
Na Medicina, aprender também significa praticar. Por isso, a formação precisa ir além do conteúdo apresentado em sala de aula e oferecer ao estudante oportunidades para desenvolver habilidades, testar conhecimentos e conhecer diferentes realidades da profissão. No Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), esse processo acontece em uma estrutura que reúne laboratórios de saúde, ambientes de simulação, hospital próprio e uma rede de hospitais e clínicas conveniadas.
A infraestrutura é pensada como parte da formação. Ao longo da graduação, o estudante passa por diferentes espaços de aprendizagem e amplia gradualmente o contato com situações que fazem parte da rotina médica.
“Na Medicina, o estudante precisa aprender muito além do conteúdo teórico. Ele precisa desenvolver habilidades, segurança, capacidade de decisão, comunicação e trabalho em equipe. Por isso, ter uma infraestrutura diversificada faz toda a diferença”, explica o pró-reitor Acadêmico do UniFOA, Bruno Gambarato.
A formação começa nos espaços acadêmicos, onde os estudantes podem aplicar conteúdos aprendidos em sala e desenvolver habilidades necessárias à atuação profissional. A Medicina conta com mais de 15 laboratórios de saúde, além de ambientes destinados à simulação e ao uso de tecnologias aplicadas ao ensino.
Entre os espaços estão laboratórios voltados ao estudo da Anatomia, Morfofuncional e Microbiologia, além de ambientes para o desenvolvimento de habilidades clínicas e cirúrgicas. A instituição também utiliza a Simulação Realística e recursos de realidade virtual como ferramentas de aprendizagem.
A proposta é permitir que o estudante pratique em ambientes controlados antes de enfrentar situações reais de atendimento. Assim, procedimentos e condutas podem ser treinados, repetidos e aprimorados durante a graduação.
“Quando o aluno passa por laboratórios, ambientes de simulação e diferentes cenários reais de assistência, ele consegue relacionar aquilo que aprende em sala com o que vai encontrar na profissão. Isso torna a formação mais completa, mais segura e muito mais próxima da realidade médica”, afirma Bruno.
A experiência prática ganha outra dimensão no Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), hospital próprio da FOA. O espaço integra assistência e ensino e permite que os estudantes acompanhem diferentes situações da rotina hospitalar.
O H.FOA conta com atendimento de alta complexidade e reúne serviços que contemplam diferentes áreas da Medicina, incluindo especialidades cirúrgicas. A estrutura também conta com recursos como a cirurgia robótica, realizada com o sistema da Vinci X, e a Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON), voltado ao atendimento oncológico de pacientes da região.
Já o Centro Médico oferece atendimento ambulatorial em diversas áreas, com mais de 30 especialidades somadas às áreas de atuação cirúrgica do hospital. Essa diversidade amplia os cenários de contato dos estudantes com diferentes especialidades e perfis de atendimento.
Para Bruno Gambarato, a integração entre esses ambientes é fundamental para que a experiência prática seja construída de forma progressiva.
“Nos laboratórios e na simulação, o estudante pode aprender, treinar e repetir procedimentos em um ambiente seguro. No H.FOA, ele vivencia a rotina hospitalar e o cuidado ao paciente em um cenário real. E, na rede conveniada, ele tem contato com outros serviços, diferentes níveis de atenção e diversos perfis de pacientes”, explica.
Além do H.FOA, a Medicina do UniFOA conta com uma rede conveniada de hospitais e clínicas que amplia as possibilidades de vivência prática. Essa diversidade complementa a experiência adquirida nos laboratórios e no Hospital da FOA.
Em vez de concentrar a formação em um único cenário, o estudante pode conhecer diferentes contextos de atendimento e compreender como o trabalho médico se desenvolve em cada um deles.
“Mais do que oferecer vários espaços, o que buscamos é fazer com que esses cenários se complementem e contribuam para uma formação médica mais integrada”, destaca o pró-reitor Acadêmico.
A própria transformação da Medicina exige que os espaços de ensino acompanhem novas tecnologias e metodologias. Recursos de simulação e realidade virtual, por exemplo, ampliam as possibilidades de treinamento e permitem novas formas de interação com o conteúdo.
Para o UniFOA, investir em infraestrutura significa também acompanhar as mudanças da profissão e preparar o estudante para uma realidade em constante atualização.
“A Medicina muda o tempo todo, e o ensino médico precisa acompanhar esse movimento. Novas tecnologias, novas formas de diagnóstico, novas metodologias de ensino e até novas necessidades dos pacientes exigem uma formação cada vez mais atualizada”, ressalta Bruno.
A estrutura disponível ao estudante reúne, portanto, diferentes etapas de aprendizagem: o conhecimento construído em sala, o treinamento nos laboratórios e ambientes de simulação e a experiência adquirida em cenários reais de assistência.
É nessa integração entre estrutura, prática e experiência que a infraestrutura deixa de ser apenas um conjunto de espaços físicos e passa a fazer parte da própria formação médica.




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