7 incríveis dicas de organização financeira

Um dos desafios do período de estudos é a organização financeira. É superimportante equilibrar os ganhos e os gastos para não passar por dificuldades e, claro, para ter algum dinheiro sobrando para investir e realizar os sonhos. A boa notícia é que esse planejamento pode ser simples, desde que se tenha disciplina e disposição para mudar alguns hábitos. Dessa maneira, torna-se possível direcionar melhor o seu dinheiro e manter a sua conta sempre no azul. A prática, inclusive, influencia positivamente o seu futuro, já que viabiliza a concretização de objetivos a médio e longo prazo e possibilita o alcance da estabilidade financeira.

Neste post, apresentaremos 7 dicas essenciais para você organizar as suas finanças. Confira nas próximas linhas!

1. Registre todos os seus gastos

O primeiro passo para organizar a vida financeira é saber exatamente quais são os seus gastos. Assim, registre todas as saídas de dinheiro, as suas dívidas e as principais despesas. Nesse momento, você terá a ciência de como estão as suas finanças e poderá fazer planejamentos.

Para isso, você pode contar com uma planilha ou usar papel e caneta. Anote durante um mês inteiro todos os gastos — mesmo os menores, como aquele cafezinho na faculdade. Você pode organizá-los por categorias, o que dará uma visão mais completa de quais são as maiores despesas.

2. Distribua as despesas conforme a sua renda

Após verificar como você gasta o seu dinheiro, é hora de reorganizá-lo. A dica é distribuir as despesas proporcionalmente à sua renda. Aí vai uma boa sugestão:

  • 55% para gastos essenciais — o que engloba contas básicas, como aluguel, água, mensalidade da faculdade etc.;
  • 5% para a educação — já que é indicado guardar uma cota para gastos extras relativos aos estudos, como a participação em eventos, a compra de livros, entre outros;
  • 20% para criar uma reserva — ou seja, um fundo composto por um valor mensalmente separado para a sua reserva de emergência ou para o alcance das suas metas;
  • 10% para a aposentadoria — haja vista que é importante desde cedo investir na aposentadoria para ter segurança na maturidade;
  • 10% para gastos livres — afinal, planejadamente, é possível ter um dinheirinho livre para gastar como quiser.
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Esse é apenas um exemplo de organização financeira que pode funcionar. No entanto, caso a sua renda esteja comprometida com dívidas, você pode recorrer à porcentagem da reserva até que elas estejam quitadas. A propósito, para aumentar a margem, uma boa pedida é buscar alternativas de renda extra.

3. Estabeleça as suas prioridades

Após a distribuição das despesas conforme a sua renda, será muito mais fácil avaliar se existem gastos supérfluos no seu orçamento. Nesse caso, o ideal é definir as suas prioridades — ou seja, os custos que não podem ser cortados, já que representam o básico para a manutenção da sua qualidade de vida, como os valores direcionados à moradia, à saúde, à alimentação etc., e aqueles que podem ser considerados “investimentos”, como as despesas voltadas à sua qualificação profissional.

Ao chegar a esta etapa do processo de organização financeira, é interessante refletir acerca do que você gostaria de conquistar a médio e longo prazo. Quais são os seus objetivos? Dentro de qual período você pretende atingi-los? Essa iniciativa é fundamental para gerar um senso de prioridade, o que o ajudará a evitar gastos desnecessários.

4. Pague as contas em dia

Embora pareça uma dica “óbvia”, na correria do dia a dia, não é incomum esquecer a data de vencimento de uma conta ou outra. O problema é que esse esquecimento, via de regra, implica juros e/ou multas, prejudicando a sua organização financeira.

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Então, para evitar possíveis dores de cabeça, deixe os seus boletos sempre em ordem, anote as datas de pagamento — inclusive, se for possível, agrupe-as em um período específico do mês, pois essa medida reduzirá as chances de você “se perder” em meio a várias datas de vencimento diferentes — e procure mantê-los em dia. Além disso, em momentos mais delicados, caso não seja viável quitar todas as despesas regulares, dê preferência àquelas que gerarão taxas mais elevadas se forem adiadas.

5. Tenha uma reserva de emergência

Mais um ponto superimportante a se ter em mente é que, por mais organizada que seja a sua vida financeira, situações adversas e inesperadas podem surgir. Imprevistos simplesmente acontecem! Por isso, é válido estar preparado ao máximo para contorná-los.

Aí entra a ideia de manter uma reserva de emergência, como brevemente mencionado. Ao contar com um fundo voltado a problemas imprevisíveis, você poderá passar pelas “turbulências” que fazem parte da vida — como um desligamento involuntário no emprego, a necessidade de fazer um reparo urgente no seu imóvel ou no seu veículo e até o enfrentamento de eventuais problemas de saúde — com mais tranquilidade.

6. Faça uma “faxina financeira”

Para os seus gastos serem divididos proporcionalmente e seja possível guardar dinheiro e realizar os seus sonhos, também é recomendável fazer uma “faxina financeira”. Aliás, esse também é um bom momento para avaliar todas as contas e ver quais são aquelas que consomem desnecessariamente a sua receita. Boas dicas incluem:

  • verificar se você paga mensalidades de serviços que não usa ou se poderia dar preferência a planos mais básicos;
  • observar os pacotes e as taxas do extrato bancário e do cartão de crédito;
  • analisar se existem benefícios universitários que podem ser usados para reduzir os gastos;
  • evitar desperdícios.
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7. Determine os seus objetivos

Tão fundamental quanto manter as rédeas da sua situação financeira é determinar o que você tem intenção de fazer com o seu dinheiro. Seja quitar dívidas, seja fazer uma viagem, seja investir no próprio desenvolvimento — independentemente dos seus sonhos, o estabelecimento de objetivos claros também vai auxiliá-lo a resistir aos gastos impulsivos e desnecessários e a priorizar aquilo que realmente é relevante.

Ainda nesse sentido, uma medida que também merece atenção diz respeito à definição de objetivos financeiros relativos aos estudos. Afinal, a qualificação profissional é um fator de peso para alcançar um status financeiro sólido e estável. Nesse caso, ao buscar uma Instituição de Ensino Superior (IES) para investir na sua capacitação — seja iniciando um curso de graduação, seja se matriculando em uma pós-graduação —, é sempre válido checar:

  • as modalidades de ensino disponibilizadas pelo Centro Universitário, já que alguns formatos, como o digital, envolvem custos mais reduzidos;
  • a viabilidade de ter acesso a bolsas e financiamentos que funcionem como um crédito estudantil;
  • a possibilidade de participar de processos de seleção socioeconômica, como um Programa de Acolhimento Financeiro ao Aluno (AFA).

Acredite: dessa forma, será possível manter a organização financeira, o que trará mais tranquilidade ao lidar com o dinheiro no dia a dia. Seguindo essas dicas, você terá uma segurança maior, além de poder definir metas a serem atingidas, como a realização de uma viagem, a compra de algo que você queira muito etc.

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Luciana Pereira Pacheco Werneck

Especialização em Gerenciamento de Projetos
Data de admissão: 01/02/2018
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