O curso de Nutrição promoveu entre os dias 5 e 7 de novembro, a Gincana NutriAção 2024, um evento dinâmico que promete unir diversão, aprendizado e trabalho em equipe. Coincidindo com a Jornada Científica da Nutrição e a Mostra de TCCs, a gincana tem como tema central "A gente não quer só comida..." e é organizada para fomentar habilidades essenciais ao exercício da profissão de nutricionista, além de incentivar o desenvolvimento pessoal e a colaboração entre os alunos.
A ideia de reviver a Gincana NutriAção surgiu com o objetivo de motivar os alunos e, segundo Alden dos Santos, coordenador do curso, foi aprimorada com sugestões do corpo docente. "A gincana já existia como uma comemoração ao Dia do Nutricionista em agosto. A professora Paula Leoni sugeriu um concurso gastronômico, e ao levarmos a proposta ao Núcleo Docente Estruturante (NDE), decidimos expandir e modernizar o evento, abordando competências essenciais para a prática profissional de forma integrada", explicou Alden.
A Gincana contou com quatro etapas principais: Concurso Cultural, Concurso Gastronômico, arrecadação de alimentos e produtos de higiene, e produção de conteúdo para redes sociais. Essas atividades foram elaboradas para engajar os alunos de todos os períodos do curso, fortalecendo o trabalho em equipe e a criatividade.
Os destaques incluem:
Concurso Cultural: Apresentações de música, dança, teatro ou performances artísticas inspiradas no tema da gincana, avaliadas por um júri composto por ex-alunos do curso.
Concurso Gastronômico: Pratos que celebram a diversidade alimentar do Sul do Estado do Rio de Janeiro, com informações nutricionais detalhadas e apresentadas por membros das equipes.
Arrecadação de Itens: Produtos doados serão destinados à aldeia de Paraty Mirim, em colaboração com o Escritório da Cidadania e a Defensoria Pública da União.
Produção de Conteúdo: Criação de reels para o Instagram e episódios de podcast veiculados no NutriFOA Cast, promovendo inovação e uso das instalações de gravação do UniFOA.
Segundo Alden, os benefícios da gincana vão além da competição. "Os alunos estão sendo impactados desde a formação das equipes, que envolvem uma gestão colaborativa entre o Diretório Acadêmico, representantes de turma e a Atlética. Ver os estudantes engajados, criando conteúdo, explorando nossos estúdios para gravações, e indo além do que foi proposto, é motivo de muito orgulho. Esse processo de gamificação promove o desenvolvimento de competências cruciais para os futuros profissionais", ressaltou.
A Gincana contou com um encerramento de peso na Jornada Científica da Nutrição. O Prof. Dr. Luiz Lannes, renomado nutricionista e especialista em Inteligência Artificial, conduziu uma palestra sobre a aplicação da IA na prática nutricional, trazendo uma visão disruptiva e inovadora. "Ter uma figura como o Prof. Lannes discutindo IA com nossos alunos é um divisor de águas para o curso", afirmou Alden, destacando a relevância do tema para a atualização dos futuros profissionais.
A Gincana NutriAção 2024 não é apenas uma competição, mas um evento que consolida aprendizado, inovação e solidariedade, marcando um passo importante para a formação integral dos alunos do curso de Nutrição do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA).
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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) realizou, em parceria com outras instituições de ensino superior da região e sob a coordenação da ADR Sul Fluminense, o 3º Curso de Capacitação para Gestores Educacionais, voltado a diretores, coordenadores e professores das escolas locais. O programa, iniciado em 2019, visa oferecer um espaço de formação, troca de experiências e desenvolvimento de habilidades essenciais para a gestão escolar.
Para Luciano Azedias, professor do UniFOA, representando a reitora, professora Ivanete Oliveira como palestrante, a capacitação é uma oportunidade única para os gestores. "Quando um diretor assume a escola, ele raramente tem tempo de se capacitar. Com o curso, ele consegue parar, refletir sobre sua prática, identificar o que está funcionando bem e o que precisa ser aprimorado. Isso é fundamental para fortalecer o trabalho dentro das escolas, e o UniFOA, junto com outras instituições, conseguiu criar essa iniciativa", ressalta Azedias, que também destaca a importância de adequar o ensino às demandas dos estudantes atuais, altamente conectados e com necessidades pedagógicas específicas.
Sandra Botelho, professora participante, também enaltece o impacto positivo da capacitação. "A iniciativa é extremamente válida. Muitas vezes, na correria do dia a dia, não conseguimos enxergar soluções. Esse é um momento de troca, em que encontramos colegas com vivências parecidas, e isso nos faz enxergar outras perspectivas. Volto ao trabalho mais motivada e com novas ideias", afirma.
O vice-presidente da ADR Sul Fluminense e secretário de educação de Volta Redonda, Osvaldir Denadai, pontua que o curso é um passo essencial para elevar a qualidade do ensino básico na região. “Capacitar professores e gestores contribui para uma visão mais integrada do trabalho em equipe, focando principalmente na sala de aula e na alfabetização das crianças. O grande avanço da DRT no eixo Educação é justamente unir as instituições de ensino superior ao processo da educação básica pública, algo que não acontecia anteriormente. É uma conquista significativa”, destaca Denadai.
Para Elaine Lemos, diretora da Escola Estadual Municipalizada Coronel Laudelino Alexandre e participante pela segunda vez, o curso foi um divisor de águas em sua gestão. “A troca de experiências é essencial para ampliar o conhecimento. A formação mudou minha visão de trabalho, meu dia a dia na escola e a forma de lidar com professores e funcionários. Foi, sem dúvida, transformador.”
A proposta do curso é que os participantes multipliquem o conhecimento em suas redes de atuação, promovendo a continuidade do aprendizado e a aplicação das práticas discutidas, mesmo após o término da capacitação. Segundo Azedias, essa continuidade fortalece as redes de ensino e permite que os gestores levem o aprendizado a toda a comunidade escolar, formando, assim, um legado de inovação e eficiência na educação básica do Sul Fluminense.
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Na última terça-feira, 05, o assessor da presidência da Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), professor Dr. Max Damas, lançou em Brasília seu novo livro, "Educação em Movimento: Desafios e Inovações para o Século XXI".
O evento ocorreu na sede da ABMES, onde Max participou de uma sessão de autógrafos durante a manhã. Na parte da tarde, o professor visitou o Conselho Nacional de Educação (CNE) para entregar a obra a alguns conselheiros, reforçando o diálogo com representantes do setor.
A obra traz uma reflexão profunda sobre os desafios e transformações da educação superior no Brasil e no mundo. Abordando desde a filosofia educacional até práticas pedagógicas e inovações tecnológicas, Damas oferece um panorama abrangente para inspirar educadores e gestores a contribuírem com um sistema educacional focado no desenvolvimento integral dos estudantes.
O livro é resultado de mais de 20 anos de experiência do professor na gestão acadêmica e convida à reflexão sobre como as instituições de ensino podem se adaptar de forma significativa e humana às mudanças do século XXI. "Fui movido pelo desejo de compartilhar uma visão crítica e atualizada sobre a educação superior. Após mais de duas décadas de experiência, observei como o setor educacional precisa não só de adaptação às novas realidades tecnológicas, mas de uma reformulação que vá além das exigências regulatórias e seja genuinamente voltado para o desenvolvimento do estudante como um ser completo e multifacetado", explica o autor.
"Acredito que a educação precisa evoluir para um modelo que seja mais flexível, híbrido e voltado para a vida real, indo além dos muros da sala de aula e das fronteiras ocasionais. Assim, a obra busca provoca uma reflexão profunda sobre como instituições, educadores e gestores podem e devem responder às transformações constantes do século XXI", completa Max Damas ao comentar suas motivações para escrever o livro.
Max Damas argumenta que o ensino superior deve ir além da preparação para o mercado de trabalho, apoiando os estudantes na busca por uma vida plena e significativa. Segundo ele, isso envolve a reestruturação do papel das instituições e de todos os envolvidos no processo educativo. “Precisamos construir um ambiente educacional que não apenas acompanhe a velocidade das mudanças, mas que também prepare os estudantes para um futuro incerto, capacitando-os com as competências emocionais e práticas que o mercado e a vida moderna exigem”, destaca o professor, enfatizando a necessidade de formar cidadãos completos.
“Quero que os leitores questionem e ampliem seus conceitos sobre o que significa ensinar e aprender, especialmente em um mundo onde a tecnologia e a ciência avançam tão rapidamente”, acrescenta.
Outro ponto de destaque na obra é a relevância da tecnologia no ensino superior. Segundo Damas, a tecnologia é essencial, mas precisa ser integrada de forma cuidadosa e responsável nas práticas pedagógicas. “A introdução de ferramentas digitais, como plataformas de aprendizado adaptativo e a inteligência artificial, trouxe a possibilidade de personalizar o ensino, adaptar o ritmo de aprendizagem e atender melhor às necessidades de cada estudante”, comenta o professor, abordando as transformações digitais que têm redefinido o setor educacional.
Damas destaca que, embora as inovações tecnológicas ofereçam oportunidades para personalizar o ensino, ainda há um longo caminho a ser percorrido para que essas ferramentas sejam integradas de forma eficaz. “Isso exige não apenas investimentos em tecnologia, mas também capacitação docente e uma mudança cultural, para que as instituições vejam a tecnologia como uma aliada pedagógica e não apenas como um atrativo ou exigência regulatória”, afirma ele.
As principais transformações que a educação superior deve enfrentar estão ligadas a três grandes eixos: flexibilidade, personalização e integração social. Ele defende currículos mais flexíveis, personalizados e conectados à sociedade, para que os estudantes possam moldar seu aprendizado, preparar-se para carreiras futuras e desenvolver habilidades éticas e socioemocionais.
“Essas transformações são realizadas para que a educação superior brasileira possa de fato preparar indivíduos não apenas para o mercado, mas para a vida em sociedade, com todas as suas complexidades e desafios”, conclui Damas.
Para aqueles interessados em "Educação em Movimento", a obra está disponível para download gratuito no site da ABMES. Além disso, o professor disponibilizou 20 exemplares físicos para quem deseja uma cópia impressa, contribuindo para a disseminação das ideias defendidas no livro.
Docentes e discentes do curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em parceria com os cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, lançaram a cartilha “Despertar Para Mudança: Prevenção Contra Violência Doméstica”, um projeto de extensão para a conscientização e combate à violência doméstica. Segundo o último censo realizado em 2023 pelo Instituto DataSenado, em parceria com o Observatório da Mulher contra a Violência (OMV), 30% das mulheres no Brasil já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar causada por um homem.
O projeto surgiu da necessidade de enfrentar o aumento dos casos de violência doméstica e de levar informações claras e objetivas à comunidade, de forma acessível. O objetivo principal vai além de promover o empoderamento das vítimas; visa também conscientizar a sociedade sobre o tema, contribuindo para a desmistificação de preconceitos e a redução das barreiras que impedem as vítimas de denunciarem seus agressores, com o intuito de romper o ciclo de violência.
“Muitas vezes, as vítimas desconhecem as formas de buscar apoio e o amparo legal que possuem. A cartilha foi idealizada como uma ferramenta educativa para dúvidas claras, orientar sobre como identificar diferentes formas de violência e mostrar os caminhos de proteção previstos pela lei, como as medidas protetivas e o acesso à rede de apoio”, explica Alan Pançardes, professor e coordenador do Curso de Direito.
Com uma abordagem interdisciplinar, a iniciativa também beneficia os estudantes envolvidos, promovendo uma visão colaborativa e completa sobre o conteúdo a ser compartilhado. O curso de Direito contribuiu com a precisão e esclarecimento das informações jurídicas; o curso de Jornalismo garantiu a construção de uma comunicação acessível e sensível, ampliando o alcance do projeto e abordando o tema com ética e cuidado; já o curso de Publicidade e Propaganda foi essencial na criação de uma estratégia visual e de divulgação eficiente, tornando o conteúdo mais atraente e com maior alcance.
“Essa troca de saberes não só aproximou diferentes áreas, mas também permitiu que cada grupo compreendesse melhor o papel de sua profissão no combate à violência doméstica, formando uma abordagem mais completa e humana para apoiar as vítimas e sensibilizar a sociedade”, complementa Alan.
A expectativa é que o projeto promova uma mudança significativa na conscientização da comunidade local sobre a violência doméstica, incentivando um entendimento mais profundo sobre o que constitui abuso e quais são os direitos das vítimas. “Queremos que as pessoas se sintam mais informadas e preparadas para reconhecer e denunciar casos de violência, sabendo que têm amparo legal e apoio de uma rede de serviços locais”, reforça o coordenador.
Além disso, a iniciativa visa estimular a divulgação e sensibilizar a sociedade, procurando desmistificar o tema e fortalecer a cultura de acolhimento e proteção às vítimas, incentivando a construção de relações mais saudáveis e seguras.
Para os estudantes, a experiência vai além da teoria. Maria Eduarda Bodstein, aluna do 2º período de Direito, compartilha sua experiência: “Tem ampliado meu senso de responsabilidade e me proporcionado um olhar mais atento sobre questões de justiça e apoio social. Esse projeto também enriquece minha formação acadêmica ao me expor a pesquisas e discussões que não fazem parte da grade curricular tradicional, contribuindo para uma formação mais humana e completa.”
O projeto promove uma rica troca de conhecimentos, permitindo que os alunos aprimorem valores éticos e uma consciência social mais profunda. “A violência doméstica é uma questão de grande importância para a nossa sociedade e uma realidade difícil enfrentada por muitos brasileiros. Participar e elaborar um projeto de extensão desde o início é essencial para entendermos e construirmos nosso papel na sociedade”, afirma Gabriel Viana, aluno do 1º período de Jornalismo.
A cartilha “Despertar Para Mudança: Prevenção Contra Violência Doméstica” exemplifica como a educação pode ser um agente transformador na sociedade. Ao integrar teoria e prática, os alunos não apenas expandem seu conhecimento, mas também são treinados para a construção de uma comunidade mais justa e consciente.
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Na última quarta-feira (30), a Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) realizaram uma homenagem especial a seus colaboradores, celebrando décadas de dedicação daqueles que, com empenho e compromisso, contribuíram para o desenvolvimento e fortalecimento da instituição. O evento ocorreu no auditório Willian Monachesi e homenageou os funcionários que completaram 5, 10, 15, 20, 25, 30, 35 e 45 anos de trabalho na instituição, reforçando o papel essencial de cada um no cotidiano e nos avanços da instituição.
Em clima de celebração e gratidão, os homenageados receberam certificados de reconhecimento, enquanto colegas e familiares acompanhavam a cerimônia. “O comprometimento de cada colaborador aqui homenageado é o que torna a FOA e o UniFOA uma instituição sólida e acolhedora, movida pela dedicação dos que, há anos, fazem parte da nossa história”, declarou a professora Ana Carolina Dornelas, pró-reitora de pesquisa e pós-graduação, que representou a reitora, destacando a importância do evento para a valorização dos profissionais.
A cerimônia foi marcada por discursos emocionados e momentos de confraternização, nos quais os homenageados compartilharam memórias e experiências acumuladas ao longo de suas trajetórias na instituição. Além das homenagens individuais, o evento contou com uma breve retrospectiva das transformações e conquistas dos funcionários ao longo dos anos.
Dentre os homenageados deste ano, destaca-se Márcia de Paula e Silva, secretária dos cursos de Publicidade e Propaganda, Jornalismo, Design e Escola de Comunicação. Ela começou a trabalhar na Fundação Oswaldo Aranha (FOA) em 1979, quando tinha apenas 17 anos, e hoje completa 45 anos de serviço prestado. Ao contar sobre sua trajetória, afirma: “Tenho verdadeira gratidão por todas as oportunidades e desafios que me ajudaram a crescer como profissional e como indivíduo. Tudo isso me deu uma experiência incrível e um conhecimento extraordinário por cada lugar que passei e ainda passo.”
Cristina Nostorio foi outra homenageada na celebração. Ela iniciou no UniFOA em 2019, por meio das vagas disponibilizadas para PCD (Pessoa com Deficiência). No começo, atuava na secretaria geral do campus Porfírio José de Almeida, no bairro Aterrado, e hoje integra o time responsável pelos eventos da FOA como assistente.
Cristina comenta que, durante esses cinco anos, pôde acompanhar de perto a evolução da instituição, especialmente no cuidado com o bem-estar dos colaboradores: “O UniFOA avançou muito em tecnologia, e os avanços são notados a cada visita que faço com alunos aos laboratórios e dependências. Mas também avançou no apoio humano, com o Projeto Gente e o Projeto Holos.”
A superintendente executiva Josiane Sampaio também celebra sua conquista ao completar 15 anos de trabalho na Fundação e expressa como sua jornada durante esse tempo foi valiosa para seu crescimento: “Para mim, aprender a lidar com o outro e tirar o melhor proveito disso é uma das melhores coisas que venho fazendo ao longo dos anos. Me transformei em uma profissional melhor por conta das pessoas com as quais convivi ao longo do tempo. Isso me tornou uma profissional e uma pessoa melhor.”
Essa celebração destaca a longevidade e o compromisso dos colaboradores, reforçando os valores da FOA e do UniFOA em promover um ambiente de trabalho respeitoso e colaborativo, onde o crescimento individual se alinha ao institucional.
Mais do que uma cerimônia formal, o evento foi um momento de reconhecimento pessoal para cada colaborador, reforçando o apoio e o senso de pertencimento cultivados pela instituição. A homenagem buscou mostrar como o vínculo construído ao longo dos anos reflete uma dedicação que vai além das obrigações profissionais, integrando as trajetórias individuais ao crescimento da Fundação e do Centro Universitário. Segundo a direção, esse reconhecimento fortalece ainda mais o compromisso em proporcionar um ambiente onde cada colaborador se sinta valorizado e parte essencial dos avanços conquistados.
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Na última quarta-feira (30), a Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) realizaram uma homenagem especial a seus colaboradores, celebrando décadas de dedicação daqueles que, com empenho e compromisso, contribuíram para o desenvolvimento e fortalecimento da instituição. O evento ocorreu no auditório Willian Monachesi e homenageou os funcionários que completaram 5, 10, 15, 20, 25, 30, 35 e 45 anos de trabalho na instituição, reforçando o papel essencial de cada um no cotidiano e nos avanços da instituição.
Em clima de celebração e gratidão, os homenageados receberam certificados de reconhecimento, enquanto colegas e familiares acompanhavam a cerimônia. “O comprometimento de cada colaborador aqui homenageado é o que torna a FOA e o UniFOA uma instituição sólida e acolhedora, movida pela dedicação dos que, há anos, fazem parte da nossa história”, declarou a professora Ana Carolina Dornelas, pró-reitora de pesquisa e pós-graduação, que representou a reitora, destacando a importância do evento para a valorização dos profissionais.
A cerimônia foi marcada por discursos emocionados e momentos de confraternização, nos quais os homenageados compartilharam memórias e experiências acumuladas ao longo de suas trajetórias na instituição. Além das homenagens individuais, o evento contou com uma breve retrospectiva das transformações e conquistas dos funcionários ao longo dos anos.
Dentre os homenageados deste ano, destaca-se Márcia de Paula e Silva, secretária dos cursos de Publicidade e Propaganda, Jornalismo, Design e Escola de Comunicação. Ela começou a trabalhar na Fundação Oswaldo Aranha (FOA) em 1979, quando tinha apenas 17 anos, e hoje completa 45 anos de serviço prestado. Ao contar sobre sua trajetória, afirma: “Tenho verdadeira gratidão por todas as oportunidades e desafios que me ajudaram a crescer como profissional e como indivíduo. Tudo isso me deu uma experiência incrível e um conhecimento extraordinário por cada lugar que passei e ainda passo.”
Cristina Nostorio foi outra homenageada na celebração. Ela iniciou no UniFOA em 2019, por meio das vagas disponibilizadas para PCD (Pessoa com Deficiência). No começo, atuava na secretaria geral do campus Porfírio José de Almeida, no bairro Aterrado, e hoje integra o time responsável pelos eventos da FOA como assistente.
Cristina comenta que, durante esses cinco anos, pôde acompanhar de perto a evolução da instituição, especialmente no cuidado com o bem-estar dos colaboradores: “O UniFOA avançou muito em tecnologia, e os avanços são notados a cada visita que faço com alunos aos laboratórios e dependências. Mas também avançou no apoio humano, com o Projeto Gente e o Projeto Holos.”
A superintendente executiva Josiane Sampaio também celebra sua conquista ao completar 15 anos de trabalho na Fundação e expressa como sua jornada durante esse tempo foi valiosa para seu crescimento: “Para mim, aprender a lidar com o outro e tirar o melhor proveito disso é uma das melhores coisas que venho fazendo ao longo dos anos. Me transformei em uma profissional melhor por conta das pessoas com as quais convivi ao longo do tempo. Isso me tornou uma profissional e uma pessoa melhor.”
Essa celebração destaca a longevidade e o compromisso dos colaboradores, reforçando os valores da FOA e do UniFOA em promover um ambiente de trabalho respeitoso e colaborativo, onde o crescimento individual se alinha ao institucional.
Mais do que uma cerimônia formal, o evento foi um momento de reconhecimento pessoal para cada colaborador, reforçando o apoio e o senso de pertencimento cultivados pela instituição. A homenagem buscou mostrar como o vínculo construído ao longo dos anos reflete uma dedicação que vai além das obrigações profissionais, integrando as trajetórias individuais ao crescimento da Fundação e do Centro Universitário. Segundo a direção, esse reconhecimento fortalece ainda mais o compromisso em proporcionar um ambiente onde cada colaborador se sinta valorizado e parte essencial dos avanços conquistados.
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O IX Encontro Nacional do Censo da Educação Superior ocorreu nos dias 30 e 31 de outubro de 2024, em Brasília, reunindo representantes de instituições de ensino superior, órgãos do governo e especialistas para discutir temas fundamentais relacionados ao Censo da Educação Superior. O evento foi marcado por mesas redondas, apresentações e oficinas que abordaram desde a relevância da declaração de cor/raça até a avaliação e perspectivas futuras do Censo.
Durante o evento, as oficinas temáticas se destacaram, especialmente aquelas focadas em Power BI e relatórios. Essas oficinas foram uma oportunidade para os participantes se aprofundarem no uso de ferramentas de análise de dados, promovendo a capacidade de consulta e extração de informações relevantes para a tomada de decisões nas instituições de ensino superior.
A troca de experiências entre os participantes foi rica e produtiva, resultando em várias conclusões sobre a importância da utilização de dados para a gestão educacional. O uso de ferramentas como o Power BI foi visto como um passo necessário para modernizar e agilizar o acesso às informações, tornando os processos de decisão mais transparentes e eficazes.
Além disso, reforçou-se a importância de envolver mais instituições nas discussões sobre as práticas de preenchimento do Censo, visando uma maior diversidade de perspectivas e experiências. A colaboração entre instituições pode resultar em um compartilhamento mais eficaz de boas práticas, beneficiando toda a área da educação.
Essas ações não apenas aprimorarão a qualidade das informações coletadas, mas também contribuirão para a melhoria contínua da educação superior no Brasil.
A Professora Ivanete Oliveira, reitora e Procuradora Institucional do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), durante sua palestra no evento pode se manifestar como Presidenta da ANPI sobre os desafios no preenchimento do Censo da Educação Superior, apresentou o resultado de uma pesquisa realizada com 456 recenseadores, que representam, em média, 1.500 IES.
Os resultados apresentados foram discutidos em torno de três principais vetores: complexidade dos dados para coleta; falta de integração entre sistemas, dificuldade no treinamento e capacitação, falta de sensibilização acerca da importância da revisão e conferência dos dados antes da submissão.
Vale destacar que a questão da dificuldade de treinamento e capacitação reside sobre o turnover significativo dos profissionais que estão à frente do processo do Censup nas IES.
A Professora Ivanete Oliveira sugeriu que houvesse mais capacitações em ferramentas de análise de dados, não apenas em eventos como este, mas também em formatos mais acessíveis ao longo do ano. Isso pode incluir webinars e cursos online que facilitem a adesão e o aprendizado contínuo.
Confira a palestra.
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Na última quarta-feira (30), os estudantes do décimo período do curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) participaram de uma visita técnica ao Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), em uma atividade que enriqueceu a formação acadêmica com experiências do mundo real. Organizada pela professora Rebeca Baltazar como parte da disciplina de Direito Processual Administrativo, a visita permitiu que os estudantes assistissem a uma sessão plenária, observando de perto os procedimentos e as discussões envolvendo licitações, contratos de concessão e a prestação de contas governamentais.
A professora Rebeca Baltazar destacou o impacto dessa experiência prática, pois torna tangível o que é falado em sala de aula:
“Elas conseguiram observar como são tratados problemas em processos licitatórios, questões sobre a anulação de contratos de concessão e prestações de contas – temas que abordamos de forma teórica em sala. Visualizar os advogados realizando sustentações e os conselheiros apresentando suas teses faz com que percebam a aplicabilidade dos dispositivos que estudamos, que, muitas vezes, embora compreendidos, não são reconhecidos em sua totalidade.”
Entre as alunas participantes, Julia Miranda destacou a relevância da visita para seu desenvolvimento acadêmico e profissional, ressaltando a maneira como a experiência conectou os conceitos teóricos às práticas observadas:
“A experiência proporcionou a oportunidade de vivenciar, na prática, diversos conhecimentos que, até então, nos eram transmitidos apenas de forma teórica em sala de aula. A observação direta do funcionamento de uma instituição tão importante para o controle das contas públicas nos permitiu ampliar nossa compreensão sobre o papel fiscalizador e o impacto do Tribunal nas esferas governamentais.”
Julia também elogiou a condução da professora Rebeca Baltazar, cuja abordagem didática facilitou a absorção do conteúdo e a compreensão dos processos:
“A professora habilmente nos guiou na conexão entre os conceitos discutidos nas aulas e as práticas institucionais que testemunhamos, o que foi fundamental para o pleno aproveitamento da visita.”
A visita ao TCE-RJ exemplifica a importância das iniciativas de campo promovidas pelo UniFOA, que busca complementar o aprendizado teórico com experiências práticas. Momentos como esse não só expandem a visão crítica dos alunos como também os preparam para os desafios futuros da carreira, desenvolvendo competências fundamentais para sua atuação no mercado jurídico.
Em um cenário onde a inclusão digital e a igualdade de oportunidades são desafios urgentes, o projeto EVA.Tech surge como uma iniciativa de grande impacto social. Focado no empoderamento digital de mulheres negras, o projeto busca promover a autonomia e o protagonismo feminino no universo da tecnologia, oferecendo capacitação em ferramentas digitais e segurança on-line.
Desenvolvido a partir de uma parceria entre a ONG “Eu Pratico Esperança”, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas ( Sebrae-RJ)e a Pró-Reitoria de Extensão do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), o EVA.Tech vem respondendo a necessidades muitas vezes negligenciadas, dando voz e recursos a mulheres que enfrentam desafios únicos.
A ideia do projeto surgiu ainda durante a pandemia de Covid-19, quando se notou a dificuldade dessas mulheres em acessar ferramentas digitais para auxiliar o processo educacional de seus filhos. Assim, o EVA.Tech tem a missão de proporcionar acesso às Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) a mulheres negras em condição de vulnerabilidade social, especialmente aquelas que enfrentam a responsabilidade de serem mães solo.
“Nosso objetivo é empoderar essas mulheres com ferramentas digitais e princípios básicos da internet, para que possam não só se capacitar, mas também auxiliar nas tarefas domésticas e educacionais em casa,” ressalta Marinez Rodrigues, idealizadora do projeto.
O projeto atende, principalmente, mulheres entre 20 e 55 anos. Para elas, a experiência vai além do aprendizado técnico. Nos workshops oferecidos, desenvolvem habilidades práticas para o uso da internet, de aplicativos educacionais e de segurança on-line. Essas oficinas, ministradas por professores e acadêmicos do UniFOA, são desenhadas para que as participantes possam utilizar a tecnologia de maneira autônoma. Entre as atividades oferecidas estão o uso das ferramentas do pacote Office básico, inteligência artificial, navegação na web e combate às fake news, promovendo autonomia e segurança em prol de suas necessidades.
Nivia Barbosa, uma das participantes do projeto, fala sobre a importância de sua participação. Aos 48 anos, ela conta que teve seu primeiro contato com um computador nas aulas do EVA.Tech. “Nunca tinha mexido em um computador. De início foi bem difícil, mas não impossível, porque nas aulas consegui acompanhar o que o professor passava. Consegui fazer uma soma, aprendi a mexer no Windows e descobri o que é isso. Foi muito bom, gostei demais”, afirma.
O apoio do Sebrae-RJ também foi fundamental para trazer uma nova perspectiva a essas mulheres. Palestras sobre empreendedorismo e estratégias para inserir seus próprios negócios no mercado as motivam a investir e criar possibilidades para melhorar a renda.
Outro diferencial do EVA.Tech é o impacto do projeto na formação dos estudantes da instituição. Para os discentes, é uma oportunidade de aplicar o conhecimento acadêmico em uma iniciativa de extensão que visa o desenvolvimento humano. “Pude ver que meu trabalho não se limita às telas; posso entrar em contato direto com as pessoas, não só ficar atrás do computador. Aqui, sou mais um ser humano que está disposto a ajudar,” conta Pedro Reis, aluno do curso de Sistemas de Informação, que auxilia na aplicação das aulas.
Pedro ainda cita uma famosa frase de Nelson Mandela que destaca a importância do projeto: “A educação é a arma mais poderosa que a gente tem para o futuro”, e reforça: “Aqui percebemos isso. A educação molda o futuro e é por isso que estamos aqui, para mudar não só o futuro da sociedade, mas o de cada um”.
O projeto se alinha ao 5º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) na Agenda 2030, que visa alcançar a igualdade de gênero e empoderar mulheres e meninas. O EVA.Tech busca ser uma resposta a esses desafios, capacitando as participantes em um ritmo que respeita suas particularidades e oferecendo suporte contínuo. A equipe também aborda temas de segurança e privacidade digital, considerando a vulnerabilidade das participantes em relação à exposição on-line.
“Trabalhamos fornecendo informação de qualidade e com os recursos avançados que possuímos na instituição, de forma gratuita, para essas mulheres que, de outra forma, não teriam acesso. Isso está em consonância com as metas dos ODS,” afirma o professor Rogério Pereira, integrante do Núcleo de Ações Extensionistas da Pró-Reitoria de Extensão.
O EVA.Tech representa um passo significativo rumo à inclusão digital e ao empoderamento feminino na região. Mais do que apenas um projeto de extensão, é uma prova de como a tecnologia pode servir como ferramenta de transformação e inclusão social. A experiência não só enriquece a vida das mães envolvidas, mas também contribui para a formação cidadã dos alunos do UniFOA. À medida que o EVA.Tech cresce, a expectativa é de que mais mulheres tenham a oportunidade de transformar suas vidas, descobrindo um novo horizonte de possibilidades por meio do universo digital.
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O primeiro Demoday promovido pela Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) Sul Fluminense foi um marco para o ecossistema de inovação local. Realizado em parceria com o Sebrae e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Barra Mansa, o evento teve como objetivo principal oferecer uma vitrine para a apresentação de projetos de startups da região, promovendo o desenvolvimento econômico e tecnológico.
O evento reuniu startups em diferentes estágios de maturidade – desde protótipos até negócios já em operação. Cada participante trouxe suas próprias metas, variando entre busca por patrocinadores, investidores, espaços para testes, parcerias e soluções tecnológicas. Durante a programação, os empreendedores tiveram a oportunidade de apresentar suas ideias para um grupo diversificado de convidados, ampliando a visibilidade de suas soluções.
Após as apresentações, o Demoday proporcionou um momento de networking, essencial para a troca de ideias e construção de possíveis parcerias e negócios. Rafael Lima professor da Escola de Gestão e Negócios e mentor de inovação e empreendedorismo do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) no Vírgula Hub, destacou a importância desse tipo de interação:
“É uma oportunidade de aprender e de conhecer propostas e soluções que atendam às necessidades da região, indo ao encontro dos objetivos estratégicos aos quais somos apoiadores.”
Uma banca avaliadora, teve a tarefa de questionar, compreender e oferecer sugestões sobre as propostas apresentadas. Rafael Lima, convidado para integrar a banca como representante do Vírgula Hub, comentou sobre o papel dos avaliadores:
“A participação na banca é uma forma de ajudar a compreender os desafios e os objetivos de cada negócio, emitindo pareceres e feedbacks que podem ser fundamentais para o desenvolvimento dessas startups.”
O Demoday mostrou que a troca de experiências e o apoio mútuo são essenciais para fortalecer a comunidade empreendedora e abrir novos caminhos para o crescimento econômico da região.
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