Alunos do curso de Medicina debateram, estudaram e realizaram trabalhos de conscientização, durante vários meses, sobre a nomofobia (neologismo de “no mobile” phobia), que pode ser traduzido como o medo de ficar sem o aparelho celular, sem acesso à tecnologia, de não estar conectado. É considerado um transtorno psicológico pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas muitos médicos atendem em seus consultórios como se fosse uma doença, tal a gravidade de alguns sintomas. 

Diante dessa realidade, o professor do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), Luiz Bernardo Curvo, iniciou o trabalho com a 77ª turma da graduação, através do Project-Based Learning (PjBL), uma metodologia de ensino que utiliza projetos práticos para engajar os alunos em aprendizagem ativa, focando no desenvolvimento de habilidades como resolução de problemas, pensamento crítico e trabalho em equipe. 

“Dessa forma, os estudantes aprendem aplicando conhecimentos teóricos em situações reais. Grande parte das atividades foi realizada no semestre passado, mas nas próximas semanas organizaremos as ações que deverão ser desenvolvidas durante as férias e ao longo do próximo semestre. Estas atividades devem contemplar trabalhos artísticos para sensibilização dos demais alunos da Instituição, através de miniexposições e de um livro sobre Nomofobia”, explicou. 

A nomofobia é tratada como um transtorno de ansiedade e classificado como transtorno fóbico-ansioso – CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde) da Psicologia. Esse distúrbio é caracterizado por medo intenso e irracional de objetos ou situações específicas, levando à evitação e ansiedade significativa. No caso da nomofobia há medo e sofrimento em ficar afastado do celular. 

“O tratamento inclui, entre outras abordagens, a terapia cognitivo-comportamental, usados para aplacar a ansiedade. Além disso existem aplicativos de controle podem ajudar na gestão do uso do celular, mas a nomofobia pode estar associada a outros transtornos e a questões individuais que vão além do uso deste”, salientou Luiz Bernardo, sugerindo que cada caso é estudado individualmente.  

  

Como reconhecer e tratar a nomofobia  

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano passado, 160,4 milhões de pessoas tinham aparelho de telefone celular para uso pessoal no Brasil, 86,5% da população com 10 anos ou mais. Os smartphones agora são nossos companheiros no trabalho, na vida social, no lazer e até mesmo no âmbito familiar. Jovens adultos, entre 18 e 24 anos, tendem a ser os mais viciados em seus celulares, com 77% incapazes de permanecer separados por mais de alguns minutos, e aqueles com idade entre 25 e 34 anos, seguidos por 68%. 

A nomofobia, ainda segundo as estimativas, atinge uma média de 66% de todos os adultos, que sofrem com o medo irracional de ficar sem o seu celular ou ser impedido de usá-lo por algum motivo, como uma bateria fraca. Por isso, ficar longe do celular ou de outra forma de comunicação, ocasiona o medo de estar perdendo algo importante ou de não conseguirem fazer contato, em caso de emergência. É assim que surge a sensação do transtorno da nomofobia.   

Nos consultórios médicos especializados existem testes que ajudam a avaliar o grau de dependência do celular ou da internet. Através das análises das respostas será possível compreender o nível de pendência e a diminuição gradativa do uso do celular vai ajudar no controle dessa ansiedade e sofrimento. Por exemplo, não usar nos primeiros 30 minutos após acordar e nos últimos 30 minutos antes de dormir, além de desligar o aparelho durante a noite. 

O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) alcançou um marco histórico ao conquistar a nota máxima, 5, na avaliação do Ministério da Educação (MEC). Este resultado ressalta a excelência acadêmica e o compromisso da instituição com a qualidade do ensino superior no Brasil. 

A reitora do UniFOA, Professora Ivanete Oliveira, ao comentar sobre o relatório do MEC, destacou: “Ele se constitui em uma celebração da educação democrática, inclusiva, transformadora e, acima de tudo, de qualidade que a nossa instituição oferece”. Ela acrescentou que a nota 5 reflete não apenas o amadurecimento acadêmico, mas também a contínua necessidade de evolução da instituição: “Esse conceito deve refletir diariamente a excelência dos nossos processos de ensino, pesquisa e extensão, garantindo que a qualidade ofertada aos nossos estudantes se traduza em contribuições significativas para a sociedade”.

O conceito máximo obtido pelo UniFOA no processo de recredenciamento institucional presencial realizado pelo MEC representa uma conquista significativa tanto para a comunidade acadêmica quanto para a cidade e a região. Este resultado confirma o compromisso contínuo com a excelência educacional e a dedicação de docentes, discentes e gestores em manter um ambiente de aprendizagem de alta qualidade. Além disso, fortalece a reputação do UniFOA como uma instituição de ensino superior de referência, atraindo novos estudantes e profissionais qualificados, potencializando ainda mais o desenvolvimento intelectual e profissional dos alunos.

O processo de recredenciamento é conduzido pela Secretaria de Regulação e Supervisão do Ensino Superior (SERES), e a avaliação, que resulta no Conceito Institucional (CI), é realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Este processo envolve a verificação do cumprimento das exigências legais e de excelência operacional, abrangendo cinco eixos: planejamento e avaliação institucional, desenvolvimento institucional, políticas acadêmicas, políticas de gestão e infraestrutura.

A obtenção do conceito máximo demonstra que o UniFOA não só atendeu às exigências legais de funcionamento, mas também superou as expectativas em termos de qualidade educacional. Isso indica que a instituição está comprometida em promover melhorias contínuas em todas as áreas avaliadas, assegurando que seus processos pedagógicos, administrativos e estruturais sejam constantemente aperfeiçoados. 

Para a cidade e a região, a obtenção do conceito máximo pelo UniFOA é um marco que impulsiona o desenvolvimento socioeconômico local. A presença de uma instituição de ensino superior altamente reconhecida contribui para a formação de profissionais capacitados que podem atuar em diversas áreas, promovendo inovação e progresso. Além disso, a valorização da instituição aumenta a atratividade da região para novos investimentos e parcerias, beneficiando a comunidade como um todo.

A Professora Ivanete Oliveira, doutora na área de educação com foco em políticas públicas, definiu uma tríade como diferencial para essa conquista: “A gestão colegiada, a valorização da docência e o protagonismo estudantil têm sido premissas fundamentais da equipe diretiva do UniFOA, viabilizando a formação de pessoas capazes de contribuir de forma diferenciada para o desenvolvimento econômico e social”. Ela concluiu destacando que esta nota é um resultado concreto do esforço coletivo de toda a comunidade da FOA/UniFOA, materializando também o sonho de um futuro promissor. “Agradecemos o apoio irrestrito da Presidência da FOA e dos Conselhos da Mantenedora para fazer com que o UniFOA se destaque como exemplo de grandes conquistas locorregionais”.

Com esta realização, o UniFOA reafirma sua missão de ser um centro de referência no ensino superior, contribuindo significativamente para o desenvolvimento educacional e social do Brasil.

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Em 25 de maio, o Brasil celebra anualmente o Dia Nacional da Adoção, uma data que busca conscientizar a sociedade sobre a importância e o impacto positivo da adoção na vida de crianças e adolescentes. Instituída oficialmente em 2002, a data é um momento crucial para refletir sobre os desafios e avanços no processo de adoção no país. Em 2023, quase 4 mil crianças ainda esperavam por uma família, sendo que a maioria tinha mais de cinco anos de idade.  

 A adoção é um ato que garante a crianças e adolescentes o direito a um lar amoroso e a convivência familiar. Além do Dia Nacional da Adoção, em 31 de maio de 2022, foi aprovado o projeto de lei que institui a Semana Nacional da Adoção, ampliando ainda mais o espaço para o debate e conscientização sobre o tema.  

 Ainda existem muitos mitos e preconceitos sobre a adoção. Muitas pessoas enxergam a adoção como uma forma de atender ao desejo de adultos de terem filhos, quando na verdade, trata-se de garantir o direito de crianças a uma família. A legislação brasileira estabelece a adoção como um direito à convivência familiar, uma ação que deve ser debatida para esclarecer dúvidas e romper com paradigmas conservadores.  

 O Grupo de Apoio à Adoção de Volta Redonda (GAAVR), em parceria com o curso de Serviço Social do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), desempenha um papel fundamental nesse processo. A participação em grupos de apoio à adoção é uma etapa essencial para a habilitação de adotantes, conforme o artigo 197-C do Estatuto da Criança e do Adolescente. Esses grupos são canais de comunicação, aprendizado e troca de experiências que promovem a adoção como uma forma de garantir proteção e convivência familiar para crianças e adolescentes que não podem viver com suas famílias biológicas.  

“Esse grupo, na verdade, ele tem o objetivo de fortalecer a compreensão do que é adotar para que as famílias que desejem adotar estão em processo de adoção ou que já adotaram, elas possam lidar com todas as questões que vão aparecer nesse processo de convivência”, comentou a professora Daniele Do Val. 

 O projeto de extensão do curso de Serviço Social do UniFOA, em conjunto com o GAAVR, visa fortalecer a parceria para contribuir com o debate sobre a adoção, refletir sobre seu significado, esclarecer os ritos processuais e conscientizar sobre o direito à convivência familiar de crianças e adolescentes.  

 Os assistentes sociais são profissionais essenciais nesse processo, responsáveis por habilitar pretendentes à adoção através de estudos sociais que avaliam a capacidade e o preparo dos futuros pais. Esses profissionais, em colaboração com psicólogos, prestam assessoria técnica ao Juiz da Infância e desenvolvem um trabalho que promove a constituição de famílias substitutas por meio da adoção.  

  

A Origem do Dia Nacional da Adoção  

O Dia Nacional da Adoção foi celebrado pela primeira vez em 1996, durante o I Encontro Nacional de Associações e Grupos de Apoio à Adoção. Tornou-se uma comemoração oficial no Brasil através da Lei nº 10.447, sancionada em 9 de maio de 2002, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Esta data serve como um chamado à reflexão e conscientização sobre a importância da adoção, destacando o número considerável de crianças que ainda aguardam por uma família.  

 Em 31 de maio de 2022, foi aprovado o projeto de lei (PL 3.537/2021) que institui a Semana Nacional da Adoção, reforçando ainda mais a importância desse tema na agenda nacional. Durante essa semana, diversas atividades e debates são promovidos para chamar a atenção da população para a realidade da adoção no Brasil e incentivar ações que facilitem o processo.  

 A adoção é um gesto de amor que transforma vidas. Com iniciativas como as do UniFOA e do GAAVR, é possível avançar na conscientização e no apoio a famílias que desejam adotar, garantindo que cada vez mais crianças e adolescentes tenham a oportunidade de crescer em um lar amoroso e seguro. 

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A Fundação Oswaldo Aranha (FOA), por meio do presidente Eduardo Prado, foi destaque na abertura da 1ª Conferência Municipal e Regional de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, promovida pela Secretaria Municipal de Saúde de Volta Redonda (SMS) e que reuniu cerca de 200 pessoas, entre profissionais, usuários e gestores do  Sistema Único de Saúde (SUS) dos municípios que formam a região do Médio Paraíba. O evento foi na última sexta-feira (7), no auditório do Centro Universitário Geraldo Di Biase (UGB), no bairro Aterrado.

Os trabalhos e debates se estenderam durante a noite de sexta e no sábado (8), sobre o tema “Democracia, Trabalho e Educação na Saúde para o Desenvolvimento: Gente que faz o SUS Acontecer”, definido durante a 4ª Conferência de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (CNGTES). O objetivo principal é a valorização dos trabalhadores do SUS, através da conquista dos seus direitos no trabalho, além do reconhecimento desse profissional que faz o SUS acontecer, por meio da atenção aos usuários dos serviços.

A secretária de Saúde de Volta Redonda e presidente do Conselho de Secretarias Municipais do Estado do Rio de Janeiro (Cosems-RJ) e da Assembleia de Gestores do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Paraíba (Cismepa), Maria da Conceição de Souza Rocha defendeu os diálogos entre os responsáveis pelo quadrilátero ensino, serviço, gestão e controle social, para que a saúde tenha a atenção devida.

“Precisamos de ver a Saúde de maneira mais integrada, eficiente e qualitativa, para que possamos atender às necessidades vigentes do SUS, que é a maior escola de saúde do mundo”, ressaltou Conceição, reforçando que a conferência leva em conta a Política Nacional de Educação Permanente (Pneps).

Em seu discurso, o presidente da FOA, Eduardo Prado, agradeceu ao convite para participar dessa importante conferência e afirmou que entende que as dificuldades enfrentadas pela prefeitura no início deste governo estão muito ligadas ao que foi debatido: gestão de trabalho e educação em saúde.

“É necessário melhorar o processo na área do trabalho, pois a consequência é o avanço na assistência ao cidadão que busca pelo atendimento na saúde. Falo isso não só como presidente da FOA, mas já fui subsecretario de saúde do município de Rio Claro e naquela oportunidade pude participar de debates sobre o assunto e entender a importância da enfermagem no processo das políticas públicas da atenção à saúde”, contou.

Ainda de acordo com Eduardo Prado, a FOA, na busca dessa excelência na Saúde, entendeu que precisava criar um curso técnico na área de enfermagem para poder ajudar o município e as pessoas. Esses técnicos irão somar aos que fazem as graduações de Enfermagem, Medicina e Nutrição no Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), complementando a educação em saúde da fundação.

“A fundação quer mostrar o quanto é importante a Educação estar ligada à área de Saúde, fazendo a diferença no dia a dia das pessoas. E esse processo ficará mais completo pois em breve, muito breve, contará com duas unidades hospitalares – que são o antigo Centro Médico e o hospital Hinja. A FOA está trabalhando para a aquisição desse hospital, que vamos divulgar quando tudo estiver resolvido”, anunciou, para surpresa e aplausos de muitos presentes.

Ainda de acordo com o presidente, “vamos entrar firme na questão da saúde junto com o município de Volta Redonda, pois temos uma parceria valiosa não só com o prefeito Neto, mas com todas as áreas de desenvolvimento como educação, transporte, segurança pública, porém em especial a área de saúde, pois foi daí que nasceu a FOA, que teve a Medicina como seu primeiro curso. Podem contar com a FOA, UniFOA e, em breve, com o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha para trabalhar em prol da saúde de Volta Redonda e de outros municípios vizinhos”, garantiu.

 

Conferência: caminhos para a conquista do trabalho e educação na Saúde

O evento, que pretende conquistar o fortalecimento do controle social como espaço de discussão em torno das políticas voltadas para a valorização das trabalhadoras e trabalhadores da área da saúde, tem como meta implementar a ações que visem equidade, além do acesso da população às ações, serviços de saúde e o cuidado de forma integral. Alunos, tutores e coordenadores do Pet Saúde também participaram dessa conferência.

A coordenadora de Educação Permanente em Saúde do Estado do Rio de Janeiro, Adriana Justo, esclareceu que “essa discussão é fundamental e deve envolver todos os atores que fazem o SUS acontecer, significando melhoria no atendimento aos usuários e evitando a rotatividade dos profissionais, aumentando o comprometimento”.

A superintendente Estadual do Ministério da Saúde, Maria Aparecida Diogo Braga, a Cida Diogo, explicou que fez questão de participar da abertura do evento, pois considera de vital importância “a valorização dos profissionais que atuam no SUS e a discussão de forma participativa sobre a gestão do trabalho. É um grande passo para garantir atenção mais eficiente ao usuário”.

Em seguida, a conferência deu lugar ao debate “Democracia, Trabalho e Educação na Saúde para o Desenvolvimento: Gente que faz o SUS Acontecer”. Durante o sábado foram discutidos e analisados os seguintes temas: “Democracia, controle social e  o desafio da equidade na gestão participativa do trabalho e da educação em saúde”; “Trabalho digno, decente, seguro, humanizado, equânime e democrático no SUS: uma agenda estratégica para o futuro do Brasil”, e “Educação para o desenvolvimento do trabalho na produção da saúde e do cuidado das pessoas que fazem o SUS acontecer: a saúde da democracia para a democracia da saúde”.

Participaram ainda da mesa de abertura da conferência: a presidente do Conselho Estadual de Saúde, Daniele Moreti; o representante regional do mesmo conselho, Jayme Filho; a presidente da Comissão Intergestores Regional (CIR), Sônia Regina de Paula; a presidente do Conselho Municipal de Saúde de Volta Redonda, Maria do Carmo Carbogim; a representante da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde, Joseana Aparecida Duarte, e a pró-reitora de Assuntos Acadêmicos do UGB, Elisa Ferreira Silva de Alcântara.

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Alunos, funcionários e professores participaram da Aula Magna do curso de Design, no último dia 29, realizada no campus Olezio Galotti do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), que contou com a palestra do egresso Lucas de Britto, que generosamente compartilhou os conhecimentos adquiridos em sua carreira de sucesso - entre agências de publicidade, empresas, shows, eventos internacionais -, e atualmente desenvolve suas habilidades como design de marca do banco Itaú.

De acordo com a professora e coordenadora do curso de Design, Aline Botelho, a Aula Magna é idealizada todo primeiro semestre da graduação, sempre explorando temas de grande relevância para os estudantes, trazendo um conhecimento a mais aos futuros profissionais. Antes da aula magna, Lucas de Britto participou de um podcast sobre a carreira de design e foi entrevistado nos Estúdios FOA.

“Este ano, o nosso palestrante é egresso do curso, que já veio outras vezes colaborar com a sua experiência de sucesso, mas desta vez mostrou que o design tem várias oportunidades para ingressão no mercado de trabalho. Geralmente, os alunos iniciam o curso pensando no gráfico, no digital e nos produtos e só descobrem que possuem uma gama de oportunidades quando chegam ao mercado”, explicou.

Formado em 2015, Lucas de Britto explicou que o Design é uma disciplina bastante nova no Brasil e, por isso, muitos têm uma visão limitada do que um profissional pode fazer e atuar. Ele mostrou as possibilidades de carreira com três cenários: em agência; no mundo corporativo e em setores de marketing.

“A ideia foi ampliar o repertório desses alunos e apresentar onde podem atuar no mercado de trabalho. Não é porque sou um designer que vou trabalhar apenas em agências de publicidade. A graduação do UniFOA me proporcionou muita bagagem para iniciar no mercado, pois já na primeira semana de faculdade tive uma aula no Estúdio de Design que abriu minha cabeça. E quero passar isso para os alunos sobre os desafios da carreira”.

Como crescer na carreira de Design

Para explicar os passos necessários para alcançar o sucesso na carreira, Lucas de Britto contou que iniciou em uma agência, mas em seguida foi trabalhar em setor de marketing de empresas, passando por vários setores até chegar em uma área de marketing diferente, atuando hoje como design de apenas uma marca.

“Minha atuação é cuidar da parte visual, de branding (que trata das estratégias de gestão de uma marca para torna-la mais conhecida, agregando valor e fazendo com que seja cada vez mais desejada) e quando estava na graduação nem imaginava que essa possibilidade existia. Trabalho com uma marca, mas tenho um mundo para explorar, apesar de não parecer”, salientou.

Traçando um paralelo com a sua carreira, a ideia foi mostrar como o profissional pode crescer nesse meio, pois as possibilidades são muitas, como por exemplo o design que é freelancer e não está ligado a nenhuma empresa e tem uma gama de clientes.

“Existe ainda o estúdio de design, onde há a chance de se associar a outros designers e que está em alta atualmente. O mercado corporativo tem tido um crescimento significativo”, apontou.

O aluno do 4º período do curso de Design, João Pedro Olegário Paiva, revelou que “a perspectiva é muito boa em relação ao mercado de trabalho, porque recebemos mais informações a cada ano e acompanhamos o crescimento da tecnologia, que acaba facilitando o trabalho do design e a sua consequente entrada no mercado de trabalho. O UniFOA está sempre oferecendo aos alunos palestras, workshop, seminários e outras formas de manter a atualização dos cursos”.

Já a aluna Ana Luiza Cardoso Alves, do 5º período, afirmou que as palestras são importantes: “em sala vemos alunos que ainda não sabem qual área escolher ou ainda que vêm apenas a parte do design gráfico e o curso do UniFOA oferece outras opções. O leque é muito maior do que a gente pensa e o melhor é ter contato com uma pessoa que já viveu o profissionalismo em várias áreas, passando para a gente e abrindo a mente de todos”, frisou.

Bianca Lopes, funcionária do Marketing do UniFOA, não perdeu a chance de adquirir mais conhecimento na área: “O Lucas tem um portfólio maravilhoso, com experiências admiráveis e ter a oportunidade de ouvir um egresso da mesma instituição que formei e poder vivenciar todas as experiências que ele comentou, nos enche de orgulho. Eu, que trabalho na área de Marketing, poder escutar sobre a importância de defender as estratégias criadas; os desafios que os designers encontram no dia a dia e como os "clientes" gostam de opinar e pedir as alterações mais descabidas, foi interessante, sem contar que foi até divertido poder compartilhar das mesmas ‘dores’. Foi um prazer participar da Aula Magna do Design, mesmo não sendo da área”, enfatizou.

Na opinião da coordenadora Aline, a Aula Magna ultrapassou as expectativas: “Lucas é um profissional atuante em um grande mercado, que é São Paulo, e mostrou novas viabilidades para o aluno conseguir enxergar que existem outras variedades além do gráfico, entre outras expertises. É muito importante ter um egresso falando porque é outro cenário, com o linguajar mais solto, e a história dele é bem interessante, pois galgou os degraus do sucesso com a própria competência, servindo de inspiração para o aluno que não precisa ficar aqui, pois tem um mundo à disposição”, finalizou.

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Na tarde de hoje, 7 de junho, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) celebrou a colação de grau da 70ª turma do curso de Medicina. A cerimônia, realizada no auditório William Monachesi, foi marcada por muita emoção e orgulho, tanto por parte dos formandos quanto de seus familiares, professores e autoridades presentes. O evento contou com a presença de importantes figuras da instituição, como o médico professor Júlio Meyer, representando o presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Eduardo Prado, o pró-reitor acadêmico do UniFOA, Bruno Gambarato, representando a reitora, Ivanete Oliveira, o coordenador do curso de Medicina, Júlio Aragão, que fez um discurso inspirador e de agradecimento. 

Eduardo Prado destacou a importância da conquista dos formandos e o orgulho da instituição: “Hoje é um dia de grande alegria e realização para todos nós. Celebramos a conquista de mais uma turma de médicos formados pelo UniFOA, uma instituição que há décadas se dedica a proporcionar um ensino de excelência. Ver esses jovens prontos para iniciar suas jornadas profissionais nos enche de orgulho e esperança. Parabenizo a todos os formandos, suas famílias e aos professores que os acompanharam nessa trajetória. Que esta seja apenas a primeira de muitas conquistas na vida de cada.” 

Júlio Aragão, coordenador do curso de Medicina, também expressou sua satisfação e confiança nos novos médicos: “Só temos a agradecer aos pais, familiares e amigos de todos os formandos pelo apoio, aos docentes e funcionários pela dedicação no ensino e sobretudo aos estudantes cujo esforço e entrega no aprendizado são a melhor recompensa do nosso trabalho. Vocês saem agora para conquistar o mundo, mas nós estaremos sempre esperando que vocês apareçam por aqui para contar suas histórias” 

A cerimônia destacou a importância da formação médica oferecida pelo UniFOA, reconhecida por sua excelência e compromisso com a qualidade. Os formandos da 70ª turma de Medicina agora seguem novos caminhos, levando consigo o aprendizado e os valores adquiridos ao longo de seus anos de estudo. Eduardo Prado também ressaltou a alegria de ver as famílias celebrando esse momento tão especial junto com a família FOA/UniFOA, reforçando o vínculo e a importância dessa conquista compartilhada. 

Os novos médicos foram homenageados por seus professores e colegas, e a celebração continuou com a tradicional leitura do juramento de Hipócrates, um momento simbólico que reforça a responsabilidade ética e profissional que cada um assume ao entrar na carreira médica. A colação de grau da 70ª turma de Medicina do UniFOA não apenas marcou o fim de uma importante etapa acadêmica, mas também o início de uma nova jornada repleta de desafios e oportunidades. A instituição, que se orgulha de formar profissionais altamente qualificados, deseja a todos os formandos uma carreira brilhante e repleta de realizações.

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Experiências práticas sempre contribuem para a expansão dos horizontes de aprendizado dos estudantes. Pensando em proporcionar uma vivência única, o curso de Jornalismo do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), organizou uma visita técnica para alunos do 5º e 7º períodos à sede do Volta Redonda Futebol Clube (Voltaço), no bairro Conforto. A visita foi liderada pela coordenadora e professora do curso de Jornalismo, Angélica Arieira e pelo professor e coordenador de Publicidade e Propaganda, Douglas Gonçalves, e valeu como atividade prática da disciplina de Jornalismo Esportivo, oportunizando a todos o contato direto com os bastidores do dia a dia, além de conhecerem histórias e conquistas épicas do clube.

O grupo foi recebido por Flávio Horta Jr, vice-presidente da instituição, e Victor Mesquita, diretor social, que tiveram uma conversa aberta e esclarecedora sobre parte do planejamento e estratégias na área de comunicação do Voltaço.

A visita começou pela sala de troféus do 'Esquadrão de Aço', que inclui títulos das categorias profissionais e juniores. Todos viram de perto as maiores conquistas da história do clube, como a Taça Guanabara de 2005 e a Série D do Brasileirão 2016.

“Foi uma vivência interessante conhecer a sede do Volta Redonda. Ela se provou bastante proveitosa, podendo servir como uma ponte para os aqueles interessados a trabalhar com o clube ou com o jornalismo esportivo”, contou Arthur Moreira, estudante do 5º período de Jornalismo.

Em sequência, os discentes conheceram a sala de fotografias memoráveis do esquadrão de aço, onde estão expostas fotos de títulos, vitórias e jogadores históricos que vestiram a camisa do Volta Redonda, como Túlio Maravilha, ídolo do Botafogo e atacante do Voltaço, entre os anos de 2004 e 2006. Angélica declarou que a visita foi enriquecedora para o aprendizado de todos, principalmente pelo fato de ter aproximado os estudantes com a prática, de fato, da disciplina:

“A visita técnica permite a experiência para além da teoria. Os jornalistas precisam e devem vivenciar a pauta, compreender o cenário dos fatos, enxergar o contexto. É por meio dessa reunião de possibilidades que seu trabalho se desenvolve. Permitir aos acadêmicos conhecer novos cenários faz deles mais curiosos e interessados e, por consequência, mais envolvidos com a prática”.

Depois, Flávio e Victor conversaram com cada um dos alunos sobre as principais demandas da área de comunicação e assessoria de um clube de futebol atualmente no Brasil. Eles esclareceram as dúvidas dos discentes, ampliando ainda mais o nível de conhecimento por meio de uma conversa clara e enriquecedora.

Para finalizar, os acadêmicos tiveram acesso à estrutura da sede, onde visitaram a academia, o refeitório, entre outras instalações do local. Douglas enfatizou a ocasião impar vivenciada pelos alunos, por ser um momento de muito aprendizado, compartilhamento de conhecimentos e perspectivas sobre a área esportiva na região:

“Essa possibilidade coloca o estudante em contato direto com o mercado de trabalho da área esportiva. Todos eles puderam entender quais são as exigências atuais de um clube no setor de comunicação, principalmente quanto às habilidades a serem desenvolvidas por aqueles que desejam ingressar nesse setor”.

O InterFOA 2024 foi um verdadeiro espetáculo de competição e camaradagem entre os estudantes do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA). Realizado com grande entusiasmo, o evento destacou-se por jogos leais e uma torcida vibrante que encheu de energia o ginásio e as quadras externas do campus Olezio Galotti. A edição deste ano foi marcada pelo aumento no número de modalidades e equipes participantes, o que proporcionou um ambiente de competição ainda mais inclusivo e diversificado.

O grande destaque desta edição foi a Pantera, do curso de Educação Física, que se sagrou campeão geral do InterFOA 2024, demonstrando excelente desempenho em diversas modalidades e consolidando-se como um forte competidor.

O presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Eduardo Prado, celebrou o sucesso do evento e destacou o crescimento significativo em relação à edição anterior. “Nessa segunda edição, dobramos a quantidade de modalidades, resultando na maior participação dos estudantes e na quantidade de times. Alcançamos um retorno significativo nas redes sociais. Além do retorno incontável identificado com a repercussão deste evento, que gerou um clima agradável e fraterno entre os participantes, potencializando o sentimento de pertencimento. Agradeço a todos os atletas participantes desse campeonato, aos colaboradores envolvidos e à comissão organizadora do InterFOA pela belíssima execução desse projeto”, ressaltou Eduardo que ganhou uma camisa do evento autografada pelas atléticas participantes.

Lara Prado, supervisora de eventos da FOA, também expressou seu contentamento com o sucesso do InterFOA. “É muito gratificante ver o entusiasmo e a participação ativa dos estudantes no InterFOA. Eles realmente abraçaram essa ideia, e é exatamente o que sempre digo: este é um evento feito por eles e para eles. Desde o início do ano, nossa equipe se dedica a organizar cada detalhe com muito carinho e atenção, e ver tudo funcionando perfeitamente é uma enorme satisfação. Estou muito feliz e realizada com o resultado”, compartilhou Lara.

A reitora do UniFOA, Ivanete Oliveira, falou sobre a alegria em ver os estudantes  engajados durante todo o evento, além do fortalecimento de laços de toda a comunidade acadêmica. “Estamos extremamente orgulhosos e emocionados com o sucesso desta edição do InterFOA. Foi uma competição marcada pela união, respeito e espírito esportivo entre os estudantes. É gratificante ver como este evento fortalece os laços de amizade e promove um ambiente saudável e festivo. O InterFOA não apenas celebrou o esporte, mas também consolidou um forte sentimento de comunidade dentro do UniFOA. Agradeço a todos os envolvidos por fazerem deste evento um exemplo de fraternidade e cooperação.”, disse Ivanete.

Nathan Veiga, aluno do curso de Educação Física, comentou sobre a edição deste ano. “Essa edição foi incrível, ainda mais porque coroou toda a participação dos alunos. Você vê a união da comunidade universitária e,  poder ver todo mundo em comunhão, brincando, se divertindo e viver a competição 100% é sensacional”, destacou Nathan, entusiasmado com o sucesso do evento.

Yasmin Galdino, do Enfernão, expressou seu entusiasmo com a realização do evento. “Tem muito tempo que a gente sonha com esse evento aqui dentro da instituição e seria 1000 vezes melhor se acontecesse duas vezes ao ano”, comentou Yasmin, ressaltando o desejo de maior frequência para o InterFOA.

Lin, do curso de Medicina, destacou a relevância da integração proporcionada pelo esporte. “A importância é sempre estimular a prática do esporte e essa integração que o esporte movimenta. E essa mobilização social, mesmo que o caráter esportivo tem”, observou Lin, sublinhando o valor social das competições esportivas.

A edição deste ano do InterFOA apresentou uma série de competições emocionantes, que foram calorosamente recebidas pela comunidade acadêmica. Confira a classificação final dos vencedores em cada modalidade:

Confira a classificação final do InterFOA:

Modalidade 1° lugar 2° lugar 3° lugar
Handebol Feminino Enfernão SI Med VR Pantera
Handebol Masculino Med VR Pantera Piracastorfox
Futsal Feminino Enfernão Med VR Pantera
Futsal Masculino Pantera Piracastorfox Med VR
Vôlei Feminino Med VR Enfernão Pantera
Vôlei Masculino Pantera Med VR Enfernão
Cabo de Guerra Fem. Pantera Med VR Enfernão
Cabo de Guerra Masc. Pantera Med VR Piracastorfox
Tênis de Mesa Fem. Med VR Enfernão Pantera
Tênis de Mesa Masc. Med VR Enfernão Pantera
FIFA Misto Enfernão Pantera Med VR

Os jogos foram marcados por um espírito esportivo exemplar, com os estudantes demonstrando habilidades atléticas e um forte senso de fair play. O entusiasmo e a participação ativa da comunidade acadêmica fizeram desta edição do InterFOA um marco de sucesso.

O InterFOA não apenas fortalece o espírito competitivo e a prática esportiva entre os alunos, mas também contribui para a integração e o desenvolvimento pessoal, promovendo valores como cooperação, respeito e amizade. A cada edição, o evento consolida-se como uma importante tradição no calendário da FOA/UniFOA, celebrando o esporte e a união.

Confira o vídeo dos melhores momentos aqui.

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O UniFOA participa do Intercom Sudeste desde 2012, tendo conquistado diversos prêmios naquele que é o maior evento de comunicação da região, reunindo alunos com produções feitas durante sua trajetória acadêmica. A presença da instituição é tão forte que ela sediou a edição de 2017, cumprindo o objetivo de manter o evento dentro dos limites dos campi universitários e potencializando a comunicação nesses espaços.

Os dois trabalhos premiados – das alunas Thaís Fraga, Samile Tavares e Maísa Fontes – representarão o UniFOA no Intercom Nacional, que ocorrerá durante o 47º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. Este evento, que será realizado na Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Balneário Camboriú (SC), é o maior congresso da área no país, reunindo aproximadamente 3,5 mil participantes entre estudantes, pesquisadores e profissionais da comunicação.

“Já ganhamos 17 prêmios pelos melhores trabalhos da região Sudeste, três prêmios como os melhores do país no curso de Publicidade, além de dois regionais e um nacional pelo curso de Jornalismo. Colocar os alunos em evidência com essas premiações mostra a qualidade de ensino dos nossos cursos e agora eles vão à Univali para disputar com os melhores trabalhos do país. Isso coloca o nome do UniFOA em destaque no cenário da comunicação”, enalteceu Douglas Gonçalves.

Vencedoras do UniFOA no Intercom Sudeste

A aluna do 5º período de Publicidade, Thais Juliano Fagundes Fraga, conquistou o prêmio com o trabalho intitulado "Ayrton Senna: Vencer é o que importa", na modalidade Roteiro de Documentário, que destacou a trajetória vitoriosa e inspiradora do piloto brasileiro Ayrton Senna. Esta foi a terceira participação da estudante no Intercom Sudeste.

“O evento trata-se muito mais do que palestras e aprofundamento teórico; temos a oportunidade de contato com centenas de estudantes da mesma área, mas de diferentes partes do país, e essa troca é o que mais me motiva. Estou otimista para a etapa nacional e me sinto realizada. Desde que ingressei na vida acadêmica venho participando de vários eventos, e este prêmio é a confirmação de que estou seguindo o caminho correto, com mais vitórias, mais congressos, mais conhecimento”, disse empolgada.

De acordo com Thaís, o trabalho foi uma proposta de documentário, onde juntou a paixão pessoal pelo automobilismo a uma paixão nacional. Com estrutura simples, o roteiro mostra os acontecimentos na vida do piloto de Fórmula 1, tendo contado com o apoio do Instituto Ayrton Senna, em São Paulo, através de fotos, vídeos e arquivos disponibilizados.

“Gostaria de aproveitar o espaço para expressar meu agradecimento à professora Clarisse Neto, que foi uma orientadora incrível e paciente. Escrevi o trabalho em uma semana em que tive dengue e, mesmo desanimada e pensando em desistir, ela não me deixou desanimar do projeto”, disse.

A aluna do 5º período de Publicidade, Samile de Almeida Tavares, foi premiada pelo seu trabalho "Obra de Amizade", na modalidade Ensaio Fotográfico Artístico, inspirado na obra Dama com Arminho, pintura feita em 1489-1490 por Leonardo da Vinci. A fotografia premiada contou com a coautoria da aluna Maísa Fontes, do mesmo curso.

“Foi com imensa alegria e surpresa que recebi o prêmio. Trazer essa vitória para minha faculdade e cidade não tem preço, é uma imensa felicidade. Meu trabalho, "Obra de Amizade", destaca a importância da adoção de animais e estou muito empolgada em levar essa mensagem para o nacional e continuar a promover o amor pelos animais através do meu trabalho. Quero agradecer mais uma vez a todos que fazem parte desse trabalho junto comigo, principalmente a Maísa”.

Samile afirma que está extremamente empolgada por ter ganhado e por representar o Sudeste: “mas ficaria muito feliz se ganhasse o nacional. Acho que ainda não caiu a ficha de que estou no maior congresso de comunicação da América Latina; provavelmente só vai acontecer quando eu estiver lá, e seria uma honra ganhar”.

Maísa Fontes, coautora do projeto junto a Samile, foi a responsável por fotografar o ensaio e já havia participado do evento no ano passado. “Na minha opinião, o Intercom Sudeste é uma oportunidade incrível não só para o nosso currículo, mas também por ser uma enorme fonte de conhecimento. Além de podermos competir, temos a oportunidade de assistir a diversas palestras, conhecer alunos de diferentes regiões e aprender muito vendo seus trabalhos e como cada um aborda os temas”, enalteceu.

Trabalhos do UniFOA apresentados no Intercom

Além dos premiados, outros projetos do UniFOA se destacaram entre os finalistas do Intercom Sudeste. São eles:

Os prêmios reforçam a qualidade do ensino e a dedicação dos alunos e professores do UniFOA, posicionando a instituição como um destaque no cenário acadêmico regional e nacional. A conquista é motivo de orgulho para toda a comunidade acadêmica e um incentivo para que os estudantes continuem a se empenhar e a produzir trabalhos de excelência.

“Com essas vitórias, o UniFOA reafirma seu compromisso com a formação de profissionais qualificados e preparados para os desafios do mercado de comunicação, celebrando mais uma etapa de sucesso em sua trajetória”, finalizou Douglas Gonçalves.

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Em todo o mundo, o mês de junho é marcado pela conscientização sobre a luta diária da comunidade LGBTQIA+ pela garantia de seus direitos como cidadãos. O dia 28 desse mês está registrado como Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ para evocar e legitimar cada avanço conquistado em busca de equidade perante à vida e o respeito como pessoas dentro de uma sociedade, além de ser uma grande oportunidade para celebrar a diversidade e acreditar que é possível construir um mundo onde a pluralidade seja valorizada e não hostilizada.

Com intuito de fortalecer essa campanha, a Liga Acadêmica de Estomatologia e Patologia Oral do curso de Odontologia do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) promoveu uma mesa redonda com estudantes e professores da instituição sobre os impactos do acolhimento médico e odontológico à comunidade LGBTQIA+. Em um debate interativo, realizado na última quarta-feira (05), os organizadores buscaram conscientizar os alunos sobre os principais obstáculos encontrados nos atendimentos a pacientes dessa comunidade, como também esclarecer os principais caminhos para superá-los em busca do acolhimento integral a esse público.

Uma recente pesquisa liderada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) revelou que a comunidade LGBTQIA+ tem maior dificuldade de acesso ao atendimento à saúde, em comparação com o restante da população. O estudo ouviu 1.332 pessoas acima dos 50 anos e concluiu que pertencer a esse grupo a partir dessa idade, no Brasil, reduz a chance de receber um bom atendimento à saúde. A desigualdade também foi observada no índice de depressão, exames de prevenção, como câncer de mama, cólon e colo uterino.

As mulheres cis gênero lésbicas, por exemplo, frequentemente esbarram na chamada lesbofobia ginecológica. Muitas ginecologistas negligenciam a saúde dessas mulheres simplesmente por não se relacionarem com homens, deixando de solicitar exames preventivos.

Outra barreira apontada, especialmente por mulheres trans, está na realização de exames clínicos de rotina, como o exame de próstata e no acompanhamento da terapia hormonal, sendo especificidades não solucionadas pelo sistema de saúde brasileiro. Além disso, consequências como estigma e a falta de acesso equânime às oportunidades perpetuam um tratamento excludente e de anulação de direitos essenciais à vida e o bem-estar dessa população.

Arthur Villela, professor do curso de Medicina do UniFOA e um dos convidados para nortear o debate promovido pela liga, explicou que os profissionais da área da saúde precisam estar atentos e terem conhecimento das particularidades da comunidade LGBTQIA+, justamente para realizarem um atendimento com equidade e integralidade:

“Estando atentos e conscientes sobre essas especificidades, os estudantes promovem o acolhimento correto e íntegro à essa população. Debater esses conceitos com os estudantes e conscientizá-los sobre os obstáculos a serem superados é crucial para suas respectivas formações acadêmicas e profissionais”, afirmou Arthur.

A atividade reforça o compromisso do Centro Universitário de Volta Redonda voltado para a conscientização e transformação da sociedade com iniciativas impactantes, que transcendem o âmbito acadêmico. Maíra Tavares, professora do curso de Odontologia e organizadora do debate, afirmou que discutir e esclarecer os estudantes sobre cada tópico atrelado ao assunto é fundamental, não só no mês de junho, como sempre:

“É muito necessário abordar esse tema nos cursos, não só de forma parcial, como de maneira multiprofissional. Precisamos ter um cuidado especializado com à comunidade LGBTQIA+, para que todos eles possam ser tratados da melhor maneira quando preciso, independente da área da saúde”, enfatizou.

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