O Centro de Aprendizagem e Inovação Acadêmica - Caip, realizou um evento de acolhimento aos novos professores do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA, no último dia 19, no Campus Olezio Galotti, em Três Poços.
O início do ano letivo é, para os professores, um momento que mistura expectativas, reflexões e diversos outros sentimentos que podem persistir durante a atividade docente. Por isso é tão relevante o acolhimento feito pela instituição.
A professora e responsável pelo Caip, Maria das Graças, fez a abertura do encontro dando as boas-vindas aos novos docentes, ressaltando a importância que eles têm para o UniFOA, além de explicar a sistemática do setor.
“O acolhimento tem como objetivo disponibilizar os serviços prestados pelo nosso setor; apresentar o espaço Olhar Docente; conversar sobre o processo ensino-aprendizagem; demonstrar ferramentas, recursos, estratégias, além de proporcionar um espaço para esclarecimentos de dúvidas e estabelecimento de vínculos”, resumiu.
Os professores participantes relataram que momentos como estes são de grande impacto na vida profissional e repercutem a satisfação no trabalho desenvolvido em sala de aula.
“Extremamente simbólico e gratificante ser professor e receber de presente uma maçã”, ressaltou o professor Marcelo Shad, referindo-se aos ‘mimos’ presenteados pelo Caip e que tiveram significados emblemáticos.
“Para o Caip, o acolhimento aos novos professores é um momento ímpar ao apresentar-se como um espaço de apoio, diálogo, pertencimento e de formação sobre as questões referentes ao ensino/aprendizagem, fortalecendo a conexão entre colaboradores e instituição”, finalizou Maria das Graças.
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A reitora do UniFOA, Professora Ivanete Oliveira, recebeu na tarde de ontem (20), a Professora Sediene Maia, vice-prefeita de Pinheiral e Fernando Cabral, secretário de educação do município, para discutir o andamento de novas iniciativas oriundas da parceria da instituição com a Prefeitura da cidade. Durante o encontro, organizado no Campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços, a reitora, vice-prefeita e o secretário voltaram as atenções, principalmente, para o projeto de inclusão social “Olhos que Abraçam”, destinado a estudantes com deficiências intelectuais ou físicas, previsto para ser lançado no 2º semestre desse ano.
Esse programa visa criar um Centro de Atendimento Especializado, proporcionando apoio por meio de uma equipe de profissionais qualificados na área de saúde, incluindo psicólogos, pedagogos e psicopedagogos. A iniciativa buscou estreitar vínculos entre o Centro Universitário e a Prefeitura para a colaboração de profissionais do UniFOA nessas áreas, além do apoio integral na elaboração do projeto:
“Pensamos nesse programa de inclusão justamente para oferecermos o suporte necessário e merecido aos estudantes com deficiência. Infelizmente, a educação e auxílio que nós concedemos atualmente não é o suficiente, pois falta estrutura, técnica e questões relacionadas ao ensino. Dessa maneira, buscamos a colaboração do Centro Universitário, essencialmente, pela participação dos especialistas da instituição no atendimento pedagógico para sua concretização”, apontou a vice-prefeita, sobre os impactos positivos que a parceria pode ocasionar ao público alvo.
O projeto “Olhos que Abraçam” é apenas uma das diversas ações voltadas para o acolhimento de estudantes com deficiências promovidas pela Prefeitura de Pinheiral e a Secretaria de Educação, desde 2017. Seus representantes sempre estão em busca de laços que fomentem a união do município com instituições que incentivem a divulgação e as práticas desenvolvidas, como é o caso do UniFOA, parceiro longevo da Prefeitura do Munícipio:
“Essa cooperação existente entre o Centro Universitário e a cidade de Pinheiral se destaca muito pela abordagem integrada ao desenvolvimento comunitário. Em todas iniciativas trabalhadas em conjunto procuramos atingir as áreas da saúde, educação e sustentabilidade, contribuindo significativamente para o bem-estar social. A nossa colaboração permite, não só a concretização desses projetos, mas, fundamentalmente, promove melhorias substanciais na qualidade de vida da população”, enfatizou a Professora Ivanete Oliveira, reitora da instituição e entusiasta de propostas sociais que promovam avanços diretos e impactantes para a comunidade.
Além do apoio à proposta destinada a estudantes com deficiência, o UniFOA participa de múltiplos projetos em união com a Prefeitura de Pinheiral, que abrangem diversas áreas da sociedade. Vários deles, inclusive, estão sendo colocados em prática e têm fomento de órgãos respeitados, como o Ministério da Saúde, da Capes e de empresas consagradas.
A iniciativa “Automação do Sistema de Irrigação em Hortas Domésticas”, por exemplo, é fruto de um consórcio da instituição junto ao Sthem Brasil e com investimento da empresa aérea Boeing, sendo liderada por professores do UniFOA que ensina artifícios para a conservação da água com olhar centrado na sustentabilidade. O projeto já foi responsável pela realização de uma horta na Escola Municipal Maria do Carmo Fadul Ferreira, e incluiu estudantes do 8º ano do ensino fundamental como forma de conscientizá-los sobre os impactos das práticas sustentáveis ao longo da vida pessoal e acadêmica:
“É importante relatar que a parceria do UniFOA com o futuro Centro de Atendimento Especializado para estudantes com deficiências não é a primeira da instituição com a Prefeitura. Um dos projetos já em evidência é da horta sustentável na Escola Municipal Maria do Carmo Fadul Ferreira, que já está entregando excelentes resultados a todos os estudantes. Essas parcerias proporcionam muita satisfação para todos nós envolvidos e a toda população, pelo grande progresso comunitário provocado”, salientou Fernando Cabral, secretário de educação de Pinheiral sobre o crescimento ocasionado pela união de forças entre o UniFOA e o município.
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Os alunos do 4º período de Odontologia do UniFOA vivenciaram uma experiência única durante a primeira aula no Núcleo de Atividade Virtual de Ensino (NAVE). As disciplinas de Diagnostico Clinico, Semiologia e Estomatologia ministradas pelos professores Maíra Tavares, Marcus Vinicius Carvalho e Alcemar Gasparini foram realizadas em dois momentos, inicialmente no laboratório Morfofuncional e, em seguida, no NAVE.
A aula envolveu o ensino de sinais vitais no laboratório Morfofuncional, abordando temas como frequência respiratória e pressão arterial. A segunda parte levou os estudantes para dentro da cavidade bucal de um paciente, utilizando a tecnologia de realidade virtual para explorar a anatomia relacionada à disciplina.
Maíra, responsável pela aula, destacou a importância da experiência no NAVE para preparar os alunos para suas primeiras experiências clínicas. Além disso, ela compartilhou sua perspectiva sobre a aula inovadora. "Essa ferramenta proporciona um aprendizado mais dinâmico e visual. É incrível ver como os alunos se envolvem e absorvem conceitos de maneira tão eficaz. A realidade virtual cria uma ponte entre a teoria e a prática, preparando-os de maneira única para os desafios clínicos."
Os alunos elogiaram a abordagem didática, descrevendo-a como envolvente e comparando-a a "um filme da Disney". Além disso, ressaltaram que a realidade virtual facilitou a compreensão da anatomia de maneira mais didática do que os métodos tradicionais.
A professora enfatizou a relevância da tecnologia na educação, destacando o compromisso do UniFOA em investir em ferramentas inovadoras. A introdução da realidade virtual promete aprimorar o aprendizado dos alunos, preparando-os de maneira mais eficaz para a prática clínica.
Essa iniciativa destaca a constante busca do UniFOA por métodos pedagógicos inovadores, alinhando-se às demandas contemporâneas e proporcionando aos estudantes uma formação enriquecedora.
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O uso da tecnologia como ferramenta para a Educação já é uma realidade, pois possibilita à melhoria de estratégias pedagógicas para ampliar o conhecimento. Embalado pelo projeto dos Estúdios FOA, que está sendo criado e é o novo investimento da instituição, o professor e responsável pelo setor de Marketing e Jornalismo da FOA/UniFOA, Alexis Aragão Couto, ministrou o workshop “Estratégias Pedagógicas com o uso de Podcast”, que considerou a primeira ação de divulgação do novo empreendimento.
O evento foi realizado na primeira semana deste mês, no Campus Olezio Galotti, em Três Poços, e faz parte da programação da 5ª Semana de Formação Continuada do Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA, que objetiva atualizar os docentes para o retorno às aulas.
Alexis é egresso do Mestrado do UniFOA, quando desenvolveu o tema “Metodologias Ativas no Ensino de Conteúdos Morfofuncionais: uso do Podcast como Ferramenta”, e continua a desdobrar as estratégias de ensino com o uso de tecnologias. O estudo por meio de tecnologias digitais amplia as metodologias do aprendizado, com inovação e técnicas modernas, através da realização de podcasts, vídeos e áudios que serão produzidos nos Estúdios FOA.
“Temos espaços de aprendizagem preparados para a utilização de recursos digitais que, inclusive, estão em fase de ampliação, recebendo novos investimentos com foco na diversificação das estratégias pedagógicas”.
Para que pudesse ser efetivado, o projeto ‘Estúdios FOA e Aprendizagem por meio de Tecnologias Digitais’ contou com a parceria dos professores Alexis Aragão e Gildo Bernardo, pedagogo do Centro de Aprendizado e Inovação Pedagógica - Caip, além da importante colaboração da reitora do UniFOA, Ivanete Oliveira. Após muitos estudos e pesquisas, eles planejaram e elaboraram o projeto.
“O projeto prevê o acolhimento de professores e a ampliação de conhecimentos dos alunos, com a tecnologia sendo o meio para esses fins. Precisamos criar uma interface com os acadêmicos dentro dos Estúdios FOA, uma vez que o Centro Universitário possui inúmeras ações e projetos que podem ser impulsionados com os novos investimentos da Fundação”.
A ideia é os alunos aprenderem essas técnicas com as ferramentas mais modernas do mercado e esta oficina foi a primeira ação concreta dos Estúdios FOA.
“Vamos trabalhar com a expectativa de resultados e este foi apenas o primeiro passo, pois estamos prevendo uma série de ações pelos Estúdios, para que possamos integrá-lo à instituição, explorar o conhecimento e efetivar a educação na FOA. Os professores vão avaliar as atividades e saberemos se os alunos estão aprendendo mais por meio de podcast, vídeos e áudios. Enfim, se os Estúdios FOA estão ajudando a melhorar a aprendizagem”, salientou Alexis.
A receptividade e credibilidade dos professores que participaram do workshop foi muito positiva e alguns já procuraram o setor de Marketing para poder testar algumas ideias.
“Neste workshop os professores puderam racionar, através de várias atividades, e conseguiram perceber a dimensão do alcance da aplicação das novas tecnologias. Em breve os novos investimentos estarão disponíveis para todo centro universitário”, finalizou Alexis.
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A Fundação Oswaldo Aranha – FOA e a prefeitura de Volta Redonda lançaram nesta terça-feira (20) o Projeto Alta Feliz, criado para auxiliar nos cuidados do recém-nascido ao receber alta da maternidade do Hospital São João Batista - HSJB, através de cartilha com informações importantes, principalmente para os pais de ‘primeira viagem’. O evento foi no gabinete do prefeito Antonio Francisco Neto, no bairro Aterrado, e contou com a presença do diretor do HSJB, Sebastião Faria, o presidente da FOA, Eduardo Prado, a médica pediatra Thais Junqueira Villela e os alunos do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA que desenvolveram o projeto.
A instituição trabalhou na produção e impressão da cartilha ‘Guia Alta Feliz’, que contém informações importantes, entre elas, como proceder para obtenção da Certidão de Nascimento; qual a relevância da amamentação e as posições corretas para facilitar a mãe e o bebê no ato de amamentar; quais os sintomas apresentados pelo recém-nascido que exigem cuidados pediátricos e como dar o banho e trocar a fralda corretamente.
A cartilha possui ainda um QR code que, ao ser acessado, apresenta as versões em áudio e em vídeo com interpretação em libras, para que possa ser entendida por todos. Além desse Kit educativo que foi feito pela FOA, a família é presenteada com uma bolsa de maternidade com presentes. Importante destacar que a cartilha não substitui a ida da mãe e do bebê ao pediatra, e é de extrema importância comparecer às consultas de puericultura e manter o cartão de vacinação do seu bebê em dia.
A pediatra Thais Junqueira Villela, que é egressa do curso de Medicina do UniFOA, além de coordenadora médica do alojamento conjunto do HSJB e preceptora do internato do curso de Medicina, foi a responsável pelo desenvolvimento do projeto Alta Feliz e teve a colaboração do aluno Caio Tulio e das, hoje, egressas do curso de Medicina Mariah Amaral e Lara Thoany, com a supervisão da direção do hospital.
“Após definirmos as questões mais importantes que deveriam ser destacadas no guia, tivemos o auxílio da FOA, através da Agência de Comunicação Interna – ACI, que montou a cartilha e o diploma do bebê; e dos Estúdios FOA, que produziram o vídeo e o áudio para complementar o projeto e abranger todas as pessoas”, disse a pediatra.
O prefeito Antonio Francisco Neto salientou, durante a cerimônia de lançamento do projeto Alta Feliz, que “é sempre bom contarmos com a parceria da FOA, que vem nos ajudando em diversos projetos em áreas como a Educação e a Saúde”.
“É uma satisfação a FOA/UniFOA poder contribuir com as parcerias existentes junto ao município de Volta Redonda, ainda mais agora que a FOA está cada vez mais atuando na área da assistência da saúde. É muito importante para a instituição poder ajudar essas iniciativas, principalmente aquelas em momentos felizes com a família volta-redondense”, enalteceu o presidente da FOA, Eduardo Prado.
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No final de janeiro, Lucas Costa, egresso do curso de Sistemas de Informação do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA, conquistou um dos prêmios mais desejados da comunidade de desenvolvedores de software, o Microsoft Most Valuable Professional (MVP) em inteligência artificial (IA). A premiação é destinada a especialistas que colocam em prática seu conhecimento técnico para liderar ações em prol de toda a sociedade, com intuito de promover inovação atrelada à resultados.
Além do prêmio, Lucas recebeu uma carta da própria Microsoft, que reconheceu todo seu esforço e contribuição de seu trabalho para a comunidade nos últimos anos:
“Os esforços dos MVPs melhoram a vida das pessoas e contribuem para o sucesso do nosso setor de várias maneiras. Ao compartilhar seus conhecimentos, eles ajudam as pessoas a resolver problemas e descobrir novos recursos todos os dias. Os MVPs são o que há de melhor e mais brilhante na tecnologia, e temos a honra de dar as boas-vindas a Lucas neste grupo”, texto da carta.
O Microsoft MVP é dedicado a profissionais que não trabalham na companhia, e tem como objetivo fortalecer a comunidade global de influenciadores da área. Desde 2021, Lucas realizou lives, workshops, podcasts e eventos gratuitamente para divulgar os conceitos e novidades sobre IA, ações de grande peso que chamaram atenção dos organizadores da premiação.
Criado há 30 anos, o prêmio já congratulou mais de 4 mil profissionais, sendo mais de 150 no Brasil, segundo dados divulgados pela própria empresa em 2021. Graças ao prêmio, o egresso se tornou um dos 3 MVPs de inteligência artificial em todo o país, e agora, faz parte de um seleto grupo de especialistas do nicho em todo o mundo.
Além do reconhecimento global, Lucas relata que a premiação trouxe visibilidade e um vasto networking na sua área de atuação. A sua imagem como “MVP” ofereceu-lhe um selo de excelência reconhecido por empregadores e clientes, além de ter concedido acesso a recursos exclusivos como acesso a uma rede exclusiva de profissionais altamente qualificados e influentes, ampliando seus contatos na área e possibilitando colaborações valiosas que enriqueceram ainda mais seus conhecimentos e habilidades em tecnologia:
"O prêmio transformou minha vida significativamente. Primeiramente, me proporcionando reconhecimento global como um líder em tecnologia, abrindo portas para oportunidades profissionais em todo o mundo. Tive oportunidades de aprendizado sem precedentes, recebendo acesso antecipado a produtos e informações técnicas da Microsoft, o que me manteve à frente das tendências tecnológicas. Além disso, minha visibilidade profissional aumentou exponencialmente, abrindo caminho para falar em conferências, participar de podcasts e outras atividades que reforçaram minha reputação na indústria”, comentou Lucas.
Ativo no mercado desde 2020, Lucas trabalha como coordenador da equipe de inteligência artificial e desenvolvimento de software em uma empresa de consultoria de dados e IA, tendo contato direto com os clientes. Ele sempre demonstrou interesse para trabalhar diretamente com pessoas, pois sempre foi um aluno de atitude e protagonismo para tomar decisões nas oportunidades que teve desde sua época de estudante do Centro Universitário.
Sua trajetória acadêmica é repleta de obstáculos, principalmente pelo longo período vivenciado na pandemia durante sua graduação, até se formar em 2022. Glauter Januzzi, seu professor e mentor enquanto estudante do UniFOA, enalteceu a conquista do egresso, destacando sua força de vontade e perseverança, mesmo ao passar por períodos desafiadores:
“Independentemente dos contratempos pandêmicos, Lucas apresentava atitude e protagonismo para aproveitar as oportunidades que, como professor, eu oferecia à sua turma. Ele sempre demonstrou muito interesse por aprender e se conectar com pessoas. O objetivo da maior empresa de software do mundo é reconhecer aqueles profissionais que não apenas possuem conhecimento técnico mas que lideram ações junto à comunidade. Todos estamos muito orgulhosos por esse reconhecimento recebido pelo nosso egresso pela Microsoft”, concluiu Glauter.
Muito orgulhoso e grato, Lucas valorizou a estrutura proporcionada pelo UniFOA para que ele se tornasse o profissional que é atualmente. Ele ainda exaltou o corpo docente que, segundo ele, foi fundamental para que chegasse neste ponto de sua carreira:
“O UniFOA com certeza me colocou no caminho certo para conquistar isto! A interação com professores notáveis, que abriram minha mente para tópicos inseridos dentro da IA, foram fundamentais na minha jornada. O professor Glauter merece destaque especial por expandir minha rede, conectando-me a profissionais de várias áreas, o que enriqueceu minha compreensão do mercado e ajudou a definir minhas metas. A infraestrutura do campus, especialmente o laboratório de informática avançado, e o apoio contínuo dos coordenadores e professores também foram determinantes. Sou grato por essa caminhada enriquecedora que moldou tanto minha vida pessoal quanto profissional”, finalizou Lucas.
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Com o objetivo de atualizar os docentes para o retorno às aulas e dentro da programação da 5ª Semana de Formação Continuada do Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA, foi desenvolvida a oficina ‘Competências Digitais: Articulação da IA e Neuroeducação por Meio de Planejamento Reverso’, no Campus Olezio Galotti, em Três Poços. O evento foi realizado em dois dias, para contemplar todos os professores.
Esta capacitação faz parte das metas do X Programa de Formação Sthem Brasil, que teve a duração de oito meses, sobre processos inovadores que devem ser inseridos nos currículos dos cursos, e que contou com a participação de seis professores do UniFOA: Andre Barbosa, Carolina Hartung, Clarisse Netto, Italo Rodrigues, Koffi Djima Amouzou, Lucimeire Cordeiro e Maria das Graças Lima.
De acordo com o professor Italo Rodrigues, no curso de formação do Consórcio Sthem Brasil foram desenvolvidos sete módulos abrangentes, e que tem em um dos focos a adaptação do currículo às necessidades e características específicas de cada aluno. A partir desses módulos, os professores definiram as oficinas a serem aplicadas na Semana de Formação Continuada, aprimorando todo o planejamento.
A ideia desta palestra foi apresentar aos professores o uso de Inteligência Artificial (IA), neste caso o ChatGPT, de modo que a ferramenta possa ser utilizada para complementar o estudo em sala de aula. Durante a oficina, foi mostrado como desenvolver as tarefas pensando nos objetivos de aprendizagem (planejamento reverso) e como isso pode ser diferenciado para os estudantes (Neuroeducação).
Para entender melhor, o planejamento reverso tem como fundamentação a ideia de “começar pelo fim”. Ou seja, o que se pretende que os alunos compreendam ao final da experiência de aprendizagem para, a partir daí, produzir todo o plano da ação pedagógica. A meta é otimizar o que será realizado no contexto acadêmico, visando com que os estudantes se aprofundem e atendam aos objetivos propostos.
“No cenário educacional, as competências digitais se relacionam ao uso da tecnologia para aprimorar a experiência do estudante em seu aprendizado, e a IA ajuda esse complemento: a comunicação nos ambientes virtuais de ensino; a diversificação de possibilidades na produção e divulgação de materiais; a ampliação das fronteiras de classe, e as linguagens (sonora, audiovisual, textual e interativa) na produção de conteúdo tanto de criações de professores quanto de alunos”, explicou Italo.
O desenvolvimento de competências digitais pode potencializar o uso de IA. Por exemplo, um professor pode estabelecer um comando para o ChatGPT e adaptar o mesmo comando para cada um dos estudantes e, deste modo, customizar textos separadamente. A expansão das habilidades e a IA oferecem aos alunos uma visão comprometida com a modernidade, que diversos setores do mercado de trabalho vêm realizando.
Para encerrar, o professor Italo Rodrigues esclarece que a maioria dos discentes aprova o uso da IA: “Isso fica mais destacado quando observamos a pesquisa realizada com os estudantes em que a maioria, cerca de 88%, acredita que a IA deu o suporte necessário para realizar as atividades propostas. Vamos aprimorar cada vez mais”, finalizou.
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A origem do Aedes aegypti, (o mosquito da dengue) segundo o Instituto René Rachou (Fiocruz Minas), surgiu na África (provavelmente na região nordeste), onde se espalhou para a Ásia e Américas, principalmente através do tráfego marítimo. Já no Brasil, chegou durante o século 18, provavelmente nas embarcações que transportavam escravos (navios negreiros), já que os ovos do mosquito podem resistir sem estar em contato com a água, por até um ano.
Por este motivo de grande resistência dos ovos do mosquito, faz com a proliferação do mosquito no Brasil seja muito alta, pois é um país tropical, tendo grandes volumes de chuvas e ao mesmo tempo muita incidência de sol, ocorrendo águas paradas, o que é ideal para as larvas do mosquito.
O ano de 2024 está sendo marcado como uma epidemia de dengue em todo o território brasileiro, causando superlotação em hospitais e até mortes pela doença.
Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2023 no Brasil, houve 1.094 óbitos por dengue, com 1.658.816 de casos prováveis. Em 2024 já houve 84 óbitos e 524.066 de casos prováveis.
Diante de uma doença que vem se agravando cada vez mais no país, automaticamente surgem dúvidas.
Para esclarecer as principais dúvidas sobre o tema, conversamos com o infectologista Luiz Sangenis e o biólogo Rodrigo Barbosa, professores dos cursos de Medicina e Ciências Biológicas do UniFOA.
Ambas são arboviroses, sendo doenças febris agudas e possuem características semelhantes, no entanto possuem diferenças entre uma e outra. A dengue possui febre alta na faixa de 39ºC, dor de cabeça, dor retro orbitária (atrás dos olhos), náuseas, vômitos, diarreia, dor no corpo (mialgia), prostração. Já a Zika é febre baixa ou inexistente, exantema (manchas vermelhas na pele), coceira e conjuntivite sem pus. E a Chikungunya é também febre alta, possíveis manchas nas peles e artralgia simétrica (onde dói em uma articulação, dói em outra também ao mesmo tempo).
A vacina Qdenga é segura?
A vacina Qdenga é segura, porém possui restrições. É feita com vírus vivo atenuado, tendo uma maior eficácia pela dengue do tipo 1 e o tipo 2, e menos eficaz pelo tipo 3 e tipo 4.
A Qdenga é imprópria para imunossuprimidos, pessoas com AIDS, quem faz uso de corticoides, idosos acima de 60 anos e crianças abaixo de 5 anos.
Existe outra vacina alternativa? Qual sua eficácia e restrições?
Sim, existe a vacina Dengvaxia, produzida pelo laboratório Sanofi. Ela imuniza contra os 4 tipos virais, mas sua eficácia é um pouco mais baixa do que a Qdenga. A principal restrição é que só deve ser utilizada por pessoas que já tiveram dengue previamente.
Qual é o tratamento atual para a dengue?
Não há um remédio específico para dengue. O tratamento é sintomático, focado na hidratação e controle da febre e dor. Em casos graves, é necessário identificar os sinais de alarme (dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramento de mucosa, pressão baixa, desorientação) e encaminhar imediatamente para o hospital para administração de soro intravenoso. O óbito por dengue é prevenível se os sinais de gravidade forem identificados e tratados a tempo.
Como podemos diferenciar o pernilongo do mosquito da dengue professor Rodrigo?
O pernilongo comum tem atividade noturna para sugar sangue, geralmente é aquele que a gente escuta no ouvido de madrugada, enquanto o Aedes aegypti, mosquito da dengue, tem atividade diurna. Além disso, o pernilongo não possui as características específicas do Aedes aegypti, que é o desenho de uma lira no tórax em branco e com umas pintas brancas nas pernas e nas antenas.
Existe uma outra espécie que é o Aedes albopictus, que também tem as pintas brancas e se parece bastante com o Aedes aegypti, mas ainda não se tem uma confirmação de transmissão aqui no Brasil.
O pernilongo comum (Culex quinquefasciatus), é poucos milímetros maior que o Aedes albopictus e o Aedes aegypti.
A dengue pode transmitir a COVID?
Não, o vírus da dengue não pode ser transmitido pela COVID-19. Não há evidências de que o vírus da dengue possa ser transmitido por mosquitos, pois ele se reproduz na glândula salivar dos mosquitos Aedes e não tem relação com o vírus da COVID-19.
A reprodução do mosquito da dengue é muito rápida?
Sim, em condições climáticas favoráveis, o ciclo de reprodução da dengue pode ser completado em apenas 7 dias, desde os ovos até o estágio adulto. As larvas são aquáticas, enquanto os adultos voam e exploram diferentes nichos.
Como o mosquito adquire o vírus da dengue?
O mosquito adquire o vírus da dengue ao sugar sangue de uma pessoa infectada. Quando a fêmea deposita seus ovos, o vírus é transmitido para eles, o que é chamado de transmissão vertical. Os ovos infectados resultam em mosquitos que também carregam o vírus da dengue.
Através de atitudes bem simples, como colocar areia nos vasos de plantas, manter as lixeiras bem fechadas, guardar as garras de cabeça para baixo e manter caixas d’água tampadas podemos combater o mosquito da dengue.
Em caso de sintomas da doença, procure imediatamente uma unidade médica.
No início deste mês, os docentes do Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA, participaram da 5ª Semana de Formação Continuada que marcou início de uma nova jornada do aprendizado acadêmico da instituição. Os professores foram apresentados a nova plataforma virtual de ensino, a UniFOA LXP - Learning Experience Plataform, que já está sendo utilizada na capacitação dos estudantes.
No intuito de guiar e articular as ferramentas a serem oferecidas, Rafael Teixeira, pró-reitor de Educação à Distância e Tecnologias de ensino (EAD), coordenou cinco palestras para todos os professores do UniFOA. Durante a ocasião, Rafael explicou que o novo ambiente virtual acrescenta mais recursos imersivos que potencializam a aprendizagem dos estudantes:
“A partir da aquisição da plataforma LXP, os estudantes poderão acessar algumas ferramentas interessantes, como o caso da aba “Jaleko” para o curso de Medicina, que também atende os cursos da área de saúde, e a biblioteca virtual do Centro Universitário. Além disso, outros artifícios serão inseridos de forma gradativa”, afirmou o pró-reitor, orgulhoso pela nova realização acadêmica do UniFOA.
A proposta da plataforma começou a ser discutida em julho do ano passado para ser aplicada no início desse novo ano acadêmico. A ideia foi planejada e executada pela reitoria, pró-reitorias, divisão de informática e o Centro de Aprendizagem e Inovação Pedagógica (CAIP).
Além dos novos recursos para o curso de Medicina, todas as áreas de graduação e pós terão mais versatilidade para o estudo, com a adição de mecanismos imersivos:
“As novas ‘soluções’ vão atender a todos os estudantes com recursos de realidade virtual e laboratórios de ensino. Por exemplo, o curso de Direito terá a plataforma de práticas jurídicas, enquanto todos os cursos de Engenharias e tecnologia do UniFOA terão mais núcleos virtuais durante a graduação, visando entregar mais repertório e praticidade dentro da nossa metodologia”, concluiu Rafael.
Os projetos integrados e de extensão também foram introduzidos no projeto da plataforma. Ela será mais um meio para alinhamento de práticas profissionais, no intuito de incluir os discentes em experiências reais ao longo de sua formação acadêmica.
Todas as outras funcionalidades do ambiente virtual de aprendizado anterior também estão disponíveis, como a aba de “disciplinas”, na qual o estudante consegue visualizar seu progresso em cada disciplina de seu respectivo curso.
Beatriz Martins, estudante do 5º período de Odontologia, comentou estar bem surpresa e animada com as novas possibilidades do UniFOA LXP:
“Acredito que a plataforma trará novos cenários para a minha preparação na área que tanto sonho atuar. Visivelmente é um ambiente com mais facilidade de acesso e uso, por isso espero que ajude, não só nos estudantes, como os professores durante as aulas”.
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O Escritório da Cidadania da Fundação Oswaldo Arranha-FOA estará sediado, a partir do próximo dia 19, no prédio 10 do curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda-UniFOA, bem como todos os atendimentos prestados pelo Núcleo de Práticas Jurídicas-NPJ, que agora ficou mais próximo dos alunos.
A ideia é que todos os serviços oferecidos pela FOA estejam concentrados no Campus Olezio Galotti, no bairro Três Poços.
Funcionando anteriormente no Campus Universitário Porfírio José de Almeida, no bairro Aterrado, a mudança de endereço também vai facilitar o acesso de estudantes de outros cursos que já trabalham com o Escritório da Cidadania, como parte das inovações e dos novos projetos que estão abarcando nesse setor este ano.
Entre os cursos estão o de Nutrição, que está no planejamento da Cozinha Solidária, que é um food truck adaptado em um ônibus para servir refeições dignas a moradores em situação de rua e será lançado neste semestre, além de trabalho de combate à insegurança alimentar, junto ao Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional de Volta Redonda – Comsea/VR.
Os cursos das engenharias também desenvolvem trabalhos importantes no setor, mas principalmente o curso de Direito que oferece atendimento gratuito em todas as áreas, através do NPJ e ainda da Tutela Coletiva, que disponibiliza apoio jurídico para a legalização de associações de moradores e outras entidades sociais sem fins lucrativos.
A ideia de estar mais próximo dos cursos é atender melhor ao entorno do Campus Olezio Galloti, envolvendo as comunidades dos bairros Três Poços e Vila Rica, por exemplo, e dinamizar os projetos que serão colocados em prática este ano, juntamente com parceiros como as defensorias públicas da União e do Estado.
O Escritório da Cidadania vai continuar movimentando o atendimento itinerante, através de um importante trabalho de apoio às 53 comunidades quilombolas do Estado do Rio, junto com a Defensoria Pública da União, para desenvolver ferramentas de acesso aos direitos e deveres, devendo beneficiar mais de 10 mil pessoas, gerando um impacto social de vulto.
“O nosso objetivo é estar em Três Poços e ficar mais perto dos cursos das áreas de Saúde, Tecnologia e Sociais Aplicados no sentido de desenvolver de forma mais ágil os processos para as ações externas e internas, que gerem mais impacto social”, afirmou o advogado, professor e coordenador do Escritório da Cidadania, Dario Aragão.
A meta é ampliar a interdisciplinaridade dos projetos a serem desenvolvidos. “Podemos citar como exemplos o combate à insegurança alimentar, que será feito também de forma itinerante, além do projeto de Tutelas Coletivas, de forma mais eficaz para as associações, oferecendo capacitações e consultoria para o desenvolvimento dessas entidades e, para isso, precisamos estar próximos dos cursos”, finalizou Dario.
Para solicitar os serviços prestados pelo Escritório da Cidadania, basta ligar para o telefone 3340-85, ou enviar e-mail: npj.unifoa@foa.org.br
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