
Um estúdio onde o estudante aprende a produzir diante e atrás das câmeras. Um espaço em que futuros profissionais do Direito experimentam a dinâmica de um julgamento. Laboratórios nos quais alunos atendem a população sob supervisão. Ambientes tecnológicos capazes de levar uma cirurgia em tempo real para dentro da universidade.
Quando esses espaços passam a fazer parte da rotina acadêmica, infraestrutura deixa de significar apenas prédios e equipamentos. Ela se transforma em uma das ferramentas utilizadas para aprender uma profissão.
No Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), diferentes ambientes da Cidade Universitária acompanham as particularidades dos cursos e permitem que o estudante encontre, ao longo da graduação, situações que aproximam conhecimento e prática.
Nos Estúdios FOA, por exemplo, estudantes podem vivenciar etapas relacionadas à produção audiovisual e à comunicação em um ambiente estruturado para esse tipo de atividade. No curso de Direito, o espaço de Júri Simulado permite trabalhar argumentação, oratória e situações próximas daquelas encontradas na prática jurídica.
Em outros cursos, a formação acadêmica também se encontra diretamente com a comunidade. Laboratórios utilizados pelo curso de Nutrição possibilita atividades práticas e a clínica odontológica do curso de Odontologia, permite atendimentos à população, sempre dentro das propostas acadêmicas de cada formação.
Essa relação muda o lugar ocupado pelo estudante. O conteúdo discutido em aula passa a ser aplicado diante de situações concretas, pessoas reais e problemas que exigem observação, tomada de decisão e acompanhamento dos professores.
Na área da Saúde, essa rede de aprendizagem se amplia por diferentes cenários. A Policlínica reúne atendimentos e experiências práticas ligados à formação, enquanto o NAVE acrescenta recursos tecnológicos que permitem novas formas de visualizar conteúdos e acompanhar situações profissionais.
Uma dessas possibilidades é a integração com o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA). Por meio de recursos tecnológicos, estudantes já puderam acompanhar procedimentos realizados no hospital a partir do ambiente universitário. Ao mesmo tempo, o próprio H.FOA funciona como cenário de formação e aproxima acadêmicos da rotina de equipes, pacientes e diferentes níveis de assistência.
A diversidade dos espaços também favorece experiências entre áreas distintas. Em uma Cidade Universitária que reúne diferentes cursos, projetos podem colocar lado a lado estudantes e professores com formações variadas, algo cada vez mais presente também no mercado de trabalho.
Pesquisa e inovação completam esse percurso. O Centro de Pesquisa e Inovação Tecnológica (CEPIT), por exemplo, amplia as possibilidades para que ideias de estudantes e professores sejam estruturadas como projetos e possam se conectar a empresas, organizações e demandas da Região Sul Fluminense.
Ter acesso a esses ambientes, porém, é apenas parte da experiência. O que transforma estrutura em formação é a maneira como ela entra no cotidiano acadêmico: na aula que muda de espaço, no projeto que exige colocar uma ideia em prática, no atendimento realizado sob supervisão ou na situação que obriga o estudante a encontrar uma resposta para um problema real.
Por isso, ao escolher uma graduação, conhecer onde e como se aprende pode ser tão importante quanto observar a grade curricular. Laboratórios, estúdios, espaços de prática, tecnologia e serviços voltados à comunidade ajudam a mostrar como aquilo que começa como conhecimento em sala de aula pode ganhar outras dimensões durante a formação.
No UniFOA, a Cidade Universitária reúne justamente essas possibilidades. Diferentes cursos encontram ambientes próprios para experimentar, produzir, atender, pesquisar e construir, ao longo da graduação, uma relação mais próxima com a profissão que escolheram.
As inscrições para o Vestibular dos cursos de graduação do UniFOA estão abertas. Mais informações estão disponíveis em unifoa.edu.br.

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