Na noite da última terça-feira (25), o Campus Olezio Galotti em Três Poços foi palco de mais uma edição do FOA Fest, evento semestral que visa acolher e integrar os estudantes do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e da Escola Técnica da Fundação Oswaldo Aranha (EtecFOA). A festividade, que já se consolidou como uma tradição acadêmica, reuniu, além de alunos, gestores, professores, funcionários e amigos da FOA em um ambiente vibrante e acolhedor. 

Com uma programação diversificada, o FOA Fest trouxe apresentações musicais e barracas de comidas organizadas pelos cursos da instituição. O DJ Pedro Oliveira que animou o público com um repertório variado, enquanto Matheusinho Rosa e seu grupo de pagode trouxeram o ritmo contagiante que garantiu ainda mais energia ao evento. 

Além da música, a gastronomia também foi destaque. Barracas organizadas pelos cursos ofereceram uma ampla variedade de opções, incluindo petiscos, doces, sucos e refrigerantes, proporcionando não apenas um atrativo a mais para os participantes, mas também uma oportunidade para as atléticas e diretórios acadêmicos arrecadarem fundos. Esse envolvimento dos estudantes fortaleceu o espírito de colaboração e pertencimento entre os cursos. 

A supervisora de Eventos e coordenadora do FOA Fest, Lara Prado, destacou a importância do evento para a comunidade acadêmica e o trabalho coletivo envolvido na organização. Para ela, o sucesso do evento é resultado do esforço conjunto de diversas equipes, que se dedicam meses antes para garantir uma experiência memorável para todos os participantes. 

“Ver o FOA Fest ganhando vida é extremamente gratificante, pois sabemos o quanto cada detalhe foi pensado e planejado com dedicação. Esse evento não acontece sozinho, ele é construído por muitas mãos, desde a supervisão de eventos até os professores, funcionários e alunos que se envolvem ativamente na organização. O mais bonito de tudo isso é perceber que a FOA realmente funciona como uma grande família”, afirmou Lara. 

Segundo ela, a mobilização dos cursos demonstra o forte espírito de união dentro da instituição. “Cada curso se engaja de maneira única, seja organizando barracas, convidando professores ou incentivando colegas a participarem. Esse comprometimento faz com que o evento tenha sempre um ambiente acolhedor e vibrante. A cada edição, os estudantes demonstram um nível de organização e empenho que nos surpreende e emociona. É muito bonito ver o quanto eles abraçam o FOA Fest e fazem dele um verdadeiro sucesso”, completou. 

Para os ingressantes, o FOA Fest representa uma oportunidade única de integração e adaptação à vida acadêmica. Lívia Cristina Almeida, estudante do primeiro período de Jornalismo, participou pela primeira vez do evento e destacou a experiência enriquecedora que teve ao interagir com outros cursos. 

“O ambiente estava incrível! As músicas foram bem escolhidas, as barracas estavam movimentadas e havia uma energia muito boa entre os estudantes. Foi uma chance especial de conhecer melhor os colegas e de trocar experiências com alunos de outros cursos”, relatou Lívia. 

Ela também ressaltou como o evento favoreceu a prática acadêmica de seu curso. “No Jornalismo, temos que estar sempre praticando a comunicação, e o FOA Fest nos deu essa oportunidade. Fizemos entrevistas, gravações e até interagimos com alunos da Nutrição, ajudando na divulgação de suas atividades. Foi uma experiência muito interessante, pois conseguimos unir aprendizado e diversão ao mesmo tempo. Além disso, é uma ótima forma de quebrar barreiras entre os cursos e criar conexões importantes”, destacou. 

O FOA Fest integra um conjunto de atividades promovidas pela FOA a cada semestre para recepcionar os alunos do ensino superior e técnico. Além de proporcionar momentos de lazer e diversão, o evento também vale como atividade complementar, incentivando a participação ativa dos estudantes em ações acadêmicas e sociais. 

Com mais uma edição bem-sucedida, o FOA Fest se consolida como um dos eventos mais aguardados do calendário acadêmico. A organização já começou a planejar novidades para as próximas edições, garantindo que a tradição continue fortalecendo laços e proporcionando experiências inesquecíveis para toda a comunidade acadêmica. 

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O Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, recebeu, entre os dias 17 e 21 de março, a 1ª Semana de Celebração à Humanização e à Diversidade na Comunicação. O evento, idealizado pelo professor Edilberto Venturelli, da Escola de Comunicação, contou com o apoio dos coordenadores do curso de Jornalismo, professora Angélica Arieira, e da Escola de Comunicação, professor Douglas Gonçalves, além do Diretório Acadêmico e da Casa de Cultura do UniFOA.

A programação trouxe palestras e oficinas que abordaram questões fundamentais para a representatividade e a inclusão na comunicação. Entre os temas discutidos, estavam o “Dia do Povo Preto e Quilombola”, o “Povo Indígena”, o “Povo LGBTQIA+”, o “Poder Feminino” e o “Dia da Pessoa com Deficiência (PcD)”. Além disso, os estudantes do curso de Nutrição participaram com apresentações diárias de receitas típicas relacionadas a cada tema.

Resistência e Representatividade na Comunicação

O primeiro dia do evento, segunda-feira (17), abordou a representatividade racial na comunicação e no ensino superior, com o tema “Resistência e comunicação: cotas na universidade e a representação do povo preto na mídia”. A mesa foi mediada por Júlia Lopes, estudante do 6º período de Publicidade, e contou com a participação de Pai Sid Soares (líder religioso e pai de santo), da publicitária egressa do UniFOA Priscila Pereira e da jornalista egressa Maju Freitas.

Pai Sid destacou a importância da diversidade na formação acadêmica:
“Se a gente quer profissionais mais capacitados, que tenham uma mente mais inclusiva, que realmente dialoguem com o Brasil profundo, com a diversidade, é nesse espaço aqui da universidade que o debate começa.”

A estudante Júlia Lopes também enfatizou o impacto da representatividade na sua trajetória:
“Muitas vezes, eu não vejo uma pessoa preta nesse lugar (...), então é muita emoção me sentir capaz como uma profissional e ser, no futuro, um exemplo para outras pessoas”, disse a jovem ao comentar sobre o papel de liderança a ela oferecido pelo idealizador do projeto.

Sabedoria Ancestral e Cultura Indígena

Na terça-feira (18), o tema “Sabedoria Ancestral e Preservação Cultural na Comunicação” trouxe à tona a valorização dos saberes indígenas. O debate contou com a presença do jornalista Lucas Motta, do educador ambiental Pedro Neves e dos indígenas Lino e Jéssica Gonçalves, que participaram por videoconferência de Angra dos Reis.

Pedro Neves ressaltou a importância da diversidade de conhecimentos e a resistência dos povos originários:
“Os indígenas estavam aqui antes dos europeus chegarem. Eles tinham sua organização, sua ciência, sua medicina, seus saberes e sobreviveram. Mas, com a chegada do ‘Jiruá’ (não indígena), passaram a ser minoria.”

Diversidade na Comunicação e a Visibilidade LGBTQIA+

A quarta-feira (19) foi dedicada ao debate sobre inclusão e desafios da comunidade LGBTQIA+ no mercado de trabalho, com a mesa “Diversidade na comunicação, visibilidade LGBTQIA+”. Participaram os jornalistas Giovani Rossini e Jeniffer Marcato, além do empresário e publicitário Davi Tedesco.

Os convidados destacaram a dificuldade de se assumirem homossexuais perante a família, mas, principalmente, ante o mercado de trabalho, que ainda se encontra resistente à multiplicidade de orientações sexuais e de identidade de gêneros que se afastem da heteronormatividade.

Rossini acredita que, por parte das empresas, ainda há falhas na comunicação na hora de entender as necessidades de pessoas LGBTs:

“Muitas vezes, a inclusão é apenas uma estratégia para atender requisitos legais, mas falta autenticidade. O que a comunidade quer? Não é um broche no dia do orgulho, uma festa ou um e-mail do RH. Queremos um ambiente acolhedor, onde possamos ser quem somos sem sofrer preconceito.”

Davi Tedesco complementou, reforçando que a autenticidade das políticas em prol da diversidade e a inclusão precisam ser naturalizada dentro das organizações:

“Quando você começa a internalizar o conceito de políticas da diversidade, isso vai ficando mais fácil para as marcas, e aí isso é abraçado por todo o time, por toda a empresa, e vai refletir naturalmente na marca”.

Desafios e Conquistas das Mulheres na Comunicação

Na quinta-feira (20), o evento trouxe o tema “Mulheres na Comunicação: Desafios e Conquistas”, com a participação da jornalista e influenciadora Mi Oliveira, da empresária Leidiane Rosa e da reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira.

A violência contra a mulher na mídia e fora dela, o machismo enraizado no mercado de trabalho, a diferença salarial discrepante entre homens e mulheres e o preconceito racial vivido pela mulher negra na sociedade, ainda em 2025, deram coro às palavras das convidadas.

O futuro da mulher na comunicação, no entanto, foi o imo da entrevista feita à influencer: “Eu enxergo um futuro muito diverso [com as redes sociais] e trazendo à tona tudo que foi invisibilizado durante muitos anos, como a jornada dupla, e isso vai trazer mais referências para as novas gerações de mulheres, vai colocar outras mulheres em posições de destaques”, comentou a influenciadora.

Sobre referências femininas em posições de destaque na sociedade, a professora Ivanete comentou que não sabe se é vista como uma inspiração para outras mulheres, reforçou a importância de acreditar no próprio potencial:

“É possível alcançarmos na nossa vida, lugares muito mais altos do que a gente almeja. Eu, por exemplo, sempre tracei metas e objetivos para a minha vida. E eu vou atrás deles. A gente precisa pensar sempre no nosso potencial, naquilo que a gente pode fazer. Então se isso inspira outras mulheres, eu não sei, não faço com a intenção de inspirar outras mulheres. Mas se elas se inspiram, eu só agradeço”, destacou a reitora.

Vozes que Inspiram: Acessibilidade e Direitos das Pessoas com Deficiência

O encerramento da semana, na sexta-feira (21), coincidiu com o Dia Internacional da Síndrome de Down e abordou a inclusão de pessoas com deficiência. O debate contou com a participação da analista sênior de relacionamento com comunidades Brena Lacerda, do presidente da ONG Coopenea Thiago Lopes e da especialista em Libras Andrea Almeida.

Pensar a acessibilidade dos espaços físicos e comunicacionais, o acolhimento de pessoas com deficiências no mercado de trabalho, além de trabalhar o poder de escuta do outro, foram as causas defendidas por Thiago, que ao se tornar cadeirante aos 20 anos de idade, viu-se num mundo defectivo: “Deficiente é o espaço! Se o espaço for eficiente, onde está a deficiência?”.

E refletir sobre a inclusão de PCDs vai muito além da adaptação dos lugares à cadeira de rodas, é preciso também considerar as deficiências ocultas, como o autismo e a surdez.

Andrea Almeida defendeu a inclusão da Língua Brasileira de Sinais (Libras) no ensino básico:

“A inclusão de Libras nas escolas não beneficia apenas a comunidade surda, mas toda a sociedade, pois promove a comunicação e a empatia.”

A 1ª Semana de Celebração à Humanização e à Diversidade na Comunicação cumpriu seu papel ao promover diálogos essenciais sobre inclusão e representatividade com reflexões e debates essenciais sobre conscientização social, o evento contou com a participação ativa dos alunos da Escola de Comunicação, que enriqueceram as discussões com perguntas pertinentes e atuaram como mediadores dos debates.

Diante do sucesso da iniciativa, o professor Douglas Gonçalves já confirmou a realização da segunda edição do evento em 2026.

Texto escrito por: Paula Fernanda dos Santos e Mariah Clara Rodrigues Morais – 1º período de Jornalismo, Escola de Comunicação sob supervisão

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A Fundação Oswaldo Aranha (FOA) recebeu a visita de representantes da Fundação Rota e do Instituto Niemeyer para fortalecer parcerias estratégicas e viabilizar a captação de investimentos voltados para inovação e tecnologia. O encontro marca um passo importante para o desenvolvimento do Centro de Pesquisa e Inovação Tecnológica (CEPIT) do UniFOA, consolidando a instituição como um polo de referência na pesquisa acadêmica e no desenvolvimento tecnológico.

Durante a visita, os representantes das fundações conheceram as instalações da FOA e se surpreenderam com a infraestrutura tecnológica e a qualidade dos projetos desenvolvidos. Carlos Eduardo Fioravanti, presidente da Fundação Rota, destacou sua impressão ao explorar os espaços da instituição. "Eu estive aqui em uma gratíssima surpresa. Já fui pró-reitor de universidades privadas e estou nesse setor há muito tempo, mas não esperava encontrar uma instituição tão bem aparelhada tecnologicamente. O campus é muito bonito e bem tratado, o que torna o ambiente propício para o aprendizado. Universidades maiores, com mais nome, muitas vezes não apresentam o nível de qualidade que encontrei aqui", ressaltou.

João Batista de Morais Jr., superintendente do Instituto Social Oscar Niemeyer, também elogiou a FOA e seu potencial para colaborações futuras. "Tudo começou porque precisávamos desenvolver o museu virtual do Niemeyer, e um amigo indicou a FOA como parceira ideal. O protótipo ficou excelente, e viemos conhecer melhor a instituição. O que encontramos aqui nos impressionou profundamente, e enxergamos muitas oportunidades de parceria, desde projetos de engenharia e arquitetura até neurocirurgia. Vocês têm aqui um pote de ouro. A qualidade do trabalho desenvolvido é modelar e pode servir de referência para a região. ", explicou.

Marcos Siliprandi, CEO da MS2 e um dos gestores do CEPIT, enfatizou a importância do intercâmbio de conhecimento e do financiamento de projetos inovadores para impulsionar o crescimento da FOA/UniFOA. "Queremos transformar a FOA em um grande hub de tecnologia e inovação, conectando nossos estudantes e pesquisadores a oportunidades internacionais. Essa parceria é estratégica para ampliar nosso impacto e fortalecer nossa atuação em pesquisa aplicada", afirmou.

O presidente da FOA, Eduardo Prado, ressaltou que essa aproximação reforça o compromisso da instituição em se tornar uma referência em ciência e tecnologia. "A FOA sempre buscou estar na vanguarda da inovação e do desenvolvimento acadêmico. A visita das fundações nos abre portas para parcerias que podem impulsionar ainda mais nossos projetos, proporcionando novas oportunidades para nossos estudantes e pesquisadores. Estamos confiantes de que essa conexão trará grandes avanços para nossa instituição e para toda a região", destacou.

Com essa parceria, a FOA reforça seu papel como instituição comprometida com a transformação tecnológica e o desenvolvimento regional, ampliando sua atuação e se consolidando como referência no cenário acadêmico, hospitalar e empresarial.

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Na última segunda-feira (24), o UniFOA promoveu um momento marcante na jornada acadêmica dos ingressantes de Medicina: a cerimônia de entrega do 1º jaleco. O evento aconteceu no auditório William Monachesi e contou com a presença de familiares, docentes e representantes institucionais, consolidando a importância deste rito de passagem para os futuros médicos. 

Para compor a mesa de honra, estiveram presentes o presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), doutor Eduardo Prado; a pró-reitora de extensão, professora doutora Ana Carolina Callegario, representando a reitora do UniFOA, professora doutora Ivanete Oliveira; o diretor de ensino e educação permanente do H.FOA, professor doutor Igor Braz; o coordenador adjunto do curso de Medicina do UniFOA, professor doutor Luiz Antonio Neves; e o gestor de acolhimento do curso de Medicina, professor doutorando Ailton Carvalho. 

Em sua fala, o presidente da FOA, Eduardo Prado, enfatizou o significado da cerimônia e a importância do 1º jaleco na construção da identidade médica: 

"Isso tem um significado muito importante para o UniFOA, para a Fundação Oswaldo Aranha. É algo que a mantenedora já sonhava há algum tempo, mas não tinha oportunidade de realizar. Hoje, estamos muito felizes de poder receber as famílias e os estudantes. O diploma é a chave para o corporativo, mas o jaleco é a personificação do médico e da médica no mundo moderno ", destacou. 

Sendo a primeira vez que o UniFOA realiza esse evento para o curso de Medicina, a ocasião foi marcada pela emoção de estudantes e familiares que vieram de diversas regiões do Brasil. "Tem gente de Brasília, do norte do estado, do sul do país, que se deslocou para cá junto com seus filhos, buscando proporcionar a melhor educação possível para eles. Sentimos muito orgulho de saber que o UniFOA é a casa desses estudantes", completou Eduardo Prado. 

O coordenador adjunto do curso de Medicina, professor doutor Luiz Antonio Neves, destacou o simbolismo da cerimônia como um divisor de águas na trajetória dos futuros médicos: 

"Esse evento representa uma mudança significativa na vida dos estudantes. Eles deixam para trás o período de estudos preparatórios para o vestibular e ingressam em uma jornada de formação profissional. A entrega do primeiro jaleco simboliza essa transição, marcando o compromisso com o aprendizado, a ética e a dedicação à profissão. No curso de Medicina, essa passagem tem um significado ainda maior, pois carrega a expectativa de contribuir para a saúde e o bem-estar da sociedade", explicou. 

O evento foi especialmente emocionante para os familiares, que acompanharam com orgulho e felicidade esse importante marco na trajetória dos estudantes. Júlio César Trindade Pereira, pai da estudante Giovanna de Luca Pereira, expressou sua emoção ao ver as duas filhas vestindo o jaleco pela primeira vez: 

"É uma alegria indescritível. Ver minhas filhas iniciando essa caminhada no UniFOA é a realização de um sonho. Sempre desejei que elas seguissem um caminho de excelência, e espero que, no futuro, se tornem profissionais de destaque, trabalhando juntas para construir uma Medicina ainda melhor". 

A estudante Giovanna também falou sobre a importância do momento e a emoção de compartilhar essa experiência com colegas e familiares: 

"Estou muito feliz por viver esse dia tão especial. É um momento que ficará marcado na minha memória, pois representa o início de uma jornada que sempre sonhei. Ter meus amigos e minha família aqui torna tudo ainda mais significativo". 

Mais do que um símbolo, a entrega do 1º jaleco representa os valores que nortearão a trajetória acadêmica e profissional desses estudantes, preparando-os para os desafios e responsabilidades da carreira médica. 

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O Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão foi palco de um encontro inspirador com o roteirista Gustavo Bragança, que compartilhou suas experiências e desafios do mundo audiovisual com os estudantes da Escola de Comunicação do Centro Universitário. O evento, "Luz, Câmera e Ação - Encontro com o Roteirista", proporcionou um mergulho no processo criativo por trás de produções de grande sucesso, como as séries Senna e Bom Dia, Verônica.

Durante sua palestra, Bragança falou sobre os desafios da profissão e como trilhou seu caminho no mercado audiovisual. Com uma trajetória que passou de roteiros independentes a grandes produções de streaming, o roteirista revelou que o início de sua caminhada foi marcado pela busca de histórias autênticas e pela necessidade de aprender e experimentar diferentes formatos e estilos de narrativa. “Quando comecei, o meu maior desejo era entender como uma ideia se transforma em um roteiro. Cada história tem seu próprio processo”, disse o cineasta.

O roteirista também explicou o desenvolvimento da série Senna, produção que foi sucesso de audiência não apenas no Brasil, mas que se tornou um fenômeno global. A minissérie, que retrata a vida e a carreira do lendário piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna, se tornou um dos conteúdos mais assistidos no Brasil, com mais de 53 milhões de horas assistidas em todo o mundo, de acordo com a Netflix.

Gustavo comentou também sobre sua primeira reunião com executivos da Netflix, onde a estratégia era clara: “Na primeira reunião, a pergunta que fiz foi ‘a série é para o mercado nacional?’. A resposta foi clara: ‘Não, é para o mundo. Foi nesse momento que percebi o verdadeiro impacto do streaming”, lembrou Bragança, que destacou a importância de se pensar globalmente desde o início do projeto, o que foi crucial - segundo ele - para o sucesso alcançado pela minissérie.

Após a palestra, seguiu-se uma sessão de perguntas e respostas, na qual os alunos tiveram a oportunidade de questionar Gustavo sobre seus projetos, o mercado audiovisual e os desafios da carreira de roteirista. Entre os temas mais discutidos estava o impacto das plataformas de streaming no mercado brasileiro e internacional.

Gustavo apontou que, embora o streaming tenha aberto portas para produções brasileiras, ainda existe uma limitação quando se trata do cinema tradicional. "No cinema, os festivais internacionais continuam sendo uma grande porta de entrada. Mas, ao mesmo tempo, a visibilidade das plataformas de streaming tem dado novas possibilidades para que os roteiristas brasileiros mostrem seu trabalho para o mundo", afirmou.

O processo de criação do roteiro de Bom Dia, Verônica – um thriller psicológico roteirizado por Gustavo que trata de temas sensíveis como violência doméstica e abuso – foi tema de perguntas feitas por alunas de Comunicação que assistiam à palestra. Bragança explicou a responsabilidade do autor ao tratar dessas questões nas telonas e no streaming: “Trabalhar com temas sensíveis exige uma responsabilidade enorme. O desafio é retratar a realidade de uma forma que seja fiel, mas ao mesmo tempo respeitosa com as vítimas e com o público”, explicou.

O futuro do cinema brasileiro também esteve em pauta, e Gustavo ressaltou a importância de incentivos públicos para a sustentabilidade da indústria cinematográfica. "Sem políticas públicas que incentivem a produção e a distribuição, muitas histórias incríveis podem nunca chegar ao público", afirmou. Ele também mencionou a relevância dos festivais de cinema como ferramentas fundamentais para que produções independentes ganhem visibilidade. “Se um filme não tem o apoio certo, ele pode acabar sendo esquecido, mesmo sendo de excelente qualidade. Esse é um dos maiores desafios para os cineastas independentes no Brasil”, completou.

A palestra foi uma oportunidade única para os estudantes de comunicação entrarem em contato com um dos grandes nomes do roteiro brasileiro, ouvindo de perto suas histórias e reflexões sobre a indústria audiovisual atual. A Escola de Comunicação do UniFOA segue com o compromisso de fomentar o diálogo entre os alunos e profissionais de destaque, incentivando o aprendizado e a troca de experiências no campo da comunicação e da arte.

Texto escrito por: Felipe Esteves Duque – 7º período de Jornalismo sob supervisão

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Na educação, vínculo e acolhimento desempenham papéis cruciais no desenvolvimento de estudantes e na criação de um ambiente de aprendizado positivo. 

O vínculo entre professores e alunos é fundamental para estabelecer uma relação de confiança e respeito, facilitando a comunicação aberta e o engajamento nas atividades escolares. Um ambiente acolhedor na sala de aula, permite que os alunos se sintam seguros e valorizados, promovendo a participação ativa e a disposição para aprender. 

Pensando nisso, o Centro de Aprendizagem e Inovação Pedagógica (CAIP) do UniFOA que já realiza capacitações com os docentes do Centro Universitário através do projeto Olhar Docente, realizou na tarde de ontem (24) uma palestra com o professor Ailton Carvalho sobre o tema. 

Ailton destacou que conversar sobre o tema com os professores é extremamente importante, porque a sala de aula, além de um espaço de ensino, também é de diversidade cultural, religioso, social, econômico.  

“É preciso que a gente esteja atento a essa diversidade para que possamos então ser mais acolhedores, tenhamos uma proposta de trabalho que integre e que não seja separatista para que o aluno se sinta confortável em suas diferenças e diversidades e que possamos promova um ambiente, mesmo que tenha uma tensão, mas que de alguma forma a gente possa considerar a diferença, não como um negócio que a gente precisa afastar, mas que a gente pode acolher de alguma forma”. 

Além disso, vínculo e acolhimento ajudam no desenvolvimento das habilidades socioemocionais dos alunos, como empatia, resiliência e cooperação, que são essenciais para o sucesso acadêmico e pessoal. 

Quando o aluno percebe que o ambiente de aprendizagem proporciona esse tipo de acolhida e a vontade do educador em criar vínculos, ele se sente confortável e mais encorajado a participar das atividades propostas. 

"Quando ele (estudante) percebe que ali há uma possibilidade de vínculo e de acolhimento, que ali não tem julgamento e que não tem um olhar de estranheza diante do que ele é, a relação flui, consequentemente, o ensino aprendizagem fica muito melhor”, comentou Ailton. 

A professora do curso de Direito, Daniele do Amaral, vê a palestra e o tema como extremamente necessária. 

“Um papel fundamental para todos nós docentes é saber como e porque acolher nossos alunos. Cada um experienciou momentos da vida de forma diferente, e entender isso e saber lidar com isso também é papel do docente. O caminho da jornada acadêmica para o aluno acolhido fica mais prazerosa e efetiva”, avaliou. 

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Nos dias 20 e 21 de março, o UniFOA foi palco do Fórum "Água em Foco: Desafios e Soluções Sustentáveis", um evento que reuniu especialistas, pesquisadores, estudantes e profissionais do setor ambiental para debater a gestão e conservação da água e promover práticas sustentáveis voltadas para a purificação e despoluição da água. 

O Fórum "Água em Foco" também faz parte da 3ª Jornada de Educação Ambiental, um projeto do Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas que incentiva reflexões sobre o papel da educação ambiental no enfrentamento das mudanças climáticas, contribuindo para a construção de estratégias rumo à COP 30. 

“Realizar um evento com foco na COP 30 oferece ao curso visibilidade acadêmica e institucional, fortalece o compromisso com a sustentabilidade e permite que alunos se aprofundem em temas globais relevantes”, comentou a coordenadora do curso de Engenharia Ambiental, Samantha Grisol. 

Além disso, ela também ressaltou que o evento promove networking, oportunidades de pesquisa e desenvolvimento de carreiras, enquanto sensibiliza a comunidade para ações locais de impacto ambiental. 

“Estar à frente de debates importantes é uma oportunidade de contribuir para a formação crítica dos alunos, além de ser uma forma de impactar diretamente o futuro da educação e da sociedade”, disse. 

As atividades começaram no dia 20 de março, com a palestra de abertura sobre "Gestão e Conservação da Água: Métodos de preservação e políticas públicas". Entre os palestrantes estavam Jorginho Fuede, secretário do Meio Ambiente de Volta Redonda, e Vera Lúcia Teixeira, vice-presidente do Comitê do Médio Paraíba do Sul (CBH MPS) e secretária do Fórum Fluminense de Comitês de Bacia do RJ e do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBHs). 

Presente no 1º dia do Fórum, o Secretário de Meio Ambiente de Volta Redonda, Jorginho Fuede, vê como positiva a iniciativa do Centro Universitário em abrir suas portas para debater um tema tão importante para o bem-estar de toda a sociedade: 

“Para nós é importantíssimo esse momento, e falar de recursos hídricos é necessário. Eu costumo resumir, ‘o que é água para você?’ Água para mim é vida. E temos que pensar assim sempre”, disse o secretário. 

O secretário também comentou sobre o impacto positivo que o debate tem na formação dos novos profissionais. 

“Desde que assumi a secretaria, o que mais temos investido é na educação ambiental. Tudo começa pela educação, porque esses estudantes aqui são não só o futuro, mas sim o presente da nossa nação”, falou. 

 Já no dia 21 de março, o tema central foi "Tecnologias para Tratamento de Água: Avanços tecnológicos na purificação e despoluição", abordando inovações e soluções para o setor. Os palestrantes foram Marcelo Silva Riccó, analista de Meio Ambiente Pleno da CSN, e Nayra Cardoso Gomes, assessora técnica ambiental do SAAE que abordou alternativas para o tratamento de água potável e efluente sanitário. 

“Meu objetivo não se resumiu a instruir sobre as etapas e as inovações de mercado. Procurei evidenciar o quanto o consumo e o descarte precisam ser respeitáveis, pois o que devolvemos ao ciclo hidrológico necessita estar dignamente disponível para essa e as futuras gerações”, comentou Nayra. 

O Fórum contou com a presença dos estudantes do curso Técnico em Meio Ambiente do Colégio Estadual Rondônia. A coordenadora do Colégio, Carmen Luiza, comentou sobre a participação da Escola no evento, destacando que além de ser o único curso técnico da rede estadual na região, também é fundamental esse intercâmbio na formação de melhores profissionais. 

"Eu penso que essa iniciativa de abrir para os cursos de fora seja uma ótima ideia, até porque quando a gente está no curso técnico de Meio ambiente, como é o nosso, achamos que estamos sozinhos nesse movimento. E quando vemos uma faculdade com o porte do UniFOA fazendo também esse movimento nós, professores nos alegramos e os alunos também por poderem vivenciar mesmo que um breve momento o universo universitário”. 

O evento foi uma oportunidade única para o compartilhamento de conhecimentos, o fortalecimento de políticas públicas e a disseminação de soluções inovadoras para a preservação dos recursos hídricos, destacando a importância da conscientização e do engajamento coletivo na construção de um futuro mais sustentável. 

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A Reitoria do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), por meio da Pró-Reitoria de Extensão, torna público o resultado do processo seletivo de bolsas do Programa  Institucional de Bolsas de Extensão (PIBEX/UniFOA) em conformidade com o disposto no Edital PIBEx 2025.

O PIBEx tem o objetivo de selecionar estudantes bolsistas dos cursos de graduação presencial do UniFOA que sejam participantes de projetos de extensão, desde que atendam aos critérios do edital. De forma a dinamizar uma cultura de produção e difusão de conhecimentos relacionados às áreas de formação acadêmica.

A relação completa de projetos aprovados pode ser conferida no link abaixo:

Resultado PIBEX 2025

Os estudantes selecionados deverão procurar a secretaria do curso ou o professor responsável pelo Projeto de Extensão para assinatura do Termo de Compromisso – Programa Institucional de Bolsa de Extensão – PIBEX e demais orientações.

A educação é a chave para um futuro promissor, e o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) reafirma esse compromisso com o lançamento do processo seletivo 2025, sob o tema "Educação que Abre Portas". Mais do que um slogan, essa campanha reflete a missão da instituição de preparar seus estudantes para enfrentar desafios e alcançar seus sonhos. 

Ano após ano, o UniFOA forma profissionais que se destacam em diversas áreas, como Medicina, Engenharia, Direito e Administração. Com uma estrutura de ensino de excelência e avaliada com a nota máxima pelo Ministério da Educação (MEC), a instituição proporciona o suporte necessário para o desenvolvimento das habilidades e a conquista de posições de destaque no mercado de trabalho. 

Sempre buscando inovação e acessibilidade, o UniFOA oferece diferentes formas de ingresso. O processo seletivo inclui a opção de redação online, permitindo que candidatos participem de onde estiverem, com mais flexibilidade. Além disso, quem prestou o Enem pode utilizar sua nota para ingressar na instituição. Para tornar o ensino superior ainda mais acessível, o UniFOA disponibiliza diversas modalidades de bolsas e financiamentos. 

Conheça os cursos ofertados: 

Saúde e Biológicas: Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Nutrição e Odontologia 

Humanas: Administração, Ciências Contábeis, Direito, Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Serviço Social. 

Exatas: Design, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Sistemas de Informação, Gestão Ambiental e Saneamento Ambiental. 

As inscrições para o processo seletivo 2025 já estão abertas e você pode conferir tudo em www.unifoa.edu.br/portaldocanditado. Se você busca uma educação que transforma vidas e abre portas para um futuro brilhante, o UniFOA é o seu destino. Venha fazer parte dessa história! 

A Escola de Gestão e Negócios (EGN) do UniFOA promoveu mais uma edição do Integra EGN, um evento dedicado a fortalecer a conexão entre ingressantes e veteranos, criando um ambiente acadêmico acolhedor e inclusivo. Em sua segunda edição, o encontro teve como ponto central a comunicação não-violenta (CNV), tema fundamental para a construção de relações interpessoais mais saudáveis e produtivas, tanto na vida universitária quanto no mundo dos negócios.

A coordenadora da EGN, Patricia Reis, destaca a importância desse momento para os estudantes. "O evento 'II Integra EGN: Diálogos Construtivos — Práticas de Comunicação Não-Violenta (CNV)' impacta os estudantes de maneira muito positiva ao promover o desenvolvimento de habilidades essenciais tanto para a vida acadêmica quanto para a futura atuação profissional", explica. Segundo ela, além de aprimorar a comunicação e liderança, a iniciativa contribui para a construção de uma cultura de respeito e diversidade, tornando os alunos mais preparados para lidar com desafios no mercado de trabalho. 

A comunicação não-violenta é um método que enfatiza a empatia, a escuta ativa e a expressão respeitosa dos sentimentos e necessidades. Em um ambiente corporativo, dominar essa habilidade pode ser um diferencial para evitar conflitos, melhorar negociações e promover uma cultura organizacional mais colaborativa. "A CNV favorece o desenvolvimento da empatia, facilita a resolução de conflitos e promove relações mais saudáveis — habilidades fundamentais para profissionais que atuarão diretamente com pessoas", reforça Patricia. 

O professor Edilberto Ventureli, do curso de Publicidade e Propaganda foi quem conduziu a palestra com os estudantes e vê esses momentos como uma oportunidade muito importante, pois proporciona que as pessoas a repensem suas vozes e falas. 

“Foi fantástica a entrega e o engajamento dos alunos nas atividades propostas e a coordenadora Patrícia, os professores e os alunos auxiliares me ajudaram muito. A comunicação não-violenta muda padrões, constrói e conecta relações desgastadas em todos os níveis de relacionamento, inclusive profissionais”, disse Edilberto. 

Além de promover um aprendizado sobre comunicação eficaz, o Integra EGN também visa facilitar a adaptação dos novos alunos à rotina universitária. O evento proporciona um espaço para que ingressantes troquem experiências com veteranos, criando laços de amizade e apoio mútuo.  

"A chegada de novos estudantes é sempre um momento de renovação e enriquecimento. O evento busca facilitar essa transição, criando um ambiente de apoio e troca de experiências, onde os veteranos compartilham suas vivências e orientam os novos estudantes", completa a coordenadora. 

O II Integra EGN visa capacitar os profissionais para que eles cheguem mais preparados para os desafios do futuro, incentivando não apenas o conhecimento técnico, mas também o desenvolvimento de habilidades interpessoais essenciais para uma atuação de sucesso no mercado.

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Campus UniFOA
Olezio Galotti
Av. Dauro Peixoto Aragão, 1325 Três Poços - Volta Redonda - RJ CEP 27240-560
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