Na última segunda-feira (24), o UniFOA promoveu um momento marcante na jornada acadêmica dos ingressantes de Medicina: a cerimônia de entrega do 1º jaleco. O evento aconteceu no auditório William Monachesi e contou com a presença de familiares, docentes e representantes institucionais, consolidando a importância deste rito de passagem para os futuros médicos.
Para compor a mesa de honra, estiveram presentes o presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), doutor Eduardo Prado; a pró-reitora de extensão, professora doutora Ana Carolina Callegario, representando a reitora do UniFOA, professora doutora Ivanete Oliveira; o diretor de ensino e educação permanente do H.FOA, professor doutor Igor Braz; o coordenador adjunto do curso de Medicina do UniFOA, professor doutor Luiz Antonio Neves; e o gestor de acolhimento do curso de Medicina, professor doutorando Ailton Carvalho.
Em sua fala, o presidente da FOA, Eduardo Prado, enfatizou o significado da cerimônia e a importância do 1º jaleco na construção da identidade médica:
"Isso tem um significado muito importante para o UniFOA, para a Fundação Oswaldo Aranha. É algo que a mantenedora já sonhava há algum tempo, mas não tinha oportunidade de realizar. Hoje, estamos muito felizes de poder receber as famílias e os estudantes. O diploma é a chave para o corporativo, mas o jaleco é a personificação do médico e da médica no mundo moderno ", destacou.
Sendo a primeira vez que o UniFOA realiza esse evento para o curso de Medicina, a ocasião foi marcada pela emoção de estudantes e familiares que vieram de diversas regiões do Brasil. "Tem gente de Brasília, do norte do estado, do sul do país, que se deslocou para cá junto com seus filhos, buscando proporcionar a melhor educação possível para eles. Sentimos muito orgulho de saber que o UniFOA é a casa desses estudantes", completou Eduardo Prado.
O coordenador adjunto do curso de Medicina, professor doutor Luiz Antonio Neves, destacou o simbolismo da cerimônia como um divisor de águas na trajetória dos futuros médicos:
"Esse evento representa uma mudança significativa na vida dos estudantes. Eles deixam para trás o período de estudos preparatórios para o vestibular e ingressam em uma jornada de formação profissional. A entrega do primeiro jaleco simboliza essa transição, marcando o compromisso com o aprendizado, a ética e a dedicação à profissão. No curso de Medicina, essa passagem tem um significado ainda maior, pois carrega a expectativa de contribuir para a saúde e o bem-estar da sociedade", explicou.
O evento foi especialmente emocionante para os familiares, que acompanharam com orgulho e felicidade esse importante marco na trajetória dos estudantes. Júlio César Trindade Pereira, pai da estudante Giovanna de Luca Pereira, expressou sua emoção ao ver as duas filhas vestindo o jaleco pela primeira vez:
"É uma alegria indescritível. Ver minhas filhas iniciando essa caminhada no UniFOA é a realização de um sonho. Sempre desejei que elas seguissem um caminho de excelência, e espero que, no futuro, se tornem profissionais de destaque, trabalhando juntas para construir uma Medicina ainda melhor".
A estudante Giovanna também falou sobre a importância do momento e a emoção de compartilhar essa experiência com colegas e familiares:
"Estou muito feliz por viver esse dia tão especial. É um momento que ficará marcado na minha memória, pois representa o início de uma jornada que sempre sonhei. Ter meus amigos e minha família aqui torna tudo ainda mais significativo".
Mais do que um símbolo, a entrega do 1º jaleco representa os valores que nortearão a trajetória acadêmica e profissional desses estudantes, preparando-os para os desafios e responsabilidades da carreira médica.
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O Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão foi palco de um encontro inspirador com o roteirista Gustavo Bragança, que compartilhou suas experiências e desafios do mundo audiovisual com os estudantes da Escola de Comunicação do Centro Universitário. O evento, "Luz, Câmera e Ação - Encontro com o Roteirista", proporcionou um mergulho no processo criativo por trás de produções de grande sucesso, como as séries Senna e Bom Dia, Verônica.
Durante sua palestra, Bragança falou sobre os desafios da profissão e como trilhou seu caminho no mercado audiovisual. Com uma trajetória que passou de roteiros independentes a grandes produções de streaming, o roteirista revelou que o início de sua caminhada foi marcado pela busca de histórias autênticas e pela necessidade de aprender e experimentar diferentes formatos e estilos de narrativa. “Quando comecei, o meu maior desejo era entender como uma ideia se transforma em um roteiro. Cada história tem seu próprio processo”, disse o cineasta.
O roteirista também explicou o desenvolvimento da série Senna, produção que foi sucesso de audiência não apenas no Brasil, mas que se tornou um fenômeno global. A minissérie, que retrata a vida e a carreira do lendário piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna, se tornou um dos conteúdos mais assistidos no Brasil, com mais de 53 milhões de horas assistidas em todo o mundo, de acordo com a Netflix.
Gustavo comentou também sobre sua primeira reunião com executivos da Netflix, onde a estratégia era clara: “Na primeira reunião, a pergunta que fiz foi ‘a série é para o mercado nacional?’. A resposta foi clara: ‘Não, é para o mundo. Foi nesse momento que percebi o verdadeiro impacto do streaming”, lembrou Bragança, que destacou a importância de se pensar globalmente desde o início do projeto, o que foi crucial - segundo ele - para o sucesso alcançado pela minissérie.
Após a palestra, seguiu-se uma sessão de perguntas e respostas, na qual os alunos tiveram a oportunidade de questionar Gustavo sobre seus projetos, o mercado audiovisual e os desafios da carreira de roteirista. Entre os temas mais discutidos estava o impacto das plataformas de streaming no mercado brasileiro e internacional.
Gustavo apontou que, embora o streaming tenha aberto portas para produções brasileiras, ainda existe uma limitação quando se trata do cinema tradicional. "No cinema, os festivais internacionais continuam sendo uma grande porta de entrada. Mas, ao mesmo tempo, a visibilidade das plataformas de streaming tem dado novas possibilidades para que os roteiristas brasileiros mostrem seu trabalho para o mundo", afirmou.
O processo de criação do roteiro de Bom Dia, Verônica – um thriller psicológico roteirizado por Gustavo que trata de temas sensíveis como violência doméstica e abuso – foi tema de perguntas feitas por alunas de Comunicação que assistiam à palestra. Bragança explicou a responsabilidade do autor ao tratar dessas questões nas telonas e no streaming: “Trabalhar com temas sensíveis exige uma responsabilidade enorme. O desafio é retratar a realidade de uma forma que seja fiel, mas ao mesmo tempo respeitosa com as vítimas e com o público”, explicou.
O futuro do cinema brasileiro também esteve em pauta, e Gustavo ressaltou a importância de incentivos públicos para a sustentabilidade da indústria cinematográfica. "Sem políticas públicas que incentivem a produção e a distribuição, muitas histórias incríveis podem nunca chegar ao público", afirmou. Ele também mencionou a relevância dos festivais de cinema como ferramentas fundamentais para que produções independentes ganhem visibilidade. “Se um filme não tem o apoio certo, ele pode acabar sendo esquecido, mesmo sendo de excelente qualidade. Esse é um dos maiores desafios para os cineastas independentes no Brasil”, completou.
A palestra foi uma oportunidade única para os estudantes de comunicação entrarem em contato com um dos grandes nomes do roteiro brasileiro, ouvindo de perto suas histórias e reflexões sobre a indústria audiovisual atual. A Escola de Comunicação do UniFOA segue com o compromisso de fomentar o diálogo entre os alunos e profissionais de destaque, incentivando o aprendizado e a troca de experiências no campo da comunicação e da arte.
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Na educação, vínculo e acolhimento desempenham papéis cruciais no desenvolvimento de estudantes e na criação de um ambiente de aprendizado positivo.
O vínculo entre professores e alunos é fundamental para estabelecer uma relação de confiança e respeito, facilitando a comunicação aberta e o engajamento nas atividades escolares. Um ambiente acolhedor na sala de aula, permite que os alunos se sintam seguros e valorizados, promovendo a participação ativa e a disposição para aprender.
Pensando nisso, o Centro de Aprendizagem e Inovação Pedagógica (CAIP) do UniFOA que já realiza capacitações com os docentes do Centro Universitário através do projeto Olhar Docente, realizou na tarde de ontem (24) uma palestra com o professor Ailton Carvalho sobre o tema.
Ailton destacou que conversar sobre o tema com os professores é extremamente importante, porque a sala de aula, além de um espaço de ensino, também é de diversidade cultural, religioso, social, econômico.
“É preciso que a gente esteja atento a essa diversidade para que possamos então ser mais acolhedores, tenhamos uma proposta de trabalho que integre e que não seja separatista para que o aluno se sinta confortável em suas diferenças e diversidades e que possamos promova um ambiente, mesmo que tenha uma tensão, mas que de alguma forma a gente possa considerar a diferença, não como um negócio que a gente precisa afastar, mas que a gente pode acolher de alguma forma”.
Além disso, vínculo e acolhimento ajudam no desenvolvimento das habilidades socioemocionais dos alunos, como empatia, resiliência e cooperação, que são essenciais para o sucesso acadêmico e pessoal.
Quando o aluno percebe que o ambiente de aprendizagem proporciona esse tipo de acolhida e a vontade do educador em criar vínculos, ele se sente confortável e mais encorajado a participar das atividades propostas.
"Quando ele (estudante) percebe que ali há uma possibilidade de vínculo e de acolhimento, que ali não tem julgamento e que não tem um olhar de estranheza diante do que ele é, a relação flui, consequentemente, o ensino aprendizagem fica muito melhor”, comentou Ailton.
A professora do curso de Direito, Daniele do Amaral, vê a palestra e o tema como extremamente necessária.
“Um papel fundamental para todos nós docentes é saber como e porque acolher nossos alunos. Cada um experienciou momentos da vida de forma diferente, e entender isso e saber lidar com isso também é papel do docente. O caminho da jornada acadêmica para o aluno acolhido fica mais prazerosa e efetiva”, avaliou.
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Nos dias 20 e 21 de março, o UniFOA foi palco do Fórum "Água em Foco: Desafios e Soluções Sustentáveis", um evento que reuniu especialistas, pesquisadores, estudantes e profissionais do setor ambiental para debater a gestão e conservação da água e promover práticas sustentáveis voltadas para a purificação e despoluição da água.
O Fórum "Água em Foco" também faz parte da 3ª Jornada de Educação Ambiental, um projeto do Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas que incentiva reflexões sobre o papel da educação ambiental no enfrentamento das mudanças climáticas, contribuindo para a construção de estratégias rumo à COP 30.
“Realizar um evento com foco na COP 30 oferece ao curso visibilidade acadêmica e institucional, fortalece o compromisso com a sustentabilidade e permite que alunos se aprofundem em temas globais relevantes”, comentou a coordenadora do curso de Engenharia Ambiental, Samantha Grisol.
Além disso, ela também ressaltou que o evento promove networking, oportunidades de pesquisa e desenvolvimento de carreiras, enquanto sensibiliza a comunidade para ações locais de impacto ambiental.
“Estar à frente de debates importantes é uma oportunidade de contribuir para a formação crítica dos alunos, além de ser uma forma de impactar diretamente o futuro da educação e da sociedade”, disse.
As atividades começaram no dia 20 de março, com a palestra de abertura sobre "Gestão e Conservação da Água: Métodos de preservação e políticas públicas". Entre os palestrantes estavam Jorginho Fuede, secretário do Meio Ambiente de Volta Redonda, e Vera Lúcia Teixeira, vice-presidente do Comitê do Médio Paraíba do Sul (CBH MPS) e secretária do Fórum Fluminense de Comitês de Bacia do RJ e do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBHs).
Presente no 1º dia do Fórum, o Secretário de Meio Ambiente de Volta Redonda, Jorginho Fuede, vê como positiva a iniciativa do Centro Universitário em abrir suas portas para debater um tema tão importante para o bem-estar de toda a sociedade:
“Para nós é importantíssimo esse momento, e falar de recursos hídricos é necessário. Eu costumo resumir, ‘o que é água para você?’ Água para mim é vida. E temos que pensar assim sempre”, disse o secretário.
O secretário também comentou sobre o impacto positivo que o debate tem na formação dos novos profissionais.
“Desde que assumi a secretaria, o que mais temos investido é na educação ambiental. Tudo começa pela educação, porque esses estudantes aqui são não só o futuro, mas sim o presente da nossa nação”, falou.
Já no dia 21 de março, o tema central foi "Tecnologias para Tratamento de Água: Avanços tecnológicos na purificação e despoluição", abordando inovações e soluções para o setor. Os palestrantes foram Marcelo Silva Riccó, analista de Meio Ambiente Pleno da CSN, e Nayra Cardoso Gomes, assessora técnica ambiental do SAAE que abordou alternativas para o tratamento de água potável e efluente sanitário.
“Meu objetivo não se resumiu a instruir sobre as etapas e as inovações de mercado. Procurei evidenciar o quanto o consumo e o descarte precisam ser respeitáveis, pois o que devolvemos ao ciclo hidrológico necessita estar dignamente disponível para essa e as futuras gerações”, comentou Nayra.
O Fórum contou com a presença dos estudantes do curso Técnico em Meio Ambiente do Colégio Estadual Rondônia. A coordenadora do Colégio, Carmen Luiza, comentou sobre a participação da Escola no evento, destacando que além de ser o único curso técnico da rede estadual na região, também é fundamental esse intercâmbio na formação de melhores profissionais.
"Eu penso que essa iniciativa de abrir para os cursos de fora seja uma ótima ideia, até porque quando a gente está no curso técnico de Meio ambiente, como é o nosso, achamos que estamos sozinhos nesse movimento. E quando vemos uma faculdade com o porte do UniFOA fazendo também esse movimento nós, professores nos alegramos e os alunos também por poderem vivenciar mesmo que um breve momento o universo universitário”.
O evento foi uma oportunidade única para o compartilhamento de conhecimentos, o fortalecimento de políticas públicas e a disseminação de soluções inovadoras para a preservação dos recursos hídricos, destacando a importância da conscientização e do engajamento coletivo na construção de um futuro mais sustentável.
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A Reitoria do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), por meio da Pró-Reitoria de Extensão, torna público o resultado do processo seletivo de bolsas do Programa Institucional de Bolsas de Extensão (PIBEX/UniFOA) em conformidade com o disposto no Edital PIBEx 2025.
O PIBEx tem o objetivo de selecionar estudantes bolsistas dos cursos de graduação presencial do UniFOA que sejam participantes de projetos de extensão, desde que atendam aos critérios do edital. De forma a dinamizar uma cultura de produção e difusão de conhecimentos relacionados às áreas de formação acadêmica.
A relação completa de projetos aprovados pode ser conferida no link abaixo:
Os estudantes selecionados deverão procurar a secretaria do curso ou o professor responsável pelo Projeto de Extensão para assinatura do Termo de Compromisso – Programa Institucional de Bolsa de Extensão – PIBEX e demais orientações.
A educação é a chave para um futuro promissor, e o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) reafirma esse compromisso com o lançamento do processo seletivo 2025, sob o tema "Educação que Abre Portas". Mais do que um slogan, essa campanha reflete a missão da instituição de preparar seus estudantes para enfrentar desafios e alcançar seus sonhos.
Ano após ano, o UniFOA forma profissionais que se destacam em diversas áreas, como Medicina, Engenharia, Direito e Administração. Com uma estrutura de ensino de excelência e avaliada com a nota máxima pelo Ministério da Educação (MEC), a instituição proporciona o suporte necessário para o desenvolvimento das habilidades e a conquista de posições de destaque no mercado de trabalho.
Sempre buscando inovação e acessibilidade, o UniFOA oferece diferentes formas de ingresso. O processo seletivo inclui a opção de redação online, permitindo que candidatos participem de onde estiverem, com mais flexibilidade. Além disso, quem prestou o Enem pode utilizar sua nota para ingressar na instituição. Para tornar o ensino superior ainda mais acessível, o UniFOA disponibiliza diversas modalidades de bolsas e financiamentos.
Conheça os cursos ofertados:
Saúde e Biológicas: Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Nutrição e Odontologia.
Humanas: Administração, Ciências Contábeis, Direito, Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Serviço Social.
Exatas: Design, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Sistemas de Informação, Gestão Ambiental e Saneamento Ambiental.
As inscrições para o processo seletivo 2025 já estão abertas e você pode conferir tudo em www.unifoa.edu.br/portaldocanditado. Se você busca uma educação que transforma vidas e abre portas para um futuro brilhante, o UniFOA é o seu destino. Venha fazer parte dessa história!
A Escola de Gestão e Negócios (EGN) do UniFOA promoveu mais uma edição do Integra EGN, um evento dedicado a fortalecer a conexão entre ingressantes e veteranos, criando um ambiente acadêmico acolhedor e inclusivo. Em sua segunda edição, o encontro teve como ponto central a comunicação não-violenta (CNV), tema fundamental para a construção de relações interpessoais mais saudáveis e produtivas, tanto na vida universitária quanto no mundo dos negócios.
A coordenadora da EGN, Patricia Reis, destaca a importância desse momento para os estudantes. "O evento 'II Integra EGN: Diálogos Construtivos — Práticas de Comunicação Não-Violenta (CNV)' impacta os estudantes de maneira muito positiva ao promover o desenvolvimento de habilidades essenciais tanto para a vida acadêmica quanto para a futura atuação profissional", explica. Segundo ela, além de aprimorar a comunicação e liderança, a iniciativa contribui para a construção de uma cultura de respeito e diversidade, tornando os alunos mais preparados para lidar com desafios no mercado de trabalho.
A comunicação não-violenta é um método que enfatiza a empatia, a escuta ativa e a expressão respeitosa dos sentimentos e necessidades. Em um ambiente corporativo, dominar essa habilidade pode ser um diferencial para evitar conflitos, melhorar negociações e promover uma cultura organizacional mais colaborativa. "A CNV favorece o desenvolvimento da empatia, facilita a resolução de conflitos e promove relações mais saudáveis — habilidades fundamentais para profissionais que atuarão diretamente com pessoas", reforça Patricia.
O professor Edilberto Ventureli, do curso de Publicidade e Propaganda foi quem conduziu a palestra com os estudantes e vê esses momentos como uma oportunidade muito importante, pois proporciona que as pessoas a repensem suas vozes e falas.
“Foi fantástica a entrega e o engajamento dos alunos nas atividades propostas e a coordenadora Patrícia, os professores e os alunos auxiliares me ajudaram muito. A comunicação não-violenta muda padrões, constrói e conecta relações desgastadas em todos os níveis de relacionamento, inclusive profissionais”, disse Edilberto.
Além de promover um aprendizado sobre comunicação eficaz, o Integra EGN também visa facilitar a adaptação dos novos alunos à rotina universitária. O evento proporciona um espaço para que ingressantes troquem experiências com veteranos, criando laços de amizade e apoio mútuo.
"A chegada de novos estudantes é sempre um momento de renovação e enriquecimento. O evento busca facilitar essa transição, criando um ambiente de apoio e troca de experiências, onde os veteranos compartilham suas vivências e orientam os novos estudantes", completa a coordenadora.
O II Integra EGN visa capacitar os profissionais para que eles cheguem mais preparados para os desafios do futuro, incentivando não apenas o conhecimento técnico, mas também o desenvolvimento de habilidades interpessoais essenciais para uma atuação de sucesso no mercado.
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Os estudantes do 10º período do curso de Odontologia do UniFOA iniciaram o estágio em Odontologia Hospitalar no Hospital Regional Zilda Arns. Esta experiência representa um marco na formação acadêmica, permitindo que os alunos apliquem na prática os conhecimentos adquiridos ao longo do curso.
A odontologia hospitalar foi reconhecida como uma especialidade odontológica há pouco tempo e vem ganhando destaque devido à sua importância na promoção da saúde em ambiente hospitalar. De acordo com a professora Rosilea Hartung, coordenadora do curso de Odontologia do UniFOA, esse estágio proporciona uma vivência essencial para os estudantes, ampliando sua compreensão sobre o papel do dentista dentro das unidades hospitalares.
"Entendemos a importância do dentista dentro das unidades hospitalares, e por isso, queremos garantir essa vivência ao aluno que permite que ele compreenda a rotina hospitalar e a odontologia hospitalar na clínica”, afirmou.
O Hospital Regional Zilda Arns é um hospital de grande porte, com alta demanda de pacientes, proporcionando uma experiência única para os estudantes. A inserção do curso de Odontologia do UniFOA nessa realidade hospitalar evidencia a vanguarda acadêmica da instituição. "Existe um projeto de lei tramitando para tornar obrigatória a presença do cirurgião-dentista nos hospitais. Embora ainda não haja essa obrigatoriedade, já estamos preparando nossos alunos para atuar nesse ambiente", acrescentou a coordenadora.
A professora Carolina Hartung, uma das responsáveis pela preparação dos alunos para o estágio, ressaltou que a experiência hospitalar vai além da prática odontológica, proporcionando uma formação abrangente. "Os alunos que estão no estágio passaram previamente pela disciplina eletiva de Odontologia Hospitalar, ministrada por mim e pela professora Maira Tavares, garantindo uma base teórica sólida. No hospital, eles participam ativamente das equipes multidisciplinares, contribuindo para a evolução dos pacientes, especialmente em unidades como a UTI", explicou.
A interação dos estudantes com profissionais de diversas áreas, como médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e psicólogos, fortalece não apenas as habilidades clínicas, mas também as competências de comunicação e trabalho em equipe.
"A participação dos dentistas nas reuniões clínicas, conhecidas como 'rounds', é fundamental para garantir uma abordagem integral à saúde do paciente. Isso torna nossos estudantes mais preparados não apenas no âmbito odontológico, mas como profissionais de saúde", completou a professora.
Além do aprimoramento técnico, o estágio também reforça a formação ética dos estudantes, conscientizando-os sobre a importância da assistência integral ao paciente.
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Nos últimos anos, o número de diagnósticos de autismo infantil cresceu significativamente, trazendo à tona um desafio para profissionais da saúde: a detecção precoce e o tratamento adequado. Com uma estimativa global de que 1 a cada 36 indivíduos esteja dentro do espectro autista, o transtorno deixou de ser considerado uma condição rara e se tornou uma realidade que impacta milhões de famílias. Diante desse cenário, a Liga Acadêmica de Neurologia e Neurocirurgia do curso de Medicina promoveu uma palestra para discutir o tema, reunindo acadêmicos no auditório do curso de Medicina.
A neuropediatra Clarisse Drumond enfatizou a importância do conhecimento sobre o espectro autista, citando sua alta prevalência. “Hoje, estima-se que o autismo afete entre 3% e 4% da população. Isso significa que não se trata apenas de uma questão de inclusão como algo raro, mas sim de uma necessidade real. Precisamos diminuir o preconceito, melhorar a qualidade do convívio e da assistência”, destacou a especialista.
O presidente da Liga, Eduardo Gevisiez, destacou a relevância da discussão dentro do Centro Universitário. “Estudar o autismo infantil é essencial, pois o transtorno tem atingido um número crescente de crianças e indivíduos em geral. O médico generalista, além do especialista, precisa saber interpretar e identificar os sinais iniciais, pois um diagnóstico precoce melhora significativamente o prognóstico e a qualidade de vida do paciente”, afirmou.
Ainda segundo Eduardo, trazer esse tema para o ambiente acadêmico fortalece a formação dos futuros médicos. “Nós seremos os primeiros a atender essas crianças, seja na unidade básica de saúde ou até mesmo dentro do nosso círculo social. Saber identificar os primeiros sintomas nos permite encaminhar para o especialista adequado e garantir o melhor cuidado”, completou.
Clarisse também ressaltou que o conhecimento sobre o transtorno deve estar presente em todas as áreas médicas. “Independentemente da especialidade que cada aluno escolher no futuro, ele conviverá com pessoas dentro do espectro autista, tanto como médico quanto em sua vida pessoal. Compreender as particularidades, as comorbidades e as necessidades desses pacientes é essencial para uma assistência mais humanizada e eficaz”, concluiu.
Proporcionar espaços para discussões fundamentais na formação médica, garantem que os futuros profissionais estejam preparados para atuar de maneira consciente e inclusiva na sociedade.
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Na manhã desta quarta-feira (12), os professores da disciplina de Cirurgia Oral do curso de Odontologia do UniFOA, Prof. Dagoberto Martins, Prof. Marcela Ventura e Prof. Jordão Ventura, realizaram um procedimento cirúrgico sob anestesia geral no Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA).
A paciente, uma criança de 10 anos, apresentava uma inclusão dentária (quando um dente não consegue nascer na boca, ficando preso abaixo da gengiva) que comprometia o alinhamento e o desenvolvimento dos demais dentes. Após um planejamento detalhado, que incluiu exames como a tomografia computadorizada, a cirurgia foi autorizada pelo plano de saúde e agendada para ser realizada na estrutura do H.FOA.
Segundo o professor Dagoberto Martins, o resultado foi extremamente positivo. "A cirurgia foi finalizada com pleno sucesso, e a paciente está curada. Operar no H.FOA é a realização de um sonho. Tive a oportunidade de trabalhar em um centro cirúrgico com uma equipe de alta competência, humanizada e responsável", afirmou.
A realização desse procedimento reforça o compromisso do UniFOA e do H.FOA com a excelência no ensino e na assistência à saúde, proporcionando um ambiente hospitalar de alto nível e garantindo tratamentos seguros e eficazes para a população.
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