Criada pela Organização Mundial da Saúde – OMS, a campanha Março Azul Marinho alerta para a conscientização e a importância da prevenção ao câncer colorretal, ou do intestino grosso, que compreende tumores localizados no cólon e reto. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer - Inca, o número de novos casos para cada ano do triênio 2023 a 2025, é de 45.630 casos, afetando mais as mulheres do que os homens. A taxa para esse tipo de tumor é alta em todo o mundo, não apenas no Brasil.

O cirurgião e professor de Clínica Cirúrgica do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA, Marcelo Betim Paes Leme, que também é o coordenador do Serviço de Cirurgia Geral do Hospital São João Batista (HSJB), onde orienta os alunos do internato e os médicos residentes, explica que o câncer colorretal ou CCR é um dos tumores mais investigados em todo o mundo, dada a sua incidência, sendo igualmente estudado em sala de aula.

“A partir do oitavo período do curso de Medicina, os alunos têm aula teórica sobre o câncer colorretal, seu diagnóstico e tratamento. Durante o internato de cirurgia, décimo segundo período, eles têm a oportunidade de vivenciar na prática tudo que viram na teoria. Assistem às cirurgias, acompanham o pós-operatório, enfim, participam de todas etapas”, explicou Marcelo Paes Leme.

 

Sintomas e diagnóstico reforçam a importância da campanha

De acordo com o professor Marcelo, existem duas origens do CCR: o esporádico (o mais comum, com 80% dos casos), e o hereditário (20%). Como o nome diz, o hereditário depende da carga genética individual e o esporádico é adquirido pela pessoa através de agressões constantes à mucosa intestinal. A maioria dos tumores (90%), que ocorrem no cólon e reto são do tipo adenocarcinomas.

Se a pessoa tem hábito de consumir regularmente carnes processadas, como presunto, linguiça, bacon, entre outras; consumo excessivo de carne vermelha; apresenta obesidade; consuma álcool em excesso e não faz nenhuma atividade física, precisa ficar atenta, pois são fatores que podem provocar o surgimento do câncer colorretal.

Os sintomas variam de acordo com a posição do tumor no intestino, mas o indivíduo pode apresentar alteração do hábito intestinal, anemia, presença de sangue e de muco nas fezes, além de emagrecimento. A combinação desses hábitos de risco com o surgimento de algum desses sintomas é motivo suficiente para procurar ajuda médica.

As medidas preventivas, então, envolvem principalmente evitar esses fatores, mantendo hábitos de vida saudáveis. A idade também aumenta a chance do aparecimento de tumores nessa região, sendo mais comum em pessoas com mais de 45 anos, mas claro que toda regra tem exceção.

O professor Marcelo esclarece que “o CCR é passível de prevenção e não só do diagnóstico precoce. Assim, para as pessoas a partir dos 45 anos, é recomendado a profilaxia, ou seja, mesmo pessoas assintomáticas devem realizar exames de prevenção, dentre eles a colonoscopia, que apresenta o maior grau de eficácia e ainda permite a retirada dos pólipos, evitando que evoluam para o câncer de intestino”.

Quando o diagnóstico é realizado em estádio inicial da doença, o índice de cura pode chegar próximo a 100%. Isso não significa que tumores em estádios mais avançados não possam ser curados, mas as chances diminuem e frequentemente é necessário completar o tratamento cirúrgico com quimioterapia.

“A prática de atividade física e o controle do peso, associados à alimentação rica em fibras, baixa ingestão de carne vermelha, carnes processadas e álcool são o caminho para se ter uma boa saúde e evitar o surgimento de pólipos que podem evoluir para um quadro de câncer”, finalizou o professor Marcelo.

 

 

Hoje, em todo o mundo, a comunidade médica e a sociedade se unem para reconhecer o Dia Mundial das Doenças Raras. Essa data, criada em 2008 pela Organização Europeia de Doenças Raras (Eurordis), tem como objetivo sensibilizar governantes, profissionais de saúde e a população sobre a existência dessas condições e os cuidados necessários para enfrentá-las.

O Que São Doenças Raras?

As doenças raras são caracterizadas por uma ampla diversidade de sinais e sintomas, variando não apenas de doença para doença, mas também de pessoa para pessoa que vive com a mesma condição. Essas enfermidades geralmente são crônicas, progressivas e incapacitantes, afetando significativamente a qualidade de vida dos pacientes e suas famílias.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), considera-se uma doença rara aquela que afeta até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos, ou seja, aproximadamente 1,3 pessoas para cada 2.000. Estima-se que existam entre 6 mil e 8 mil tipos diferentes de doenças raras em todo o mundo.

Cerca de 80% de todas as doenças raras têm vínculo genético ou hereditário. No entanto, outras causas, como fatores ambientais, infecciosos e imunológicos, também podem contribuir para o desenvolvimento dessas condições.

No Brasil, estima-se que 13 milhões de pessoas vivam com doenças raras. Em Volta Redonda, aproximadamente 165 pacientes enfrentam essas condições. A professora do curso de Medicina, Claudia Yamada Utagawa, única geneticista da região, é uma referência no atendimento a essa população.

No ano passado, a policlínica do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA é a única instituição que atende pacientes com doenças raras realizou mais de 140 atendimentos, abrangendo 87,5% da comunidade com doenças raras no município.

O deputado Munir Francisco elogiou o trabalho da professora Utagawa e destacou a importância de capacitar futuros médicos para o diagnóstico preciso dessas condições.

O Dia Mundial das Doenças Raras é uma oportunidade para aumentar a conscientização, promover pesquisas e garantir que os pacientes raros recebam o suporte necessário. A luta contra essas condições exige colaboração, compreensão e empatia de toda a sociedade.

Cartilha sobre doenças raras

O deputado estadual Munir Francisco, presidente da Frente Parlamentar em Atenção às Doenças Raras da Alerj, desenvolveu uma cartilha que busca conscientizar a população sobre pessoas raras, seus direitos e apresentar toda rede de apoio.

Acesse a cartilha aqui.

Na tarde desta terça-feira (27), a Fundação Oswaldo Aranha – FOA, por meio da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e Assédio– CIPA+A, promoveu, encerrando a campanha do "Fevereiro Roxo”, uma palestra de conscientização sobre o Alzheimer. A comissão reuniu funcionários da Fundação no Centro Histórico Cultural Dauro Aragão, no Campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços, e convocou Fabiano Delesposte, mestre em Enfermagem e professor do curso no Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA de 2003 a 2014 e 2018 em diante, que abordou as principais formas de prevenção, diagnóstico, prejuízo e formas de tratamento da doença.

O Alzheimer é neuro-degenerativo e afeta fortemente as funções cognitivas, que ocasiona a redução das capacidades de convívio na sociedade, causando prejuízos, nos piores casos, até mesmo nas relações familiares. A doença é a causa mais comum de demência – um grupo de distúrbios cerebrais que provocam a perda gradual de habilidades intelectuais e sociais.

O público mais afetado está entre os idosos. Mais de 1 milhão de pessoas com mais de 60 anos de idade, cerca de 6% da população idosa do Brasil, convivem com esse transtorno, segundo dados levantados pela Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz).

Ao longo da iniciativa, Fabiano, que atua na área de emergência psiquiátrica, promoveu a participação ativa dos funcionários, para que toda a explicação acerca das suas particularidades fosse clara e certeira. Em tom interativo de conversa, esclareceu, inicialmente, que a possibilidade de qualquer pessoa desenvolver a doença é maior, caso tenha algum familiar próximo com a enfermidade, pois o indivíduo pode ter herdado alterações genéticas que provocam seu desenvolvimento.

Ele também apontou fatores cotidianos que podem influenciar na sua formação. A falta de exercícios de raciocínios e físicos, alimentação desbalanceada e o sono desregulado são, por exemplo, segundo o especialista, fatores que implicam no favorecimento desse e de muitos outros problemas de saúde:

“O planejamento pelas práticas mentais, físicas, e da alimentação saudável são indispensáveis para a prevenção do Alzheimer e de diversos outros problemas. Caso a pessoa não tenha o hábito de se exercitar minimamente e realizar atividades que alimentem aspectos relacionados à memória, ela pode favorecer o estabelecimento da enfermidade futuramente. A alimentação precisa ser rica em vitaminas, sobretudo a vitamina B, para que ela seja evitada desde a vida a adulta”.

O diagnóstico deve ser feito por exame clínico, através de uma consulta com um neurologista ou psiquiatra, por meio de um teste de memória recente. As formas de tratamento são paliativas pois, como é uma doença degenerativa, ela apenas avança com o passar do tempo. Mas, por meio de medicamentos e redes de apoio, os pacientes podem ter uma vida menos impactada por suas consequências:

“Vimos aqui, hoje, que é muito importante o diagnóstico correto da doença, por meio da ida ao médico especialista. Apesar de ser uma doença não retrógada, nos conscientizamos de que o paciente também precisa seguir a medicação correta, para prolongar sua saúde e minimizar os problemas causados pelo Alzheimer, além da base das redes de apoio, que é fundamental”, declarou Edmar Junior, auxiliar de escritório da FOA, enfatizando os principais tópicos abordados na palestra.

A rede de apoio, sobretudo familiar, é primordial na parte do tratamento e diagnóstico. Caso exista algum membro próximo da família que apresente falha de memória recente constantemente, procure o setor especializado nas unidades de saúde para entender a atual situação dos possíveis sintomas. Tão vitais quanto são as ações que divulgam esclarecimento acerca da doença, no intuito de que cada vez mais pessoas compreendam os riscos e atitudes de prevenção e cuidado a se ter com esse transtorno tão delicado:

“Transmitir tudo o que foi discutido aqui é um compromisso que a nossa instituição tem com cada um dos nossos funcionários. Notamos, tanto na nossa casa, como no nosso trabalho, pessoas que apresentam esquecimento recente de acontecimentos, mas muitos não estão cientes das melhores formas de agir. Esse é o grande impacto dessa iniciativa desta tarde, pois busca policiar e atingir o número máximo de pessoas quanto à conscientização”, afirmou Juliano de Sá, presidente da CIPA+A, organizadora do evento, salientando os impactos de disseminar tópicos básicos sobre o Alzheimer.

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Na tarde de ontem, 27, os professores do UniFOA, Luiz Antônio Neves e Alessandro Orofino, tomaram posse na Fundação Estatal de Atenção Básica e Ambulatorial Especializada – FESABE de Volta Redonda no gabinete do prefeito Antonio Francisco Neto. A criação da Fundação Estatal de Saúde é uma estratégia da prefeitura para resolver problemas estruturais do Sistema Único de Saúde (SUS) no município, visando agilizar os processos de gestão e administração para aprimorar a assistência à saúde prestada.

A fundação é caracterizada como uma fundação pública, com personalidade jurídica de direito privado e fará parte da administração pública indireta, vinculada à Secretária Municipal de Saúde (SMS), para efeito da orientação, coordenação e supervisão secretarial de que trata o inciso I do art. 148 da Constituição do Estado do Rio de Janeiro.

A secretária de saúde de Volta Redonda, Conceição de Souza Rocha, expressou sua gratidão ao prefeito por acreditar no trabalho desenvolvido por sua equipe e por mais uma vez investir significativamente na saúde e nas melhorias para os munícipes.

O prefeito, em sua fala, enfatizou que a Fundação desempenhará um papel crucial na melhoria da qualidade do atendimento à saúde no município.
"Há três anos, reassumimos a prefeitura e encontramos uma Saúde totalmente desestruturada. Conseguimos avançar muito, e com a implantação da Fundação Estatal de Saúde, começamos uma nova fase, sempre pensando em uma saúde de qualidade para a população”, disse o prefeito.

Indo além, expressou sua visão ambiciosa de transformar Volta Redonda em referência estadual em serviços de saúde.

O Dr. Luizinho, como é conhecido, que é coordenador adjunto do curso de Medicina elogiou a criação da fundação e destacou sua importância para a cidade. "A criação dessa Fundação é um marco na história da cidade, demonstrando cuidado com a população e valorização da vida. Estou honrado como representante da FOA, parceira constante do município, vamos ajudar a transformar a FESABE numa experiência de sucesso a ser copiada por outros municípios” em fazer parte desse projeto", disse Luizinho.

Já Orofino, assessor especial da presidência da FOA, destacou a oportunidade de representar a força da instituição e contribuir para propor modelos inovadores para a gestão da saúde em Volta Redonda, atuando como membro suplente na FESABE junto ao competente Dr. Luizinho. “Essa é uma parceria que promete impulsionar iniciativas inovadoras para o sistema de saúde municipal”, disse Alessandro.

Ainda prestigiaram a cerimônia os secretários municipais de Fazenda, Vinícius Arbach, e de Administração, Cláudio Franco; o vereador Ednilson Vampirinho; o presidente da FOA, Eduardo Prado; e a presidente do Conselho Municipal de Saúde, Maria do Carmo Carbogim Maciel.

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O deputado estadual Munir Francisco, presidente da Frente Parlamentar em Atenção às Doenças Raras da Alerj, visitou o campus Olezio Gallotti, marcando o início da Semana de Doenças Raras. O foco da visita foi a apresentação da cartilha desenvolvida pela frente parlamentar, que busca conscientizar a população sobre pessoas raras, seus direitos e apresentar toda rede de apoio.

Com o intuito de promover e divulgar a cartilha, o deputado Munir Francisco solicitou o apoio da instituição, especialmente direcionado aos estudantes do curso de Medicina. Destacou a importância dos médicos no processo de diagnóstico, ressaltando que, a cada 2000 pessoas, uma é diagnosticada com doença rara. A maioria de origem genética (80%), as demais provêm de causas ambientais, infecciosas, imunológicas, entre outras. No Brasil, há 13 milhões de pacientes raros, e em Volta Redonda, a aproximadamente 165 pacientes.

Única geneticista da região, a professora Claudia Yamada Utagawa, é referência no atendimento a essa população. No ano passado, foram realizados na policlínica do Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA que é o único local que faz esse tipo de acompanhamento mais de 140 atendimentos, abrangendo 87,5% da comunidade com doenças raras do município. O deputado Munir Francisco elogiou o trabalho da professora Utagawa e destacou a importância de capacitar os futuros médicos para o diagnóstico preciso dessas condições.

Durante a visita, o deputado ressaltou a parceria com a Sociedade Brasileira de Genética Médica, para a confecção da cartilha e é especializada na capacitação para o diagnóstico de doenças raras, e a importância para o diagnóstico de doenças raras.

“Uma das coisas que mais me sensibilizou foi saber que 30% das crianças raras morrem antes dos 5 anos por falta de diagnóstico preciso e que os remédios para raros custam 25 vezes mais do que medicamentos comuns. Vidas raras importam e por isso da criação dessa Frente Parlamentar que vai trazer visibilidade, conscientização e novas leis”, destacou.

O presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Eduardo Prado, agradeceu a oportunidade de continuar atendendo casos de doenças raras no UniFOA. Ele elogiou a condução da Frente Parlamentar em Atenção às Doenças Raras da Alerj, enfatizando a importância da conscientização dos estudantes e da comunidade interna.

"Agradeço a oportunidade de continuar atendendo os casos de doenças raras no UniFOA, agora conscientizando nossos estudantes e a comunidade interna. Parabéns pela condução da Frente Parlamentar em Atenção às Doenças Raras da Alerj", declarou Eduardo Prado, presidente da FOA.

A parceria entre o Poder Público e o UniFOA visa garantir uma melhor qualidade de vida para pacientes e familiares afetados por doenças raras, destacando o compromisso conjunto com a saúde da população.

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Na última quinta-feira (22), o Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA, representado pela pró-reitora de extensão, Ana Carolina Callegário, o coordenador do curso de Educação Física, professor Silvio Vilela, e a superintendente executiva da Fundação Oswaldo Aranha - FOA, Josiane Sampaio, recebeu a visita do Secretário de Saúde de Pinheiral, Everton Alvim, de um dos vereadores do município, Demostenes Nunes, e da analista de relações institucionais da empresa MRS Logística, Priscila Fernandes.

O foco da reunião foi discutir o desenvolvimento de um projeto voltado para aulas de natação e hidroginástica destinadas às crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista (TEA) de até 15 anos de idade e que residam em Pinheiral. A parceria propõe a realização desse acolhimento, inicialmente, na piscina aquecida das instalações do anexo da policlínica, localizado no Campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços. O estudantes do curso de Educação Física, supervisionados pelos docentes do curso, atuarão diretamente com esse público por esse programa de inclusão, sendo os professores e os guias em cada atividade promovida.

O Secretário de Saúde, Everton Alvim, ressaltou os impactos da iniciativa e o papel essencial do UniFOA como parceiro para esse projeto: "O Centro Universitário terá participação essencial nas partes educativas, tratamentos e cuidados ao longo da iniciativa. Todos precisamos nos preparar e conscientizar mais quanto às atenções às pessoas com autismo. Esse será o legado de mais uma parceria da prefeitura com a instituição. A MRS também dará apoio integral, principalmente na viabilização do uso do espaço, para que as crianças e adolescente possam realizar as aulas na piscina aquecida durante o ano todo."

A MRS, além de apoiar estruturalmente o projeto, comprometeu-se a custear os ajustes necessários no aquecedor da piscina para garantir a temperatura ideal em todas as estações do ano. Priscila Fernandes, analista de relações institucionais da MRS, expressou a satisfação em fazer parte dessa iniciativa de integração: "É uma satisfação enorme fazer parte da elaboração dessa forma de integração. Nós, como membros da sociedade, precisamos ter esse olhar com mais cuidado e carinho por essas crianças, independentemente de como elas expressam sua personalidade."

Além dos benefícios diretos para as crianças com autismo, o projeto também desempenhará um papel fundamental na conscientização dos estudantes de Educação Física em relação ao tratamento adequado e ao desenvolvimento de vínculos. O coordenador de Educação Física, Silvio Vilela, enfatizou o orgulho de representar o UniFOA nesse contexto: "Por parte do curso de Educação Física, é um orgulho tremendo. Teremos o enorme prazer de receber todas essas crianças, como parte do dever de responsabilidade social da instituição e também sabedores de que esse tipo de ação tem papel vital na formação do nosso egresso."

Por participar efetivamente na iniciativa, o UniFOA receberá um selo da prefeitura de Pinheiral destinado a parceiros do munícipio na luta pela integração das crianças com autismo. Esse reconhecimento é só mais um reflexo do compromisso do Centro Universitário de Volta Redonda em ações que promovem o desenvolvimento da comunidade como um todo, acolhendo todo e qualquer indivíduo:

“Pela dedicação do UniFOA na parceria, entraremos em contato com o departamento jurídico do município de Pinheiral para a criação desse selo, como forma de valorizar a união de cada instituição nessa luta. A interação do UniFOA com a prefeitura nesse trabalho é vital para o acolhimento dessas crianças”, salientou Demostenes Nunes, vereador de Pinheiral, valorizando o laço concretizado entre o município e o UniFOA ao longo da execução do projeto.

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A Vila Santa Cecília, em Volta Redonda, foi palco de um espetáculo de cores, ritmo e alegria ontem, 24, com o desfile do Bloco da Vida. O UniFOA, como apoiador e incentivador cultural, contribuiu para o sucesso do evento.

O Bloco da Vida, maior bloco carnavalesco da Melhor Idade na região, deu o pontapé inicial à festa, contagiando o público com seu desfile envolvente. Sob o enredo "A arte da vida consiste em fazer da vida uma obra de arte", os 500 foliões, divididos em dez alas, apresentaram-se com quatro carros alegóricos, comissão de frente, porta-bandeira, mestre-sala, rainha da bateria e 50 destaques. A rua 14 pulsava de energia positiva enquanto o bloco seguia da Praça Brasil até o antigo Escritório Central da CSN.

Ricardo Ballarini, gestor do Banco da Cidadania, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social, destacou a beleza, alegria e vitalidade que caracterizaram o desfile do Bloco da Vida. "Essa é uma oportunidade para quem perdeu a apresentação no sábado de Carnaval e também para quem viu e quer reviver a emoção que os componentes da Melhor Idade de Volta Redonda entregaram na avenida."

O prefeito Antonio Francisco Neto expressou sua gratidão ao UniFOA e à Fundação Oswaldo Aranha (FOA), que possibilitaram essa ação cultural significativa para a cidade. "Vamos voltar em breve a ser o maior bloco da Melhor Idade do país."

O presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Eduardo Prado, expressou sua alegria em fomentar a cultura na cidade e ser um grande parceiro do poder público. "É um orgulho para nós contribuir para eventos que enriquecem a cultura local, promovendo a integração com a alegria e segurança. Estamos comprometidos em continuar sendo uma peça fundamental nesse apoio cultural."

Assim, com o apoio do UniFOA, a Vila foi palco de uma celebração que uniu tradição, alegria e modernidade, marcando o Carnaval de Volta Redonda como um evento inesquecível para todos os presentes.

Fotos: Cris Oliveira - PMVR

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A saúde mental docente foi pauta de uma mesa redonda realizada entre professores. O encontro, realizado de forma síncrona via Microsoft TEAMS, fez parte da 5ª Semana de Formação Continuada e trouxe uma especialista da área para discutir sobre o assunto, apontar problemas vivenciados diariamente pelos professores e conscientizar a todos sobre os melhores cuidados com a mente.

A mesa redonda buscou integrar ativamente os professores a conversa, para que realmente acontecesse um debate entre todos. Os conteúdos abordados foram voltados, principalmente, à importância do autoconhecimento que cada professor precisa ter em relação ao seu psicológico durante o dia a dia do trabalho, ainda mais após as marcas causadas pelos anos pandêmicos no estado mental de cada um.

De acordo com dados da pesquisa realizada pelo Instituto Social Nova Escola no auge da pandemia causada pela covid-19 no Brasil, em setembro de 2020, 72% de mais de 1800 professores entrevistados consideraram sua saúde mental regular, ruim ou péssima, sendo que cerca de 30% avaliaram como ruim ou muito ruim. Dessa porcentagem, 68% declarou que seus casos foram rigorosamente prejudicados pelos graves problemas de crise sanitária vivenciados.

Apesar do fim desse período, a situação ainda é preocupante. Segundo a pesquisa mais recente publicada pelo mesmo instituto em outubro de 2022, entre os mais de 5 mil docentes reunidos, 21,5% admitiram estar com o estado mental ruim ou péssimo.

A realização de políticas de conscientização pelas instituições acadêmicas sobre os cuidados com saúde da mente é primordial para disponibilizar programas de apoio emocional a cada professor. Clarisse Fortes, que é preceptora do internato de pediatria do UniFOA e médica especialista na área de saúde mental, com doutorado em clínica médica, norteou a mesa redonda entre os docentes e declarou que os professores devem ter prazos mais acessíveis para entrega de suas tarefas, além da promoção de espaços de convívio e atividades que confortem o bem-estar de sua mente:

"As escolas e universidades devem respeitar o tempo criativo de seus funcionários, com prazos razoáveis para atividades e respostas, para que não fiquemos sempre com a impressão de que todas as demandas de trabalho são urgências. Um calendário organizado e a consciência da instituição e de cada trabalhador sobre limites razoáveis para as horas dedicadas ao trabalho são fundamentais. Além disso, é fundamental que promovam espaços de convívio, atividades físicas e eventos que acolham mais cada docente”, concluiu Clarisse.

A interação entre estudantes e educadores também é outro aspecto que impacta na qualidade da saúde mental docente. Uma boa relação, de fortes laços e empatias entre todos, é um dos principais motivos para a estabilidade docente dentro e fora da sala de aula:

“Os professores devem ter uma convivência saudável com os estudantes, e principalmente o contrário. Cada aluno deve ter empatia com cada um de seus mentores dentro do ensino, trazendo mais satisfação e motivação para todos no ambiente de aprendizado”, declarou Soraya Ferreira, psicóloga do Centro de Aprendizagem e Inovação Pedagógica - CAIP.

Prepare-se para uma explosão de alegria e ritmo na Vila Santa Cecília! Neste sábado (24), o Bloco da Vida da Prefeitura de Volta Redonda e a consagrada Unidos do Viradouro, campeã do Grupo Especial do Rio de Janeiro em 2024, prometem agitar a folia.

A festa começa às 20h com o Bloco da Vida, o maior bloco carnavalesco da Melhor Idade da região. Com o apoio do UniFOA, o bloco desfila pela Rua 14, partindo da Praça Brasil até o antigo Escritório Central da CSN. Com o enredo "A arte da vida consiste em fazer da vida uma obra de arte", os 500 foliões encantam com suas dez alas, quatro carros alegóricos, comissão de frente, porta-bandeira, mestre-sala, rainha da bateria e 50 destaques.

Às 21h, a Unidos do Viradouro entra em cena, trazendo para Volta Redonda parte do enredo vitorioso "Arroboboi, Dangbé". A escola de Niterói apresenta, com 120 componentes, uma narrativa envolvente sobre as guerreiras Mino e a mítica cobra Dangbé, cultuada no Noroeste da África.

O prefeito Antonio Francisco Neto agradeceu ao UniFOA e à FOA por apoiarem essa ação cultural vital para a cidade: “Queremos aqui agradecer imensamente à Fundação Oswaldo Aranha e ao UniFOA, que estão permitindo essa ação cultural tão importante para nossa cidade, em especial para retomada do maior bloco da Melhor Idade do estado. Vamos voltar em breve a ser o maior do país”, disse o prefeito.

A participação de docentes do UniFOA no Programa de Formação de Professores Sthem Brasil tem mostrado oportunidades únicas de aprendizagem e aperfeiçoamento pedagógico, deixando-os atualizados com as mais novas práticas educacionais e oportunizando-os a manter um ensino de qualidade aos seus alunos. A cada encontro, os docentes adquirem conhecimentos para melhorar o conteúdo e a didática.  

O Consórcio Sthem Brasil busca socializar e integrar as práticas inovadoras de ensino voltadas à sala de aula, à pesquisa e à extensão, feitas pelos docentes das Instituições de Ensino Superior (IES) consorciadas. O Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA é uma dessas instituições e os professores, coordenadores e gestores estão sempre participando dos eventos de atualizações promovidos pelo Sthem. 

De acordo com o professor e engenheiro Italo Rodrigues, foi um “privilégio” participar do X Programa de Formação Sthem Brasil. Além da possiblidade de aprender novas ferramentas para trazer inovações à prática do docente, foi possível atualizar e aperfeiçoar as aplicações já estabelecidas. Sem contar com a interação e troca de experiência entre professores de diferentes áreas do UniFOA.  

“Acredito que toda atualização pode otimizar nosso tempo e, além disso, criar experiências com grande valor técnico para os estudantes. Destaco também que o Programa de Formação trouxe inúmeros tópicos atuais, como Inteligência Artificial; Neuroeducação; Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - ODS, e Competências Digitais, muito importantes aos tempos em que vivemos”, ressaltou Italo.  

Na opinião da professora do curso de Odontologia, Carolina Hartung, a formação contínua é fundamental para o docente aprimorar as habilidades e atualizar as metodologias de ensino e tecnologias educacionais, além de desenvolver uma compreensão mais profunda sobre como engajar e motivar os estudantes. 

“As atividades que executamos no X Programa de Formação Sthem Brasil ofereceram oportunidades valiosas para os professores aprenderem e trocarem experiências com colegas, além de promoverem o desenvolvimento profissional e a excelência no ensino”, garantiu Carolina. 

A professora Maria das Graças da Silva Lima, responsável pelo Centro de Aprendizagem e Inovação Acadêmica - Caip, é outra entusiasta da Formação de Professores, classificando-a como sendo de grande relevância para área educacional, com aprimoramento profissional e troca de boas práticas, além do o acesso às ferramentas, estratégias e conhecimentos atualizados que impactam o desempenho pedagógico, promovendo o sucesso acadêmico dos estudantes. 

“As atividades abrangeram temas relevantes para a educação contemporânea, como questões sobre metodologias de ensino inovadoras, uso de tecnologias, entre outras, com diversas palestras, workshops, apresentações de pesquisas acadêmicas e experiências exitosas em sala de aula. Tudo isso foi de grande valia para a formação docente, possibilitando a aproximação entre os pares da mesma IES; o networking entre os educadores; a criação de parcerias, e o estabelecimento de uma rede de apoio profissional”, enfatizou Maria das Graças.  

  

Sobre o Consórcio Sthem Brasil  

Trata-se de uma rede – criada em 2013 -, por meio da iniciativa de 11 IES, liderada pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Unidade Lorena (SP), com o apoio integral de LASPAU – afiliado a Universidade de Harvard. 

O Sthem Brasil tem como objetivos investir na formação de professores, fortalecer o engajamento e melhorar o aprendizado dos estudantes, por meio das tecnologias educacionais. 

A missão é promover a inovação acadêmica por meio de uma rede de cooperação de Instituições de Ensino Superior -IES, para formar professores e gestores capazes de lidar com os desafios da sociedade, visando sempre que o ensino seja centrado no aluno, buscando uma formação de profissionais mais qualificados e preparados para os desafios da sociedade atual. 

Hoje, com 10 anos de atuação, reúne mais de 65 Instituições de Ensino Superior (IES), entre universidades, centros universitários, como o UniFOA, e faculdades, de diferentes estados brasileiros e uma em Portugal. 

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