Vale a pena fazer Medicina como segunda graduação?

Um diploma de curso superior não determina sua vida profissional para sempre. Muitas pessoas resolvem mudar de carreira mesmo depois de já terem concluído a formação, seja porque não se sentiram felizes com a primeira escolha ou simplesmente porque desejam explorar novos caminhos.

Mas, e quando você quer investir em um novo curso tão exigente como Medicina? Será que vale mesmo a pena ingressar de novo na faculdade e encarar tantos anos de estudo? Se você tem essas dúvidas, está no lugar certo! Continue a leitura e confira as vantagens e desvantagens de fazer Medicina como segunda graduação!

Por que fazer uma segunda graduação?

Em primeiro lugar, vale a pena falar sobre os motivos que levam algumas pessoas a optarem por uma nova graduação. Eles são muitos! Afinal, o curso superior é o principal meio de iniciar uma carreira — ou, no caso, uma nova.

Então, a segunda graduação fornece os conhecimentos teóricos e práticos que um profissional precisa quando decide trilhar novos caminhos com melhores perspectivas. E isso é muito válido! Ninguém é obrigado a permanecer em sua área de formação se ela não corresponde às suas expectativas, seja por ter um mercado escasso ou mesmo por falta de identificação com a profissão.

Além disso, algumas pessoas começam uma segunda graduação para impulsionar a carreira e ter mais possibilidades dentro da mesma área, já que um novo curso complementar ao primeiro pode agregar muito ao seu emprego atual.

Por fim, há aqueles que sempre tiveram o sonho de seguir uma carreira, mas acabaram optando por outro curso por inúmeros motivos, como pressão da família, maior facilidade de ingresso etc. E, em algum momento, decidem perseguir aquele desejo inicial.

O curso de Medicina

Se você se encaixa em algum dos casos anteriores e está pensando em fazer Medicina como segunda graduação, vamos explicar como funciona. Para o ingresso, o processo é mais simples: em muitas instituições de ensino, quem já tem um diploma de nível superior não precisa passar pelo vestibular tradicional.

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Em alguns casos, basta reunir os documentos e fazer a matrícula como segunda graduação. Em outros, pode ser aplicada alguma prova mais tranquila do que aquela utilizada para o ingresso em primeira graduação. Enfim, cada universidade tem seus critérios, mas o mais comum é que esse processo seja simples.

Depois de entrar, saiba que não há diferença na estrutura do curso de Medicina para os que ingressam como segunda graduação. Porém, dependendo da sua área de formação inicial, pode ser que você consiga eliminar algumas matérias da grade.

O curso dura 6 anos (12 semestres) e normalmente as aulas são em período integral. Em geral, a graduação em Medicina é dividida em 3 ciclos:

  • ciclo básico ou pré-clínico (1º e 2º ano) — é dedicado às bases teóricas da profissão, com matérias de Anatomia, Biologia Molecular e Celular, Fisiologia, Bioquímica, Histologia, entre outras;
  • ciclo clínico (3º e 4º ano) — essa fase é direcionada à prática clínica, com matérias sobre as manifestações de doenças no organismo, técnicas para diagnóstico, prognóstico e procedimentos médicos diversos, com o primeiro contato dos alunos com pacientes;
  • internato (5º e 6º ano) — o ciclo do internato médico é totalmente prático. Nele, os estudantes passam por todas as rotinas de hospitais, desde atendimentos clínicos até cirurgias, sempre supervisionados por uma equipe médica.

Após esses 6 anos de formação, você já poderá atuar como profissional generalista. Agora, se quiser ter o título de especialista, é preciso continuar os estudos e fazer uma Residência Médica na área escolhida. Ela dura de 2 a 5 anos e funciona como uma pós-graduação.

Vale a pena fazer Medicina como segunda graduação?

Agora que você sabe como funciona o curso, pode estar se perguntando se vale a pena fazer Medicina como segunda graduação, certo? Afinal, trata-se de uma formação bastante exigente. A resposta é: depende da sua disponibilidade. Se tiver como encarar esses anos de estudo, essa decisão é muito vantajosa.

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Veja só os pontos positivos e negativos!

As vantagens

  • aumento das possibilidades de atuação — fazer uma segunda graduação é sinônimo de ampliar seu leque de possibilidades, ainda mais considerando que existem dezenas de especialidades médicas;
  • estabilidade — uma das grandes vantagens da Medicina é a estabilidade, já que essa é uma profissão com alta empregabilidade;
  • possibilidade de aumentar o salário — a carreira em Medicina é conhecida pelos salários atrativos. De acordo com o Portal Salário, os rendimentos de um médico clínico geral vão de R$ 6,8 mil a R$ 17,6 mil. Os especialistas costumam ter salários maiores;
  • crescimento profissional e pessoal — continuar os estudos, seja na mesma ou em uma nova área, é ótimo para o crescimento profissional e pessoal, já que tudo é repertório e experiência;
  • reconhecimento e satisfação — a carreira em Medicina é uma das mais tradicionais e prestigiadas, além de promover realização pessoal devido ao seu grande valor social;
  • experiência com o ambiente acadêmico — o fato de já ter passado por uma graduação torna o aluno mais maduro e preparado para uma nova jornada de estudos, o que pode ser excelente para seu rendimento.

As desvantagens

  • rotina universitária — fazer Medicina como segunda graduação significa voltar à intensa rotina de estudos, leituras, provas e trabalhos, que pode ser bem cansativa;
  • dedicação de tempo — como você viu, a formação é longa, ainda mais se você optar por fazer a Residência. Então, é preciso ter disposição para dedicar um bom tempo à nova graduação;
  • pagamento das mensalidades — como o curso é integral, fica mais difícil conciliar com um emprego. Por isso, o pagamento das mensalidades de Medicina pode ser uma questão desafiadora.
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Como escolher uma boa instituição de ensino?

Para terminar, é bom destacar que a escolha de uma instituição de ensino de qualidade é tão importante para a segunda graduação como foi para a primeira. No caso de Medicina, é fundamental que a universidade conte com toda a infraestrutura material e imaterial para garantir uma formação de excelência.

Aqui no UniFOA, você conta com uma universidade reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), um currículo modular e um sistema de ensino diferenciado — que prioriza metodologias ativas, como problematização, projetos e estudos de caso.

Isso sem contar que o UniFOA tem o Selo de Acreditação SAEME, concedido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Também é a primeira instituição privada do Rio de Janeiro a ser contemplada com o Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET), dos ministérios da Saúde e da Educação. Esses são alguns dos indicativos da nossa excelência de ensino em Saúde!

Como você viu, há mais prós do que contras sobre fazer Medicina como segunda graduação, já que essa é uma formação com ótimos retornos e alta empregabilidade. Mas tudo depende da sua disponibilidade de tempo e financeira, além da sua disposição em encarar a rotina universitária novamente.

Lembrando que aqui no UniFOA, a forma de ingresso é 100% pelo Enem, conforme publicado em edital.

Aqui no UniFOA, você conta com uma universidade reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), um currículo modular e um sistema de ensino diferenciado — que prioriza metodologias ativas, como problematização, projetos e estudos de caso.

Se você já tomou sua decisão, inscreva-se no curso de Medicina do UniFOA e garanta uma formação de qualidade!

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Luciana Pereira Pacheco Werneck

Especialização em Gerenciamento de Projetos
Data de admissão: 01/02/2018
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