No último dia 12, o AudioSmart, foi palco de um importante encontro entre a equipe da Secretaria Municipal de Segurança Pública de Volta Redonda (SEMOP) e os assessores da Presidência da FOA, Max Damas e Alessandro Orofino. O encontro deu continuidade à parceria estratégica entre as instituições, com o objetivo de promover a segurança pública e a cultura de paz na cidade e região.
Liderado pelo Coronel Luiz Henrique, responsável pela SEMOP, o encontro reuniu as principais lideranças da Secretaria para debater o Plano de Segurança Pública de Volta Redonda, que inclui ações de curto, médio e longo prazo. O plano orientará as políticas públicas da cidade, priorizando a redução de crimes e o fortalecimento de iniciativas voltadas ao bem-estar da população.
“O objetivo desses estudos e esforços é claro: reduzir os índices de criminalidade e promover a paz. Essa parceria nos dá a base para alcançar essas metas”, destacou o Coronel Luiz Henrique.
Para Alessandro Orofino, o encontro demonstrou o potencial transformador da colaboração entre a FOA e o Poder Público. “Foi uma tarde estratégica de alto nível, que reforçou as conexões entre educação, segurança e inovação. Essas ações conjuntas criam soluções efetivas para os desafios enfrentados pela cidade”, afirmou.
Max Damas ressaltou a sinergia entre as instituições como uma força motriz para o desenvolvimento local. “A parceria com a SEMOP é um reflexo do compromisso da FOA em promover avanços em segurança e qualidade de vida. A educação e o planejamento estratégico são pilares fundamentais para isso”, disse. Durante o evento, Max presenteou o Coronel Luiz Henrique com seu livro "Educação em Movimento", um gesto que simboliza a união entre conhecimento e segurança como caminhos para a paz.
Com iniciativas como essa, a FOA reafirma seu papel como uma instituição comprometida com o desenvolvimento sustentável de Volta Redonda, atuando ativamente na construção de uma cidade mais segura e integrada.
O encontro reforça que, com planejamento estratégico e colaboração entre diferentes setores, é possível criar soluções que impactem positivamente a vida de toda a população.
Na última terça-feira, 05, o assessor da presidência da Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), professor Dr. Max Damas, lançou em Brasília seu novo livro, "Educação em Movimento: Desafios e Inovações para o Século XXI".
O evento ocorreu na sede da ABMES, onde Max participou de uma sessão de autógrafos durante a manhã. Na parte da tarde, o professor visitou o Conselho Nacional de Educação (CNE) para entregar a obra a alguns conselheiros, reforçando o diálogo com representantes do setor.
A obra traz uma reflexão profunda sobre os desafios e transformações da educação superior no Brasil e no mundo. Abordando desde a filosofia educacional até práticas pedagógicas e inovações tecnológicas, Damas oferece um panorama abrangente para inspirar educadores e gestores a contribuírem com um sistema educacional focado no desenvolvimento integral dos estudantes.
O livro é resultado de mais de 20 anos de experiência do professor na gestão acadêmica e convida à reflexão sobre como as instituições de ensino podem se adaptar de forma significativa e humana às mudanças do século XXI. "Fui movido pelo desejo de compartilhar uma visão crítica e atualizada sobre a educação superior. Após mais de duas décadas de experiência, observei como o setor educacional precisa não só de adaptação às novas realidades tecnológicas, mas de uma reformulação que vá além das exigências regulatórias e seja genuinamente voltado para o desenvolvimento do estudante como um ser completo e multifacetado", explica o autor.
"Acredito que a educação precisa evoluir para um modelo que seja mais flexível, híbrido e voltado para a vida real, indo além dos muros da sala de aula e das fronteiras ocasionais. Assim, a obra busca provoca uma reflexão profunda sobre como instituições, educadores e gestores podem e devem responder às transformações constantes do século XXI", completa Max Damas ao comentar suas motivações para escrever o livro.
Max Damas argumenta que o ensino superior deve ir além da preparação para o mercado de trabalho, apoiando os estudantes na busca por uma vida plena e significativa. Segundo ele, isso envolve a reestruturação do papel das instituições e de todos os envolvidos no processo educativo. “Precisamos construir um ambiente educacional que não apenas acompanhe a velocidade das mudanças, mas que também prepare os estudantes para um futuro incerto, capacitando-os com as competências emocionais e práticas que o mercado e a vida moderna exigem”, destaca o professor, enfatizando a necessidade de formar cidadãos completos.
“Quero que os leitores questionem e ampliem seus conceitos sobre o que significa ensinar e aprender, especialmente em um mundo onde a tecnologia e a ciência avançam tão rapidamente”, acrescenta.
Outro ponto de destaque na obra é a relevância da tecnologia no ensino superior. Segundo Damas, a tecnologia é essencial, mas precisa ser integrada de forma cuidadosa e responsável nas práticas pedagógicas. “A introdução de ferramentas digitais, como plataformas de aprendizado adaptativo e a inteligência artificial, trouxe a possibilidade de personalizar o ensino, adaptar o ritmo de aprendizagem e atender melhor às necessidades de cada estudante”, comenta o professor, abordando as transformações digitais que têm redefinido o setor educacional.
Damas destaca que, embora as inovações tecnológicas ofereçam oportunidades para personalizar o ensino, ainda há um longo caminho a ser percorrido para que essas ferramentas sejam integradas de forma eficaz. “Isso exige não apenas investimentos em tecnologia, mas também capacitação docente e uma mudança cultural, para que as instituições vejam a tecnologia como uma aliada pedagógica e não apenas como um atrativo ou exigência regulatória”, afirma ele.
As principais transformações que a educação superior deve enfrentar estão ligadas a três grandes eixos: flexibilidade, personalização e integração social. Ele defende currículos mais flexíveis, personalizados e conectados à sociedade, para que os estudantes possam moldar seu aprendizado, preparar-se para carreiras futuras e desenvolver habilidades éticas e socioemocionais.
“Essas transformações são realizadas para que a educação superior brasileira possa de fato preparar indivíduos não apenas para o mercado, mas para a vida em sociedade, com todas as suas complexidades e desafios”, conclui Damas.
Para aqueles interessados em "Educação em Movimento", a obra está disponível para download gratuito no site da ABMES. Além disso, o professor disponibilizou 20 exemplares físicos para quem deseja uma cópia impressa, contribuindo para a disseminação das ideias defendidas no livro.
Na manhã de ontem (29), o presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e vice-presidente do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Ensino Superior no Estado do Rio de Janeiro (SEMERJ), Eduardo Prado, participou de um evento promovido pela nova Diretoria do SEMERJ, voltado aos profissionais da educação e ao fortalecimento do Ensino Superior no estado do Rio de Janeiro.
O encontro trouxe como tema central “Novos Horizontes para o EAD: Desafios e Perspectivas” e abordou importantes discussões sobre o futuro da educação a distância (EAD), as mudanças regulatórias, a formação de docentes e o papel das novas tecnologias na prática educacional. Eduardo Prado destacou a relevância dos debates e parabenizou a presidente do SEMERJ, Claudia Romano, e a equipe organizadora pela realização do evento. “Tenho certeza de que este será o primeiro de muitos encontros fundamentais para o fortalecimento da educação no nosso estado”, afirmou Eduardo Prado.
A abertura do evento contou com a presença do governador Cláudio Castro, de Marta Abramo, representante da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (SERES), e outras autoridades educacionais de destaque. O público também foi agraciado com uma palestra inspiradora de Bernardinho, campeão olímpico, que compartilhou experiências e reflexões sobre o impacto da educação e da resiliência para o desenvolvimento profissional e pessoal.
A participação da FOA no evento reforça o seu compromisso com a educação de qualidade e com a adaptação do ensino superior às novas demandas tecnológicas e regulatórias, preparando profissionais e instituições para os desafios do futuro.
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Em 2024, a Fundação Oswaldo Aranha (FOA) comemora 57 anos de história, consolidando-se como uma das mais importantes instituições educacionais do sul do estado do Rio de Janeiro. Ao mesmo tempo, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) celebra 25 anos de sua trajetória como referência no ensino superior, contribuindo significativamente para a formação de profissionais que têm transformado a realidade da região e do país.
Desde sua fundação, em 1967, a FOA tem desempenhado um papel fundamental no desenvolvimento da educação e da saúde, impactando Volta Redonda e cidades vizinhas. A instituição nasceu com a missão de oferecer educação de qualidade e serviços de saúde acessíveis, um compromisso que se fortalece com o passar dos anos e que está consolidado após mais de meio século.
Eduardo Prado, presidente da FOA, reflete sobre a importância história, é impossível não olhar para trás e perceber o quanto a FOA evoluiu e cresceu. Nosso compromisso sempre foi com a qualidade e a excelência, e continuaremos a trabalhar para garantir que nossas ações impactem positivamente a comunidade e a região. O UniFOA, com seus 25 anos, é uma extensão desse compromisso, oferecendo educação de qualidade que transforma vidas.”
O UniFOA é amplamente reconhecido por sua excelência acadêmica e pelo impacto positivo no desenvolvimento profissional de seus milhares de estudantes. Com uma vasta variedade de cursos, que incluem área da Saúde e Biológicas, tais como odontologia, educação física, ciências biológicas, enfermagem, nutrição e medicina, ; área de ciências sociais como a Escola de Comunicação – Jornalismo e Publicidade e Propaganda, a Escola de Gestão e Negócios – Administração e Ciências Contábeis, Direito e Serviço Social; aréa de , Engenharias e Tecnologia, que possui os cursos de Engenharias em Produção, Ambiental, Civil, Mecânica, Elétrica, além de Design e Sistema de Informação. O UniFOA também oferece cursos de pós-graduação como especializações e mestrados. Então, o UniFOA se tornou sinônimo de ensino superior de qualidade.
Entre os marcos da trajetória do UniFOA, estão as recentes conquistas da nota máxima (5) em avaliações do Ministério da Educação (MEC) tanto para o Centro Universitário como instituição presencial e EaD, como também para o curso de Medicina , sendo um dos três únicos cursos de Medicina do Estado a obter esse resultado. Além disso, a Capes também avaliou por duas vezes consecutivas o Mestrado em Ensino com nota máxima, confirmando a excelência acadêmica da instituição, reconhecendo o UniFOA como um dos melhores centros universitários do país.
A conquista do Selo de acreditação da OAB para nosso curso de direito associada a obtenção de outros selos de acreditação como o SAEME para a medicina e o Selo de Empregabilidade, concedido pela ABMES, também destaca o sucesso do UniFOA em preparar seus egressos para o mercado de trabalho. A taxa de empregabilidade dos estudantes, a qualidade dos programas de estágio e as parcerias com empresas são apenas alguns dos pontos que demonstram a relevância da instituição na formação de profissionais prontos para os desafios do século XXI.
A professora Ivanete Oliveira, reitora do UniFOA, , ressalta a importância dessas conquistas . “O nosso objetivo sempre foi ser um centro de excelência e inovação. Ver nossos estudantes se destacando em suas áreas de atuação no mundo do trabalho é um reflexo do nosso compromisso com uma formação de qualidade. As notas máximas obtidas no MEC e na CAPES, bem como os selos de acreditação é um reflexos do sucesso de nosso trabalho e uma prova do quanto estamos comprometidos em preparar nossos estudantes para atuar frente aos desafios contemporâneos”
A FOA também se destaca por seu compromisso com a comunidade e pela formação técnica de qualidade oferecida pela Escola Técnica da Fundação Oswaldo Aranha (EtecFOA), que prepara seus estudantes para o mercado de trabalho e contribui diretamente para o desenvolvimento socioeconômico da região.
Entre as inovações recentes da FOA, está o lançamento dos Estúdios FOA, inaugurados em 2024, que integram tecnologia e ensino, oferecendo estúdios de vídeo e áudio, tem o potencial de transformar a produção de conteúdo das diferentes áreas de ensino que o UniFOA e a Escola Técnica possuem.
Além disso, Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), que agora também compõe o ecossistema de saúde e educação da FOAque se conecta diretamente ao ensino, especialmente na formação prática dos estudantes da área de saúde. Essa integração entre hospital e universidade fortalece ainda mais o papel da FOA e do UniFOA no desenvolvimento de profissionais de saúde comprometidos com a excelência e o cuidado humanizado.
Ao longo desses 57 anos, tanto a FOA quanto o UniFOA investiram constantemente em infraestrutura de ponta, programas de extensão e projetos sociais, sempre com foco em proporcionar uma formação integral e humanizada aos seus estudantes. A instituição também tem se destacado em pesquisas e em parcerias com empresas e organizações que colaboram para o desenvolvimento científico e tecnológico da região.
As comemorações deste ano não são apenas uma reflexão sobre a trajetória da instituição, mas, sobretudo, uma indicação para um futuro promissor. Tanto a FOA como o UniFOA e a Etec estão comprometidos com o crescimento contínuo, a inovação e a dedicação à comunidade, mantendo-se como pilares fundamentais de educação e saúde de qualidade na região.
Em 2024, a Fundação Oswaldo Aranha (FOA) comemora 57 anos de história, consolidando-se como uma das mais importantes instituições educacionais do sul do estado do Rio de Janeiro. Ao mesmo tempo, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) celebra 25 anos de sua trajetória como referência no ensino superior, contribuindo significativamente para a formação de profissionais que têm transformado a realidade da região e do país.
Desde sua fundação, em 1967, a FOA tem desempenhado um papel fundamental no desenvolvimento da educação e da saúde, impactando Volta Redonda e cidades vizinhas. A instituição nasceu com a missão de oferecer educação de qualidade e serviços de saúde acessíveis, um compromisso que se fortalece com o passar dos anos e que está consolidado após mais de meio século.
Eduardo Prado, presidente da FOA, reflete sobre a importância história, é impossível não olhar para trás e perceber o quanto a FOA evoluiu e cresceu. Nosso compromisso sempre foi com a qualidade e a excelência, e continuaremos a trabalhar para garantir que nossas ações impactem positivamente a comunidade e a região. O UniFOA, com seus 25 anos, é uma extensão desse compromisso, oferecendo educação de qualidade que transforma vidas.”
O UniFOA é amplamente reconhecido por sua excelência acadêmica e pelo impacto positivo no desenvolvimento profissional de seus milhares de estudantes. Com uma vasta variedade de cursos, que incluem área da Saúde e Biológicas, tais como odontologia, educação física, ciências biológicas, enfermagem, nutrição e medicina, ; área de ciências sociais como a Escola de Comunicação – Jornalismo e Publicidade e Propaganda, a Escola de Gestão e Negócios – Administração e Ciências Contábeis, Direito e Serviço Social; aréa de , Engenharias e Tecnologia, que possui os cursos de Engenharias em Produção, Ambiental, Civil, Mecânica, Elétrica, além de Design e Sistema de Informação. O UniFOA também oferece cursos de pós-graduação como especializações e mestrados. Então, o UniFOA se tornou sinônimo de ensino superior de qualidade.
Entre os marcos da trajetória do UniFOA, estão as recentes conquistas da nota máxima (5) em avaliações do Ministério da Educação (MEC) tanto para o Centro Universitário como instituição presencial e EaD, como também para o curso de Medicina , sendo um dos três únicos cursos de Medicina do Estado a obter esse resultado. Além disso, a Capes também avaliou por duas vezes consecutivas o Mestrado em Ensino com nota máxima, confirmando a excelência acadêmica da instituição, reconhecendo o UniFOA como um dos melhores centros universitários do país.
A conquista do Selo de acreditação da OAB para nosso curso de direito associada a obtenção de outros selos de acreditação como o SAEME para a medicina e o Selo de Empregabilidade, concedido pela ABMES, também destaca o sucesso do UniFOA em preparar seus egressos para o mercado de trabalho. A taxa de empregabilidade dos estudantes, a qualidade dos programas de estágio e as parcerias com empresas são apenas alguns dos pontos que demonstram a relevância da instituição na formação de profissionais prontos para os desafios do século XXI.
A professora Ivanete Oliveira, reitora do UniFOA, , ressalta a importância dessas conquistas . “O nosso objetivo sempre foi ser um centro de excelência e inovação. Ver nossos estudantes se destacando em suas áreas de atuação no mundo do trabalho é um reflexo do nosso compromisso com uma formação de qualidade. As notas máximas obtidas no MEC e na CAPES, bem como os selos de acreditação é um reflexos do sucesso de nosso trabalho e uma prova do quanto estamos comprometidos em preparar nossos estudantes para atuar frente aos desafios contemporâneos”
A FOA também se destaca por seu compromisso com a comunidade e pela formação técnica de qualidade oferecida pela Escola Técnica da Fundação Oswaldo Aranha (EtecFOA), que prepara seus estudantes para o mercado de trabalho e contribui diretamente para o desenvolvimento socioeconômico da região.
Entre as inovações recentes da FOA, está o lançamento dos Estúdios FOA, inaugurados em 2024, que integram tecnologia e ensino, oferecendo estúdios de vídeo e áudio, tem o potencial de transformar a produção de conteúdo das diferentes áreas de ensino que o UniFOA e a Escola Técnica possuem.
Além disso, Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), que agora também compõe o ecossistema de saúde e educação da FOAque se conecta diretamente ao ensino, especialmente na formação prática dos estudantes da área de saúde. Essa integração entre hospital e universidade fortalece ainda mais o papel da FOA e do UniFOA no desenvolvimento de profissionais de saúde comprometidos com a excelência e o cuidado humanizado.
Ao longo desses 57 anos, tanto a FOA quanto o UniFOA investiram constantemente em infraestrutura de ponta, programas de extensão e projetos sociais, sempre com foco em proporcionar uma formação integral e humanizada aos seus estudantes. A instituição também tem se destacado em pesquisas e em parcerias com empresas e organizações que colaboram para o desenvolvimento científico e tecnológico da região.
As comemorações deste ano não são apenas uma reflexão sobre a trajetória da instituição, mas, sobretudo, uma indicação para um futuro promissor. Tanto a FOA como o UniFOA e a Etec estão comprometidos com o crescimento contínuo, a inovação e a dedicação à comunidade, mantendo-se como pilares fundamentais de educação e saúde de qualidade na região.
Na manhã de ontem (19), o presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Eduardo Prado, recebeu Raul Nunes, fundador do Club da DZ7 e responsável pelo Instituto DZ7 – Escola de Funk e Música, acompanhado de Pablo Franco, CEO da One Lab CBD. O encontro teve como objetivo apresentar a Escola de Música e Funk, um projeto pioneiro no Brasil e no mundo, e iniciar conversas sobre uma possível parceria entre as instituições.
A Escola de Música e Funk é uma iniciativa inovadora voltada para a transformação educacional e social de adolescentes e jovens de 14 a 25 anos, com foco na inclusão de autistas, negros e mulheres das comunidades periféricas do Brasil. O projeto oferece uma ampla gama de cursos profissionalizantes e oficinas, abrangendo áreas como produção musical, canto, edição de vídeos, composição, dança, design e empreendedorismo.
Com aprovação e chancela do Governo Federal por meio da Lei Rouanet, o projeto tem como meta proporcionar oportunidades de aprendizado e desenvolvimento profissional para esses jovens, possibilitando sua inserção no mercado de trabalho. A formação recebida pode não apenas melhorar suas condições de vida, mas também beneficiar suas famílias e comunidades.
Raul Nunes, entusiasmado com a estrutura da FOA, comentou: “Fiquei encantado com todo o parque de saúde, os laboratórios, e especialmente os Estúdios FOA, que são de primeiro mundo. Tenho plena convicção de que, se tudo correr bem, essa parceria poderá gerar muitos frutos. Fico honrado em conhecer o presidente Eduardo Prado, que é um visionário, e muito feliz por nos receber.”
Nunes ressaltou ainda o impacto transformador que a educação pode ter na vida dos jovens: “Se investirmos nesses talentos desde cedo, podemos ver surgir uma nova geração de profissionais de sucesso, oferecendo oportunidades transformadoras para jovens que estão apenas começando suas trajetórias.”
O presidente da FOA, Eduardo Prado, também destacou o potencial dessa iniciativa: “Estamos iniciando uma conversa sobre um projeto que tem o poder de revolucionar não apenas a educação no Brasil, mas também a nível global. A aliança entre educação e música tem um impacto profundo na vida dos jovens, e transformar a realidade de muitas pessoas.”
Eduardo Prado elogiou a proposta da Escola de Música e Funk e ressaltou a missão da FOA em promover a formação cidadã e o desenvolvimento social. Ele destacou o poder transformador da educação, especialmente quando aliada a iniciativas culturais como essa.
As primeiras conversas foram produtivas, e há grande expectativa de que a parceria entre a FOA e o Instituto DZ7 traga resultados significativos, abrindo novas portas e criando oportunidades para jovens talentos em todo o Brasil.
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A Fundação Oswaldo Aranha (FOA) recebeu a visita de Tales Machado, presidente do Sicoob Credirochas. Em sua primeira visita ao campus, Tales veio conhecer especialmente o presidente da FOA, Eduardo Prado, além de explorar a infraestrutura e discutir a ampliação de parcerias no campo educacional e nas novas atividades hospitalares da região Sul Fluminense, especialmente agora com o lançamento do Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA).
A visita teve como objetivo principal fortalecer os laços entre o Sicoob Credirochas e a FOA, instituições que já mantêm uma longa parceria em programas de incentivo estudantil. Tales demonstrou grande admiração pela qualidade das instalações e pelo compromisso da FOA com a formação acadêmica.
"Quero agradecer a oportunidade de conhecer todo esse complexo. Passamos por toda a faculdade, visitando vários cursos e laboratórios. Estou impressionado com a qualidade, a perfeição e a limpeza de todas as salas que entramos. A arquitetura é fantástica. A gente vê que a qualidade está acima de tudo, transformando pessoas que vêm para cá com o sonho de ter uma formação, em verdadeiros mestres," declarou Tales Machado.
Ele também ressaltou o impacto da tecnologia presente na universidade para o desenvolvimento dos estudantes. "Através de toda essa tecnologia embarcada, tenho certeza de que estamos ajudando a população, proporcionando aos estudantes todos os recursos que a universidade pode oferecer. É um prazer enorme estar aqui, ver a determinação e a vontade de fazer a diferença com todo o potencial e o diferencial que a FOA oferece. É uma história de 50 anos que, com certeza, continuará por muitos e muitos anos," concluiu o presidente do Sicoob Credirochas.
Eduardo Prado, presidente da FOA, também destacou a relevância da visita e da parceria entre as instituições. "A visita do Tales Machado não só reforça nosso compromisso com a qualidade e o crescimento mútuo, mas também abre novas possibilidades de colaboração, especialmente agora com as novas atividades do H.FOA. Nossa parceria com o Sicoob Credirochas é fundamental para continuar oferecendo oportunidades e recursos para nossos estudantes, e estamos entusiasmados com o que o futuro reserva," afirmou Eduardo Prado.
A visita de Tales Machado ao campus Olezio Galotti simboliza a continuidade e a ampliação de uma parceria estratégica, que visa a excelência na educação e o desenvolvimento da saúde na região.
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A campanha “Julho Amarelo” foi instituída no Brasil pela Lei nº 13.802/2019 e tem por finalidade reforçar as ações de vigilância, prevenção e controle das hepatites virais. De acordo com o Ministério da Saúde, as hepatites virais são doenças muitas vezes silenciosas, pois nem sempre apresentam sintomas visíveis, fazendo com que evolua sem o devido diagnóstico. Dependendo do tipo de hepatite, o paciente pode vir a óbito.
A hepatite é um processo inflamatório no fígado causado pela infecção por vírus. Existem alguns tipos de hepatites, as infecciosas, que são mais comuns, causadas pelos vírus: A (HAV), B (HBV) e C (HCV), como mais usuais. Outros vírus que causam hepatite são: D (HDV) e vírus E (HEV). O vírus da Herpes, citomegalovirus, Epstein Barr vírus (EBV) e o vírus da imunodeficiência humana (HIV) também podem causar hepatite. Até o vírus da Dengue pode ser responsável por casos de hepatite.
De acordo com o gastroenterologista do Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), Paulo Braga, a campanha Julho Amarelo é uma excelente oportunidade para falar sobre essa doença, que é passível de prevenção, a começar pelas formas de transmissão:
“No caso da hepatite A, a propagação é por via fecal-oral, ou seja, através da ingestão de alimentos ou água contaminada pelo vírus. As hepatites virais B e C podem ser transmitidas através de sangue e fluidos corporais (como no compartilhamento de seringas e itens pessoais como alicate, lâminas de barbear, ou em relações sexuais desprotegidas), e via transfusão de sangue não testado”, explicou.
As formas da doença podem ser agudas, causando uma lesão no tecido hepático mais intensa, gerando complicações como a insuficiência hepática e sua falência. Ou, ainda, podem causar um acometimento lento e contínuo, produzindo um dano progressivo e evoluindo para uma hepatite crônica, que também vai levar a uma insuficiência hepática. Os dois mecanismos de lesão são potencialmente graves e podem levar à morte, caso não forem adequadamente tratados.
É bom deixar claro que contágio via transfusão de sangue já foi muito comum no passado, mas, atualmente é considerado raro, tendo em vista o maior controle e a melhoria das tecnologias de triagem de doadores, além da utilização de sistemas de controle de qualidade mais eficientes.
Paulo Braga esclarece que, quando o caso é de hepatite aguda, o paciente pode apresentar sintomas como febre, fadiga, dor abdominal, náuseas, perda de apetite. Com a evolução da doença, podem ainda causar icterícia (pele e olhos amarelados), coceira na pele, escurecimento da urina, fezes claras e aumento do tamanho do fígado.
E, nos casos de hepatite crônica, os sintomas serão decorrentes da insuficiência hepática, com aumento do volume abdominal devido a líquido (ascite); sangramento digestivo por varizes de esôfago; perda do apetite; dor abdominal; icterícia e confusão mental.
O tratamento vai depender do tipo de vírus, podendo ser apenas de controle dos sintomas, como é praticado nos casos da hepatite A. Para os diagnósticos de hepatites B e C existem o tratamento com medicamentos antivirais, que são fornecidos por centros especializados, sem custos, pelo governo. A vacina é o melhor método de prevenção para as hepatites A e B. Infelizmente para a hepatite C ainda não existe vacina para prevenir.
Mas, a melhor forma de evitar as hepatites virais é a prevenção, por isso é preciso redobrar os cuidados sanitários para casos de hepatite A, como higienização das mãos e dos alimentos. Para prevenir as hepatites B e C, deve-se usar preservativos em relações sexuais; não compartilhar seringas e objetos de uso pessoal, como alicate e cortador de unha, lâminas de barbear e procurar locais oficiais na hora de realizar testes sorológicos pré-transfusionais.
Como são doenças com potencial de prevenção, a informação é a melhor tática para a conscientização de funcionários de uma empresa, por exemplo. Por isso é tão necessário e importante falar sobre o assunto, para despertar a consciência de todos.
“O Julho Amarelo é uma campanha de conscientização de estrema importância. Através da informação conseguimos reduzir a exposição pessoal ao vírus, diminuir o número de pessoas contaminadas e, consequentemente, os óbitos. Peça ao seu médico a vacina para as hepatites A e B”, recomendou o gastroenterologista Paulo Braga.
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O Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA) realizou, nesta sexta-feira (19), a primeira cirurgia oncológica com a utilização da plataforma robótica Da Vinci X na região, e também a primeira em um paciente privado, que sofria com um tumor de próstata. A FOA anunciou, no início deste mês, a aquisição da plataforma e o início das intervenções cirúrgicas, implantando um avançado sistema robótico que está revolucionando a cirurgia médica em Volta Redonda, Sul Fluminense e todo o Vale do Paraíba. A cirurgia foi um sucesso, o paciente já se encontra no quarto e tem alta programada para pouco mais de 24h.
De acordo com o cirurgião e coordenador do Programa de Cirurgia Robótica do H.FOA, Heitor Santos, as vantagens da cirurgia por robótica são inúmeras:
“O procedimento cirúrgico por robô diminui muito o índice de complicações em intervenções na próstata, como impotência sexual e incontinência urinária, quando comparada à cirurgia convencional ou por videolaparoscopia. A cirurgia foi feita pelo urologista e chefe do Programa de Cirurgia Robótica em Hospital da cidade do Rio de Janeiro e, apesar de ser uma cirurgia delicada, a plataforma Da Vinci X proporciona uma rápida recuperação e alta hospitalar rápida”, explicou.
A cirurgia contou com o acompanhamento do cirurgião Heitor Santos e equipe, e tudo ocorreu dentro do programado:
“A equipe que forma o Comitê Robótico do H.FOA treinou exaustivamente e está altamente capacitada e executar qualquer cirurgia robótica", ressaltou Heitor, que também opera hérnias da parede abdominal por cirurgia robótica no H.FOA. Ele complementou afirmando que "o paciente foi levado para o quarto e está com alta programada para pouco mais de um dia. Foi mais uma etapa vencida e iniciamos mais uma especialidade na plataforma robótica Da Vinci em toda a região, o que demonstra compromisso com excelência do H.FOA", salientou.
O H.FOA atende ao Sistema único de Saúde (SUS) e a primeira cirurgia, realizada no início deste mês, saiu de forma gratuita para o paciente, que se submeteu à retirada de uma hérnia abdominal, com grande sucesso. Entre os benefícios da cirurgia robótica estão a maior precisão nos movimentos e tempo de recuperação mais curto, sendo que essa tecnologia permite realizar procedimentos cirúrgicos complexos com resultados aprimorados.
Estando na vanguarda da região Sul Fluminense, o Hospital da FOA tem a plataforma Da Vinci X instalada entre Guarulhos e (SP) e Duque de Caxias (RJ), com a projeção de ser amplamente utilizada em quase todas especialidades cirúrgicas, que vão do cérebro ao abdômen, sendo as principais: próstata, rim e hérnias abdominais. Isso representa um avanço significativo na cirurgia moderna e minimamente invasiva.
Para o diretor do H.FOA, Leonardo Prado, a cirurgia robótica oferecida pelo hospital – também através do SUS -, mostra a democratização do acesso à tecnologia disponível nos melhores hospitais do mundo:
“Temos uma equipe capacitada para o uso da plataforma Da Vinci X, após intenso treinamento e obtenção da certificação. Sabemos que o investimento inicial da tecnologia robótica é alto, mas se levarmos em conta o tempo reduzido de internação e a diminuição das complicações decorrentes do procedimento, a economia será significativa por meio da menor carga sobre os recursos hospitalares”, complementou.
Segundo dados da Associação Médica Brasileira, a cirurgia robótica cresceu, em 5 anos, 417% no Brasil e a previsão é que o custo cirúrgico deverá cair para os pacientes por conta da chegada de mais robôs em território brasileiro. Embora ainda restrita a poucos centros médicos no país — quase todos na rede privada —, a cirurgia robótica vive um momento de expansão inédita no Brasil, com o aumento do número de equipamentos.
Ainda de acordo com os hospitais que oferecem a técnica, o aumento da concorrência está permitindo redução de 30% a 50% no custo do procedimento para o paciente e deverá ampliar o número de estabelecimentos de saúde que realizam operações com auxílio de robô. Nos últimos cinco anos, o número de robôs cirúrgicos dobrou no país, passando de 51 em 2018 para os atuais 111.
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No mesmo dia em que foi lançado oficialmente pela Fundação Oswaldo Aranha (FOA) o seu hospital – H.FOA -, em 5 de julho, também foi realizada a primeira cirurgia robótica do local com a utilização da plataforma Da Vinci X, um investimento feito recentemente pela instituição para procedimentos minimamente invasivos.
A cirurgia robótica fez parte do Mutirão de Cirurgias de Hérnia Abdominal, promovido no estabelecimento hospitalar pela Sociedade Brasileira de Hérnia (SBH), ao longo da semana passada, com aproximadamente 100 cirurgias pelo Sistema único de Saúde (SUS).
A plataforma Da Vinci X, usada para cirurgias robóticas do H.FOA, é um equipamento utilizado em todo o mundo e no Brasil existem pouco mais de 100 aparelhos em funcionamento. O H.FOA está na vanguarda da região Sul Fluminense com essa primeira plataforma instalada de Guarulhos (SP) até Duque de Caxias (RJ). Ela é amplamente utilizada em quase todas especialidades cirúrgicas, que vão do cérebro ao abdômen, sendo as principais: próstata, rim e hérnias abdominais.
Essa primeira cirurgia robótica (hérnia abdominal) foi executada pelo cirurgião e assessor da presidência da fundação, Heitor Santos, que também é vice-presidente da Sociedade Brasileira de Hérnia, umas das principais referências em Hérnia da América Latina, com ampla experiência em robótica:
“A tecnologia atrás da plataforma robótica agrega melhores resultados e recuperação em todos os casos, principalmente nos de alta complexidade.”
Ainda de acordo com o cirurgião, atualmente, a cirurgia de hérnia da parede abdominal é um dos principais procedimentos realizados na plataforma robótica. Por isso, o Centro Médico do H.FOA vai inaugurar, em breve, o ‘Atendimento de Tratamento de Hérnias Abdominais’, com a participação de Heitor Santos e da cirurgiã Luciana Guimarães, ambos especialistas em robótica do H.FOA.
A realização da primeira cirurgia robótica foi um sucesso e, de acordo com a diretora médica do H.FOA, Luciana Guimarães, “a plataforma robótica abrange várias especialidades cirúrgicas, como urologia, cirurgia de hérnias, bariátrica, colorretais, oncológicas, ginecológicas e torácica, oferecendo aos pacientes de Volta Redonda e região Sul Fluminense opções de tratamentos menos invasivos e com melhores resultados”, garantiu.
A plataforma Da Vinci X tem a tecnologia alemã; é fabricada nos Estados Unidos; comercializada pela Holanda e vem revolucionando as cirurgias em todo o mundo, com precisão e eficácia extraordinárias. O presidente da FOA, Eduardo Prado, é um dos mais entusiastas dessa nova tecnologia implantada no H.FOA e dos benefícios que ela trará aos pacientes que necessitam dos procedimentos.
“Quando o robô chegou, o H.FOA já tinha uma equipe capacitada para operar pela plataforma. São treinamentos intensos que o cirurgião precisa passar para obter a certificação e no hospital temos três profissionais certificados para manusear o aparelho. Fizemos a primeira cirurgia pelo SUS, que saiu de graça para o município e a paciente. Os procedimentos que poderão ser feitos com a plataforma vão do cérebro até a próstata, mas no H.FOA ainda não temos os cirurgiões certificados para o cérebro, mas podemos atuar em cirurgias do pescoço até a próstata”, garantiu.
A eficiência do robô é impressionante, pois o cirurgião pode estar em outro país que consegue operar o paciente, com uma diferença de milésimo de segundos, conforme explicou Eduardo Prado.
“As cirurgias pelo O Da Vinci X são minimamente invasivas, pois faz-se pequenos orifícios para a passagem das pinças, que o cirurgião vai usar como se fossem suas mãos, mas com grande precisão. A parceria entre a inteligência artificial e a criatividade humana é maravilhosa, pois é como se fossem dois cirurgiões operando, mesmo que o robô obedeça aos comandos do cirurgião. A recuperação do paciente é incrivelmente mais rápida e confortável”, ressaltou.
A cirurgia robótica representa um avanço significativo na medicina moderna, oferecendo uma série de vantagens tanto para os pacientes quanto para os profissionais de saúde, e o diretor do H.FOA, Leonardo Prado, explica que ela corresponde muito mais:
“O projeto representa também um marco importante na democratização do acesso a tecnologias avançadas, já que realizamos as primeiras cirurgias do robô para pacientes do SUS. Esta iniciativa vai transformar a assistência médica pública de várias maneiras, pois embora o investimento inicial em tecnologia robótica possa ser alto, a redução nas complicações e o tempo de recuperação mais rápido podem resultar em economias significativas a longo prazo. Menos tempo de internação e recuperação mais rápida significam menor carga sobre os recursos hospitalares. Este é um passo crucial para garantir que todos os cidadãos tenham acesso às melhores práticas médicas disponíveis”, finalizou.
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