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De Volta Redonda para a pesquisa global: egresso de Medicina do UniFOA atua no desenvolvimento de terapias anticâncer

De Volta Redonda para a pesquisa global: egresso de Medicina do UniFOA atua no desenvolvimento de terapias anticâncer

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Decisões que impactam milhões de pessoas ao redor do mundo não começam, necessariamente, em grandes centros internacionais. Às vezes, começam dentro de uma sala de aula, com curiosidade, disciplina e acesso às oportunidades certas. 

A trajetória do médico Bruno Paula, egresso do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), ajuda a traduzir esse caminho. Hoje, ele ocupa o cargo de Diretor Médico Sênior na AstraZeneca, um dos maiores grupos farmacêuticos do mundo, atuando diretamente com uma equipe multidisciplinar para desenvolver a nova geração de medicações anticâncer.  

Ao longo da carreira, acumulou experiências em alguns dos principais centros de pesquisa do mundo, com passagens pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), pela Universidade de Cambridge, no Reino Unido, pelo Sarah Cannon Research Institute e pelo Centro de Estudos Biossanitários, na Espanha. Esse percurso consolidou sua atuação em nível global. Além disso, também atuou como médico no sistema de saúde britânico, após revalidar seu diploma no país, ampliando sua vivência clínica em um dos sistemas mais exigentes e estruturados da medicina mundial. 

Ao olhar para o início dessa jornada, Bruno destaca que a base construída durante a graduação no UniFOA foi determinante para sustentar os próximos passos da carreira. 

“Tive acesso não apenas a especialistas em Medicina, mas a professores e pesquisadores que me apoiaram e me trataram como igual. Busquei cenários clínicos diversos, responsabilidade progressiva e integração de evidências no cuidado. Essa postura começou no UniFOA e moldou a forma como atuo até hoje”, afirma. 

Ainda durante a formação, a busca por experiências além da sala de aula já indicava um movimento intencional de crescimento. O contato precoce com a pesquisa clínica e a proximidade com mentores ajudaram a acelerar esse processo. 

“A exposição à pesquisa clínica, o acesso a mentoria e o investimento em inglês técnico foram fundamentais. Isso abriu portas e me ensinou a transformar perguntas clínicas em evidência útil”, explica. 

Essa construção se reflete diretamente na atuação atual, em um ambiente que exige decisões complexas e de grande impacto. 

“Foco no paciente, responsabilidade social e inovação aliada ao pragmatismo clínico são pilares que conectam ciência, ética e execução. Isso segue guiando minhas decisões, independentemente do contexto”, destaca. 

No cenário global, a lógica da Medicina se amplia. O olhar deixa de ser apenas individual e passa a considerar populações inteiras, com diferentes realidades e necessidades. 

“Aprendi a pensar impacto em escala. Desde a graduação, fui treinado a considerar riscos, benefícios, equidade de acesso e transparência. Esse raciocínio sustenta decisões que, no fim, afetam milhões de pessoas”, pontua. 

Para Bruno, esse tipo de responsabilidade só é possível quando a formação vai além do domínio técnico. 

“A técnica assegura a qualidade, a ética define limites, o pensamento crítico reduz vieses e a visão humana alinha a ciência ao que realmente importa: as pessoas. Esse equilíbrio fez parte da minha formação”, afirma. 

Ao revisitar a própria trajetória, ele não aponta um único momento decisivo, mas uma sequência de escolhas bem aproveitadas ao longo do caminho. 

“O esforço valeu a pena. Aproveitar as oportunidades foi essencial. Hoje, trabalhar com populações que enfrentam problemas reais reforça meu propósito e a responsabilidade de usar a ciência para reduzir desigualdades”, reflete. 

Para os estudantes que hoje iniciam esse percurso, o recado é direto e sem rodeios. 

“Agarrem as oportunidades. Invistam em inglês, pesquisa clínica e gestão. Procurem mentores, publiquem quando puderem e não tenham medo de sair da zona de conforto. Isso faz diferença lá na frente”, orienta. 

Ao resumir o papel do UniFOA em sua trajetória, Bruno escolhe uma definição objetiva, mas que traduz o caminho percorrido. 

“Uma base sólida que abre caminho para impacto global”, conclui. 

Informações da publicação
Publicado em 06/04/2026
Atualizado em 06/04/2026
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