O Youth20 (Y20) é um dos grupos oficiais mais antigos e ativos de engajamento das juventudes no G20 que, pela primeira vez na história, será liderado pelo Brasil em 2024. Volta Redonda foi uma das cidades selecionadas para o Y20, realizado no final do mês de junho, tendo cinco oficinas temáticas organizadas na cidade, incluindo uma no Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), que se destacou tendo participação efetiva na condução dos debates nas oficinas, sendo representado pela pró-reitora de extensão, Ana Carolina Callegario, e o professor da Escola de Gestão e Negócios, Rafael Lima.
A participação da instituição é resultado da parceria entre a Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e a Coordenadoria da Juventude de Volta Redonda, que tem sido frutífera e resultado em projetos de grande impacto para a juventude local. Larissa Garcez, coordenadora da Coordenadoria da Juventude do município, elogiou a colaboração com o UniFOA e Eduardo Prado, presidente da FOA:
"A FOA é uma das maiores parceiras e incentivadoras dos nossos projetos. Recentemente, realizamos a Segunda Edição da Semana Juventude Empreendedora, atendendo mais de 3.000 jovens com o apoio da instituição. Agradeço a parceria com o UniFOA e ao amigo Eduardo Prado, que tem feito um trabalho impecável”, afirmou Larissa.
Os temas que foram debatidos durante o Y20 são os mesmos em discussão pelos líderes do G20: combate à fome, à pobreza e à desigualdade; mudanças climáticas, transição energética e desenvolvimento sustentável; reforma do sistema de governança global; inclusão e diversidade; e inovação e o futuro do trabalho:
"Ter a oportunidade de participar de um evento tão importante em nível mundial, é muito gratificante. Fazer com que a voz da nossa juventude seja ouvida por lideranças mundiais, além de servir de incentivo para toda a comunidade acadêmica, confirma o nível de responsabilidade do UniFOA na formação profissional e pessoal dos seus estudantes", declarou Ana Carolina, muito feliz pelo envolvimento do UniFOA nessa união de responsabilidade e compromisso com a comunidade acadêmica.
Em preparação para o evento, alunos dos cursos de Ciências Contábeis, Direito, Engenharia Ambiental e Nutrição do UniFOA realizaram uma visita à sede do G20 no Rio de Janeiro. Durante a ocasião, eles tiveram a oportunidade de conhecer a estrutura do local e entender melhor a logística e organização dos eventos internacionais. Essa experiência proporcionou aos estudantes uma visão prática e aprofundada do funcionamento do G20, enriquecendo seu conhecimento e engajamento com as temáticas globais discutidas.
Para o UniFOA, participar ativamente do Y20 foi uma oportunidade única de destacar as políticas de juventude que precisam ser praticadas para permitir que os estudantes e a comunidade participem ativamente das discussões globais. No final dos encontros sobre os temas abordados pelo Y20, foi elaborado um novo documento que foi encaminhado a cúpula do G20, com uma nova proposta para melhorias a serem colocadas em ação, que foram observadas nas discussões ao longo do evento:
“O UniFOA teve uma participação muito efetiva na condução dos debates, durante as oficinas. Salienta-se ainda que, no evento tivemos a participação de representantes das esferas, municipal, estadual e federal, evidenciando seu impacto. Estou convicto que os docentes e discentes do UniFOA participaram efetivamente para a elaboração do documento e construção de um futuro mais justo e promissor”, explicou o professor Marcelo Mendes, da Pró-reitoria de extensão da instituição.
O G20 será realizado pela primeira vez no Brasil em novembro, com uma série de eventos precedentes, incluindo o Y20, que foi um marco para a cidade e o Centro Universitário de Volta Redonda, oferecendo uma plataforma para discussões essenciais e contribuindo para a formação de políticas que beneficiarão não apenas a juventude local, mas também a comunidade global:
“A participação da sociedade é fundamental para debates desta natureza, seja pelas propostas, mas também para a conscientização dos desafios contemporâneos. Em especial sobre o tema inovação e o futuro do mundo do trabalho, as tratativas foram diferenciadas e representaram muito bem o engajamento dos jovens em temas de interesse do nosso país. Representar o UniFOA no Y20 foi um presente, tanto pela oportunidade de estimular os diálogos, mas também de aprender com os jovens”, contou Rafael, satisfeito com os impactos do evento e a participação do UniFOA.
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Um hospital é fundamental para uma universidade, pois oferece um ambiente prático onde os estudantes podem aplicar os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula. Ele permite a integração entre ensino, pesquisa e extensão, proporcionando uma formação mais completa e realista. Além disso, promove o desenvolvimento de habilidades clínicas e interpessoais essenciais para a formação de profissionais de saúde competentes e éticos.
A reitora do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), Ivanete Oliveira, é uma das mais entusiasmadas com o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA) e explica os benefícios que os estudantes da área de saúde da instituição terão:
“O H.FOA proporcionará aos estudantes dos cursos de saúde, principalmente de Medicina, uma experiência de aprendizado enriquecedora e imersiva. Eles terão a oportunidade de vivenciar casos reais, participar de atendimentos, realizar diagnósticos e desenvolver planos de tratamento sob a supervisão de profissionais experientes. Isso não só melhora a compreensão prática dos conhecimentos médicos, mas também fortalece habilidades como empatia, comunicação e trabalho em equipe. A exposição a um ambiente hospitalar real prepara os futuros profissionais de saúde para os desafios e responsabilidades que encontrarão em suas carreiras.
Com a integração da educação e saúde através do H.FOA, a região Sul do Estado será significativamente beneficiada. A presença de um hospital com esse viés eleva o padrão de atendimento médico disponível à população local, oferecendo serviços de saúde de alta qualidade e promovendo a prevenção e o tratamento de doenças. Além disso, contribui para o desenvolvimento econômico e social da região, criando oportunidades de emprego e fortalecendo o sistema de saúde local. A formação de profissionais de saúde mais bem preparados resulta diretamente em uma melhoria na qualidade de vida da comunidade, garantindo um atendimento mais humanizado e eficiente.
“Hoje, o UniFOA conta com um complexo denominado de “Ecossistema de saúde e educação”, composto pelo Hospital Municipal Dr. Munir Rafful (HMMR), certificado como hospital de ensino; pelo Hospital São João Batista, certificado como hospital auxiliar de ensino; e pelo H.FOA, que é o nosso hospital próprio. Esse ecossistema integrado reforça ainda mais nossa capacidade de oferecer uma educação em saúde, do técnico ao mestrado, de excelência e serviços de saúde de alta qualidade à população”, frisou Ivanete.
Para o coordenador do curso de Medicina do UniFOA, Júlio Aragão, a integração do H.FOA ao curso de Medicina representa um marco significativo para a formação dos futuros médicos:
“Embora os modelos modernos de ensino foquem muito mais em uma rede de saúde, e não somente no hospital, também não podemos prescindir dessa unidade, onde os alunos podem aplicar seus conhecimentos, desenvolver habilidades clínicas e interagir com pacientes reais sob a supervisão de profissionais experientes. Essa experiência é fundamental para a formação de médicos competentes e seguros, pois facilita a assimilação de conhecimentos complexos e o desenvolvimento de competências essenciais, como a comunicação interpessoal, o raciocínio clínico e a tomada de decisões.”
Ainda de acordo com ele, “o impacto do H.FOA no aprendizado dos estudantes de Medicina é evidente. Além de oferecer um ambiente controlado e supervisionado para a prática médica, promove um aprendizado baseado em casos reais, o que enriquece a experiência educacional e prepara os alunos para os desafios da prática médica. A exposição a situações da vida real, a uma diversidade de situações clínicas em pessoas e não casos, com toda sua complexidade, e as oportunidades de participar de procedimentos cirúrgicos, como os mutirões de cirurgia de hérnia, são exemplos de atividades que consolidam o conhecimento e aprimoram as habilidades dos estudantes.”, enfatizou o coordenador.
É preciso ter em mente que o H.FOA é um ambiente a mais no universo do curso de Medicina, somando-se aos hospitais do município e da região aos quais nossos estudantes já têm acesso atualmente.
A FOA, ao integrar educação e saúde, fortalece significativamente a região Sul do Estado. A população local se beneficia diretamente da presença do H.FOA, que amplia o acesso a serviços de saúde de qualidade. Além disso, a formação de profissionais bem preparados contribui para a melhoria contínua da assistência à saúde na região, promovendo um ciclo virtuoso de desenvolvimento e qualidade de vida, que são o principal motivo da existência da Fundação.
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Os alunos dos cincos cursos de Engenharia do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) – Mecânica, Elétrica, Produção, Civil e Ambiental -, encerraram o semestre com as apresentações de projetos inéditos e revolucionários, dentro do Sistema Área Básica de Ingresso (ABI), que é baseado em aulas práticas favorecendo a compreensão, argumentação, o pensamento lógico e as ideias. As apresentações finais foram realizadas no AudiSmart, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, ao longo da semana passada.
O sistema ABI foi implantado em 2022 e, de lá área cá, tem conquistado importante espaço na área acadêmica das engenharias. Durante todo o ciclo básico dos cursos, ao invés de somente receber aulas teóricas e fazer provas, o aluno apresenta e defende seus projetos, preparando-o para o mercado de trabalho, além de construir uma visão holística em projetos. Os estudantes formaram equipes, com liberdade para escolher os temas, além de receberam mentoria e orientação dos professores.
O professor Italo Pinto Rodrigues é um dos mais empolgados com os trabalhos desenvolvidos, explicando que essa habilidade é muito cara aos profissionais que irão atuar no mercado, pois as empresas buscam cada vez mais competitividade e, com isso, perseguem de toda maneira a redução de custos. Dessa forma, o futuro(a) engenheiro(a) deve ter uma visão sistêmica de tudo o que está acontecendo no projeto e mapear todas as inconsistências para que o projeto dê certo.
“Desde os módulos comuns do curso da Engenharia ABI, os estudantes têm a oportunidade de colocar a mão na massa e atuar em projetos que mimetizam sua atuação no mercado de trabalho e isso desde o primeiro módulo. Esse é um baita diferencial. Além das técnicas que são empregadas, com o suporte dos conteúdos de engenharia (cálculo, programação, física, modelagem e simulação, entre outras), os estudantes desenvolvem as habilidades de lidar com as questões pessoais, interpessoais e gerenciais”, pontuou.
Ainda de acordo com ele, “uma das maneiras que vejo de medir o sucesso da metodologia empregada na Engenharia ABI é verificar a qualidade e complexidade dos projetos que vêm sendo apresentados pelos estudantes. Projetos estes que vêm gerando repercussão, seja na participação em congressos voltados à Engenharia, seja na participação no ExpoFavela (2023), por exemplo”, acrescentando que até o final do 10º módulo, eles terão atuado em pelo menos 10 projetos diferentes, acumulando experiências”.
Para a professora do curso de Engenharia Ambiental, Ana Claudia Silva de Almeida, "as apresentações permitem que os alunos da Engenharia-ABI validem o conteúdo adquirido na sala de aula, colocando-o em prática. Isso os prepara para o mundo real e desenvolve as competências necessárias para o mercado de trabalho. Portanto, a apresentação dos alunos é fundamental para a transição de uma aula teórica para a prática, garantindo que o projeto seja bem compreendido, apoiado e executado de forma eficaz", enfatizou.
Do ponto de vista dos alunos, a Engenharia ABI é considerada como um ótimo sistema, pois os tiram da zona de conforto, que é ficar apenas assistindo às aulas e testando os conhecimentos através de provas, colocando-os para racionar, montar e desenvolvendo diversas habilidades necessárias e cobradas pelo mercado de trabalho.
De acordo com Iago de Souza, que encerrou o 4º período, “a Engenharia ABI, embora tenha me assustado no início, após um tempo pude perceber que é essencial para um engenheiro. Precisamos saber lidar com mudanças e esse sistema consegue simular o cenário de diferentes maneiras, o que já nos deixa mais preparados para o mercado de trabalho”, salientou.
A sua equipe, formada por cinco alunos, apresentou um trabalho que consiste em iluminação inteligente para postes de iluminação pública, colaborando com o conceito de cidades inteligentes, com um importante diferencial que é justamente a redução obtida ao conseguir a queda considerável no desperdício de energia, podendo gerar uma economia de até 80% no melhor dos cenários.
“Definitivamente é perceptível a eficácia das aulas práticas aliadas às aulas teóricas, pois conseguir aplicar na nossa frente o que foi visto no quadro ajuda muito na fixação da matéria, aliando esse modelo à determinação e ao foco, facilmente você se apaixona pela área, o que acredito que não aconteceria com aulas somente teóricas”, frisou Iago.
Ainda de acordo com ele, “passamos meses pensando em viabilizar ideias, possíveis problemas, prováveis soluções, testes, mas no final é verdadeiramente gratificante ver que em tão "pouco" tempo somos capazes de superar as expectativas, tanto dos professores quanto de nós mesmos, o que particularmente me deixa muito orgulhoso e mais seguro como futuro profissional”, finalizou.
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A Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal (SBH) irá promover - entre os dias 1º e 6 de julho - um mutirão de cirurgias para atender a 100 pacientes que aguardam há mais tempo na fila para tratamento da hérnia, no Sistema Único de Saúde (SUS), em Volta Redonda (RJ).
Hoje, a fila de espera SUS para esta cirurgia é de aproximadamente 350 pessoas, segundo a Secretaria de Saúde do Município. O mutirão vai reduzir essa fila em 30% e, ainda, permitir que os demais pacientes sejam atendidos de forma mais breve.
Ao todo, 27 cirurgiões associados à SBH - de todas as regiões do Brasil e também do exterior - doarão suas horas de trabalho como voluntários para operar os pacientes no Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), localizado no bairro Jardim Amália, que cederá a sua estrutura para a realização dos procedimentos, após entendimentos entre o presidente da FOA, Eduardo Prado; a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e a diretoria da SBH.
O presidente da entidade e cirurgião, Dr. Gustavo Soares, explica que o objetivo da SBH é promover aprimoramento científico e promover melhoria da qualidade de vida para a população:
“Levar atendimento capacitado para quem precisa é uma das missões da nossa sociedade. A hérnia é uma das doenças mais frequentes na população brasileira e sem o tratamento adequado pode causar uma série de complicações, como o estrangulamento, o encarceramento e exigindo cirurgia de emergência”, afirma o presidente da SBH.
No Brasil foram realizadas 287.902 cirurgias de hérnia no ano de 2022 e 298.846 em 2023, um crescimento de 3.80%. Já no estado do Rio de Janeiro, foram feitos 41.218 procedimentos para correção de hérnia abdominal em todo o estado, sendo 29.931 eletivas e 11.287 em caráter de urgência. Em 2022, foram 16.464 cirurgias e 24.279 em 2023, além de 475 casos operados em 2021 e processados em 2022. De todos os atendimentos, apenas 373 foram feitos de forma minimamente invasiva.
No município de Volta Redonda foram realizados o total de 1.302 procedimentos nos dois anos, sendo 1.254 eletivas e 48 de urgência. Das cirurgias, 474 aconteceram em 2022 e em 2023, 827, além de 1 caso operado em 2021 e processado em 2022. A cirurgiã, diretora da SBH e do Hospital H.FOA, Luciana Guimarães ressalta que as hérnias afetam diretamente a rotina dos pacientes:
“Existem casos em que a doença se manifesta de tamanhos pequenos, mas também ocorrem hérnias grandes que podem até impedir a realização de atividades cotidianas, afastar do trabalho e afetar a autoestima”, lembra.
Esta é a décima edição do Mutirão realizado pela SBH. Em 2023, a ação foi feita na cidade de Cuiabá, em Mato Grosso. Os mutirões também já aconteceram no Tocantins, Paraíba, Ceará, Rio de Janeiro, Maceió, Minas Gerais, Amazonas e Rio Grande do Sul, totalizando aproximadamente 900 cirurgias.
De acordo com Eduardo Prado, “a diretora médica do H.FOA, Luciana Guimarães foi a responsável por conseguirmos trazer esse mutirão para Volta Redonda, pela primeira vez na região Sul Fluminense. Foi com muito orgulho que oferecemos a estrutura do hospital para a realização dessa importante jornada. A FOA é primordialmente uma fundação educacional e agora passa a ter uma perna em saúde e estamos muito empenhados em ajudar a população da região a ter um atendimento em saúde da melhor qualidade”, enfatizou.
As hérnias são uma abertura na musculatura abdominal que permitem a passagem de uma porção de órgão ou gordura através dela.
O vice-presidente da SBH e cirurgião, Dr. Heitor Santos, ressalta que não é possível tratar a hérnia de forma clínica. “A cirurgia é a única forma de cuidar deste caso e, no mutirão, vamos realizar uma grande quantidade de cirurgias em pouco tempo, o que permite resolver de forma imediata o caso de 100 pacientes e permitir que a cirurgia dos demais seja realizada antecipadamente, ao reduzir a fila de espera”.
A Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal (SBH) e o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA) iniciaram na manhã desta segunda-feira (1º), o Simpósio Mutirão SBH, abrindo oficialmente o Mutirão de Cirurgia de Hérnia Abdominal que vai atender a 100 pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), do município de Volta Redonda (RJ). O evento está sendo realizado no Auditório Willian Monachesi, no campus Olezio Galotti, do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em Três Poços.
O vice-presidente da SBH e cirurgião, Heitor Santos, explica que o Simpósio antecede os cinco dias muito intensos de cirurgias de hérnias abdominais e de contribuição para esses pacientes do serviço público, que estão precisando de ajuda humanitária da SBH e do H.FOA.
“O Simpósio faz uma integração dos voluntários ao mutirão, que vão cuidar desses pacientes. Falamos das tecnologias, da melhor abordagem e técnicas de cirurgias, conseguindo com que os cirurgiões se dediquem ao máximo para obterem os melhores resultados dos procedimentos que serão realizados. É a última oportunidade do cirurgião de memorizar e ter consciência de que o tratamento mais certo é o estamos discutindo aqui e reproduzindo nesses pacientes para que tenham os melhores resultados”, explicou.
Em relação aos estudantes que estão participando do Simpósio, independente de integrarem o mutirão de cirurgias, Heitor Santos ressalta que “eles vivenciam outro ponto fundamental, que é ter contato com especialistas do tema, que são cirurgiões experts, além de aprenderem sobre as cirurgias minimamente invasivas e robóticas. Os estudantes começam a entender, acompanhar de perto e ver o dia a dia da especialidade de cirurgia de hérnia e se isso agradar, quem sabe teremos futuros cirurgiões de hérnia”, afirmou.
A cirurgiã, diretora da SBH e diretora médica do H.FOA, Luciana Guimarães salienta que a importância de fazer o simpósio antes do mutirão é a integração entre a parte prática que vai ser feita no centro cirúrgico e a teórica, que está sendo mostrada antes.
“É muito bacana o residente ou o aluno ter uma ideia daquilo que já viu na teoria. Estamos discutindo aqui e mostrando o que se faz de melhor no mundo para a parede abdominal, pois é a cirurgia mais comum na prática do cirurgião geral e a que fica mais esquecida em termos de atualização. Queremos mostrar a evolução da cirurgia de hérnia e o que vamos fazer no centro cirúrgico é o que que existe de melhor no mundo”.
O presidente da FOA, Eduardo Prado, é o mais entusiasta do Mutirão de Cirurgia de Hérnia e explica como tudo começou:
“A diretora médica do H.FOA, Luciana Guimarães foi a ponte para que conseguíssemos trazer esse mutirão para Volta Redonda e, imediatamente, oferecemos a estrutura do hospital para sediar esse projeto tão importante. Conversamos com a Secretaria Municipal de Saúde e começou o trabalho para beneficiar as pessoas que estavam na fila de espera. A SBH já faz isso há muito tempo, no Brasil e exterior, e Volta Redonda é a primeira cidade da região Sul Fluminense a ser agraciada com esse mutirão. Não poderia estar mais feliz”
Aproveitando os momentos de aprendizado específico, os alunos do curso de Medicina do UniFOA e outros vindos de cidades próximas, participaram da manhã de rica programação científica, como pode ser traduzido o Simpósio Mutirão.
A médica residente do Hospital Municipal Lourenço Jorge, do Rio de Janeiro, Fernanda Proença veio acompanhar a jornada com outros três: “Nos foi dada essa oportunidade de acompanhar o Mutirão e o Simpósio é muito importante porque conseguimos ver e entender a explanação e depois vamos direito para o centro cirúrgico. Essa organização de termos “aulas” antes de ir para o mutirão foi fundamental”, enalteceu.
Aluno do 9º período do curso de Medicina do UniFOA, Bernardo Caetano Novaes, mesmo não participando do mutirão diretamente, fez questão de assistir ao Simpósio.
“É bem interessante, pois é uma visão de especialistas que acrescenta muito ao nosso curso, pois aprendemos mais detalhadamente sobre a hérnia abdominal e a visão dos experts que são profissionais de fora e renomados na área faz toda a diferença. Mesmo não pretendendo ser um cirurgião, pois vou me especializar em neurologia, quero aproveitar de tudo e está sendo uma ótima oportunidade de aproveitar e aperfeiçoar”, garantiu.
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As inscrições para o “1º Encontro de Educação Inclusiva do Sul do Estado do Rio de Janeiro” estão abertas para as Secretarias e escolas participantes da ADR Sul Fluminense. O encontro, fruto da parceria da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e Agência de Desenvolvimento Regional Sul Fluminense (ADR), promete ser um grande marco na promoção de práticas e políticas públicas voltadas para a inclusão de estudantes com deficiências, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e altas habilidades/superdotação.
Para realizar sua inscrição, acesse o site da ADR clicando neste link.
O evento será sediado pelo UniFOA, no campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços, Volta Redonda, na manhã do dia 13 de setembro, das 08 às 12 horas. A iniciativa tem como grande propósito discutir e incentivar projetos e atividades que promovam a inclusão e a melhoria da acessibilidade nas escolas da região.
Serão convidadas as secretarias municipais de Educação da região Sul Fluminense, diretorias regionais e seus respectivos profissionais da Educação. Todos eles terão uma grande oportunidade de compartilhar suas experiências e abordar ações eficazes para tornar as instituições de ensino mais inclusivas e capacitadas.
Para garantir a diversidade e a relevância das atividades, o evento adotará uma metodologia abrangente. Os profissionais de educação poderão inscrever suas práticas, que deverão ser acompanhadas de um resumo contendo objetivos, metodologia, resultados e impactos alcançados, que serão avaliadas por uma equipe especializada.
As propostas serão organizadas em grupos de trabalho, divididos em quatro eixos principais:
. Formação de Professores
. Sala de Recursos Multifuncionais
. Práticas de Gestão
. Práticas Pedagógicas de Sala de Aula
A programação contará com uma palestra temática com o tema “Por uma Educação Inclusiva”, abrindo as atividades para destacar os impactos da inclusão no ambiente escolar. Os participantes terão a chance de apresentar suas experiências em grupos de trabalho, formulando proposições para o avanço das práticas inclusivas na região.
Além disso, uma plenária será realizada para consolidar as proposições, resultando na elaboração de uma carta aberta. Também será fomentada a criação de um grupo regional de educação inclusiva dedicado à educação acolhedora no Sul Fluminense.
A organização do encontro reforça o compromisso do Centro Universitário de Volta Redonda e da Fundação Oswaldo Aranha em promover projetos que contribuam para o desenvolvimento integral da comunidade, com a educação inclusiva e massiva. O evento é reflexo do sucesso das propostas inovadoras e acolhedoras das duas instituições, sempre com o intuito de incentivar práticas que fomentem a educação no Sul do Estado.
Para saber mais informações sobre o encontro, clique aqui e confira o edital completo.
O campus Olezio Galotti, em Três Poços, recebeu na tarde de ontem, 27, a ilustre visita do renomado radialista Dário de Paula e sua equipe. Acompanhado pelo presidente da FOA, Eduardo Prado, pela reitora Ivanete Oliveira e pelo supervisor de marketing e jornalismo, Alexis Aragão, Dário de Paula conheceu de perto a moderna infraestrutura dos Estúdios FOA.
Durante a visita, Dário teve a oportunidade de explorar os estúdios de TV e de áudio, apreciando as instalações que são utilizadas para a produção de conteúdo audiovisual. A estrutura dos Estúdios FOA impressionou o radialista, que elogiou a tecnologia de ponta e o ambiente propício para a criação de conteúdos diversos, além do aprendizado dos estudantes do UniFOA com os estúdios.
"Estou impressionado com o investimento que foi feito. Eu comecei na rádio siderúrgica, lá em 1967, que era melhor do que a rádio nacional, o máximo na época. E hoje vejo que a instituição montou um estúdio muito melhor do que muitos podcasts do Rio e de São Paulo que já visitei. Está melhor estruturada que muitas emissoras de televisão deste país, emissoras de grande audiência que não têm essa estrutura que aqui me foi apresentada," comentou Dário.
A visita também foi marcada pela conversa entre o radialista para a criação de um podcast, que promete trazer conteúdos relevantes e interessantes para a comunidade acadêmica e para o público em geral. E segundo o próprio radialista, “posso começar amanhã?”, comentou sorrindo.
Eduardo Prado, presidente da FOA, também destacou a importância dessa visita: "Ter um profissional experiente como Dário de Paula colaborando conosco é extremamente gratificante. Isso reflete nosso compromisso em oferecer sempre o melhor em termos de infraestrutura para nossa comunidade acadêmica e parceiros."
A visita de Dário de Paula aos Estúdios FOA marca um momento significativo para o Centro Universitário de Volta Redonda. Com a infraestrutura de ponta e a parceria com profissionais renomados, a FOA continua a se destacar como um polo de inovação e excelência na produção de conteúdos midiáticos. Para acompanhar os próximos passos dessa parceria e outros projetos dos Estúdios FOA, fique atento às atualizações nas redes sociais.
Estão abertas as inscrições para os Programas de Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente (MECSMA) e Mestrado Profissional em Materiais (MeMat). As inscrições visam o preenchimento de vagas para o segundo semestre de 2024, conforme estabelecido nos editais e de acordo com as disposições regimentais da FOA/UniFOA, na Lei nº 9.394/96, na Resolução CNE/CES nº 07/17 e toda legislação pertinente em vigor.
Os interessados em ingressar no Mestrado Profissional em Materiais (MeMat) devem realizar suas inscrições até o dia 10 de agosto de 2024. Já os candidatos ao Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente (Mecsma) têm até o dia 22 de agosto de 2024 para se inscreverem.
Prazo de Inscrição: Até 10/08/2024
O Memat prepara o estudante técnica e cientificamente para a realização de um projeto, relacionando as aplicações tecnológicas com o desenvolvimento de materiais, formando o profissional que irá atender as demandas das empresas.
Informações e Inscrições: Memat
Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente (Mecsma)
Prazo de Inscrição: Até 22/08/2024
Os mestres formados no Mecsma estão aptos a atuar com ensino em diversos níveis, sempre levando as pautas de participação popular, inclusão social, promoção da saúde e do meio ambiente.
Informações e Inscrições: Mecsma
Os interessados devem acessar o site do UniFOA para conferir os editais completos e efetuar suas inscrições dentro dos prazos estabelecidos. Não perca a oportunidade de avançar em sua carreira acadêmica e profissional com a qualidade e excelência do UniFOA.
Os estudantes do programa de Mestrado Profissional em Materiais (MEMAT) do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em parceria com os acadêmicos do curso de Engenharia da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), desenvolveram trabalhos inovadores por meio das atividades do programa de mestrado. Os resultados finais do que foi elaborado e executado por cada discente (seis no total), geraram a apresentação dos projetos no 68º Congresso Brasileiro de Cerâmica, organizado em Santos, litoral paulista, nos dias 17 a 20 de junho.
Os trabalhos foram apresentados pela professora do MEMAT Renata Parreira e pelos estudantes da UERJ, que também ajudaram participando de algumas etapas de cada proposta pensada e colocada em prática, reforçando o compromisso de cooperação mútua entre instituições de ensino na promoção de atividades de pesquisa acadêmica. Durante o evento, todos alunos foram orientados pelo professor Roberto Magnago, coordenador do Mestrado Profissional em Materiais. Além das criações dos alunos do Centro Universitário serem expostas no congresso, as iniciativas geraram dissertações de mestrado que foram escritas pelos próprios discentes do UniFOA.
A realização da 68ª edição do Congresso Brasileiro de Cerâmica é um grande marco para a área da engenharia do país, pois reúne especialistas de instituições de ensino e pesquisa, indústrias cerâmicas e fornecedores de matérias-primas, equipamentos e insumos, além de acadêmicos interessados em expandir seus horizontes de aprendizados. Graças a reunião de diversas gamas de conhecimento e experiência, os participantes conseguem explorar a área de expositores, assistir a apresentações técnico científicas orais e em formato de pôster e enriquecer seus conhecimentos com palestras de renomados especialistas nacionais e internacionais, contribuindo para o aprimoramento profissional, desenvolvimento e divulgação da cerâmica brasileira:
“A cooperação entre UniFOA e UERJ demonstra uma amplitude de trabalho das duas instituições de ensino. O intuito é sempre complementar cada pesquisa e projeto entre ambas, nunca competir. O ganho educacional é imensurável e, sem sombra de dúvidas, beneficia a todos os envolvidos em cada programa”, enfatizou Roberto, acerca dos impactos da união entre as instituições na realização dos trabalhos.
Os projetos apresentados no congresso abordaram temas voltados para tecnologias que estão sendo desenvolvidas atualmente na área da engenharia. Diversos são os empreendimentos e investimentos atrelados ao consumo sustentável e reciclável de produtos naturais e utilização de técnicas inovadoras que estão trazendo benefícios para o ecossistema global, como o uso da madeira de eucalipto na construção civil.
Ao extrair a madeira da natureza, ela cresce rapidamente, o que permite ciclos curtos de colheita e facilita a renovação das florestas. Além disso, elas absorvem dióxido de carbono (CO₂) da atmosfera durante seu crescimento, ajudando a mitigar as mudanças climáticas ao armazenar carbono na sua biomassa.
Um dos trabalhos dos alunos do MEMAT, intitulado 'Desenvolvimento de Concreto Reforçado com Macrofibra Sintética para Aplicação em Fibra Industrial' também discorreu sobre o uso de macrofibras sintéticas aplicadas em piso industrial como alternativa para a substituição parcial do aço CA-50. João Paulo Figueiredo, um dos estudantes responsáveis pelo projeto, afirmou que foi gratificante participar de todo o processo, principalmente pelos conhecimentos técnicos adquiridos:
“Poder participar do congresso agrega muito, sobretudo no sentido de me tornar um profissional ainda mais técnico. Ajuda a diversificar a forma de estudar, pois realizei várias pesquisas para elaborar meu projeto. Foi um prazer imenso poder ter vivido isso de forma acadêmica e prática”.
A realização de trabalhos e iniciativas que influenciam a busca e a execução prática do conhecimento aprendido ao longo da especialização, em qualquer área, é crucial para o desenvolvimento integral de cada discente. A junção do conteúdo aprendido em sala de aula com a experiência de uma situação real é um dos melhores caminhos para a formação acadêmica completa:
“É uma experiência muito enriquecedora por ser repleta de aprendizados e a chance de conhecer e interagir com outros profissionais e pesquisadores da área. Tenho total convicção que todos os estudantes, das duas instituições conseguiram expandir seus horizontes desenvolvendo os trabalhos”, contou Renata, que apresentou o trabalho intitulado ‘Avaliação estrutural da dispersão da zircônia em dois solventes para injeção’, dissertação de mestrado de Carla Nogueira, estudante do programa de Mestrado Profissional em Materiais do UniFOA.
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A área jurídica é ampla, com diversos ramos para os agentes do Direito atuarem, seja nas várias possibilidades de cargos públicos ou nos escritórios de advocacia. O curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) amplia o conhecimento dos estudantes através de visitas técnicas anuais a unidades prisionais, necessárias para mostrar o funcionamento do sistema prisional e integrando a teoria à prática.
A última visita técnica foi realizada à Casa de Custódia e à Cadeia Pública Franz de Castro, de Volta Redonda, nos dias 11 e 12, com a participação de 50 alunos dos 6º e 7º períodos do Direito, acompanhados pelo professor Hindenburg Brasil e recepcionados pelo diretor das unidades, Vanderson Clavelario Nunes.
Para o coordenador do curso de Direito, professor Alan Pançardes, a visita técnica é muito importante para o aluno observar a rotina do preso; saber como é o acesso dos advogados às cadeias; conhecer os direitos dos presos, além do funcionamento de uma unidade prisional, como o que pode ser feito e o que é proibido, regras de acesso, vestimentas, direitos dos advogados, entre outros.
“É extremamente importante para a prática do aluno ter essa vivência. O evento foi um sucesso, pois tivemos 50 estudantes nesta atividade, acompanhados pelo diretor da unidade e pelo professor Hindenburg, que é juiz de Direito e juiz das varas criminais. Eles percorreram todas as áreas da unidade prisional, se inteiraram do funcionamento, deixando os alunos bem impressionados com a forma real de aprendizado”, disse.
De acordo com o professor Hindenburg, a ação faz parte da disciplina de Processo Penal e complementa o aprendizado teórico. Os discentes passaram por todos os espaços da Cadeia Pública, como a área reservada para as atividades dos advogados, que são exercidas com total segurança em local próprio composto por quatro cabines de atendimento com separação, onde a comunicação se faz mediante o uso de interfones.
“O diretor da unidade prisional fez uma visita guiada e compartilhou com os alunos os seus 27 anos de experiência profissional, superando as expectativas de todos e detalhando todas as rotinas do local e, por questões de segurança o contato com os internos foi visual. Estou muito gratificado com a empolgação dos alunos”, frisou.
Na opinião do diretor Vanderson, do ponto vista acadêmico, ter contato real como o sistema prisional é ter a ideia de como é complexo custodiar pessoas.
“Procuramos expor como o trabalho é hermético, principalmente no equilíbrio entre a disciplina e o respeito à pessoa reclusa. Trata-se de um ambiente onde normas de segurança devem ser sempre respeitadas, pois lidamos com a vida das pessoas, sejam presos, servidores ou visitantes”, explicou.
Os maiores interessados e os mais empolgados pela visita técnica com certeza foram os alunos do curso de Direito do UniFOA, que não pouparam elogios à iniciativa e foram categóricos ao afirmar que, das aulas práticas, essa foi a que mais impressionou, pois é uma realidade que poucos têm alcance e serve também para a conscientização da necessidade de um tratamento mais humanizado aos detentos.
De acordo com Wesley César da Silva, que cursa o 6º período, a visita técnica foi primordial para se ter uma visão real e direta sobre o funcionamento do sistema prisional, além de obter um entendimento mais profundo do conjunto de Justiça e da sociedade, formando profissionais mais éticos, técnicos e com uma visão social para proferir qualquer decisão na vida do preso.
“Como futuros operantes do Direito, seja advogado, promotor, juiz e defensor, temos que ter um olhar humanitário para os apenados e entender a realidade carcerária com experiências educativas que promovam a empatia, sendo necessárias para quebrar preconceitos e discriminações que se vivencia na sociedade. Achei fundamental quando foi nos mostrado uma sala de aula, no qual demonstra que o Estado tenta cumprir seu papel com a ressocialização do preso, pois sabemos que a prisão não tem como objetivo somente punir, mas também possui finalidade pedagógica, e muitos que estão detidos são pessoas hipossuficientes e que não tiveram oportunidades”, analisou.
Com entusiasmo, ele continua, afirmando que os alunos “aprenderam muito com essa visita, absorvendo conhecimentos técnicos como o processo penal que estudamos na teoria; de que maneira é aplicado na prática, e como vamos atuar no poder Judiciário, com responsabilidade e visão social, pois o presidiário não perde a qualidade de ser humano”, salientou.
Já na opinião de Alice Gomes, que também está no 6º período do curso de Direito, a atividade foi uma aplicação de técnicas pedagógicas eficientes para desenvolver a aprendizagem, uma vez que permitiu a visualização da prática da advocacia criminal naquele ambiente.
“Esse tipo de mecanismo de ensino é de suma importância para ilustrar a teoria e implica na absorção do conteúdo teórico na prática. A estrutura da Cadeia Pública se mostrou adequada às legislações vigentes, incluindo a infraestrutura para atendimento do advogado e cliente. A atividade que nos foi oferecida desempenhou brilhantemente a aplicação da teoria à prática, proporcionou experiência e vivência, bem como subsídios fundamentais para a formação de advogados”, finalizou.
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