O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e o Banco Cooperativo do Brasil (Sicoob) possuem parceria de sucesso que é o programa de crédito estudantil que visa tornar a educação superior mais acessível. O convênio oferece aos estudantes e futuros universitários a oportunidade de estudar sem comprometer excessivamente o orçamento.
O programa de crédito estudantil abrange diferentes cenários:
Os interessados devem clicar neste link e seguir as etapas a seguir para realizar o cadastro:
O avalista é aquele que se responsabiliza pelo pagamento, caso o cliente não o realize como combinado no financiamento em questão. Para estar apto a participar do programa, o estudante deve ter, pelo menos, um avalista com uma renda mínima disponibilizada no site, que varia conforme o valor da parcela do financiamento.
É importante citar que os valores do pagamento NÃO se acumulam. Ao contratar um financiamento de um período de 6 meses em janeiro, por exemplo, o estudante terá 12 meses para efetuar o pagamento, até janeiro do próximo ano. Caso após esse período de 6 meses, em junho, o aluno queira renovar o acordo já para o próximo semestre, ele firmará esse acordo e pagará somente as parcelas do primeiro acordo até janeiro do ano seguinte.
Ele começa a pagar as parcelas do segundo acordo somente após quitar tudo referente ao primeiro, já que não há acumulo de pagamento. Dessa forma, o estudante sempre terá um ano para pagar cada período da graduação.
O serviço pode ser contratado para o curso inteiro, com renovação a cada semestre e carência a partir do 2º pagamento, que eleva um pouco o volume de encargos. Ou seja, caso o estudante deseje o financiamento para todo o tempo necessário para a graduação, ele deve firmar um novo acordo a cada semestre.
O valor de cada parcela do financiamento é referente a metade do valor da mensalidade integral do curso que está financiando + encargos (Juros e IOF). IOF significa Imposto sobre Operações Financeiras, sendo cobrado por todas as ações financeiras realizadas em determinado meio
O Seguro Prestamista é opcional. Ele protege a família do contratante de pagar as parcelas restantes no contrato do financiamento, caso aconteça alguma coisa com ele.
Essa iniciativa conjunta entre o UniFOA e o Sicoob representa um passo significativo em direção à democratização do ensino superior, permitindo que mais estudantes realizem seus sonhos acadêmicos sem preocupações financeiras excessivas.
No ambiente educacional, é crucial que os professores não apenas dominem o conhecimento teórico e prático de suas disciplinas, mas também saibam transmiti-los de maneira eficaz e não violenta. Com esse objetivo, o Centro de Aprendizagem e Inovação Pedagógica (CAIP) do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) organiza programas de formação continuada para seus docentes, promovendo a discussão de temas relevantes e emergentes. Essas formações buscam capacitar os educadores para elaborar atividades baseadas em objetivos de aprendizagem, utilizando diversas ferramentas e metodologias que incentivem a participação ativa dos estudantes, além de estimular a reflexão crítica e inovadora.
Entre as diversas oportunidades de formação oferecidas pelo CAIP, destaca-se a oficina de comunicação não violenta (CNV), ministrada pelo professor Edilberto Venturelli, dos cursos de Publicidade e Propaganda e Jornalismo. A oficina teve como objetivo ampliar os horizontes dos docentes através de dinâmicas leves e inspiradoras, visando a incorporação da CNV na formação dos futuros profissionais.
Edilberto Venturelli explicou que a comunicação não violenta é um método desenvolvido pelo psicólogo americano Marshall Rosenberg, que busca promover relações mais compassivas e empáticas. "A CNV foca em uma expressão honesta e na escuta empática, utilizando quatro componentes: observação, sentimento, necessidade e pedido. Esse estilo de interação encoraja a expressão clara e a compreensão mútua, evitando julgamentos e acusações para promover um diálogo que atende às necessidades de todas as partes envolvidas", afirmou Edilberto. Ele também ressaltou a importância do autoconhecimento na aplicação dessa metodologia: "Precisamos nos conhecer profundamente para entender como estamos tentando ensinar determinados temas e identificar em quais aspectos precisamos melhorar nosso ensino para os estudantes."
A oficina incluiu uma dinâmica interativa em que os professores receberam frases de comunicação violenta e as transformaram em frases de comunicação não violenta, aplicando os conceitos discutidos. "Quando fazemos uso da comunicação não violenta, o receptor da mensagem se torna automaticamente mais aberto ao conteúdo que está sendo transmitido", enfatizou Edilberto.
A professora Maria das Graças, responsável pelo CAIP, destacou a importância da oficina para a formação continuada dos educadores. "Além das competências na área de formação, o professor deve estar qualificado para o exercício da cidadania, capaz de atuar criticamente na realidade em que se encontra inserido, preocupado com a inclusão social e a sustentabilidade ambiental, aberto às relações pessoais, à diversidade, ao diálogo e à convivência. Ao desenvolver a habilidade da comunicação não violenta, os docentes criam um ambiente de diálogo, promovem a resolução de conflitos e possibilitam um espaço de ensino mais acolhedor e colaborativo", explicou Maria das Graças.
[elementor-template id="11211"]
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) acaba de anunciar o lançamento da sua nova Escola de Comunicação, que promete revolucionar a formação nas áreas de Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Com uma estrutura moderna e uma abordagem pedagógica alinhada às demandas do mercado, a nova escola é projetada para oferecer aos estudantes uma educação prática e integrada, preparando-os de forma abrangente para os desafios profissionais com mensalidades de R$530,41*.
A nova Escola de Comunicação do UniFOA apresenta uma grade curricular atualizada, com foco em atividades práticas que refletem as principais demandas do setor. Desde o primeiro semestre, os alunos têm a oportunidade de vivenciar o cotidiano da comunicação por meio de aulas em laboratórios de ponta, incluindo estúdios de podcast, vídeo, fotografia e informática, todos equipados com o pacote Adobe completo.
Uma das grandes inovações da Escola de Comunicação é a integração entre os cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Até o quarto semestre, os estudantes de ambas as áreas compartilham aulas e atividades, proporcionando um ambiente de aprendizado colaborativo e oportunidades de networking.
Esse modelo permite que os alunos adquiram uma base sólida nas principais disciplinas da comunicação antes de seguirem caminhos específicos a partir do quinto semestre, quando se especializam em suas áreas escolhidas.
A metodologia de ensino da nova Escola de Comunicação do UniFOA é desenhada para impulsionar as chances dos alunos no mercado de trabalho. O foco está no desenvolvimento de competências exigidas pelas empresas, garantindo que os formandos possuam habilidades práticas e teóricas que atendam às necessidades reais do mercado. Formar profissionais completos, capazes de atuar em diversas frentes da comunicação e contribuir significativamente para as empresas e para a sociedade é um dos objetivos da nova Escola de Comunicação.
Com laboratórios de última geração e uma abordagem pedagógica que prioriza a prática, os alunos da nova Escola de Comunicação têm a oportunidade de aplicar seus conhecimentos em projetos reais desde o início do curso. “Queremos que nossos estudantes saiam daqui prontos para enfrentar o mercado de trabalho com confiança e competência”, destaca um dos professores da instituição.
Se você deseja se destacar no mercado de comunicação, a nova Escola de Comunicação do UniFOA é o lugar certo para você. Venha desenvolver suas habilidades em um ambiente inovador, com professores experientes e recursos tecnológicos de ponta. Prepare-se para um futuro brilhante na comunicação, onde teoria e prática caminham juntas para formar os profissionais do amanhã.
Para mais informações sobre a nova Escola de Comunicação e como se inscrever, visite o site do UniFOA www.www.unifoa.edu.br ou entre em contato pelo WhatsApp 24 3340-8445. Não perca a oportunidade de fazer parte dessa revolução no ensino da comunicação!
[elementor-template id="11211"]
Desvendando as Conexões entre a Ciência e a Espiritualidade. Este é o Programa HOLOS que visa integrar, pesquisar e capacitar, correlacionando os estudos científicos com a espiritualidade, independentemente de religião, e alinhando-os com a fé e a saúde global das pessoas.
Idealizado pelos professores Alessandro Orofino e Max Damas, da assessoria da presidência da FOA, o projeto HOLOS, após um estudo aprofundado das práticas e estudos entre Ciência e Espiritualidade no Brasil e no mundo, contará com as práticas mais avançadas nos estudos sobre o assunto. Isso posiciona a instituição entre as poucas que aplicam esse tipo de metodologias.
Os professores Walter Fonseca, Marcilene Fonseca e Sônia Moreira, foram convidados para compor o grupo e concretizar o projeto que se desdobrará em uma série de programas futuros.
A abertura do evento foi marcada pela fala do professor Walter, que destacou a importância de entender e mudar o paradigma científico. "Precisamos adotar uma visão mais integral e holística do ser humano, que inclua a dimensão sagrada e a espiritualidade não-dogmática para a melhoria da saúde", afirmou Walter, ressaltando a necessidade de um novo olhar sobre a relação entre ciência e espiritualidade.
Em seguida, a professora Marcilene abordou os aspectos do projeto, enfatizando as possibilidades e impactos através de ações de pesquisa, aplicações de técnicas e futuros workshops sobre a conexão entre Ciência e Espiritualidade. "Ainda há um vasto campo a ser explorado nas universidades brasileiras para o desenvolvimento pleno desses estudos", destacou Marcilene, sinalizando o potencial de crescimento e inovação acadêmica.
Já a professora e psicóloga Sônia Moreira, demonstrou as correlações entre ciência, cura e espiritualidade em prol do bem-estar e qualidade de vida, tanto para profissionais de saúde quanto para pacientes. "Um novo tempo se aproxima, onde essas conexões serão cada vez mais sinérgicas no pleno desenvolvimento do ser humano", afirmou Sônia, apontando para um futuro onde a espiritualidade será reconhecida como uma dimensão crucial na saúde integral.
Orofino conduziu uma reflexão e uma dinâmica, integrando neurociência, saúde emocional e espiritualidade. "Este momento é crucial para o mercado de saúde, para o mundo atual e seus desafios, e também para as relações dentro da FOA e UniFOA", ressaltou Orofino. "Não existe mais uma divisão entre Ciência e Espiritualidade; elas devem caminhar juntas cada vez mais", concluiu, reforçando a importância da integração dessas áreas.
O evento contou com a presença da reitora do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), professora Ivanete Oliveira, além de pró-reitores, colaboradores, professores e alunos dos cursos da área da Saúde. Todos prestigiaram o início do projeto, que busca alinhar o ecossistema de saúde da FOA
O Programa HOLOS representa um avanço significativo na abordagem holística da saúde, promovendo uma visão integrada e harmônica do ser humano em suas múltiplas dimensões, e posicionando o UniFOA na vanguarda desses estudos.
[elementor-template id="11211"]
Vinte alunos de três universidades da região Sul Fluminense, sendo 13 do curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), tomaram posse na Subcomissão de Defesa dos Direitos Acadêmicos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) - Subseção Barra Mansa/RJ. O objetivo é integrar o estudante à entidade de classe e iniciar a prática para o seu futuro profissional. A comissão aproxima os estudantes da entidade, através do acompanhamento de trabalhos dos advogados, além de cursos e palestras ministrados por profissionais capacitados.
Para o professor e coordenador do curso de Direto, Alan Pançardes, “o estreitamento da instituição com a OAB do Rio de Janeiro, de Volta Redonda e de Barra Mansa é muito importante para o nosso curso e para os alunos. Vivenciar os nossos alunos tomando posse em uma subcomissão da OAB é gratificante, pois estando junto com a advocacia é essencial, uma vez que terão orientações da prática; vão poder acompanhar projetos; mostrar a força do estudante para a OAB, além de levar o nome da nossa instituição”, disse.
Para compor a presidência da Subcomissão, o estudante Wesley César da Silva, que cursa o 6º período de Direito no UniFOA foi escolhido para a função.
“Nós sabe que as paredes acadêmicas nos ensinam a teoria, mas OAB está disposta a passar a prática aos alunos; a aprofundar mais na área que quer seguir, com cursos e palestras, sempre capacitando e aprimorando no dia a dia para o seu futuro profissional. Os alunos da comissão acompanham o trabalho do advogado, tirando-os da zona de conforto. Aqui é para o estudante decidir o que pretende seguir, em área mais específica e o mantendo-o atualizado no mundo jurídico”, resumiu.
Os alunos escolhidos para a comissão são aqueles que se destacam no meio acadêmico, com as notas e participação: “o presidente da OAB escolhe, mas com certeza contamos com a ajuda do UniFOA, através de apoio incondicional. Entramos na Comissão da OAB por mérito de estudo. A permanência vai depender da nova eleição da entidade, mas é certeza que ficaremos até dezembro. Caso o presidente seja reeleito ou um novo dê continuidade aos projetos, vamos permanecer por três anos”, completou Wesley.
O advogado e presidente da OAB-Barra Mansa, Aloizio Perez, que está à frente da entidade há dois mandatos consecutivos, é o responsável pela criação da Subcomissão de Defesa dos Direitos Acadêmicos na entidade, realizada na sua gestão anterior.
“A Subcomissão de Defesa dos Direitos Acadêmicos foi criada com o objetivo de aproximar os estudantes da OAB, porque quando ele termina o curso é bacharel em Direito e não advogado. A prova da Ordem é conhecida como sendo muito difícil e, para facilitar a vida dos alunos, abrimos a portas para os acadêmicos se especializarem, através do conhecimento”, explicou.
Para Aloizio Peres, um dos papéis da entidade de classe é “trazer o conhecimento, abrir as portas para o ensino. O aprendizado não acaba nunca, se eterniza no profissional e, além disso, o Direito é muito dinâmico. Por exemplo, serão ministrados cursos como o Direito Previdenciário, Blindagem de Patrimônio, Processo Penal e Direito Penal, todos com 10 aulas, sempre priorizando temas atuais e que passam por mudanças na legislação. Os estagiários estão com as portas abertas para fazerem parte desses eventos e se profissionalizarem e saírem profissionais melhores ainda”, finalizou.
Cursando o 6º período:
Wesley César da Silva
Alice Vieira
Patrícia Almeida
Alice Gomes
Gabriela Nostório
Luiza Salves
Giovanna Nascimento
Bernardo Frydman
Cursando o 5º período:
Camila Ribeiro
Giovanna Perez
Micael Rodovalho
Ester Martins
Vitória Maria de Souza
Aprendizado e cuidado muitas vezes andam juntos. É o caso de dois eventos que foram realizados no último sábado, dia 25, quando 17 alunos do curso de Engenharia Civil do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), participaram de Projetos Integrados que visam à melhoria da qualidade de vida da população de Pinheiral e que tiveram o acompanhamento de equipes da Prefeitura. São os projetos Saúde Estrutural e Casa dos Sonhos.
As duas visitas técnicas foram orientadas pelo professor Francisco Abreu, que é responsável pela coordenação dos Projetos Integrados e ainda teve a participação da engenheira e egressa do UniFOA, Fernanda Torres Gonçalves Cassavara, que auxiliou na detecção dos possíveis problemas estruturais em marquises vistoriadas. Os dois estudos têm a orientação final do professor José Marcos Rodrigues.
O projeto Saúde Estrutural reuniu os alunos do 7º período, que vistoriaram as marquises da Avenida Nilton Pena Botelho, no Centro comercial do município, para identificar possíveis patologias estruturais, pois é sabido que a manutenção inadequada ou a falta dela podem atingir o sistema estrutural e chegar ao colapso. Foram feitas várias constatações, fotografadas e vistos os detalhes, com tudo anotado.
“O próximo passo é fazer, junto com os alunos, um levantamento de quais as causas que podem ter levado àquele dano na construção e, a partir daí ver quais os ‘remédios’ para sanear as manifestações patológicas da marquise. Depois de encontrar a causa, vamos definir quais as soluções iremos recomendar às autoridades do município para recuperar ou, se for ao caso, demolir a peça. Mas não parece que tenha isso. São manifestações recuperáveis”, explicou José Marcos.
O projeto integrado neste caso, conta ainda com a parceria dos alunos do curso de Jornalismo, que vão produzir um texto sobre o assunto, para ser transformado em uma cartilha com o objetivo de orientar futuramente a população sobre como devem ser tratadas as marquises para evitar que entrem em colapso e possam causar problemas de segurança graves.
O “Casa dos Sonhos” é outro Projeto Integrado, envolveu os alunos do 5º período e consistiu em identificar um terreno não construído na região do bairro Cruzeiro, também em Pinheiral, para criar um projeto de uma área de lazer, oferecendo à comunidade local um diferencial para as suas vidas. O projeto será desenvolvido ao longo dos próximos meses e tem prazo para ser apresentado à Prefeitura, no segundo semestre.
“Neste projeto será feita uma qualificação das áreas identificadas, que em algum momento foram ocupadas aleatoriamente pelos moradores por uma necessidade de habitação, e que agora precisam de atrativos básicos. Serviços que ofereçam benefícios às famílias, crianças, idosos e jovens deixam as pessoas mais engajadas na preservação, manutenção e na defesa do seu bairro”, exemplificou José Marcos.
Sempre há outro curso vinculado e, no caso do Casa dos Sonhos, a parceria é com o Direito, pois no segundo semestre os estudantes vão trabalhar na regularização fundiária do bairro Cruzeiro.
“A ideia é animar os moradores a, inclusive, arrumarem as suas casas e áreas do entorno, sabendo que no bairro existe um lugar de uso comum para trazer uma melhor qualidade de vida”, reforçou Francisco Abreu.
De acordo com o professor Francisco Abreu, todos os cursos de graduação precisam desenvolver Projetos Integrados, que são voltados a interesses sociais da comunidade alvo e vinculando o aluno aos problemas cotidianos da população mais necessitada. Com isso, ele tem um ganho acadêmico e experiência em assuntos para desenvolver uma visão do que é um engenheiro civil e suas várias frentes de trabalho.
A visita técnica feita às marquises do Centro teve a participação da engenheira e egressa do UniFOA, Fernanda Torres Gonçalves, que destacou:
“Entender sobre patologias das construções é essencial para os alunos relacionarem as duas maiores áreas da engenharia: projetos e execução de obras. Lidar com identificação e tratamento de manifestações patológicas exige conhecimento dessas duas grandes áreas, além de um ótimo embasamento teórico. Logo, estimula os alunos a se envolverem com os conteúdos que eles não entendiam tanto, além de como e onde eles iriam utilizar”, afirmou Fernanda.
Formada em 2023, a engenheira civil e egressa Fernanda Torres disse que “se sentiu honrada em ser convidada para mostrar aos alunos a identificação das patologias estruturais das marquises, podendo compartilhar o conhecimento e a experiência adquiridos”.
[elementor-template id="11211"]
O Maio Amarelo é um movimento criado com a finalidade de alertar a sociedade para o alto índice de acidentes no trânsito e suas consequências. No Brasil, as iniciativas de conscientização começaram em 2014, com a união do estado, iniciativa privada e população no propósito de discutir e elaborar estratégias voltadas à segurança e preservação da vida.
Com o objetivo de fortalecer essa campanha, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA+A) da Fundação Oswaldo Aranha (FOA) reuniu funcionários da instituição para um simulado de trânsito no prédio 18 do campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços. A proposta teve adesão da Liga de Primeiros Socorros, do curso de Ed. Física do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), para orientar sobre como agir corretamente caso presenciem um sinistro de trânsito, com o passo a passo para esse tipo de situação.
De acordo com o levantamento da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o número de vítimas fatais em acidentes nas rodovias federais brasileiras em 2023 foi o maior dos últimos seis anos. O total de vidas perdidas chegou a 5.621, um aumento de 3,34% em relação ao registrado em 2022.
O registro de acidentes também subiu de 64.547 para 67.658, tal qual a quantidade de feridos, que teve alta de 72.971 para 78.322.
Além das campanhas chamarem a atenção para ações que garantem a segurança no tráfego de veículos e pedestres, elas refletem sobre a Lei de Omissão de Socorro. O art. 135 da Lei no 2.848 do Código Penal Brasileiro explica que é crime qualquer cidadão, envolvido no acidente ou apenas testemunha, deixar de prestar assistência ou pedir socorro, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à pessoa ferida ou em grave e iminente perigo.
“O propósito dessa atividade é justamente explicar cada atitude correta a ser tomada ao prestar atendimento em um acidente de veículos ou pedestres. É fundamental, até por questões atreladas à cidadania do indivíduo, saber lidar com esse tipo de incidente para que se garanta a segurança das vítimas”, enfatizou Juliano Sá, presidente da CIPA+A.
Rodolfo Silva, professor do curso de Educação Física e presidente docente da Liga de Primeiros Socorros, explicou os cinco passos essenciais para prestar ajuda ao presenciar um acidente.
1º Passo: Sinalizar o local, com um objeto nitidamente visível, para que se evite novas fatalidades. A distância necessária depende da velocidade da via.
Por exemplo, se a velocidade máxima permitida for de 40 km/h, a sinalização deve ser colocada a 40 metros da cena. Em casos de condições adversas ao trânsito, deve-se dobrar a distância em relação à velocidade da via.
2º Passo: Conferir a responsividade da vítima, realizando as principais perguntas do SAMPLA (história resumida sobre o paciente). As respostas devem ser aos sintomas, alergias pré-existentes, medicamentos utilizados anteriormente e aos líquidos ou substâncias ingeridas previamente.
3º Passo: Caso a vítima esteja inconsciente, verificar os sinais vitais na região do pulso carotídeo. É preciso colocar os dedos indicador e médio na região do pescoço próxima ao músculo da mandíbula.
Se houver sinais de vida, ela deve ser colocada, delicadamente, de forma lateral. O motivo é que quando ficamos em decúbito dorsal, deitados paralelamente ao chão, incluindo a parte da cabeça, a língua pode começar a obstruir as vias respiratórias, causando falta de ar.
4º Passo: Chamar socorro médico especializado, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), pelo número 192.
5º Passo: Caso se identifique que a vítima está em parada cardiorrespiratória, deve-se colocar em prática o CAB nos primeiros socorros, onde C = compressões torácicas; A = abertura das vias aéreas e B = ventilar. A reanimação deve ter início com 30 compressões. A avaliação secundária no atendimento do politraumatizado consiste em um exame físico completo (crânio-caudal) e uma história resumida sobre o paciente (história SAMPLA), seguidas da liberação das vias aéreas, para serem realizadas duas respirações boca a boca de um segundo cada.
OBS: Em cenários mais graves, o 4º passo pode ser antecipado para a preservação das vidas dos acidentados, por conta da urgência e ajuda especializada. Pode ser acionado o Corpo de Bombeiros, pelo telefone 193.
Rodolfo também ensinou algumas técnicas aplicadas em casos de hemorragia, como a realização de um torniquete. Ao utilizar um tecido liso e limpo, de preferência uma atadura, é preciso cobrir a região do ferimento ou um pouco acima, realizando uma volta com os dois lados do curativo seguidos de um nó. Em cima dele, coloque um objeto sólido para exercer pressão no local, dê outra volta e faça outro nó. Para finalizar, gire o item até fixá-lo sem que saia do lugar:
“Essa ação é fundamental para mostrar aos funcionários quais medidas devem ser tomadas em casos de sinistros de trânsito. Dessa forma, eles conseguem ter clareza como agir em uma situação complexa como essa, que às vezes pode causar até insegurança sobre quais ações precisam ser feitas para preservar a vida de todos”, explicou Rodolfo, sobre os impactos da ação ao esclarecer o passo a passo dos primeiros socorros em fatalidades no trânsito.
Após serem conscientizados com essas orientações, todos os funcionários colocaram em prática cada um dos ensinamentos transmitidos. Arnaldo Cesar, funcionário do setor de Eventos, declarou que o simulado superou as expectativas, por toda a participação e envolvimento promovido na ocasião:
“A metodologia prática utilizada, com demonstrações ao vivo e participação ativa do público, contribuiu significativamente para a compreensão e memorização das técnicas apresentadas. Para ser sincero, fiquei surpreso positivamente pelo sucesso da atividade, pois ela me fez sentir mais confiante e preparado para agir em situações reais de emergência”.
[elementor-template id="11211"]
A segunda edição da ExpoFit - Exposição dos cursos de Design e Nutrição, foi realizada na última quarta-feira (22), atraindo cerca de 300 visitantes, entre estudantes, professores e funcionários, interessados em conhecer e degustar quatro produtos alimentícios inéditos e elaborados em sua totalidade por alunos dos dois cursos. O evento foi realizado durante a noite, no Centro Histórico Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em Três Poços.
Nos estandes estavam expostos os produtos que foram criados segundo o Projeto Interdisciplinar, cuja proposta foi lançar um produto alimentício na categoria ‘extensão de linha horizontal’ de uma marca já existente, mas que não tinha ainda essa linha de produto. Foram confeccionados biscoitos, barra de cereal, muffin (bolo), e alfajor (doce argentino). O Design fez a extensão das marcas, a aplicação em embalagens e das peças publicitárias, e a Nutrição desenvolveu rótulos e produtos, com aproveitamento total dos alimentos.
As professoras responsáveis por todo o projeto são Patrícia Rocha, da disciplina Produção Gráfica (Design), com 42 alunos participantes, e Kamila Nascimento, das disciplinas Bromatologia e Tecnologia de Alimentos (Nutrição), com 15 alunos. Os 57 estudantes dos dois cursos se dividiram em quatro grupos e trabalharam com o objetivo de criar uma produção real para o mercado, além de vivenciar uma ação verdadeira, como se fossem profissionais. A preparação da ExpoFit 2 levou cerca de dois meses.
“Para os docentes, é válida a experiência de realizar um projeto interdisciplinar, pois a proposta visa a colocar o aluno em uma situação bem realista de trabalho, com a produção dos alimentos e toda a parte gráfica dos produtos. Através da exposição, o estudante vai ter esse aprendizado único, que somente em sala de aula não conseguiria. Por isso a proposta foi transformada em Projeto Interdisciplinar”, salientou Patrícia.
Embalada no sucesso da primeira edição do projeto, feita no ano passada, a professora Kamila contou que “os alunos da Nutrição pedem para fazer parte, tanto que, no próximo, terei que colocar os 4º e 5º períodos, aumentando a participação. Com toda autonomia para trabalhar, eles conseguem aplicar a pesquisa, desenvolver o produto e manter a relação interpessoal, pois neste conteúdo precisam se ajustar, encontrar o ponto harmônico e vivenciar como se fossem profissionais”, explicou.
De acordo com o coordenador do curso de Nutrição, Alden dos Santos, na primeira ExpoFit realizada em 2023, o curso de Design desenvolveu embalagens como parte de avaliação de uma disciplina e convidou o curso de Nutrição para complementar a tabela nutricional dessas embalagens. A primeira exposição deu tão certo, que as organizadoras optaram por fazer a segunda edição em um espaço maior.
“Na primeira versão, elaboramos o conceito de alimentos fit e, nesta edição, foi trabalhado o aproveitamento integral do alimento, que é a sua utilização de forma completa e não dispensa a casca, onde existem muitos nutrientes, sem confundir com o reaproveitamento, pois não foram usadas sobras de produtos”, afirmou Alden, acrescentando que “o grupo melhor avaliado será premiado com brindes. Mas a rica experiência de participar de um projeto tão real é um ganho para todos os envolvidos”.
Durante a avaliação, os professores do curso de Design analisaram a embalagem (aplicação da cor, se está de acordo com a linha de alimentos e se seguiu a mesma identidade visual da ‘marca mãe’); cartaz de divulgação do produto; arte para outdoor; uma mídia alternativa (que seja inovadora), além do estande e display de mesa, onde ficaram expostas as embalagens.
No curso de Nutrição, a avaliação dos professores levou em conta o aspecto sensorial, como sabor, aroma, textura, aparência; a lista de ingredientes da embalagem, para ver realmente teve o aproveitamento integral dos alimentos, além da tabela nutricional, que precisa estar dentro da legislação atual e é muito importante para o consumidor que adquire o produto.
O grupo vencedor vai ser conhecido durante a entrega dos prêmios, que será feita pelo presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Eduardo Prado, e pela reitora do UniFOA, Ivanete Oliveira, em data a ser marcada posteriormente.
A aluna do 3º período de Design Beatriz Perina, de 19 anos, afirmou que todo o processo - entre encontros, reuniões e produção -, foi demorado. “São muitos detalhes que precisamos ficar atentos, mas é gratificante ver tudo feito e montado. Aprendemos muito, como fotografar, montar cartaz, planejar a mídia alternativa, montar embalagens, coisas que geralmente não fazemos. Valeu muito à pena”, garantiu.
Para a aluna Laura Machado, 20 anos, que está no 4º período de Nutrição, a experiência foi maravilhosa. “Em sala de aula temos contato com os produtos, mas não dessa forma, quando precisamos desenvolver um produto, montar a tabela nutricional, além do aproveitamento total dos alimentos. Foi proveitoso trabalhar em grupo e sair da zona de conforto, passando a lidar com pessoas de outro curso, tendo desafios e aprendendo juntos, porque sozinho ninguém chega a lugar nenhum”, ressaltou.
[elementor-template id="11211"]
A escala cromática de cores é uma representação sequencial das cores de forma contínua, abrangendo todas as variações de matizes entre as cores primárias e secundárias. Esse recurso apresenta-as de maneira linear ou gradual, permitindo visualizar as transições suaves entre tons adjacentes.
Na prática, essa ferramenta é essencial para criar paletas de cores, definir gradientes ou entender a interação entre diferentes tonalidades. Ela é fundamental em diversos campos, como design gráfico, pintura e fotografia, auxiliando na escolha e combinação de tons de forma harmoniosa.
Dentro desse contexto, os estudantes do 2º período do curso de Design do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) desenvolveram uma escala cromática durante as aulas da disciplina de Estética de Cor, ministrada pela professora Patrícia Rocha. Divididos em duplas, os alunos utilizaram esse material como base para a elaboração de marcas de um perfume feminino.
Os resultados desse trabalho serão apresentados em uma exposição no início de junho, no prédio 9 do campus Olezio Galotti, em Três Poços, como fechamento da atividade.
A partir da escala cromática, os discentes criaram uma paleta de cores para ser aplicada nas marcas do produto, desde a sua divulgação até a embalagem. A paleta é usada para transmitir uma ideia ao público-alvo, concretizando a identidade visual do produto.
Cada dupla escolheu duas cores complementares para desenvolver a marca do perfume. Essas cores, quando combinadas, criam um contraste intenso e se destacam. Diferentes combinações de tons evocam diferentes sensações no público. Por exemplo, verde e azul podem sugerir frescor e naturalidade, enquanto vermelho e amarelo evocam energia e excitação.
A professora Patrícia Rocha explica que sempre busca transmitir os conhecimentos da disciplina de forma divertida e interativa, incentivando a participação ativa dos estudantes. “São vários tipos de escala que eles aprendem, uma delas foi a Escala Pantone. Nessa aula, vim com uma blusa de uma cor dessa escala e lancei o desafio para eles descobrirem, com a escala na mão, qual era o pantone da minha camisa. Foi uma aula muito animada e engajada”, relatou.
Patrícia também incentiva atividades oriundas dos próprios discentes, como a análise do humor da turma pela vestimenta. “Algumas vezes, peço para os alunos irem com a blusa da cor preferida para montarmos e analisarmos a paleta da turma naquele dia. Em seguida, elaboramos a psicodinâmica das cores para entender o humor da classe, compreendendo o que cada tom representa e qual mensagem está sendo transmitida.”
Ao longo das aulas, os acadêmicos aprendem na prática a porcentagem necessária de cada cor primária para produzir as cores secundárias, terciárias e as demais do círculo cromático, além de trabalharem com cores análogas e complementares. Esses conceitos são a base para a produção de um design harmonioso, seja em um cartaz ou na criação de uma marca.
Giovanna Silva, estudante do 2º período, expressou sua satisfação com a disciplina. “Eu gosto muito da disciplina pela conexão forte apresentada entre a prática da arte e o Design. As aulas são bem interativas e repletas de atividades, tanto na parte teórica quanto na prática. Dessa forma, é possível absorver os conhecimentos de maneira leve e divertida”, afirmou.
Com iniciativas como esta, o curso de Design do UniFOA continua a promover um aprendizado dinâmico e prático, preparando seus estudantes para os desafios do mercado de trabalho com criatividade e competência.
[elementor-template id="11211"]
Os estudantes dos cursos de Publicidade e Propaganda e Design do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) acompanharam uma palestra transformadora para a expansão de horizontes e conhecimentos acadêmicos. Na apresentação com o tema “Inteligência Artificial: o futuro do e-commerce com Print on Demand”, com Matheus Albuquerque, egresso de Publicidade e Propaganda, ele esclareceu os principais conceitos do print on demand, os impactos nos próximos anos para o e-commerce e como ele pode ser potencializado pelo uso da IA como ferramenta.
Matheus atualmente trabalha como coordenador de Marketing e Aquisição na empresa Montink, cargo diretamente relacionado a experiência do cliente. Ele também tem vasta experiência em fotografia e photoshop, com reconhecimento e premiações recebidas de empresas internacionais, como a Adobe, uma das empresas mais respeitadas do ramo.
O egresso explicou que o print on demand, ou impressão sob demanda, é um modelo de negócios em que os produtos entram para a linha de produção apenas quando há uma demanda do cliente, ou seja, somente depois que é realizada a compra do produto. Quando os pedidos são recebidos, um fornecedor terceirizado organiza e executa a confecção das mercadorias e envia diretamente aos clientes.
Dessa forma, a empresa que optar por esse caminho poderá vender online sem qualquer estoque de produtos personalizados. Essa é uma modalidade de negócio que já está bastante consolidada nos Estados Unidos e na Europa, e nos últimos anos vem crescendo muito, não só no Brasil, como também em vários outros países.
Para se ter ideia da evolução atual e futura desse mercado, segundo dados do relatório da Grand View Research, publicado em 2023, a projeção do valor total dessa indústria no mundo em 2024 é de 9,81 bilhões de dólares. Ainda de acordo com a pesquisa, a expectativa é que, até 2030, o valor desse mercado apresente uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 26,1%, alcançando os US$ 39,4 bilhões:
“Conseguimos transformar milhares de vidas nesse campo do empreendedorismo, por isso é um mercado fantástico. Palestrar aqui nessa noite e transmitir uma gama de conhecimentos sobre uma área que eu tenho prazer de trabalhar e que cresce exponencialmente é gratificante, pois sinto que, dessa forma, consigo inspirar novos profissionais para ascenderem em suas carreiras”, declarou o egresso, expressando satisfação e sentimento de dever cumprido pela palestra.
Matheus também discorreu acerca da inteligência artificial ser uma ferramenta imprescindível na aplicação desse empreendimento. Ele pontuou que a IA é uma aliada em vários processos, sobretudo em fases como na criação de conteúdo da empresa, da elaboração do design e quanto à divulgação dos produtos e promoções de uma loja, por exemplo:
“Nesse caso você pode criar estampas com a inteligência artificial rapidamente, por exemplo. Antigamente, vários empresários ficavam perdidos na hora da criação de arte relacionada ao uso de photoshop e entre outros recursos de montagem. Agora, é possível agilizar essa etapa do processo de divulgação e até mesmo produção dentro do print on demand utilizando a IA”.
Ao longo da palestra ainda acrescentou que, dessa maneira, as empresas também podem criar calendários editoriais para mais organização no planejamento de projetos em vigor e de empreitadas futuras. Nessas situações, a aplicação efetiva dessa tecnologia pode poupar muito tempo e recursos das instituições em etapas da fabricação e propaganda de cada produto.
Além disso, o egresso quis ministrar uma palestra leve e inspiradora. Durante toda ocasião, buscou encorajar cada estudante a sempre participarem de iniciativas acadêmicas, procurar oportunidades em organizações renomadas e sempre se atualizarem sobre as novas tendências do mercado, sobretudo quanto às principais exigências atuais das suas áreas de atuação:
“Com a palestra eu consegui ter mais um feedback interno de como é o mercado e os caminhos que eu posso seguir. Me senti incentivado a buscar novas jornadas e estar sempre com a mente aberta às diversas oportunidades”, relatou Carlos Roblynsson, estudante do 5º período de Publicidade e Propaganda.
[elementor-template id="11211"]
Copyright © – UniFOA | Todos os direitos reservados à Fundação Oswaldo Aranha