aleitamento ao alimento” e contou com palestras da professora Márcia Bastos e do nutricionista Alden Neves.
A atividade atraiu estudantes de diversos períodos e gerou reflexões profundas sobre um problema ambiental que já ultrapassou as barreiras do planeta e adentrou silenciosamente o nosso organismo. Segundo dados do World Wildlife Fund (WWF), estima-se que uma pessoa possa ingerir, em média, até 5 gramas de microplásticos por semana, o equivalente ao peso de um cartão de crédito.
A professora Márcia Bastos, que conduz pesquisas sobre o tema em seu doutorado, compartilhou com os presentes descobertas recentes que revelam a presença dessas partículas microscópicas no leite materno e até mesmo no mecônio, as primeiras fezes dos recém-nascidos. “Durante o encontro, foram discutidas as possíveis vias de exposição, os riscos potenciais para o desenvolvimento infantil e a urgência de políticas públicas e mudanças nos hábitos de consumo para reduzir essa contaminação invisível, mas crescente”, explicou Márcia.
O coordenador do curso de Nutrição do UniFOA, Alden Neves, reforçou a relevância do tema para a formação dos alunos e para o papel social dos futuros profissionais da área. “Usando uma linguagem muito acessível, a professora Márcia trouxe dados alarmantes sobre a produção global de plástico, o impacto no meio ambiente para os próximos anos, e como essa quantidade enorme de plástico, ao se degradar, penetra em nossa cadeia alimentar, contaminando diversos alimentos animais e vegetais, e atingindo nossos corpos inclusive pela respiração e contato com a pele”, destacou Alden.
Ele ainda chamou atenção para a urgência de ações efetivas: “Resta saber quais impactos podem ocasionar à nossa saúde, para forçarmos os governos, indústrias e legisladores a assumir políticas de contenção de danos.”
Para Luiza Bianchi, estudante de Nutrição, participar do evento foi uma experiência enriquecedora. “Foi incrível acompanhar a palestra da professora Márcia, que é bem didática. O tema é extremamente pertinente e atual. O microplástico na alimentação é um problema mundial que precisa de toda nossa atenção e conhecimento”, afirmou. Luiza também destacou a importância dos encontros promovidos pelas ligas acadêmicas como espaços de aprendizado além da sala de aula, permitindo troca entre estudantes de diferentes períodos e contato com especialistas.
A abordagem adotada pelos palestrantes reforçou que os microplásticos não são mais apenas uma preocupação ambiental distante, mas uma ameaça concreta à saúde pública. Pesquisas recentes divulgadas pela revista Environmental Science & Technology revelam que microplásticos foram encontrados em 100% das amostras de placenta humana analisadas em um estudo italiano, um dado que escancara a profundidade do problema.
A presença dessas partículas no cotidiano humano exige uma reavaliação urgente dos hábitos de consumo e da produção industrial, especialmente no que diz respeito ao uso excessivo de plásticos descartáveis. “A palestra despertou grande interesse nos acadêmicos presentes, evidenciando a importância do tema na formação da saúde e nutrição”, concluiu a professora Márcia.
O evento foi mais uma iniciativa do UniFOA em promover a reflexão crítica e científica sobre temas emergentes, fortalecendo o compromisso da instituição com a formação integral dos seus estudantes e com a difusão de conhecimento relevante para a sociedade.
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Na última quinta-feira (22), o Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão foi palco de uma noite memorável que uniu moda, cidadania e sustentabilidade. Como parte da agenda de atividades do curso de Design, o evento reuniu estudantes, professores e convidados em uma programação que exaltou a potência criativa da moda como expressão social e ferramenta de transformação.
A noite teve início com a palestra “Moda: Linguagem da Cidadania”, ministrada pelo renomado estilista, cenógrafo e ativista do movimento LGBTQIAPN+, Almir França. Em sua fala, Almir provocou reflexões profundas sobre o papel do design no mundo contemporâneo, defendendo que a presença de profissionais diversos no meio acadêmico é não apenas enriquecedora, mas essencial:
“As universidades precisam estar atentas ao que acontece no mundo. O design é sine qua non – se você não entende o mundo, você não consegue desenhar para ele. A presença de profissionais diversos, atuantes na multiplicidade do design, é fundamental para que a formação acadêmica dialogue com a realidade”, afirmou.
Para Almir, falar de moda e design hoje exige também um olhar crítico sobre o uso da palavra “diversidade”. Segundo ele, é preciso decupar o conceito e compreender suas várias camadas:
“A diversidade no design pode ser apenas traços diferentes. A diversidade entre pessoas pode ser só diferença física. Mas no mundo moderno isso já não dá conta. A gente precisa saber exatamente do que está falando quando diz ‘diversidade’, senão continuamos mascarando o debate e impedindo avanços reais”, pontuou.
Após a palestra, o público acompanhou um desfile de moda sustentável, com peças criadas por Almir França, resultado de uma coleção que destacou os princípios da moda circular e a importância da preservação ambiental.
Para a coordenadora do curso de Design, professora Aline Botelho, o evento foi um marco no processo de ensino-aprendizagem:
“Trazer um nome como o do Almir França para o nosso espaço é reafirmar o que o UniFOA preza: uma formação plural, crítica e conectada com as demandas atuais do mercado e da sociedade. A moda é, sim, uma linguagem da cidadania. E ver nossos alunos desfilando que pensam em sustentabilidade e inclusão, é muito gratificante.”
O evento evidenciou o papel do curso de Design como um espaço de experimentação e diálogo com o mundo, onde moda, cultura, meio ambiente e cidadania se encontram para formar profissionais atentos às transformações do presente e preparados para construir futuros mais justos e criativos.
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Nos dias 10 e 17 de maio, o Campus Olezio Galotti, em Três Poços, foi palco de uma das iniciativas mais vibrantes do calendário acadêmico da Fundação Oswaldo Aranha: a terceira edição do InterFOA, campeonato esportivo universitário que se consolida como mais do que uma competição, mas também como uma celebração de pertencimento, união e respeito.
Idealizado em parceria entre a Supervisão de Marketing e Jornalismo, a Supervisão de Eventos e o curso de Educação Física do UniFOA, o InterFOA promoveu uma ampla integração entre os estudantes do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e da Escola Técnica da Fundação Oswaldo Aranha (EtecFOA), seja na atuação direta como atletas ou no apoio fervoroso das torcidas. A programação incluiu disputas de futsal, handebol, vôlei, natação e cabo de guerra, nas categorias feminina e masculina.
Mais do que reunir modalidades esportivas, o campeonato se alinha a objetivos institucionais importantes: estimular hábitos saudáveis, valorizar as atléticas acadêmicas, promover o intercâmbio entre alunos e egressos, e construir um ambiente cooperativo e acolhedor.
Para Lara Prado, supervisora de Eventos, a realização do InterFOA foi motivo de grande alegria. Ela destacou o esforço coletivo que tornou possível o sucesso da iniciativa. “Estou imensamente feliz com o resultado do InterFOA. Foram dois sábados de muito trabalho e dedicação, mas acima de tudo, de alegria. Agradeço a FOA pelo apoio constante, à comissão organizadora, aos atletas e, especialmente, à minha equipe de Eventos, que esteve ao meu lado durante toda a jornada. Já estou ansiosa pela próxima edição”, comentou.
O evento também contou com a estreia da prova de natação, incluída como parte da proposta de inovação anual do InterFOA. Para o professor Silvio Vilela, coordenador do curso de Educação Física, o evento representa o verdadeiro espírito universitário. Ele ressaltou a importância de momentos como esse para unir os cursos e ocupar o tempo dos estudantes com atividades que promovem saúde e bem-estar. “São dois dias de congraçamento. A gente vê os alunos fazendo algo bom com o tempo deles, que é o esporte. A qualidade dos jogos fala por si. E a cada ano a gente inova, experimentando uma nova modalidade. Este ano foi a vez da natação, e a aceitação foi excelente. A divisão do campeonato em dois sábados também é estratégica, pois permite aos times se reorganizarem e descansarem para as finais.”
Quem também prestigiou o evento foi o presidente da FOA, Eduardo Prado, que falou sobre o impacto positivo da competição na formação dos jovens. “É uma alegria imensa ver a juventude envolvida em algo que promove saúde, educação e segurança. O InterFOA representa exatamente isso: alegria, responsabilidade e bem-estar.”
A reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira, fez uma reflexão sensível sobre como as emoções despertadas durante o evento contribuem para a formação ética e colaborativa dos estudantes. “É uma felicidade imensa participar de mais uma edição do InterFOA. Este evento nos conecta emocionalmente, e é justamente isso que fortalece os laços humanos e colaborativos. Em uma leitura recente, venho refletindo sobre como as emoções não devem ser separadas da ética. Elas nos ensinam, nos humanizam e nos incentivam a trabalhar de forma mais empática e solidária.”
A cada edição, o InterFOA reforça seu papel como ferramenta de integração e desenvolvimento, traduzindo, em quadras, piscinas e arquibancadas, o compromisso da Fundação Oswaldo Aranha com uma educação que ultrapassa os muros da sala de aula e alcança o coração dos seus estudantes.
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Estão abertas, até o dia 15 de junho, as inscrições para o UNIGOU Scientific Training, programa internacional promovido pelo Instituto Tcheco-Brasileiro para Cooperação Acadêmica (INCBAC). A iniciativa, divulgada pelo Núcleo de Internacionalização e Cooperação Interinstitucional e pela Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento do UniFOA, oferece a estudantes brasileiros uma experiência acadêmica internacional totalmente online, sem a necessidade de deslocamento.
Com início previsto para 7 de julho de 2025 e duração aproximada de dois meses, o programa tem uma taxa de €85 Euros e voltado para estudantes de graduação (a partir do segundo ano), mestrado ou doutorado, regularmente matriculados em instituições brasileiras. Todas as atividades são realizadas em inglês, sendo exigido nível de proficiência no idioma.
Focado no desenvolvimento acadêmico e profissional, o UNIGOU Scientific Training insere os participantes em um ambiente científico internacional, contribuindo para a internacionalização do currículo, o aperfeiçoamento de habilidades de pesquisa e o desenvolvimento da carreira acadêmica. Além disso, oferece a oportunidade de produzir e publicar um artigo científico com orientação especializada, dentro dos padrões internacionais.
O UNIGOU Scientific Training é estruturado em dois módulos principais:
Ao final, os participantes recebem certificado com reconhecimento internacional, agregando valor ao currículo acadêmico e profissional.
Para participar, é necessário:
A taxa única de inscrição é de 85 euros. O processo inclui inscrição no site oficial, avaliação de proficiência e, em caso de aprovação, a finalização da matrícula com o pagamento da taxa. Todas as atividades devem ser concluídas até 29 de setembro de 2025.
As informações completas e o formulário de inscrição estão disponíveis em:
👉 www.incbac.org/unigou-training-program
O UniFOA reafirma seu comprometimento com a internacionalização do ensino superior, oferecendo suporte aos alunos por meio do Núcleo de Internacionalização e da Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento. Estudantes interessados no programa podem buscar orientação com o professor Washington de Macedo Lemos, pró-reitor responsável.
O Instituto Tcheco-Brasileiro para Cooperação Acadêmica (INCBAC) promove a cooperação científica entre o Brasil e a República Tcheca, incentivando o intercâmbio de experiências acadêmicas, culturais e profissionais em um ambiente multicultural.
Estudantes dos cursos de Medicina e Enfermagem do UniFOA participaram de uma roda de conversa sobre as atualizações no calendário vacinal infantil, promovida pela Liga Acadêmica de Neonatologia, Infância e Adolescência (LANIA), em parceria com a Liga Acadêmica da Saúde da Mulher e da Criança (LASMC). O encontro, marcado por uma rica troca de saberes, contou com a presença da pediatra Paula Brandão, do ginecologista e obstetra Arthur Villela, e da enfermeira Ana Lúcia Devezas, que compartilharam reflexões importantes sobre os desafios e avanços na cobertura vacinal no Brasil.
Para Bianca Mattos, presidente da LANIA, a atividade reforçou o valor do trabalho interdisciplinar. “Organizar esse evento em parceria com o curso de Enfermagem foi uma experiência muito enriquecedora. A atividade evidenciou como a atuação conjunta entre Medicina e Enfermagem é essencial para oferecer uma assistência integral e humanizada às crianças. Além disso, o tema é de extrema relevância, especialmente diante dos desafios atuais relacionados à cobertura vacinal.”
A professora Márcia Bastos, orientadora da LASMC, também destacou o papel formativo do encontro. “A roda de conversa foi um momento de grande aprendizado. Criamos um espaço de escuta ativa, no qual os acadêmicos puderam refletir sobre as constantes atualizações no tema da vacinação – um cuidado essencial no acompanhamento do paciente”.
A professora ainda reforçou que eventos como este fortalecem não apenas o aprendizado técnico, mas também promovem uma formação mais humana, colaborativa e conectada com a realidade do trabalho em equipe no cotidiano do sistema de saúde.
“A integração entre as ligas foi fundamental para romper barreiras, aproximar trajetórias e construir um ambiente de respeito, parceria e crescimento mútuo”, reforçou.
Maria Eduarda Marcelino Araújo, estudante do 5º período de Medicina, ressaltou a importância da vivência multiprofissional durante a graduação. “Foi ótimo participar desse encontro, não só pelo aprendizado, mas também pela integração entre os cursos, que fez toda a diferença. Os palestrantes trouxeram conteúdos relevantes, apresentados de forma clara e didática, tornando a experiência ainda mais rica. Vivenciar o trabalho multiprofissional na graduação agrega muito — tanto no conhecimento quanto na forma como entendemos o cuidado em saúde.”
Raiane Oliveira, estudante do curso de Enfermagem, elogiou a parceria entre as ligas e a troca de informações médicas e como a enfermagem participa das atividades e campanhas.
“Entender como podemos trabalhar juntos e em equipe para trazer o melhor para o paciente foi de grande importância e como é preciso ter um cuidado para cada vacina e a idade para que devemos realizar em cada criança e a forma que faremos isso”, comentou.
A atividade reforça em como o UniFOA se dedica com a formação de profissionais preparados para atuar de forma integrada, com empatia, conhecimento atualizado e foco na saúde pública. A abordagem interprofissional e colaborativa é um dos pilares da educação em saúde, e eventos como esse são fundamentais para o desenvolvimento dessas competências desde os primeiros períodos da graduação.
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O UniFOA conquistou nota máxima (5) concedida pelo Ministério da Educação (MEC) para os cursos de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos e Marketing na modalidade de Educação a Distância (EAD), reconhecendo seu compromisso com a excelência na educação superior. O resultado destaca a qualidade da formação oferecida e o esforço coletivo da instituição em garantir uma experiência educacional de alto nível.
A reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira, celebra o resultado, atribuindo o sucesso ao trabalho em equipe. “Eu não poderia deixar de agradecer pelo empenho, pela sensibilidade e pelo profissionalismo que cada um de vocês - professores e funcionários – demonstraram na realização dos processos de reconhecimento dos cursos. A felicidade transborda, pois nasce do profundo sentimento de pertencimento e da certeza de que o trabalho conjunto — construído com escuta, parceria e compromisso — foi o grande protagonista desses processos avaliativos”, afirmou.
Para o pró-reitor de Educação a Distância e Tecnologias de Ensino, Rafael Teixeira, o reconhecimento com nota máxima posiciona os cursos entre os melhores do país. “Esse resultado potencializa a formação de profissionais aptos a se destacarem no mercado e a contribuírem significativamente para suas áreas. Representa a excelência da organização didático-pedagógica, da qualificação do corpo docente e da qualidade da infraestrutura, marcada por metodologias ativas e inovação”, destacou.
O presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Eduardo Prado, reforçou o comprometimento da instituição com o ensino de qualidade. “Essa é mais uma prova do nosso compromisso com a excelência acadêmica e com a formação de profissionais preparados para os desafios do mercado. O UniFOA se destaca pela capacidade de inovar e pelo cuidado em oferecer uma educação que transforma vidas”, afirmou.
Eduardo também destacou que o reconhecimento ocorre em um momento estratégico para o cenário educacional brasileiro. “Essa nota vem em um momento em que o Governo Federal, junto com o MEC, lança um novo marco regulatório do ensino a distância na busca da excelência. Ter esses dois cursos EAD com a nota máxima reforça nosso compromisso, tanto no presencial quanto no ensino a distância e, em breve, no semipresencial, em atender a todos os critérios de qualidade que o mercado exige de profissionais de competência”, completou o presidente.
A conquista é fruto de um trabalho contínuo de aprimoramento pedagógico, inovação e compromisso com a qualidade educacional, características que fazem do UniFOA uma referência em ensino superior na região e no país.
Na última quinta-feira, 15 de maio, 27 estudantes dos cursos de Comunicação Social – Jornalismo e Publicidade e Propaganda – do UniFOA embarcaram para Campinas (SP), onde participam do Intercom Sudeste 2025, realizado na PUC-Campinas.
Acompanhados pelo professor e coordenador do curso, Douglas Gonçalves, os alunos integram uma das mais importantes iniciativas acadêmicas da área de comunicação no Brasil.
O Intercom Sudeste, promovido pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, é um congresso que reúne estudantes, professores e pesquisadores em uma programação variada, com palestras, oficinas, debates e apresentação de trabalhos científicos. O evento é um espaço para troca de ideias e experiências, onde se discutem tendências e inovações na comunicação.
Entre os participantes, sete estudantes se destacam por terem seus projetos selecionados para a final da Expocom (Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação), uma premiação que reconhece os melhores trabalhos acadêmicos em diversas categorias.
A presença dos estudantes no evento reforça o compromisso do UniFOA com o incentivo à produção acadêmica e à vivência prática, promovendo o protagonismo estudantil. Para o professor Douglas Gonçalves, a experiência é uma oportunidade única para os alunos. “Participar do Intercom Sudeste é uma chance de ampliar horizontes, trocar conhecimentos e mostrar o que produzimos em sala de aula para uma audiência qualificada”, destacou.
Para os cursos de Comunicação, o reconhecimento dos alunos na Expocom é motivo de orgulho, refletindo o empenho, a criatividade e a dedicação que demonstram ao longo da formação acadêmica.
No dia 13 de maio, data que marca a abolição da escravatura no Brasil, o Escritório da Cidadania do UniFOA promoveu a X Semana da Promoção da Igualdade Racial. O evento reuniu lideranças quilombolas, representantes de religiões de matriz africana, estudantes e docentes em uma programação multidisciplinar que incluiu debates, apresentações culturais e ações sociais. A iniciativa tem como objetivo abrir espaço para as lideranças de grupos minoritários que mantêm a luta contra o preconceito e a discriminação racial, destacando casos exitosos recentemente contemplados por políticas públicas, como o Quilombo de São José da Serra e a Tenda Espírita Pai Cambinda.
A mesa de honra contou com a presença do Dr. Dario Aragão Neto, coordenador do Escritório da Cidadania; do Dr. Igor Aragão, procurador federal; de Beatriz Nunes, presidente da Associação das Comunidades Quilombolas do Estado do Rio de Janeiro (ACQUILERJ); de Almir Gonçalves Fernandes, presidente do Quilombo de São José da Serra, em Valença; e da professora Fabiola Amaral, diretora da Tenda Espírita Pai Cambinda.
Durante o evento, foram realizadas diversas atividades culturais, incluindo uma exposição de fotos e artesanato de bonecas de palha de milho produzidas por mulheres do Quilombo São José da Serra, além de uma apresentação de dança Jongo, expressão cultural afro-brasileira fundamental nas comunidades quilombolas. À tarde, foi gravado um podcast nos Estúdios FOA com a participação de Dario Aragão e Beatriz Nunes, e à noite, Beatriz ministrou uma palestra sobre a história e a situação atual dos quilombos em 2025.
Beatriz Nunes destacou a importância de espaços de troca e reflexão: "É sempre uma oportunidade divina poder estar nesse espaço de troca. Temos essa necessidade de compartilhar experiências e vivências, ainda mais no dia 13 de maio, uma data que convida à reflexão sobre tudo o que aconteceu neste país, nesta nação. Para mim, é um privilégio muito grande."
Ela ainda enfatizou a necessidade de manter o diálogo sobre a população negra: "Que o Brasil fale constantemente sobre essa população que construiu esta nação. O país como o conhecemos não existiria sem a população negra sequestrada e escravizada para criar as bases sociais, culturais e educacionais que sustentam a sociedade brasileira."
Durante o evento, foram feitas homenagens a Toninho Canecão, liderança da Comunidade Quilombola de São José da Serra, atualmente representada por seu filho Almir Gonçalves Fernandes, e à Tenda Espírita Pai Cambinda, em comemoração aos seus 75 anos de fundação, representada pela professora Fabiola Amaral e por Pedro Rogério dos Santos e Souza, atual presidente da instituição.
Dario Aragão se demonstrou grato pela presença dos participantes e ressaltou a importância do evento. "Tivemos uma noite sensacional, repleta de trocas, aprendizados, homenagens e muito conhecimento compartilhado. Espero sinceramente que todos tenham gostado e aprendido um pouco mais sobre o nosso Brasil e a riqueza da nossa diversidade”, declarou o coordenador.
O evento também promoveu um Jantar Solidário no refeitório do curso de Medicina, com a distribuição de feijoadas às crianças da comunidade de Três Poços, em parceria com a associação "Amor em Ação". A feijoada tem um significado cultural importante para os quilombolas por ser um símbolo de resistência e ancestralidade, além de ser um prato que fortalece as relações sociais e culturais da comunidade.
A X Semana da Promoção da Igualdade Racial aponta para um passado que precisa ser reconhecido e para um presente que exige ação. Os quilombos e as casas de matriz africana são guardiãs de tradições que moldaram a identidade cultural brasileira e, ao longo dos séculos, resistiram à opressão e ao apagamento histórico. Realizado em um antigo território de fazenda cafeeira, o campus de Três Poços simboliza esse resgate da memória e a reparação histórica que a educação deve promover.
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