A Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres e Direitos Humanos (SMDH) de Volta Redonda promoveu, no último dia 14, o primeiro fórum de debate do ano com o tema "Saúde Mental e Produtividade". O evento, aberto às servidoras e ao público em geral, ocorreu na Biblioteca Municipal Raul de Leoni. 

O fórum abordou uma variedade de temas cruciais, incluindo a definição de saúde mental no trabalho, como a saúde mental influencia a produtividade, conflitos no ambiente de trabalho, isolamento social no trabalho, discriminação racial e de gênero, assédio no trabalho, autoconhecimento e identificação de sintomas. 

O evento contou com a participação de diversas secretarias do município, com destaque para a secretária da Secretaria Municipal de Direitos Humanos (SMDH), Glória Amorim, e da delegada da Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), Juliana Montes. A equipe da assessoria técnica da SMDH, incluindo membros do Gabinete, Ceam (Centro Especializado de Atendimento à Mulher), Casa Abrigo Deiva Ramphini, e das pastas de Direitos Humanos, Igualdade Racial e Promoção da Igualdade de Gênero, também marcou presença.

Além dos representantes municipais, o evento contou com a participação dos professores Alessandro Orofino, da assessoria da presidência da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), e Aline Lopes Rebouças Gomes e Soraya Regina Ferreira, ambas professoras do Centro de Aprendizagem e Inovação Pedagógica (CAIP), do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA). Eles enriqueceram o debate com suas experiências e perspectivas acadêmicas. 

O fórum destacou a importância de abordar a saúde mental no ambiente de trabalho, especialmente em tempos de crescente pressão e desafios profissionais. Segundo o Professor Alessandro Orofino, “A saúde mental afeta a todos nós. E este evento, muito bem conduzido pela Secretaria Municipal, nos dá o alerta constante que é necessário cuidado, entendimento, acolhimento e ações claras para minimizar o impacto dos danos decorrentes da falta de saúde mental junto principalmente às mulheres, não só na nossa cidade, mas no Brasil e no mundo.”

Orofino ressaltou ainda a necessidade de cuidado contínuo com a saúde mental e a importância de eventos como este para promover o entendimento e a ação efetiva no enfrentamento dos desafios relacionados à saúde mental no trabalho. 

O fórum "Saúde Mental e Produtividade" serviu como uma plataforma vital para troca de experiências, reflexões e debates sobre questões que afetam diretamente o bem-estar e a produtividade no ambiente de trabalho. Através das discussões, ficou claro que há uma necessidade urgente de criar estratégias que promovam a saúde mental, combatam a discriminação e o assédio, e incentivem um ambiente de trabalho mais acolhedor e inclusivo. 

Os participantes foram incentivados a levar as discussões adiante em suas respectivas áreas de atuação, promovendo mudanças práticas e políticas que possam melhorar a saúde mental dos trabalhadores. A SMDH, juntamente com as demais entidades envolvidas, continuará a trabalhar para implementar as ideias e sugestões surgidas durante o fórum, visando a construção de um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo para todos. 

Representantes dos cursos da área da saúde se reuniram recentemente para definir o cronograma inicial das atividades de capacitação destinadas a estudantes, tutores e preceptores no Programa de Educação pelo Trabalho (Pet-SAÚDE), do Ministério da Saúde. A reunião, que contou com a presença dos coordenadores dos cursos de Odontologia, Nutrição e Educação Física, bem como dos coordenadores dos grupos de Medicina e Enfermagem, além do orientador de serviço, professor Ailton Carvalho, foi marcada pela discussão de estratégias para promover o desenvolvimento profissional e aprimoramento dos envolvidos. 

O encontro teve como objetivo principal estabelecer um plano de ação para a capacitação dos alunos, tutores e preceptores, visando garantir a excelência na formação acadêmica e na prática clínica. Ao reunir coordenadores de diferentes cursos e grupos do PET, a iniciativa busca integrar conhecimentos e experiências, proporcionando uma abordagem interdisciplinar e abrangente. 

Foram discutidas formas de incentivar a participação ativa dos alunos nas atividades de capacitação, bem como a importância do papel dos tutores e preceptores no processo de aprendizagem. 

Já a Professora Lucrécia Loureiro, coordenadora do grupo da Enfermagem no PET, ressaltou o papel essencial dos tutores e preceptores na orientação e supervisão dos alunos durante as atividades práticas. "Nossos tutores e preceptores desempenham um papel fundamental no desenvolvimento dos futuros profissionais de saúde. Por isso, é importante investir em sua capacitação e atualização constante", enfatizou. 

O Professor Ailton Carvalho, orientador de serviço do PET, enfatizou a necessidade de alinhar as atividades de capacitação com as demandas e desafios do mercado de trabalho. "Nosso objetivo é preparar os alunos para enfrentar os desafios da prática clínica e contribuir para o avanço da saúde pública. Para isso, é fundamental que estejamos sempre atualizados e em sintonia com as melhores práticas e tendências do setor", concluiu. 

Com a definição do cronograma inicial de atividades de capacitação, a expectativa é que os alunos, tutores e preceptores possam iniciar em breve um processo de aprendizado contínuo e enriquecedor, contribuindo para a formação de profissionais de saúde altamente qualificados e comprometidos com o bem-estar da sociedade. 

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Durante a Semana da Enfermagem, realizada no Hospital HINJA, os professores do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) marcaram presença, trazendo contribuições valiosas para os enfermeiros e enfermeiras que participaram do evento. Com uma programação diversificada, abordando temas essenciais para o desenvolvimento profissional e aprimoramento dos cuidados aos pacientes, a semana se destacou como um momento de reflexão e reciclagem de conhecimentos. 

Com temáticas definidas, cada dia da semana trouxe uma abordagem específica. No dia 13 de maio, o foco foi em "Você em primeiro lugar", destacando a importância do autocuidado e bem-estar dos profissionais de enfermagem. No dia seguinte, a discussão se voltou para a "Humanização do Atendimento", ressaltando a importância de um cuidado empático e acolhedor. 

No terceiro dia, o tema foi "Inteligência Interpessoal e Intrapessoal", com destaque para a aplicação de habilidades sociais e emocionais no ambiente de trabalho. Encerrando a semana, o foco foi no "Protagonismo na Trajetória Profissional", motivando os enfermeiros a assumirem o controle de suas carreiras e buscarem o crescimento pessoal e profissional. 

Sob a liderança da enfermeira Juliana Buarque, gerente de Enfermagem do Hospital HINJA, a equipe foi estimulada a refletir sobre seu papel dentro da instituição, reconhecendo sua importância como peça fundamental para o funcionamento eficiente da saúde hospitalar. 

Um dos momentos marcantes da semana foi a participação da experiente psicóloga e professora do curso de Medicina do UniFOA, professora Sônia Moreira. Com palavras motivadoras e reflexivas, ela compartilhou sua vasta experiência, destacando as oportunidades que surgem com as mudanças de gestão no hospital. Sua contribuição foi fundamental para inspirar e encorajar os profissionais de enfermagem a enfrentarem os desafios com determinação e confiança. 

A Semana da Enfermagem no Hospital HINJA não apenas proporcionou momentos de aprendizado e reflexão, mas também fortaleceu os laços entre a instituição de saúde e o UniFOA, demonstrando a importância da parceria entre academia e prática clínica para o desenvolvimento e aprimoramento contínuo dos profissionais de saúde. 

As entidades criadas para combater a Doença Celíaca em todo o mundo usam o dia 16 de maio para promover a conscientização do público sobre a enfermidade, através de campanhas e ações, no Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Celíaca. Em diferentes países são divulgadas informações sobre as últimas pesquisas, tratamento, dietas e outros procedimentos que possam ajudar as pessoas portadoras da doença, promovendo o bem-estar e minimizando o desconforto das rigorosas dietas exigidas ao longo da vida.  

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 1% da população mundial tem diagnóstico de doença celíaca, sendo que no Brasil o dado representa cerca de 2 milhões de pessoas. A doença é a reação imunológica à ingestão de glúten, uma proteína encontrada no trigo, na cevada e no centeio que, ao longo do tempo, acaba causando uma inflamação que danifica o revestimento do intestino delgado, causando complicações médicas.  

Para alertar sobre a necessidade de conscientização tanto do paciente quando dos familiares, o egresso e professor de gastroenterologia do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), Raniery Ávila de Oliveira, explica que a doença pode se manifestar em qualquer idade e é preciso ficar atento aos sintomas, para não atrasar o diagnóstico e iniciar o quanto antes o tratamento.   

“O sintoma se manifesta através de alteração do hábito intestinal e a diarreia é o mais frequente. Entretanto outros sintomas podem fazer parte do quadro, como dispepsia (má digestão), distensão abdominal, perda de peso, em casos mais graves até sarcopenia (redução da força e massa muscular) e desnutrição proteico calórica. Entre os sinais e sintomas menos frequentes: anemia, osteoporose, lesões cutâneas, disfunção menstruais e até aborto de repetição”, esclareceu.  

Após a manifestação de alguns desses sintomas é necessário procurar um médico gastroenterologista para que seja feito a diagnose, mas até que haja o diagnóstico médico definitivo, muitas pessoas percorrem longas jornadas, que inclusive podem ser permeadas de preconceitos.  

“A confirmação da doença é feita através de exames complementares, como o padrão ouro, Endoscopia Digestiva Alta com biópsia da segunda porção duodenal, sendo o exame solicitado pelo médico diante de uma forte suspeita clínica. Soma-se a isso, um conjunto de achados laboratoriais, entre exames que permitem a avaliação do padrão absortivo, até marcadores séricos de autoimunidade”, explicou Raniery, acrescentando que o autoteste glúten, vendido em farmácias, inicialmente ajuda o médico, mas “não tem validação na prática clínica”.  

A doença é considerada de padrão autoimune e, até o momento, sem cura. O tratamento atual de eficácia é dieta isenta de glúten, que requer restrição de alimentos, mas traz a sensação de estar saudável. Mesmo com a limitação na alimentação, o portador da doença celíaca pode sofrer com os sintomas através do que é chamada de contaminação cruzada. 

“A contaminação cruzada é a reação determinada por contato com alimentos, sobretudo via oral, que foram manipulados ou tiveram algum contato com as moléculas ricas em glúten, por exemplo: o preparo de um alimento com glúten em uma panela e, sem higienizá-la adequadamente, faz outro alimento. A primeira manipulação gera a contaminação cruzada. Outro exemplo, as próprias mãos. Neste caso, o apoio familiar é fundamental, tanto na compreensão e identificação dos sinais e sintomas da doença, quanto na isenção do glúten da dieta”, alertou o médico.  

  

A luta para conviver com a doença celíaca 

Egressa do curso de Nutrição do UniFOA, Leilane Morais Lopes é portadora da doença celíaca e atualmente usa os conhecimentos adquiridos na faculdade para ajudar outros celíacos. Por ter levado dois anos para ter o diagnóstico comprovado, acredita que teve a sua saúde prejudicada, pois antes de ir a um gastroenterologista, ela procurou um alergista e, com sintomas parecidos com outras doenças, acabou atrasando o início do tratamento.  

“A doença celíaca está na minha vida desde que me entendo por gente, pois sempre com os sintomas clássicos, mas também enfrentei muitas variantes porque essa doença é como um camaleão. Descobri quando tinha 27 anos e estava morando com a minha mãe. Eu caía muito porque não tinha reflexo, apenas caía. Esse sintoma é uma variante (ataxia a glúten), me deixava tonta, mas a rinite alérgica sempre foi o meu principal sintoma, seguido de asma e outros”, contou.  

Leilane ainda faz um alerta: “Se você tem desconfiança de doença celíaca, procure imediatamente um gastroenterologista e em hipótese alguma deixe de ingerir o glúten antes de procurar o ‘gastro’, porque a pessoa precisa estar em crise para ter o diagnóstico. São pequenas atitudes que fazem a diferença para que o celíaco possa finalmente ter uma vida sem a sensação de estar sempre doente”.  

A nutricionista esclarece que, após passar por diversos exames e iniciar o tratamento, “minha vida foi muito mais restrita, mas também muito mais feliz porque não tive mais nenhuma dor; a minha rinite melhorou, pois, estava quase perdendo o olfato; parei de cair ou bater nos objetos à toa; acabou o ‘fog mental’, que é quando você não consegue se concentrar, além de não apresentar mais dermatite apertiforma, que é a doença celíaca de pele. Hoje, ajudo as pessoas a se adaptarem à dieta rigorosa, mas libertadora”, finalizou. 

  

Doença celíaca: o que pode comer e o que deve ser evitado  

De acordo com a Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra), os alimentos são fundamentais para o portador da doença celíaca ter uma vida saudável. 

Conheça agora o que pode ser ingerido e o que deve ser evitado:   

Os alimentos permitidos para celíacos são: cereais (milho, arroz); farinhas (arroz, mandioca, milho, fubá, fécula de batata, fécula de mandioca, polvilho doce, polvilho azedo); gorduras (gordura vegetal, óleos, margarinas); laticínios (leite, manteiga, queijos, derivados); carnes e ovos (aves, suínos, bovinos, caprinos, miúdos, peixes, frutos do mar); hortaliças e leguminosas (folhosas, legumes, tubérculos, como feijão, cará, inhame, soja, grão de bico, ervilha, lentilha, batata, mandioca); frutas (todas, ao natural e sucos). 

Os alimentos proibidos para celíacos são: leite com sabor; bebidas achocolatadas e comerciais; quibe, salsicha, almôndega; croquete de carnes enlatadas; trigo; aveia; centeio; cevada; germe de trigo; flocos cereais; pães; bolos e biscoitos preparados com farinha de trigo; centeio, aveia ou cevada; produtos dietéticos e comerciais em geral; sopas enlatadas ou pacote de sopas já prontas contendo massas; misturas com malte; cerveja, uísque; vodca e destilados a partir de grãos, e temperos comerciais. 

Para entender melhor a dificuldade enfrentada, no mundo ideal de um celíaco, todos na casa passariam a viver sem glúten e a entrada de alimentos glutinados seria proibida. Mas nem sempre isso é possível.  Se pensarmos com calma, todos os utensílios e equipamentos que serão usados pelo celíaco podem ser separados e ficarem livres de glúten, mas não precisa sair comprando coisas novas todas de uma vez. Ao invés disso prepare-se para adquirir aos poucos alguns itens essenciais, e aprenda a fazer uma higienização correta para reaproveitar utensílios, louça e talheres. 

  

ATENÇÃO: 

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O Auditório Willian Monachesi do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em Três Poços, sediou na noite dessa terça-feira (14), a abertura da 23ª Semana Brasileira de Enfermagem UniFOA e a 85ª edição da Semana Brasileira da Enfermagem, que explorou o tema “Reflexão Filosófica e Sociológica do Fazer Enfermagem”, reunindo um público expressivo formado por coordenadores, professores, estudantes, técnicos e profissionais de enfermagem de clínicas e hospitais da região. O evento se encerra na quinta-feira, dia 16.      

O objetivo é promover a união entre a profissão e a dimensão do cuidado, tomando como ponto de vista os próprios profissionais, além de articular o cuidar com o trabalho da enfermagem, buscando reforçar a saúde como direito do cidadão e dever do Estado. Durante esse período serão ministrados workshops, palestras, debates, exibições de vídeos, com ótimos profissionais que se destacam nas diversas áreas, promovendo aprendizados e reflexões importantes.  

A data não foi criada por acaso, pois em 12 de maio é comemorado o Dia Mundial da Enfermagem e o Dia do Enfermeiro, em homenagem a Florence Nightingale, marco da enfermagem moderna no mundo e que nasceu em 12 de maio de 1820. No Brasil, além do Dia do Enfermeiro, entre os dias 12 e 20 de maio, comemora-se a Semana da Enfermagem, data instituída em meados dos anos 1940, em homenagem à Anna Nery, enfermeira brasileira e a primeira a se alistar voluntariamente em combates militares.  

A superintendente executiva da  Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Josiane Sampaio representou o presidente da Fundação, Eduardo Prado e a reitora e professora do UniFOA, Ivanete Oliveira. 

“Tenho imenso orgulho participar deste importante evento para os profissionais, estudantes e os apaixonados pela enfermagem, pois esta semana contribui para o aprimoramento da prática profissional e para a promoção de uma assistência de saúde mais humanizada e centrada no paciente. A técnica e o senso de empatia, compromisso e bem-estar com o outro que o evento vai transmitir, vai melhorar ainda mais a profissão dessas pessoas, o trabalho e a excelência em tudo que eles fazem”, pontuou.  

O coordenador do curso de Enfermagem, professor Carlos Marcelo Balbino explicou que o evento pode ser traduzido como um momento de reflexão, de ensino e de união da classe, pois ele reivindica direitos, levanta questões importantes e traz a ciência aos alunos, pois sempre são convidados profissionais expressivos para as palestras.  

“Temos uma semana cultural, científica, de representatividade e não podemos esquecer de enaltecer o técnico de enfermagem, pois sem ele não somos completos. Todos os anos envolvemos os alunos na organização, para que ele possa entender a importância dessa semana e o que pode contribuir para ele como discente e como futuro profissional. Essa participação é fundamental para o network, pois eles terão contato com profissionais das grandes universidades que enviam palestrantes para o evento, numa troca de informações importante. É um evento aberto ao público e esperamos enfermeiros de hospitais e clínicas da região”, garantiu.   

  

O futuro da enfermagem como tema de palestra  

Para ministrar a palestra “Enfermagem ontem, hoje e no futuro: desafios na formação de redes e no diálogo interdisciplinar” foi convidada a doutora em enfermagem Glaucia Valente Valadares, que é professora Associada IV da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e professora permanente do mestrado profissional do Instituto de Biodiversidade e Sustentabilidade UFRJ/ Macaé. 

“O objetivo maior é falar sobre a história da enfermagem e pensar no futuro, mas para fazer isso vamos discutir conceitos da saúde, como ela vem sendo percebida, que mudanças aconteceram de fato para que pudéssemos ancorar a ideia de uma enfermagem no futuro e como eixo norteador principal: a ideia do cuidado. Para que uma pessoa cuide da outra, é preciso primeiro cuidar de si. Temos enfrentado mudanças climáticas graves e a saúde que estamos pensando é uma que requer a perspectiva do cuidado com o nosso planeta”, explicou.  

A aluna do curso de Enfermagem Djanira Chaves resumiu a sua participação no evento: “Como representante do 7º período, não poderia deixar de agradecer, em nome da minha turma, pela oportunidade na organização desta atividade tão importante. A enfermagem escolhe aqueles que têm a coragem de enfrentar desafios, a sensibilidade para compreender o sofrimento alheio e a resiliência para perseverar diante das adversidades”.  

Nos dias que antecederam a 23ª Semana da Enfermagem, foi feita uma votação envolvendo todos os discentes do curso do UniFOA, que elegeram a professora Nelita Pereira como a melhor deste ano, imortalizada com uma placa comemorativa. O coordenador Carlos Marcelo Balbino recebeu a homenagem em nome da professora.

 

Confira a programação da 23ª Semana Brasileira da Enfermagem:  

 Dia 16 de Maio - Público Alvo: Alunos do Curso Técnico em Enfermagem do ETECFOA 

Manhã 9h às 11h30 – Sala de aula e laboratório de habilidades.  

Tarde – 14h às 16h30 – Sala de aula e laboratório de habilidades.  

Noite – 19h às 21h30 – Sala de aula e laboratório de habilidades. 

Oficina 1: 

Tema: Preparo do Corpo   

Palestrante: Alunos do Curso de Graduação em Enfermagem do UniFOA 

Oficina 2:  

Tema: Sinais Vitais e Medidas Antropométricas   

Alunos do Curso de Graduação em Enfermagem do UniFOA  

Oficina 3:  

Tema: Higienização das Mãos e Calçagem de Luvas 

Palestrante: Alunos do Curso de Graduação em Enfermagem do UniFOA  

Oficina 4:  

Tema: Arrumação de Leitos e Mudança de Decúbito

Palestrante: Alunos do Curso de Graduação em Enfermagem do UniFOA

Oficina 5: 

Tema: Biossegurança 

Palestrante: Alunos do Curso de Graduação em Enfermagem do UniFOA

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A alegria e a emoção marcaram o clima do Jantar Solidário em homenagem ao Dia das Mães e que reuniu cerca de 100 moradores do bairro Três Poços, nessa terça-feira (14), no Campus Olezio Galotti do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA). O evento foi fruto da parceria entre o Escritório da Cidadania e o curso de Nutrição e contou ainda com a participação da associação sem fins lucrativos Projeto Amor em Ação. Esta terceira edição do projeto serviu 200 saborosas refeições, que foram muito apreciadas pelos convidados. 

O jantar foi servido no refeitório do curso de Medicina, a partir das 19h, e teve a colaboração de 28 alunos do curso de Nutrição, além do coordenador do curso, professores e funcionários da instituição. Tudo para deixar o jantar impecável para os participantes, envolvendo duas semanas de trabalho, entre a escolha do cardápio, aquisição dos produtos alimentícios e elaboração da comida. Como foi feita uma quantidade grande de alimentos, os alunos se dividiram em equipes e o trabalho levou o dia todo. 

De acordo com a professora Paula Leoni, que liderou a equipe, mais uma vez a escolha levou em conta a praticidade, o baixo custo e o alto poder nutritivo.  

“Desta vez escolhemos o yakisoba, trazendo o paladar diferente da culinária chinesa, mas que leva carboidrato (macarrão), proteína (frango) e hortaliças (legumes e verduras), além de temperos como óleo de gergelim, molho shoyo, gengibre, alho e cebola. Foi uma grade novidade, pois a maioria não conhecia e fez sucesso. Os ingredientes foram angariados pelos alunos e pela Liga Acadêmica de Segurança Alimentar e Nutricional (Lasan), através de rifas de cestas de café da manhã que foram doadas. A sobremesa foi sorvete e servimos ainda sucos”, salientou.  

  

Refeições preparadas com amor e solidariedade 

Para o coordenador do Escritório da Cidadania, Dario Aragão Neto, o evento pode ser traduzido não apenas pelo alimento em si, mas pelo carinho e receptividade para os que mais precisam de atenção.  

“Desde o início do projeto, a intenção é atender o corpo físico, mas também cuidamos da alma, através da atenção e do carinho, pois procuramos conversar e ouvir a todos, tentando ajudar quando for necessário”, disse.  

De acordo com o coordenador do curso de Nutrição, Alden dos Santos, esse projeto é importante para os estudantes, que estão sempre empolgados em colaborar com muitas ideias. “Todo esse planejamento está sendo visto como um laboratório prático para a nossa unidade móvel, que vai distribuir comida saudável à população em situação de rua em pontos diferenciados da cidade. Mas já estamos pensando no próximo Jantar Solidário”, afirmou.  

O aluno 6º período do curso de Nutrição e integrante da Lasan, Wadrian Antônio Oliveira Silva, falou em nome dos participantes e, visivelmente emocionado, explicou que esse projeto pode ser traduzido como uma experiência gratificante: “Poder ajudar ao próximo e estar perto de pessoas que precisam de mais atenção é muito bom, e esse jantar social nos oferece a oportunidade da doação, da solidariedade”. 

Para o presidente da associação sem fins lucrativos Projeto Amor em Ação, Douglas José da Silva, “este é o nosso terceiro jantar solidário no UniFOA e não tem prazer maior do que ver a alegria nos olhos das mães homenageadas e das crianças, que adoram vir aqui. O cardápio de hoje foi uma maravilha, pois a maioria não conhecia o yakisoba, mas adoraram o sabor. Eles vêm, se alimentam e ainda querem levar para os familiares em casa, pois é difícil ter uma refeição disponível e com essa qualidade”, comemorou. 

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Em algum momento da sua vida, você já deve ter se deparado com essa fala, “Já lavou a mão?”. E nos últimos anos, o ato de lavar as mãos foi muito importante para diminuir a disseminação do vírus SARS-CoV-2 na pandemia da Covid-19. 

O dia 5 de maio, marca-se o início da campanha anual da Organização Mundial da Saúde (OMS): "SALVE VIDAS: Higienize suas mãos", uma iniciativa que coincide com as celebrações do Dia Mundial de Higienização das Mãos. O objetivo dessa campanha é destacar globalmente a importância da higiene das mãos na atenção à saúde e unir esforços para melhorar a prática em todo o mundo. 

No Hospital São João Batista (HSJB), o Núcleo de Vigilância Hospitalar, sob a coordenação da enfermeira Andreza Glória Leite de Almeida, em parceria com os professores Carlos Marcelo Balbino, Valquíria Jorge Sepp, Clarissa Pontual, Nelita Pereira, Mariana Bittencourt, Douglas Markonne, e os acadêmicos do 5º ano do curso de Enfermagem do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), realizou uma ação educativa chamada "Pitstop" no dia 09 de maio. 

Essa ação consistiu no uso de um jogo chamado "Fato ou Fake", contendo perguntas e respostas relacionadas à higienização das mãos. Os participantes da ação foram desafiados a responder às questões, enquanto eram apresentados indicadores de higienização das mãos e outras informações relevantes conforme a realidade de cada serviço. O objetivo foi proporcionar um momento lúdico e educativo, promovendo o envolvimento e a sensibilização de todos os colaboradores que prestam assistência aos pacientes. 

O coordenador do curso de Enfermagem, Carlos Marcelo Balbino, ressaltou a importância da participação dos acadêmicos nesse projeto. Segundo ele, essa vivência proporciona aos estudantes aprendizado prático e enriquecedor, essencial para a formação de profissionais comprometidos com a qualidade do serviço prestado. “A enfermagem, além de praticar a assistência direta, desempenha um papel fundamental na supervisão da higienização das mãos, contribuindo para a redução de infecções e o bem-estar dos pacientes”, comentou Carlos Marcelo. 

De acordo com a OMS, a higiene das mãos salva milhões de vidas a cada ano quando realizada de maneira correta e oportuna durante a prestação de cuidados de saúde. Além disso, melhorar a higiene das mãos nos ambientes de atenção à saúde resulta em economia de despesas com o tratamento de infecções relacionadas à má ou não execução da higienização das mãos. Prevenir infecções e sua propagação tem impactos significativos na redução do sofrimento humano e na preservação de vidas. 

Essa iniciativa do curso de Enfermagem no HSJB demonstra o compromisso da instituição com a promoção da saúde e a segurança dos profissionais e dos pacientes, destacando a importância da higiene das mãos como uma prática fundamental no ambiente hospitalar e na prevenção de infecções.

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A 25ª Semana Jurídica do Direito, que este ano debate o tema ‘Aplicações Práticas do Direito Contemporâneo’, foi aberta oficialmente nessa segunda-feira, dia 13, no Auditório William Monachesi, no Campus Olezio Galotti, em Três Poços. O evento tradicional do curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), acontece até a próxima sexta-feira, dia 17, tem como objetivo proporcionar aos alunos o aprendizado de conteúdos interdisciplinares, estimulando a interação e ampliando o conhecimento, bem como trazer as inovações jurídicas e acadêmicas e, principalmente, a prática do Direito. 

De acordo com o coordenador do curso, professor Alan Pançardes, o aluno vivencia a teoria e a prática em sala de aula, mas durante a Semana Jurídica poderá ficar por dentro do que tem de mais novo na prática do Direito e das renovações e discussões do mundo jurídico, onde são trazidos temas atuais que merecem reflexões, sendo apresentados e discutidos junto aos estudantes. Eles terão acesso direto da fonte a esses conhecimentos, como é o caso da palestra de abertura sobre o Tráfico Internacional de Drogas, através de um delegado da Polícia Federal e um advogado criminalista. 

A abertura da 25ª edição da Semana Jurídica foi feita pelo advogado e coordenador do Escritório da Cidadania, Dario Aragão Neto, que representou o presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Eduardo Prado e a reitora do UniFOA, Ivanete Oliveira.

“Este evento abre espaço para debate, reflexão e formação de pensamento crítico a respeito das transformações que o nosso curso acaba passando, pois o Direito é muito dinâmico e vem se alterando rapidamente por influência da tecnologia ou de outras demandas sociais. Então é bom que o aluno tenha espaço nesse período para aprender, propor novos debates e se atualizar. A Semana Jurídica pode ser usada para refletir, ter discernimento, pensamento crítico, não ser levado ou manipulado”, disse Dario. 

A palestra de abertura foi sobre o “Tráfico Internacional de Drogas”, explanado pelo advogado e professor do curso de Direito do UniFOA, Marcelo Shad, e pelo advogado e delegado da Polícia Federal, Marcelo Daemon. Os palestrantes exploraram o tema através de tópicos, mostrando com abrangência o que ocorre atualmente em relação ao tráfico internacional de drogas, como afeta o nosso país, passando pela área jurídica e mostrando os caminhos que podem ser tomados, num panorama bem real. 

 

Palestras, cursos e práticas na Semana Jurídica 

O coordenador Alan Pançardes afirmou que a 25ª Semana Jurídica deve ser bem aproveitada pelos alunos, pois foi elaborada e programada para trazer a prática do Direito daquilo que acontece de forma real.  

“Estão programadas palestras sobre temas bem diversificados, com 16 assuntos diferentes. Os alunos vão poder transitar na área de maior interesse – de registro de marcas a inventário extrajudicial, passando pelo inquérito policial e como transformar os seguidores em clientes, entre outros. A temática variada atende bastante ao aluno, que poderá se aprofundar seja no Direito, na prática do Direito ou na parte comercial do Direito, abrangendo todas as áreas necessárias à profissão e principalmente voltada à prática”, explicou Alan. 

Ainda de acordo com Alan Pançardes, a Semana Jurídica é uma das ações de fomento à qualificação dos alunos e formação continuada aos egressos. Várias pesquisas do curso nascem das experiências vivenciadas nessa oportunidade, justamente por apresentar diversas formas de visão e um convite aos questionamentos, fomentando uma discussão qualificada. 

“Os nossos palestrantes estão aqui doando não só o conhecimento, mas também o tempo deles, pois não recebem nada para estarem aqui e colaboram para a formação e aprendizado dos estudantes do UniFOA. Espero que todos aproveitem bem a Semana Jurídica, para se atualizar, discutir os temas, saírem da caixinha e formarem opinião. Todo o evento foi planejado com o corpo de professores e sempre buscando o melhor para os estudantes”, finalizou. 

Para a aluna do 10º período do curso de Direito, Bruna Portugal, que inclusive já foi aprovada no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), “o evento é de extrema importância e tem muito a acrescentar aos estudantes, porque tem palestrantes de fora e podem nos mostrar mais a prática, além de ajudar a escolher a área de atuação”, garantiu.

Conheça a programação completa da 25ª Semana Jurídica: 

Dia 14 de maio (terça-feira), às 19h  

Palestra: ‘Destravando seu processo com inventário extrajudicial’, com Pedro Henrique Calmeto Schetine, advogado imobiliário, pós-graduado em Direito Civil e Processual Civil em Direito Público, professor de Direito Civil e Processual Civil, Prática de Direito Imobiliário. Local: Centro Histórico Cultural Dauro Peixoto Aragão, no Campus Olezio Galotti, em Três Poços. 

Palestra: ‘O valor da sua imagem’, com Joana Carolina Brizola Santos, consultora de imagem e publicitária. Palestrante e mentora, com mais de 45 cursos e já atendeu mais de 1,5 mil clientes pelo Brasil e mundo. Local: AudiSmart -Biblioteca Central, Olezio Galotti.  

Palestra: ‘Inquérito policial na prática’, com Erika Julio Batitucci, mestre em Direito e delegada de polícia. Local: Tribunal do Júri.  

Palestra: ‘Registro de Marcas e Oportunidades de Mercado’, com Lívia França Silva Leon, procuradora legislativa na Câmara Municipal de Barra Mansa, advogada especialista em Direito Público e em Gestão de Inovação, com atuação voltada para Propriedade Intelectual, especialmente Direito Marcário. Local: Sala 14, Prédio 10, do Campus Olezio Galotti. 

Dia 15 de maio (quarta-feira), às 19h 

Palestra: ‘O impacto da imagem pessoal no ambiente de trabalho’, por Cristiane Meira, consultora de imagem e estilo desde 2020, formada pela Dress Code e Centro Europeu, com mais de 500 atendimentos. Membro da Associação Internacional de Consultores de Imagens (AICI). Local: Centro Histórico Cultural Dauro Peixoto Aragão, no Campus Olezio Galotti. 

Palestra: ‘Como transformar seguidores em clientes’, com Joana Carolina Brizola Santos. Local: AudiSmart -Biblioteca Central, Olezio Galotti.   

Palestra: A invisibilidade do trabalho do cuidado enquanto mecanismo de opressão às mulheres’, com Isabelle Maria Patitucci de Azevedo, doutoranda em Sociologia e Direito, e mestra em Direito Constitucional. Advogada especialista em Direito da Família e Direitos Humanos; professora universitária em diversos temas, principalmente em Ciência Política e Direito Constitucional. Local: Tribunal do Júri.    

Palestra: ‘Exame da Ordem: conhecer para conquistar’, com Carlos José Pacheco, professor e mestre do Direito do UniFOA. Local: Sala 14, Prédio 10, do Campus Olezio Galotti. 

Dia 16 de maio (quinta-feira), às 19h 

Palestra: ‘As diversas configurações familiares e seus (des) amparo legal’, com Izabelle Maria Petitucci de Azevedo. Local: Centro Histórico Cultural Dauro Peixoto Aragão, no Campus Olezio Galotti.  

Palestra: ‘Contencioso e consultivo estratégico: como é a prática jurídica dos escritórios de advocacia mais respeitados’, com Mario Luiz Morris Ribeiro Reis, advogado especialista em Direito Público e regulatório; atuou como procurador geral do município de Barra do Piraí; assessor da presidência do DOTCE-RJ. Doutorando em políticas públicas e mestre em justiça administrativa. Local: AudiSmart -Biblioteca Central, Olezio Galotti. 

Palestra: ‘Cine Debate’, com Alexandre Miguel França, professor doutor do curso de Direito do UniFOA. Local: Tribunal do Júri.  

Palestra: ‘Exame da Ordem: conhecer para conquistar’, com Carlos José Pacheco, professor e mestre do Direito do UniFOA. Local: Sala 14, Prédio 10, do Campus Olezio Galotti. 

Dia 17 de maio (sexta-feira), às 19h 

Palestra: ‘Institucionalização da criança e adolescente e direito à convivência familiar’, com Sávio Bittencourt, procurador de Justiça de infância e juventude; pós-doutorado em Direitos Humanos (Coimbra), doutor em ciência; mestre em Direito da Criança, da Família e das Sucessões; mestre em História; graduado em Direito e em Filosofia, presidente da Fundação Escola Superior do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (FEMPERJ). Local: Auditório William Monachesi, no Campus Olezio Galotti.  

Palestra: ‘Mediação penal e penitenciária – o direito internacional e os reflexos no direito brasileiro’, com Ariane Trevisan Fiori, assessora criminal; professora da Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro e do mestrado e doutorado da Universidade Estácio de Sá. Local: Auditório William Monachesi, no Campus Olezio Galotti.

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As egressas do curso de Nutrição do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), Gabriela Freire e Natália Braga descobriram que têm muito mais coisas em comum do que imaginavam: ambas foram morar em Paraty após se tornarem nutricionistas, e recentemente receberam convites para participar de eventos internacionais: um da República do Congo e outro da Organização das Nações Unidas (ONU), nos Estados Unidos, em março e abril, respectivamente.  

Para o coordenador do curso de Nutrição do UniFOA, Alden dos Santos, esses momentos são muito importantes e inesquecíveis.  

“Como coordenador de curso e professor é recompensador ver ex-alunas, agora colegas de profissão, desempenhando bem o seu papel no mercado de trabalho. Sabe pai orgulhoso dos feitos dos filhos? É bem desse jeito que me sinto. Mas quando você tem notícias de que os feitos dos seus egressos ultrapassam fronteiras e ganham reconhecimento internacional e percebe que levam o nome da Instituição para além das fronteiras do Brasil, isso traz um orgulho imenso”, descreveu.  

Gabriela Freire atualmente faz parte do quadro técnico de nutricionistas da Secretaria Municipal de Educação de Paraty, que recebeu a visita de uma delegação da República do Congo, em meados de março. O objetivo foi conhecer de perto os projetos implantados sobre a integração da Agricultura Familiar ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), para coletar e analisar as informações das estratégias e políticas públicas de alimentação que foram implantadas no município. A intenção é implementar o mesmo projeto naquele país.  

Durante a visita foram realizadas várias atividades, entre elas, ida ao Departamento de Alimentação Escolar; à Central de Distribuição de onde saem os alimentos para abastecer as escolas do município, além de inspeção em duas escolas da rede municipal, sendo uma delas em área quilombola (Escola do Quilombo do Campinho), para acompanhar a distribuição das refeições aos estudantes. Numa roda de conversa, as nutricionistas puderam compartilhar as estratégias para a aquisição dos alimentos da Agricultura Familiar para a Alimentação Escolar. 

“Senti grande satisfação em poder dividir meu conhecimento sobre as políticas públicas de alimentação de Paraty, e honrada pelo município ter sido escolhido pelo World Food Programme (WFP); Agência Brasileira de Cooperação (ABC); e Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), como referência para apresentação da Alimentação Escolar e Agricultura Familiar à comitiva. Saber que o nosso trabalho está sendo reconhecido e que pode ser implementado em outro país é muito gratificante. E todo esse sucesso começou ainda na faculdade, com a atenção e orientação dos professores e coordenação do UniFOA”, garantiu.  

Fórum na ONU leva egressa da Nutrição aos EUA 

Natália Braga compôs a delegação do Observatório internacional de Juventude, que participou do Fórum da Juventude do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas de 2024, realizado na Sede das Nações Unidas (ONU) em Nova York (EUA), em meados de abril, para discutir o tema “Juventude moldando soluções sustentáveis e inovadoras: reforçando o Plano 2030 Agenda e erradicação da pobreza em tempos de crise.” A egressa do curso de Nutrição do UniFOA é gestora de políticas públicas para a Juventude do município de Paraty.  

O convite, de acordo com Natália, é resultado do trabalho que desenvolveu em prol de jovens e crianças durante toda a sua vida. A nutricionista tem pós-graduação em Gestão de Territórios e Saberes; foi intercambista em projeto social; é vice-presidente do Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente, mas também atuou em institutos socioculturais e de educação do município, e compõe atualmente o diretório do Fórum Estadual de Juventude do Rio de Janeiro. 

“Esse encontro representa a idealização de um projeto coletivo, construído por muitos jovens paratienses. Como gestora, difícil imaginar estar inserida numa discussão nas Nações Unidas e, como jovem mulher caiçara e moradora do bairro Ilha das Cobras, sei das dificuldades de estar nesse contexto. Sou “cria” de políticas públicas que me oportunizaram, seja em setores públicos ou pela   minha formação acadêmica por meio do transporte público universitário. Estou muito agradecida pela oportunidade, mas sei que há muito a ser feito”, resumiu Natália.   

  

O que significa o evento do Fórum da Juventude da ONU 

O Fórum da Juventude ECOSOC 2024 fornece uma plataforma para jovens líderes de todo o mundo dialogar entre si e com os Estados-Membros das Nações Unidas, com o objetivo de compartilhar ideias para fazer avançar a agenda de desenvolvimento da juventude em nível nacional, regional e global.  O Fórum é ainda um espaço único que os jovens partilhem as suas visões e recomendações para consideração nas principais reuniões das Nações Unidas, incluindo reuniões do Conselho Econômico e Social de 2024, do Fórum Político de Alto Nível sobre Desenvolvimento Sustentável (HLPF) e a Cúpula do Futuro. 

Jovens dos Estados Membros, delegados, jovens parlamentares e outros líderes juvenis, bem como Ministros da Juventude, têm regularmente participado do Fórum para trocar opiniões sobre soluções globais e criar um ambiente inclusivo, sustentável e futuro próspero para todos. O Fórum é organizado em conjunto pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais (DESA); ONU; Gabinete da Juventude (UNOY), em colaboração com a Rede Interagências das Nações Unidas para o Desenvolvimento da Juventude; Grupo Principal para Crianças e Jovens (MGCY) e a Reunião de Coordenação Internacional da Juventude Organizações (ICMYO).  

Saiba mais: https://ecosoc.un.org/en/what-we-do/ecosoc-youth-forum/about-youth-forum/ecosoc-youth-forum-2024 

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O Congresso Médico do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) é um evento anual organizado pelo Conselho de Ligas Acadêmicas de Medicina do UniFOA, em colaboração com uma Liga Acadêmica específica e professores da instituição. Neste ano, a Liga Acadêmica de Clínica Médica e Semiologia teve a honra de conduzir o evento, abordando temas cruciais no contexto da medicina de emergência e a importância da abordagem semiológica para um diagnóstico preciso e eficaz.

Realizado nos dias 09 e 10 de maio, o congresso proporcionou uma rica experiência de aprendizado por meio de palestras, oficinas, mesas redondas e conferências, promovendo uma interação significativa entre palestrantes renomados, organizadores e o público presente.  

O coordenador do curso de Medicina, Júlio Aragão, enfatizou a importância do evento como uma oportunidade para os estudantes ampliarem seus horizontes acadêmicos e profissionais. Ele destacou a qualidade dos palestrantes e encorajou a participação ativa dos alunos na submissão de trabalhos científicos, enaltecendo o papel do congresso como uma plataforma para a divulgação e o avanço do conhecimento na comunidade acadêmica.

"A qualidade e a expertise dos palestrantes são garantias de aprendizado e inspiração, preparando-nos para os desafios futuros na medicina", afirmou Júlio.  

Ele ressaltou ainda a importância do evento como uma oportunidade para a publicação científica, incentivando a participação dinâmica dos estudantes. "Esta é uma chance inestimável de contribuir para o avanço da comunidade acadêmica, enquanto se posiciona no cenário científico."  

A reitora do UniFOA, Ivanete Oliveira, destacou a importância da abordagem dos temas abordados para a formação dos futuros profissionais de saúde. "A abordagem semiológica faz com que o médico vá para além da sala de aula e aconteça em espaços como esse. Então ele pode debater e pode aprender, e ele também ensina", afirmou a reitora.  

Perguntada sobre o sentimento em ver os alunos participando do congresso, a reitora expressou sua satisfação. "Estou bastante feliz, porque nós fizemos não só a regularização da extensão, que é obrigatório, mas também a regularização da pesquisa, coisas que só a instituição de ponta, como USP e outras têm. A pesquisa é tornar o aluno cada vez mais protagonista e isso para nós é um grande orgulho mesmo."  

A professora Marcilene, responsável pelo congresso deste ano, expressou seu orgulho ao ver o engajamento e profissionalismo dos alunos da liga envolvidos na organização do evento. Ela destacou a importância da abordagem semiológica na prática médica e o impacto positivo que o congresso terá na formação dos estudantes.  

“Primeiro, é um grande orgulho estar crescendo com essa liga acadêmica que tem mais 15 anos e estamos juntos desde então. E quando falamos de semiologia, estamos falando sobre um assunto que permeia toda a educação médica”, disse.  

Rebeca Campagnaro, estudante e uma das organizadoras do congresso, compartilhou sua emoção ao participar da organização de um evento tão significativo para o curso de Medicina. "Trazer isso para o pessoal dos outros módulos e agregando, é muito bom. Estamos trazendo palestrantes que a gente nunca tinha trazido para dentro da FOA. Mudamos a estrutura de credenciamento, então está sendo muito legal fazer uma coisa diferente."  

Lucas Reis, aluno do 4º módulo, expressou suas expectativas em relação ao evento e a importância do tema escolhido para sua formação acadêmica e profissional. "Espero aprender muita coisa com os grandes nomes que a comissão trouxe para gente assistir e desenvolver e nos dar mais nos conhecimentos de clínica."  

Durante o congresso, o palestrante Dr. Henrique Balieiro compartilhou seu conhecimento sobre a insuficiência cardíaca aguda e crônica, elogiando a capacidade clínica dos alunos e incentivando-os a aproveitar ao máximo as oportunidades oferecidas pela universidade para se tornarem médicos competentes e comprometidos com o bem-estar de seus pacientes.  

O Congresso Médico do UniFOA proporcionou uma experiência enriquecedora para os participantes, promovendo a troca de conhecimentos e experiências entre estudantes, professores e profissionais da saúde. Com palestras de alto nível e uma variedade de atividades educativas, o evento reforçou o compromisso do UniFOA em oferecer uma formação acadêmica de excelência e preparar seus alunos para os desafios da prática médica moderna. 

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