Maratona Espacial no UniFOA: Estudantes Transformam Teoria em Prática

Maratona Espacial no UniFOA: Estudantes Transformam Teoria em Prática

Desde a implementação da nova Engenharia no UniFOA, os estudantes têm se destacado por sua capacidade de realizar projetos inovadores. Nesse semestre, durante o módulo “Resolução de Problemas da Engenharia”, os alunos foram desafiados a criar um Veículo Lançador de CanSat e um CanSat, mergulhando de cabeça no universo da exploração espacial. 

O desafio abrangeu uma ampla gama de conhecimentos, incluindo Física do Movimento, Matemática da Variação, Ciência dos Dados, Fundamentos da Administração e Economia, além de Engenharia Baseada em Aplicativos. Para proporcionar uma imersão completa na área espacial, foram organizados três eventos ao longo do semestre. 

No primeiro evento, chamado de CosmoQUEST e realizado em 17 de novembro, os estudantes tiveram a oportunidade de discutir temas relevantes para a exploração espacial. Durante o evento, foram apresentados os resultados obtidos por estudantes que participaram de uma iniciativa da NASA. O egresso do curso de Engenharia Elétrica, Herbi Júnior Pereira Moreira, compartilhou sua experiência na Missão Sport, que envolveu colaboração entre Brasil e EUA.

A noite de palestras foi encerrada por Karina Karim Gomes, engenheira especializada em tecnologias sociais, destacando a importância do intercâmbio de informações na resolução de problemas sociais. 

Thalisson Wendel, um dos estudantes, expressou entusiasmo com a palestra de Karina, afirmando: “Consegui expandir meu campo de visão em relação à Engenharia Mecânica. Ela mostrou que a engenharia mecânica pode se integrar à tecnologia do futuro, algo que eu não esperava,” comentou Wendel que também destacou a valiosa troca de experiências durante o evento. 

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No dia seguinte, 18, os grupos lançaram os CanSats que haviam desenvolvido. Cada equipe realizou lançamentos com e sem paraquedas para coletar dados de altitude, posteriormente comparados com simulações realizadas. 

Siqueira Martins Silvestre e Filho, um dos participantes, descreveu a experiência como “simplesmente sensacional” e ressaltou a complexidade do projeto. Ele compartilhou os desafios enfrentados pelo grupo, desde ajustes no projeto até questões de programação. Destacou ainda que o trabalho prático contribuiu significativamente para o aprendizado. 

“Participar do projeto foi algo incrível, simplesmente sensacional e assustador, uma mistura de sentimentos conflitantes. Sou suspeito para falar do projeto, pois envolve assuntos que despertaram em mim muito interesse, principalmente na parte prática”, disse Siqueira. 

O professor e orientador dos projetos, Italo Rodrigues se sentiu satisfeito em ver o engajamento dos estudantes para realizar “voos perfeitos”. “Ao longo do semestre, os alunos demonstraram muita disposição para realizar o projeto que apresentava o desafio de trabalharem com eletrônica básica, simulação, modelagem física e estatística”, comentou o satisfeito professor. 

Para Pedro Henrique Bandeira de Souza fazer a simulação considerando o sistema com paraquedas e com o paraquedas abrindo foi complexo, mas uma experiência que trouxe bastante conhecimento, além de ter uma maior noção de como cada grandeza atua no fenômeno físico.  

“Achei uma forma bem interessante de nos fazer unir a lógica do projeto com as fórmulas ensinadas nas aulas, unindo a teórica e prática, nos fazendo entender, na prática, a interligação entre as fórmulas. Eu diria que as maiores dificuldades desse projeto foram à inclusão da resistência do ar ao movimento e para fazer os cálculos para descobrir a velocidade inicial através da pressão aplicada ao foguete”. 

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No último dia da maratona espacial, no dia 24, foram realizadas as apresentações finais do módulo. Os estudantes apresentaram os resultados dos lançamentos e um protótipo de aplicativo desenvolvido para visualização dos dados obtidos. 

Larissa Torres Santos, ao comentar sobre os desafios enfrentados pelo grupo, ressaltou o amadurecimento pessoal e coletivo. Ela celebrou os aprendizados adquiridos, especialmente em relação à empatia e ao trabalho em equipe. 

“O grupo passou por algumas mudanças que trouxeram desafios, por exemplo, o fato de quase todos os integrantes terem começado a trabalhar, o que gerou dificuldades para realizar reuniões e falhas de comunicação”, disse Larissa que completou, “mesmo diante dessa novidade que inicialmente foi uma dificuldade, conseguimos aplicar algo que tenho muito em mente: todo impacto precisa ter uma reação e é ótimo que ela seja positiva logo de primeira”, disse. 

O Professor Italo Pinto Rodrigues, orientador dos projetos, expressou sua satisfação com o engajamento dos estudantes. Destacou que ao longo do semestre, os alunos demonstraram grande disposição para enfrentar desafios relacionados a eletrônica básica, simulação, modelagem física e estatística. 

Polyanna Gomes Martins, uma das estudantes, destacou a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos em programação durante o projeto. Para ela, o desafio proporcionou uma visão mais ampla sobre linguagens de programação, especialmente relacionadas ao Arduino. 

“No projeto proposto foram abertas oportunidades para ampliar o conhecimento em algumas áreas, como, por exemplo, o Arduino e sua programação. Eu já tinha um conhecimento básico sobre a linguagem C++; porém, durante a confecção do CanSat, foi preciso aprofundar os estudos, o que me gerou aptidão para aprender mais sobre linguagens de programação; um tema que ajudará nosso futuro como engenheiros, comentou Polyanna.” 

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Pedro Henrique Bandeira, ao abordar a complexidade da simulação, enfatizou a integração entre teoria e prática. Ele ressaltou que a experiência trouxe um maior entendimento sobre a interligação entre fórmulas teóricas e fenômenos físicos. 

Ao final da maratona, o professor Italo agradeceu a todos os envolvidos, incluindo professores, coordenação do curso e apoio institucional. Ele reconheceu a importância dessas parcerias para o sucesso do projeto. 

Os professores que contribuíram para a realização do módulo foram: Camila Martins Hosken, Italo Pinto Rodrigues, Leonardo Simal Moreira, Marcello Almeida de Paula, Sérgio Ricardo Bastos de Mello e a coordenadora da Engenharia ABI, Samantha Grisol. A maratona espacial não apenas consolidou conhecimentos, mas também fortaleceu o espírito de colaboração e inovação entre os estudantes do UniFOA. 

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Luciana Pereira Pacheco Werneck

Especialização em Gerenciamento de Projetos
Data de admissão: 01/02/2018
Disciplinas lecionadas

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