Um hospital é fundamental para uma universidade, pois oferece um ambiente prático onde os estudantes podem aplicar os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula. Ele permite a integração entre ensino, pesquisa e extensão, proporcionando uma formação mais completa e realista. Além disso, promove o desenvolvimento de habilidades clínicas e interpessoais essenciais para a formação de profissionais de saúde competentes e éticos.
A reitora do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), Ivanete Oliveira, é uma das mais entusiasmadas com o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA) e explica os benefícios que os estudantes da área de saúde da instituição terão:
“O H.FOA proporcionará aos estudantes dos cursos de saúde, principalmente de Medicina, uma experiência de aprendizado enriquecedora e imersiva. Eles terão a oportunidade de vivenciar casos reais, participar de atendimentos, realizar diagnósticos e desenvolver planos de tratamento sob a supervisão de profissionais experientes. Isso não só melhora a compreensão prática dos conhecimentos médicos, mas também fortalece habilidades como empatia, comunicação e trabalho em equipe. A exposição a um ambiente hospitalar real prepara os futuros profissionais de saúde para os desafios e responsabilidades que encontrarão em suas carreiras.
Com a integração da educação e saúde através do H.FOA, a região Sul do Estado será significativamente beneficiada. A presença de um hospital com esse viés eleva o padrão de atendimento médico disponível à população local, oferecendo serviços de saúde de alta qualidade e promovendo a prevenção e o tratamento de doenças. Além disso, contribui para o desenvolvimento econômico e social da região, criando oportunidades de emprego e fortalecendo o sistema de saúde local. A formação de profissionais de saúde mais bem preparados resulta diretamente em uma melhoria na qualidade de vida da comunidade, garantindo um atendimento mais humanizado e eficiente.
“Hoje, o UniFOA conta com um complexo denominado de “Ecossistema de saúde e educação”, composto pelo Hospital Municipal Dr. Munir Rafful (HMMR), certificado como hospital de ensino; pelo Hospital São João Batista, certificado como hospital auxiliar de ensino; e pelo H.FOA, que é o nosso hospital próprio. Esse ecossistema integrado reforça ainda mais nossa capacidade de oferecer uma educação em saúde, do técnico ao mestrado, de excelência e serviços de saúde de alta qualidade à população”, frisou Ivanete.
Para o coordenador do curso de Medicina do UniFOA, Júlio Aragão, a integração do H.FOA ao curso de Medicina representa um marco significativo para a formação dos futuros médicos:
“Embora os modelos modernos de ensino foquem muito mais em uma rede de saúde, e não somente no hospital, também não podemos prescindir dessa unidade, onde os alunos podem aplicar seus conhecimentos, desenvolver habilidades clínicas e interagir com pacientes reais sob a supervisão de profissionais experientes. Essa experiência é fundamental para a formação de médicos competentes e seguros, pois facilita a assimilação de conhecimentos complexos e o desenvolvimento de competências essenciais, como a comunicação interpessoal, o raciocínio clínico e a tomada de decisões.”
Ainda de acordo com ele, “o impacto do H.FOA no aprendizado dos estudantes de Medicina é evidente. Além de oferecer um ambiente controlado e supervisionado para a prática médica, promove um aprendizado baseado em casos reais, o que enriquece a experiência educacional e prepara os alunos para os desafios da prática médica. A exposição a situações da vida real, a uma diversidade de situações clínicas em pessoas e não casos, com toda sua complexidade, e as oportunidades de participar de procedimentos cirúrgicos, como os mutirões de cirurgia de hérnia, são exemplos de atividades que consolidam o conhecimento e aprimoram as habilidades dos estudantes.”, enfatizou o coordenador.
É preciso ter em mente que o H.FOA é um ambiente a mais no universo do curso de Medicina, somando-se aos hospitais do município e da região aos quais nossos estudantes já têm acesso atualmente.
A FOA, ao integrar educação e saúde, fortalece significativamente a região Sul do Estado. A população local se beneficia diretamente da presença do H.FOA, que amplia o acesso a serviços de saúde de qualidade. Além disso, a formação de profissionais bem preparados contribui para a melhoria contínua da assistência à saúde na região, promovendo um ciclo virtuoso de desenvolvimento e qualidade de vida, que são o principal motivo da existência da Fundação.
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A Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal (SBH) irá promover - entre os dias 1º e 6 de julho - um mutirão de cirurgias para atender a 100 pacientes que aguardam há mais tempo na fila para tratamento da hérnia, no Sistema Único de Saúde (SUS), em Volta Redonda (RJ).
Hoje, a fila de espera SUS para esta cirurgia é de aproximadamente 350 pessoas, segundo a Secretaria de Saúde do Município. O mutirão vai reduzir essa fila em 30% e, ainda, permitir que os demais pacientes sejam atendidos de forma mais breve.
Ao todo, 27 cirurgiões associados à SBH - de todas as regiões do Brasil e também do exterior - doarão suas horas de trabalho como voluntários para operar os pacientes no Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), localizado no bairro Jardim Amália, que cederá a sua estrutura para a realização dos procedimentos, após entendimentos entre o presidente da FOA, Eduardo Prado; a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e a diretoria da SBH.
O presidente da entidade e cirurgião, Dr. Gustavo Soares, explica que o objetivo da SBH é promover aprimoramento científico e promover melhoria da qualidade de vida para a população:
“Levar atendimento capacitado para quem precisa é uma das missões da nossa sociedade. A hérnia é uma das doenças mais frequentes na população brasileira e sem o tratamento adequado pode causar uma série de complicações, como o estrangulamento, o encarceramento e exigindo cirurgia de emergência”, afirma o presidente da SBH.
No Brasil foram realizadas 287.902 cirurgias de hérnia no ano de 2022 e 298.846 em 2023, um crescimento de 3.80%. Já no estado do Rio de Janeiro, foram feitos 41.218 procedimentos para correção de hérnia abdominal em todo o estado, sendo 29.931 eletivas e 11.287 em caráter de urgência. Em 2022, foram 16.464 cirurgias e 24.279 em 2023, além de 475 casos operados em 2021 e processados em 2022. De todos os atendimentos, apenas 373 foram feitos de forma minimamente invasiva.
No município de Volta Redonda foram realizados o total de 1.302 procedimentos nos dois anos, sendo 1.254 eletivas e 48 de urgência. Das cirurgias, 474 aconteceram em 2022 e em 2023, 827, além de 1 caso operado em 2021 e processado em 2022. A cirurgiã, diretora da SBH e do Hospital H.FOA, Luciana Guimarães ressalta que as hérnias afetam diretamente a rotina dos pacientes:
“Existem casos em que a doença se manifesta de tamanhos pequenos, mas também ocorrem hérnias grandes que podem até impedir a realização de atividades cotidianas, afastar do trabalho e afetar a autoestima”, lembra.
Esta é a décima edição do Mutirão realizado pela SBH. Em 2023, a ação foi feita na cidade de Cuiabá, em Mato Grosso. Os mutirões também já aconteceram no Tocantins, Paraíba, Ceará, Rio de Janeiro, Maceió, Minas Gerais, Amazonas e Rio Grande do Sul, totalizando aproximadamente 900 cirurgias.
De acordo com Eduardo Prado, “a diretora médica do H.FOA, Luciana Guimarães foi a responsável por conseguirmos trazer esse mutirão para Volta Redonda, pela primeira vez na região Sul Fluminense. Foi com muito orgulho que oferecemos a estrutura do hospital para a realização dessa importante jornada. A FOA é primordialmente uma fundação educacional e agora passa a ter uma perna em saúde e estamos muito empenhados em ajudar a população da região a ter um atendimento em saúde da melhor qualidade”, enfatizou.
As hérnias são uma abertura na musculatura abdominal que permitem a passagem de uma porção de órgão ou gordura através dela.
O vice-presidente da SBH e cirurgião, Dr. Heitor Santos, ressalta que não é possível tratar a hérnia de forma clínica. “A cirurgia é a única forma de cuidar deste caso e, no mutirão, vamos realizar uma grande quantidade de cirurgias em pouco tempo, o que permite resolver de forma imediata o caso de 100 pacientes e permitir que a cirurgia dos demais seja realizada antecipadamente, ao reduzir a fila de espera”.
A Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal (SBH) e o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA) iniciaram na manhã desta segunda-feira (1º), o Simpósio Mutirão SBH, abrindo oficialmente o Mutirão de Cirurgia de Hérnia Abdominal que vai atender a 100 pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), do município de Volta Redonda (RJ). O evento está sendo realizado no Auditório Willian Monachesi, no campus Olezio Galotti, do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em Três Poços.
O vice-presidente da SBH e cirurgião, Heitor Santos, explica que o Simpósio antecede os cinco dias muito intensos de cirurgias de hérnias abdominais e de contribuição para esses pacientes do serviço público, que estão precisando de ajuda humanitária da SBH e do H.FOA.
“O Simpósio faz uma integração dos voluntários ao mutirão, que vão cuidar desses pacientes. Falamos das tecnologias, da melhor abordagem e técnicas de cirurgias, conseguindo com que os cirurgiões se dediquem ao máximo para obterem os melhores resultados dos procedimentos que serão realizados. É a última oportunidade do cirurgião de memorizar e ter consciência de que o tratamento mais certo é o estamos discutindo aqui e reproduzindo nesses pacientes para que tenham os melhores resultados”, explicou.
Em relação aos estudantes que estão participando do Simpósio, independente de integrarem o mutirão de cirurgias, Heitor Santos ressalta que “eles vivenciam outro ponto fundamental, que é ter contato com especialistas do tema, que são cirurgiões experts, além de aprenderem sobre as cirurgias minimamente invasivas e robóticas. Os estudantes começam a entender, acompanhar de perto e ver o dia a dia da especialidade de cirurgia de hérnia e se isso agradar, quem sabe teremos futuros cirurgiões de hérnia”, afirmou.
A cirurgiã, diretora da SBH e diretora médica do H.FOA, Luciana Guimarães salienta que a importância de fazer o simpósio antes do mutirão é a integração entre a parte prática que vai ser feita no centro cirúrgico e a teórica, que está sendo mostrada antes.
“É muito bacana o residente ou o aluno ter uma ideia daquilo que já viu na teoria. Estamos discutindo aqui e mostrando o que se faz de melhor no mundo para a parede abdominal, pois é a cirurgia mais comum na prática do cirurgião geral e a que fica mais esquecida em termos de atualização. Queremos mostrar a evolução da cirurgia de hérnia e o que vamos fazer no centro cirúrgico é o que que existe de melhor no mundo”.
O presidente da FOA, Eduardo Prado, é o mais entusiasta do Mutirão de Cirurgia de Hérnia e explica como tudo começou:
“A diretora médica do H.FOA, Luciana Guimarães foi a ponte para que conseguíssemos trazer esse mutirão para Volta Redonda e, imediatamente, oferecemos a estrutura do hospital para sediar esse projeto tão importante. Conversamos com a Secretaria Municipal de Saúde e começou o trabalho para beneficiar as pessoas que estavam na fila de espera. A SBH já faz isso há muito tempo, no Brasil e exterior, e Volta Redonda é a primeira cidade da região Sul Fluminense a ser agraciada com esse mutirão. Não poderia estar mais feliz”
Aproveitando os momentos de aprendizado específico, os alunos do curso de Medicina do UniFOA e outros vindos de cidades próximas, participaram da manhã de rica programação científica, como pode ser traduzido o Simpósio Mutirão.
A médica residente do Hospital Municipal Lourenço Jorge, do Rio de Janeiro, Fernanda Proença veio acompanhar a jornada com outros três: “Nos foi dada essa oportunidade de acompanhar o Mutirão e o Simpósio é muito importante porque conseguimos ver e entender a explanação e depois vamos direito para o centro cirúrgico. Essa organização de termos “aulas” antes de ir para o mutirão foi fundamental”, enalteceu.
Aluno do 9º período do curso de Medicina do UniFOA, Bernardo Caetano Novaes, mesmo não participando do mutirão diretamente, fez questão de assistir ao Simpósio.
“É bem interessante, pois é uma visão de especialistas que acrescenta muito ao nosso curso, pois aprendemos mais detalhadamente sobre a hérnia abdominal e a visão dos experts que são profissionais de fora e renomados na área faz toda a diferença. Mesmo não pretendendo ser um cirurgião, pois vou me especializar em neurologia, quero aproveitar de tudo e está sendo uma ótima oportunidade de aproveitar e aperfeiçoar”, garantiu.
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As inscrições para o “1º Encontro de Educação Inclusiva do Sul do Estado do Rio de Janeiro” estão abertas para as Secretarias e escolas participantes da ADR Sul Fluminense. O encontro, fruto da parceria da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e Agência de Desenvolvimento Regional Sul Fluminense (ADR), promete ser um grande marco na promoção de práticas e políticas públicas voltadas para a inclusão de estudantes com deficiências, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e altas habilidades/superdotação.
Para realizar sua inscrição, acesse o site da ADR clicando neste link.
O evento será sediado pelo UniFOA, no campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços, Volta Redonda, na manhã do dia 13 de setembro, das 08 às 12 horas. A iniciativa tem como grande propósito discutir e incentivar projetos e atividades que promovam a inclusão e a melhoria da acessibilidade nas escolas da região.
Serão convidadas as secretarias municipais de Educação da região Sul Fluminense, diretorias regionais e seus respectivos profissionais da Educação. Todos eles terão uma grande oportunidade de compartilhar suas experiências e abordar ações eficazes para tornar as instituições de ensino mais inclusivas e capacitadas.
Para garantir a diversidade e a relevância das atividades, o evento adotará uma metodologia abrangente. Os profissionais de educação poderão inscrever suas práticas, que deverão ser acompanhadas de um resumo contendo objetivos, metodologia, resultados e impactos alcançados, que serão avaliadas por uma equipe especializada.
As propostas serão organizadas em grupos de trabalho, divididos em quatro eixos principais:
. Formação de Professores
. Sala de Recursos Multifuncionais
. Práticas de Gestão
. Práticas Pedagógicas de Sala de Aula
A programação contará com uma palestra temática com o tema “Por uma Educação Inclusiva”, abrindo as atividades para destacar os impactos da inclusão no ambiente escolar. Os participantes terão a chance de apresentar suas experiências em grupos de trabalho, formulando proposições para o avanço das práticas inclusivas na região.
Além disso, uma plenária será realizada para consolidar as proposições, resultando na elaboração de uma carta aberta. Também será fomentada a criação de um grupo regional de educação inclusiva dedicado à educação acolhedora no Sul Fluminense.
A organização do encontro reforça o compromisso do Centro Universitário de Volta Redonda e da Fundação Oswaldo Aranha em promover projetos que contribuam para o desenvolvimento integral da comunidade, com a educação inclusiva e massiva. O evento é reflexo do sucesso das propostas inovadoras e acolhedoras das duas instituições, sempre com o intuito de incentivar práticas que fomentem a educação no Sul do Estado.
Para saber mais informações sobre o encontro, clique aqui e confira o edital completo.
O campus Olezio Galotti, em Três Poços, recebeu na tarde de ontem, 27, a ilustre visita do renomado radialista Dário de Paula e sua equipe. Acompanhado pelo presidente da FOA, Eduardo Prado, pela reitora Ivanete Oliveira e pelo supervisor de marketing e jornalismo, Alexis Aragão, Dário de Paula conheceu de perto a moderna infraestrutura dos Estúdios FOA.
Durante a visita, Dário teve a oportunidade de explorar os estúdios de TV e de áudio, apreciando as instalações que são utilizadas para a produção de conteúdo audiovisual. A estrutura dos Estúdios FOA impressionou o radialista, que elogiou a tecnologia de ponta e o ambiente propício para a criação de conteúdos diversos, além do aprendizado dos estudantes do UniFOA com os estúdios.
"Estou impressionado com o investimento que foi feito. Eu comecei na rádio siderúrgica, lá em 1967, que era melhor do que a rádio nacional, o máximo na época. E hoje vejo que a instituição montou um estúdio muito melhor do que muitos podcasts do Rio e de São Paulo que já visitei. Está melhor estruturada que muitas emissoras de televisão deste país, emissoras de grande audiência que não têm essa estrutura que aqui me foi apresentada," comentou Dário.
A visita também foi marcada pela conversa entre o radialista para a criação de um podcast, que promete trazer conteúdos relevantes e interessantes para a comunidade acadêmica e para o público em geral. E segundo o próprio radialista, “posso começar amanhã?”, comentou sorrindo.
Eduardo Prado, presidente da FOA, também destacou a importância dessa visita: "Ter um profissional experiente como Dário de Paula colaborando conosco é extremamente gratificante. Isso reflete nosso compromisso em oferecer sempre o melhor em termos de infraestrutura para nossa comunidade acadêmica e parceiros."
A visita de Dário de Paula aos Estúdios FOA marca um momento significativo para o Centro Universitário de Volta Redonda. Com a infraestrutura de ponta e a parceria com profissionais renomados, a FOA continua a se destacar como um polo de inovação e excelência na produção de conteúdos midiáticos. Para acompanhar os próximos passos dessa parceria e outros projetos dos Estúdios FOA, fique atento às atualizações nas redes sociais.
A 3ª edição do projeto Conexão Mega Cidadania foi um grande sucesso e o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) abrilhantou o evento oferecendo atendimentos gratuitos em diversas áreas, numa parceria com a Prefeitura de Volta Redonda e o Governo do Estado, através do projeto RJ Para Todos. O evento foi realizado nesse sábado (22), na Praça Brasil, na Vila Santa Cecília e contou com atividades culturais e entretenimento para crianças e adultos, atraindo milhares de pessoas.
A ação reuniu diversos órgãos e instituições que ofertaram serviços gratuitos à população, por meio das secretarias municipais em áreas como saúde, educação, serviço social, emprego, cultura, lazer, meio ambiente, esporte, empreendedorismo, juventude, dentre outras. Já o governo do estado oportunizou serviços do Detran, balcão de empregos do Sine, pesquisa ao Procon (Proteção e Defesa do Consumidor), além do PrevMóvel, do Ministério das Previdência Social.
A Fundação Oswaldo Aranha (FOA), que participou das três edições do evento, levou os serviços dos cursos de Enfermagem, Nutrição, Odontologia, Direito, Ciências Biológicas e Educação Física, onde professores e estudantes auxiliaram com orientações sobre o sistema judiciário, consultas relacionadas a problemas nutricionais, atendimentos e orientações de saúde bucal, entre outros, realizando mais 900 atendimentos.
“O prefeito Neto entendeu a importância que o Centro Universitário e a Educação têm para a cidade e chamou a FOA para fazer parte de todos os projetos que a instituição tem condições de atender com seus professores e alunos, e está sendo uma honra e alegria grande poder contribuir com a cidade. A ideia de trazer o Conexão Mega Cidadania é do deputado estadual Munir Neto, reunindo as forças do estado e do município e com total apoio e participação da Fundação Oswaldo Aranha (FOA)”, frisou o presidente da FOA, Eduardo Prado.
Para a reitora do UniFOA, Ivanete Oliveira, fazer parte de um projeto de tamanha envergadura é excelente para a instituição, pois é uma conquista para Volta Redonda.
“O próprio nome já fala: conexão. Só aprendemos quando estamos conectados à população e à sociedade. O currículo não se materializa só em salas de aulas. As práticas que temos em cenários como esse é que fazem de fato a formação dos nossos estudantes ter muito mais potência e robustez”, salientou.
O deputado estadual Munir Neto lembrou que o projeto municipal Mega Cidadania, realizado em outras gestões do Prefeito Neto já era considerado muito bom. “Depois que fui eleito deputado estadual, vi que existia um serviço chamado ‘RJ Pra Todos’ e pensei em juntar os governos municipal, estadual e FOA para ampliar o atendimento. Já estamos na terceira edição do Conexão Mega Cidadania, com sucesso absoluto. Quero agradecer a participação do prefeito Neto e seu secretariado e do UniFOA, através dos diversos cursos", enalteceu.
O Prefeito Antonio Francisco Neto era um dos mais empolgados na Praça Brasil, muito feliz com a quantidade de pessoas que procuraram os serviços oferecidos durante do evento.
“Parabéns ao Eduardo Prado e ao deputado Munir que foram os grandes criadores desse evento. Temos muito que agradecer à Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e a todos que estão participando. Nota mil! Evento maravilhoso, pois a satisfação das pessoas que estão sendo atendidas não tem preço. Só tenho a agradecer”.
O presidente Eduardo Prado afirmou que “a FOA está muito orgulhosa em participar da ideia de fazer essa junção do poder público e a iniciativa privada, trabalhando juntos para desenvolver projetos e levar melhor qualidade de vida à população, não só de Volta Redonda, mas de toda a região Sul Fluminense. Além disso o evento resgatou uma coisa que os moradores antigos de Volta Redonda gostam muito, que é frequentar a Praça Brasil, relembrando a época da Feira da Primavera”, finalizou.
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Desde de a criação da Agência de Comunicação Integrada (ACI) da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), em 2010, como espaço de práticas dos cursos de Publicidade e Propaganda e de Jornalismo do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), foram atendidas diversas instituições e projetos comunitários, como a Associação para Criança e Adolescente do Bairro Califórnia (ACAC), Projeto Bike Anjo, Projeto Descarte de Lixo Eletroeletrônico, Campanhas contra a Intolerância Religiosa e a Associação de Aposentados e Pensionistas de Volta Redonda (AAPP-VR), entre outras contribuindo para o desenvolvimento social. Com o crescimento e desenvolvimento da agência, hoje a ACI é responsável pelos atendimentos e desenvolvimentos de trabalhos internos pertinentes aos cursos e outros setores da instituição.
Como consequência do sucesso proporcionado pela agência, o curso de Publicidade e Propaganda criou o Laboratório de Práticas em Comunicação, localizado no prédio 9 do campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços, no intuito de que seus discentes possam ter um espaço para apoiar esses atendimentos, a partir do desenvolvimento de divulgações desses projetos e iniciativas sociais, por exemplo. Através desse novo ambiente de compartilhamento de conhecimentos e saberes, a união a esses programas comunitários se justifica ao proporcionar a todos os estudantes a prática real e o desenvolvimento de valores voltados para ações transformadoras.
Ao longo deste semestre, os estudantes do curso que participam dessas práticas do laboratório estão dando continuidade a divulgação de uma dessas grandes parcerias, o Projeto Bike Anjo. Como parte dessa união, os alunos ajudam na preparação do material publicitário das atividades e objetivos da proposta, como em vídeos explicativos e campanhas para atingir o público alvo e atrair cada vez mais participantes ao programa.
A Bike Anjo é uma rede de pessoas que acredita na bicicleta como uma ferramenta para a transformação das pessoas e das nossas cidades. O projeto surgiu em novembro de 2010, em São Paulo, capital. Vários cicloativistas começaram a acompanhar alguns motoristas no trânsito, com um convite para participarem da bicicletada, uma das práticas do programa que acontece uma vez por mês em muitas cidades do mundo.
Em 2012, é criada, pela Bike Anjo de Recife em parceria com as Pedalinhas de São Paulo, a Escola Bike Anjo (EBA), uma oficina de aprender a pedalar. Graças ao sucesso instantâneo, logo chegou à várias cidades do Brasil, inclusive no munícipio de Volta Redonda, Rio de Janeiro.
A sede está localizada no bairro Ilha São João, em uma parceria com prefeitura da cidade. No primeiro domingo de cada mês ocorrem as atividades das oficinas iniciais da EBA, que recebe públicos de qualquer idade, desde crianças até idosos.
Toda semana os acadêmicos do curso de Publicidade e Propaganda se reúnem para discutir novas maneiras de ampliar a rede de apoio da iniciativa. Uma das formas encontradas por eles e pela professora que lidera o grupo, Clarisse Netto, é de deixar o Instagram do projeto sempre ativo e atualizado com o cronograma de novas atividades e o registro de cada prática realizada, no intuito de aumentar o impacto do programa com o recurso das mídias sociais.
Os encontros ocorrem no Laboratório de Práticas em Comunicação ou no Laboratório de Fotografia, também localizado no prédio 9, onde eles debatem as melhores estratégias e planejamento para o andamento da iniciativa.
Clarisse explicou que todo esse processo é enriquecedor não só à comunidade pelo apoio promovido, como também para cada discente que se dispõe a ajudar em cada uma das etapas:
“Nada melhor que a prática social pra completar a aprendizagem de nossos alunos. Tenho certeza do quanto é importante para que possa formar pessoas melhores pro nosso mundo. Nossa comunidade ganha demais, mas, com toda certeza, nossos alunos crescem como pessoas e profissionais nesses projetos”.
Maria Spolidoro, estudante do 7º período de Publicidade e Propaganda que participa das ações do Laboratório de Práticas em Comunicação, confirmou que a experiência vivenciada ao longo do programa tem sido muito enriquecedora para sua formação como profissional. Ela ainda acrescentou que o contato com propostas reais e o trabalho em grupo promovido durante cada processo potencializa o desenvolvimento de habilidades fundamentais em sua área de atuação:
“Essa experiência me dá a oportunidade de aplicar os conceitos teóricos que aprendi na sala de aula em questões como planejamento de campanhas, criação de conteúdo e estratégias de marketing digital. Ao trabalhar em projetos reais para clientes reais, desenvolvi habilidades importantes como trabalho em equipe, gestão de tempo e resolução de problemas. Além disso, o ambiente colaborativo do laboratório permitiu uma troca constante de informações e opiniões entre supervisores e colegas”.
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No dia 18 de junho, o campus Olezio Galotti do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) foi palco de uma importante ação de conscientização sobre a doação de sangue, em parceria com a Fundação Sérgio Loureiro. O evento, que contou com a presença de um caminhão adesivado especialmente para a ocasião, teve como objetivo sensibilizar a comunidade FOA/UniFOA sobre a importância desse gesto solidário que salva vidas.
Durante dois períodos do dia, o caminhão esteve estacionado em pontos estratégicos do campus, atraindo a atenção de estudantes, professores e funcionários. Voluntários e representantes da Fundação Sérgio Loureiro distribuíram panfletos informativos, destacando a importância da doação de sangue, os requisitos para se tornar um doador e os benefícios que esse ato pode proporcionar para quem precisa de transfusões.
A ação buscou desmistificar receios e mitos associados à doação de sangue, incentivando mais pessoas a se tornarem doadores regulares. Bem recebida por todos os presentes, muitos demostraram interesse em se tornarem doadores de sangue e contribuírem para salvar vidas.
O InterFOA 2024 foi um verdadeiro espetáculo de competição e camaradagem entre os estudantes do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA). Realizado com grande entusiasmo, o evento destacou-se por jogos leais e uma torcida vibrante que encheu de energia o ginásio e as quadras externas do campus Olezio Galotti. A edição deste ano foi marcada pelo aumento no número de modalidades e equipes participantes, o que proporcionou um ambiente de competição ainda mais inclusivo e diversificado.
O grande destaque desta edição foi a Pantera, do curso de Educação Física, que se sagrou campeão geral do InterFOA 2024, demonstrando excelente desempenho em diversas modalidades e consolidando-se como um forte competidor.
O presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Eduardo Prado, celebrou o sucesso do evento e destacou o crescimento significativo em relação à edição anterior. “Nessa segunda edição, dobramos a quantidade de modalidades, resultando na maior participação dos estudantes e na quantidade de times. Alcançamos um retorno significativo nas redes sociais. Além do retorno incontável identificado com a repercussão deste evento, que gerou um clima agradável e fraterno entre os participantes, potencializando o sentimento de pertencimento. Agradeço a todos os atletas participantes desse campeonato, aos colaboradores envolvidos e à comissão organizadora do InterFOA pela belíssima execução desse projeto”, ressaltou Eduardo que ganhou uma camisa do evento autografada pelas atléticas participantes.
Lara Prado, supervisora de eventos da FOA, também expressou seu contentamento com o sucesso do InterFOA. “É muito gratificante ver o entusiasmo e a participação ativa dos estudantes no InterFOA. Eles realmente abraçaram essa ideia, e é exatamente o que sempre digo: este é um evento feito por eles e para eles. Desde o início do ano, nossa equipe se dedica a organizar cada detalhe com muito carinho e atenção, e ver tudo funcionando perfeitamente é uma enorme satisfação. Estou muito feliz e realizada com o resultado”, compartilhou Lara.
A reitora do UniFOA, Ivanete Oliveira, falou sobre a alegria em ver os estudantes engajados durante todo o evento, além do fortalecimento de laços de toda a comunidade acadêmica. “Estamos extremamente orgulhosos e emocionados com o sucesso desta edição do InterFOA. Foi uma competição marcada pela união, respeito e espírito esportivo entre os estudantes. É gratificante ver como este evento fortalece os laços de amizade e promove um ambiente saudável e festivo. O InterFOA não apenas celebrou o esporte, mas também consolidou um forte sentimento de comunidade dentro do UniFOA. Agradeço a todos os envolvidos por fazerem deste evento um exemplo de fraternidade e cooperação.”, disse Ivanete.
Nathan Veiga, aluno do curso de Educação Física, comentou sobre a edição deste ano. “Essa edição foi incrível, ainda mais porque coroou toda a participação dos alunos. Você vê a união da comunidade universitária e, poder ver todo mundo em comunhão, brincando, se divertindo e viver a competição 100% é sensacional”, destacou Nathan, entusiasmado com o sucesso do evento.
Yasmin Galdino, do Enfernão, expressou seu entusiasmo com a realização do evento. “Tem muito tempo que a gente sonha com esse evento aqui dentro da instituição e seria 1000 vezes melhor se acontecesse duas vezes ao ano”, comentou Yasmin, ressaltando o desejo de maior frequência para o InterFOA.
Lin, do curso de Medicina, destacou a relevância da integração proporcionada pelo esporte. “A importância é sempre estimular a prática do esporte e essa integração que o esporte movimenta. E essa mobilização social, mesmo que o caráter esportivo tem”, observou Lin, sublinhando o valor social das competições esportivas.
A edição deste ano do InterFOA apresentou uma série de competições emocionantes, que foram calorosamente recebidas pela comunidade acadêmica. Confira a classificação final dos vencedores em cada modalidade:
| Modalidade | 1° lugar | 2° lugar | 3° lugar |
|---|---|---|---|
| Handebol Feminino | Enfernão SI | Med VR | Pantera |
| Handebol Masculino | Med VR | Pantera | Piracastorfox |
| Futsal Feminino | Enfernão | Med VR | Pantera |
| Futsal Masculino | Pantera | Piracastorfox | Med VR |
| Vôlei Feminino | Med VR | Enfernão | Pantera |
| Vôlei Masculino | Pantera | Med VR | Enfernão |
| Cabo de Guerra Fem. | Pantera | Med VR | Enfernão |
| Cabo de Guerra Masc. | Pantera | Med VR | Piracastorfox |
| Tênis de Mesa Fem. | Med VR | Enfernão | Pantera |
| Tênis de Mesa Masc. | Med VR | Enfernão | Pantera |
| FIFA Misto | Enfernão | Pantera | Med VR |
Os jogos foram marcados por um espírito esportivo exemplar, com os estudantes demonstrando habilidades atléticas e um forte senso de fair play. O entusiasmo e a participação ativa da comunidade acadêmica fizeram desta edição do InterFOA um marco de sucesso.
O InterFOA não apenas fortalece o espírito competitivo e a prática esportiva entre os alunos, mas também contribui para a integração e o desenvolvimento pessoal, promovendo valores como cooperação, respeito e amizade. A cada edição, o evento consolida-se como uma importante tradição no calendário da FOA/UniFOA, celebrando o esporte e a união.
Confira o vídeo dos melhores momentos aqui.
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Desvendando as Conexões entre a Ciência e a Espiritualidade. Este é o Programa HOLOS que visa integrar, pesquisar e capacitar, correlacionando os estudos científicos com a espiritualidade, independentemente de religião, e alinhando-os com a fé e a saúde global das pessoas.
Idealizado pelos professores Alessandro Orofino e Max Damas, da assessoria da presidência da FOA, o projeto HOLOS, após um estudo aprofundado das práticas e estudos entre Ciência e Espiritualidade no Brasil e no mundo, contará com as práticas mais avançadas nos estudos sobre o assunto. Isso posiciona a instituição entre as poucas que aplicam esse tipo de metodologias.
Os professores Walter Fonseca, Marcilene Fonseca e Sônia Moreira, foram convidados para compor o grupo e concretizar o projeto que se desdobrará em uma série de programas futuros.
A abertura do evento foi marcada pela fala do professor Walter, que destacou a importância de entender e mudar o paradigma científico. "Precisamos adotar uma visão mais integral e holística do ser humano, que inclua a dimensão sagrada e a espiritualidade não-dogmática para a melhoria da saúde", afirmou Walter, ressaltando a necessidade de um novo olhar sobre a relação entre ciência e espiritualidade.
Em seguida, a professora Marcilene abordou os aspectos do projeto, enfatizando as possibilidades e impactos através de ações de pesquisa, aplicações de técnicas e futuros workshops sobre a conexão entre Ciência e Espiritualidade. "Ainda há um vasto campo a ser explorado nas universidades brasileiras para o desenvolvimento pleno desses estudos", destacou Marcilene, sinalizando o potencial de crescimento e inovação acadêmica.
Já a professora e psicóloga Sônia Moreira, demonstrou as correlações entre ciência, cura e espiritualidade em prol do bem-estar e qualidade de vida, tanto para profissionais de saúde quanto para pacientes. "Um novo tempo se aproxima, onde essas conexões serão cada vez mais sinérgicas no pleno desenvolvimento do ser humano", afirmou Sônia, apontando para um futuro onde a espiritualidade será reconhecida como uma dimensão crucial na saúde integral.
Orofino conduziu uma reflexão e uma dinâmica, integrando neurociência, saúde emocional e espiritualidade. "Este momento é crucial para o mercado de saúde, para o mundo atual e seus desafios, e também para as relações dentro da FOA e UniFOA", ressaltou Orofino. "Não existe mais uma divisão entre Ciência e Espiritualidade; elas devem caminhar juntas cada vez mais", concluiu, reforçando a importância da integração dessas áreas.
O evento contou com a presença da reitora do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), professora Ivanete Oliveira, além de pró-reitores, colaboradores, professores e alunos dos cursos da área da Saúde. Todos prestigiaram o início do projeto, que busca alinhar o ecossistema de saúde da FOA
O Programa HOLOS representa um avanço significativo na abordagem holística da saúde, promovendo uma visão integrada e harmônica do ser humano em suas múltiplas dimensões, e posicionando o UniFOA na vanguarda desses estudos.
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