O livro é o único no País a registrar a história dos anatomistas brasileiros.

O presidente da FOA, Eduardo Prado, recebeu de presente o livro “Anatomistas do Brasil”, das mãos do médico e professor do UniFOA há 50 anos, Édisom de Souza Moreira. A obra é única no país a registrar a história de anatomistas brasileiros que foram de grande importância para as áreas de saúde e o decano Édisom Moreira é destacado na obra, elevando o nome do UniFOA. A entrega ocorreu no dia 8, no auditório William Monachesi, no Campus Olezio Galotti, em Três Poços.

O livro foi escrito pelo médico José Ederval Aragão e pelos filhos Felipe e Iapunira, que são egressos do UniFOA e foram alunos do anatomista Édisom Moreira. A obra retrata a biografia de 350 anatomistas do Brasil, de várias áreas de conhecimento, como Medicina, Odontologia e Fisioterapia.

O decano Édisom Moreira é lembrado com carinho por todos – funcionários e estudantes -, como o professor que desenhava partes do corpo humano para poder ensinar, detalhando a estrutura física. Até os dias atuais, o mestre costuma ser visto andando pelo Campus Olezio Galotti.

“Ele é um exemplo para todos e ainda passa horas na biblioteca de casa, estudando e desenhando, mesmo aos 94 anos. É muito emocionante vê-lo andar pelo Campus, que ajudou a construir desde os primeiros pilares”, enalteceu a filha Sônia Cardoso Moreira Garcia, psicóloga e professora dos cursos de Medicina e Odontologia do UniFOA.

“O UniFOA me deu um tesouro, que foi aprender a aplicar a anatomia e poder passar esse conhecimento para os futuros profissionais. Sou agradecido por isso”, afirmou o Mestre Édisom Moreira, muito emocionado.

“O professor Édisom Moreira é um médico exemplar e um dos grandes ícones da história do curso de medicina do UniFOA. No início do curso, antiga Escola Médica de Volta Redonda, foi um professor muito dedicado e com sua própria pena, escreveu uma enciclopédia sobre a anatomia humana, com desenhos autorais de órgãos do corpo humano, possibilitando não só aos estudantes de medicina da FOA, mas de todo o Brasil um crescimento na ciência médica.

Uma honra para o UniFOA tê-lo como professor decano em seu quadro docente, depois de tantos anos de dedicação ao processo de ensino/aprendizagem médica. Receber dele esta obra de referência médica, me traz a responsabilidade de representar esta Instituição de Ensino, reconhecendo o trabalho incansável de todos os Presidentes que me antecederam”, enalteceu o presidente da FOA, Eduardo Prado.

 

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No final de novembro, o coordenador do curso de Medicina no UniFOA, Júlio Aragão, esteve em Brasília para receber o certificado do Sistema de Acreditação Médica (SAEME) do Conselho Federal de Medicina (CFM), durante uma cerimônia que reconheceu 20 faculdades de medicina com o prestigioso selo de Acreditação SAEME. 

O SAEME é um sistema que valida a qualidade dos cursos médicos, assegurando que possuem a qualificação necessária para formar profissionais capacitados. A cerimônia, marcando o encerramento de um ciclo de avaliações, ocorreu durante uma sessão plenária do CFM no último dia de novembro. 

Ao longo de 2023, o SAEME-CFM avaliou 30 cursos que optaram voluntariamente por esse processo, que se estende por até 183 dias em cada instituição. Essa análise compreende quatro etapas, avaliando a gestão e o programa educacional, o corpo docente e discente, bem como o ambiente educacional. Essa abordagem minuciosa possibilita a identificação de aspectos de excelência e áreas que necessitam de aprimoramento. 

Júlio Aragão, expressando seu orgulho e satisfação, destacou que esta é a terceira vez consecutiva que o curso recebe o cobiçado selo. Ele ressaltou a importância da certificação, pois ela é afiliada a uma rede internacional de certificadores, que oferece aos alunos do UniFOA oportunidades facilitadas para vivências internacionais e validações de diplomas. 

"Muitos dos nossos alunos poderão pleitear experiências no exterior ou até mesmo validar seus diplomas com mais facilidade, graças ao fato de pertencermos a uma instituição certificada internacionalmente. Essa certificação não apenas atesta nossa qualidade, mas também reflete nosso comprometimento com um ensino de ponta, diferenciado e preocupado com diversos indicadores de qualidade. Certamente, temos um diferencial significativo para o curso", afirmou o professor Júlio. 

Considerando que existem quase 400 escolas de medicina no Brasil, o reconhecimento de 20 universidades, como a do UniFOA, destaca-se como um ponto fora da curva nesse universo competitivo, ressaltando o compromisso da instituição com a excelência no ensino médico. 

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A participação ativa de estudantes em eventos externos para o enriquecimento da graduação profissional é importante e foi o que aconteceu recentemente através da experiência de Matthew Almeida, aluno do 6º período do curso de Sistemas de Informação no Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA.

Matthew foi convidado a palestrar sobre carreira na tecnologia durante o evento da comunidade tecnológica "DEVPIRA" em Piracicaba-SP, que anualmente reúne profissionais e entusiastas para uma imersão em tecnologia, networking, aprendizado e troca de experiências.

A viagem de Matthew não se resumiu apenas à sua participação como palestrante, mas também incluiu um tour, organizado pelos próprios anfitriões do evento. A DEVPIRA também desempenhou um papel crucial ao atrair palestrantes de destaque na comunidade tecnológica, proporcionando uma experiência enriquecedora para os participantes.

Ao refletir sobre a experiência, Matthew expressou sua gratidão e satisfação por ter participado de um evento tão significativo para sua formação profissional. Ele ressaltou a oportunidade de assistir presencialmente às palestras de renomados profissionais, destacando o momento especial em que absorveu os ensinamentos de André Baltieri, um influente nome na área tecnológica.

"Foi um grande evento! Além de ter tido o prazer de palestrar, tive a chance de participar de todas as atividades durante o festival, inclusive de assistir aos outros palestrantes. De todos os bons momentos, o meu preferido foi ter visto de pertinho os ensinamentos de André Baltieri ao longo de sua palestra durante a iniciativa em prol da tecnologia", declarou entusiasticamente o estudante.

Carlos Eduardo Vieira, coordenador do curso de Sistemas de Informação, elogiou a participação de Matthew e enfatizou a importância dessas experiências extracurriculares para o desenvolvimento dos estudantes. Ele destacou o impacto positivo dessas oportunidades na construção de uma ampla rede de contatos profissionais para a jornada futura dos alunos.

"O impacto desse tipo de oportunidade é enorme. A partir desses eventos, você cria uma vasta rede de contatos para sua jornada profissional. Matthew sempre foi um estudante exemplar nesse aspecto, pois sempre se prontificou a participar desses tipos de iniciativa, até mesmo aquelas que promovem o curso em escolas do sul do estado. Para nós, principais representantes do curso, é um grande orgulho perceber essa proatividade", relatou Carlos Eduardo.

Foram prorrogadas até o dia 11/12/2023 as inscrições para Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica e de Inovação Tecnológica (PIBIC-PIBIT/UniFOA).

As bolsas serão no valor mensal de R$ 150 para vigência em 2024.

Leia o edital completo:  Edital_Prorrogacao_-_PIBIC-PIBIT_UniFOA_2024.

A Simulação Realística destaca-se como uma metodologia inovadora de treinamento, desempenha um papel crucial no aprimoramento da formação profissional dos estudantes de Medicina. Essa abordagem integra estratégias que visam desenvolver tanto habilidades técnicas quanto não técnicas, proporcionando um crescimento substancial no conhecimento dos alunos. Habilidades não técnicas englobam aspectos cognitivos, sociais e complementam as habilidades técnicas, garantindo a prática profissional com qualidade e segurança. 

A metodologia da Simulação Realística expõe os estudantes a cenários que replicam situações comuns e realistas do ambiente de trabalho, variando em complexidade. Promove a colaboração e o trabalho em equipe entre os estudantes, fortalece a relação entre a equipe médica e o paciente e estimula o pensamento crítico e as habilidades de liderança.

Essa abordagem representa uma ferramenta valiosa para preparar os futuros profissionais de saúde para os desafios dinâmicos e exigentes de suas respectivas áreas. 

E pensando nessa oportunidade, os alunos dos cursos de Medicina e Enfermagem do UniFOA participaram de um evento inovador que combinou teoria e prática, proporcionando uma experiência enriquecedora e imersiva para os futuros profissionais da área da saúde.  

Pela manhã, no AudiSmart, o palestrante convidado, professor Dr. Roberto Moraes Júnior, conduziu a parte teórica do evento. Com uma vasta experiência em emergência e urgência, sendo reconhecido nacionalmente como um expert na área, ele apresentou aos estudantes, egressos e professores os tipos de simulações que podem ocorrer, além de mostrar quais caminhos podem ser seguidos em um atendimento, além de contar episódios que já ocorreram com ele. 

Roberto parabenizou a iniciativa da instituição em realizar esse tipo de atividade, reforçando o compromisso de a instituição buscar novas metodologias de ensino. 

"Essa atitude da faculdade mostra uma preocupação fantástica em oferecer o melhor para seus alunos. A simulação realística é uma realidade no ensino médico, e traz benefícios significativos," e acrescentou, “quando falamos do impacto positivo das simulações na graduação, não é 'achismo' meu. Existem literaturas científicas provando que sim. O que se sabe hoje, é que a simulação tem um impacto importante no ensino médico, e um impacto moderado em relação com os pacientes na prática”, falou Roberto. 

O professor do curso Medicina, Walter Fonseca, responsável pela realização do curso, que contou com o apoio da assessoria da presidência, enfatizou a parceria com o professor Dr. Roberto Moraes e a importância da multidisciplinaridade: "Emergência hoje é multidisciplinar. Então você não trabalha mais sozinho. Vamos buscar mais oportunidades como essa para o próximo ano, e não só para nossos alunos, mas também que os médicos da região possam se beneficiar." 

Ester Oliveira, estudante do 4º ano de Enfermagem, compartilhou sua empolgação com a participação no evento: "Essa é a primeira vez que estou participando de algo assim na faculdade, e achei maravilhoso. O professor Roberto é super didático e gosta de ensinar. É uma experiência interessante, pois estamos no início do curso e simular situações reais nos permite aprender e nos preparar para casos futuros." 

Ela destacou a importância da prática: "Simular aqui está sendo o máximo, pois temos contato com nossos colegas que serão médicos, o que nos permite resolver casos que poderemos enfrentar futuramente." 

Caio Miranda, estudante de Medicina, expressou sua visão sobre o dia, e como a metodologia apresentada, fomentada pela aplicação da teoria médica na prática clínica, foi importante para o aprendizado e evolução quanto acadêmicos, com salas de aula invertidas e a aplicação na prática: "O professor Dr. Roberto Moraes, além de um currículo invejável, dispõe de uma oratória e didática fenomenais. A atividade foi altamente pertinente, abordando temas frequentes no cotidiano médico. A metodologia ativa apresentada pelo professor é de suma importância para nosso aprendizado." 

Ele ressaltou a relevância da abordagem prática: "A aplicação dessa forma de ensino no UniFOA será de grande valor para o corpo discente, uma vez que vai nos preparar com maior veracidade/proximidade à realidade que encontraremos no nosso cotidiano como profissionais." 

O evento que contou com a participação do coordenador adjunto do curso de Medicina, Luiz Antônio Neves, foi um sucesso, proporcionando uma experiência única e relevante para os estudantes, que puderam vivenciar de perto situações práticas e desafiadoras da área da saúde. A iniciativa reforça o compromisso do UniFOA em oferecer uma formação de excelência aos seus alunos, preparando-os para os desafios do mercado de trabalho. 

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Na tarde desta terça-feira, 5, membros do Diretório Acadêmico Paulo Mendes e da Associação Atlética Acadêmica Rômulo Basílio, representando o curso de Medicina do UniFOA, se reuniram com o presidente da Fundação Oswaldo Aranha – FOA, Eduardo Prado e a superintendente executiva Josiane Sampaio. 

A iniciativa surgiu como uma expressão de gratidão pelo contínuo apoio e parceria ao longo dos anos. Esse reconhecimento foi particularmente motivado pela inauguração do novo espaço do Diretório Acadêmico, no qual houve uma colaboração próxima com a direção, desempenhando papéis essenciais na configuração do ambiente que reflete as cores e identidade da atlética. 

O Diretório Acadêmico escolheu presentear Eduardo Prado e Josiane Sampaio com uniformes personalizados, carregando as características marcantes das cores amarela e preta, além de uma placa de agradecimento. Essa escolha reflete não apenas a expressão de agradecimento, mas também a identificação do presente com a essência da nova casa do Diretório Acadêmico no campus. 

Eduardo Prado, presidente da FOA, manifestou sua alegria diante do gesto dos membros do diretório. A reciprocidade e o reconhecimento mútuo fortalecem os laços entre a instituição e os acadêmicos, promovendo um ambiente colaborativo e de valorização mútua. 

O encontro reforça a importância do diálogo constante entre a direção e os representantes estudantis, evidenciando a construção de uma comunidade acadêmica sólida e comprometida com o crescimento e o desenvolvimento conjunto. 

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Os novos membros da CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes da FOA - Fundação Oswaldo Aranha – tomaram posse na tarde da última segunda-feira, (4), em evento organizado no AudisMart do campus Olezio Galotti, em Três Poços. Durante esse encontro, foi apresentado o novo presidente da comissão, além da indicação dos novos vice-presidente, secretário titular e suplente.

Por lei, toda instituição precisa ter uma comissão interna de prevenção de acidentes, como forma de garantir a segurança de cada funcionário. Todos foram eleitos por meio de indicação da instituição ou por voto dos próprios funcionários da instituição para fazer parte da comissão. O intuito da eleição foi de preencher os cargos relacionados à segurança do trabalho da fundação., como explica melhor o novo presidente da CIPA, Juliano Costa:

“A comissão existe para trabalharmos todas as questões relacionadas à segurança do trabalhador, seja sobre o ambiente em que ele exerce sua profissão ou dos equipamentos de proteção que ele precisa para trabalhar. A função de todos os membros eleitos será de fiscalizar todo esse processo atrelado aos funcionários”, afirmou.

A eleição mostra o compromisso e responsabilidade da Fundação Oswaldo Aranha com a segurança de cada um dos seus funcionários. A CIPA trabalha de modo a tornar compatível o trabalho com a preservação da vida e da saúde do trabalhador, como afirmou a nova vice-presidente da comissão, Maria José:

“O serviço que a CIPA presta dentro de uma instituição de ensino é fundamental. Estamos praticando o amor ao próximo, pois, dessa forma, reforçamos a preocupação e comprometimento com a saúde do funcionário”, concluiu a vice-presidente eleita.

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Inovar implica na criação de algo inédito, na introdução de novidades, na renovação e na recriação. A inovação é frequentemente associada a alterações e/ou aprimoramentos em algo que já existe. Joseph Schumpeter, renomado economista e cientista político austríaco e um dos principais pensadores do tema, afirmava com clareza que o assunto é o impulsionador do crescimento econômico.

E ao longo do mês de novembro, os professores Rafael Lima e Marcos Kazuiti, dos cursos da Escola de Gestão e Negócios e Design, respectivamente, e membros da ProPED –Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento, representaram o Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA e a Fundação Oswaldo Aranha – FOA no workshop de Cocriação de Estratégias para o Desenvolvimento do Ecossistema Local de Inovação, organizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE e pela Agência de Desenvolvimento Regional Sul Fluminense – ADR. O principal objetivo dos encontros foi promover o desenvolvimento dos municípios da região na temática de inovação, de acordo com etapas pré-definidas do processo de criação.

Os encontros que acontecem desde o ano passado, tem apoio integral da FOA. Para discutirem melhorias sobre o projeto, as instituições realizam encontros, palestras e conversas com empresas importantes da região para que todos articulem e compartilhem novas ideias que promovam a inovação no sul do Estado do Rio de Janeiro. O professor Rafael Lima, explicou melhor sobre alguns dos intuitos do programa: “Temos como meta desenvolver capacitações, para a criação de projetos de pesquisa, assim como encontrar mecanismos para a inovação aberta. Isso tudo corrobora para o fortalecimento de um ecossistema de inovação regional que abraça a todos”, completou Rafael.

Durante os três encontros, inicialmente, os participantes diagnosticaram quais as principais carências deveriam ser exploradas para que a inovação pudesse ser difundida pela região. Após examinar os primeiros passos para a criação desse ecossistema, o segundo encontro serviu para que todos chegassem a um consenso sobre como deveria ser feito esse processo e quais deveriam ser os meios utilizados para o sucesso do projeto. E finalmente, na última reunião, decidiram quem seriam as pessoas que se comprometeriam a executar os resultados das duas primeiras etapas, com a principal missão de fazer o programa ser efetivo.

O professor Marcos Kazuiti que é um grande incentivador da inovação, participou dos três encontros propostos e valorizou, principalmente a integração promovida pelo grupo: “Eu tenho participado de muitos grupos e encontros sobre inovação, mas muitos deles nos deixam passivos como espectadores. Foi uma experiência verdadeiramente ativa e descontraída. Precisamos persistir, inovação é muito mais que networking, mindset ou contribuição individual. Inovação é trabalhar em conjunto de forma consciente, madura, comprometida e a longo prazo. O empreendedorismo é algo inevitável para qualquer profissional”, concluiu Marcos.

 

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Desde a implementação da nova Engenharia no UniFOA, os estudantes têm se destacado por sua capacidade de realizar projetos inovadores. Nesse semestre, durante o módulo "Resolução de Problemas da Engenharia", os alunos foram desafiados a criar um Veículo Lançador de CanSat e um CanSat, mergulhando de cabeça no universo da exploração espacial. 

O desafio abrangeu uma ampla gama de conhecimentos, incluindo Física do Movimento, Matemática da Variação, Ciência dos Dados, Fundamentos da Administração e Economia, além de Engenharia Baseada em Aplicativos. Para proporcionar uma imersão completa na área espacial, foram organizados três eventos ao longo do semestre. 

No primeiro evento, chamado de CosmoQUEST e realizado em 17 de novembro, os estudantes tiveram a oportunidade de discutir temas relevantes para a exploração espacial. Durante o evento, foram apresentados os resultados obtidos por estudantes que participaram de uma iniciativa da NASA. O egresso do curso de Engenharia Elétrica, Herbi Júnior Pereira Moreira, compartilhou sua experiência na Missão Sport, que envolveu colaboração entre Brasil e EUA.

A noite de palestras foi encerrada por Karina Karim Gomes, engenheira especializada em tecnologias sociais, destacando a importância do intercâmbio de informações na resolução de problemas sociais. 

Thalisson Wendel, um dos estudantes, expressou entusiasmo com a palestra de Karina, afirmando: "Consegui expandir meu campo de visão em relação à Engenharia Mecânica. Ela mostrou que a engenharia mecânica pode se integrar à tecnologia do futuro, algo que eu não esperava," comentou Wendel que também destacou a valiosa troca de experiências durante o evento. 

No dia seguinte, 18, os grupos lançaram os CanSats que haviam desenvolvido. Cada equipe realizou lançamentos com e sem paraquedas para coletar dados de altitude, posteriormente comparados com simulações realizadas. 

Siqueira Martins Silvestre e Filho, um dos participantes, descreveu a experiência como "simplesmente sensacional" e ressaltou a complexidade do projeto. Ele compartilhou os desafios enfrentados pelo grupo, desde ajustes no projeto até questões de programação. Destacou ainda que o trabalho prático contribuiu significativamente para o aprendizado. 

“Participar do projeto foi algo incrível, simplesmente sensacional e assustador, uma mistura de sentimentos conflitantes. Sou suspeito para falar do projeto, pois envolve assuntos que despertaram em mim muito interesse, principalmente na parte prática”, disse Siqueira. 

O professor e orientador dos projetos, Italo Rodrigues se sentiu satisfeito em ver o engajamento dos estudantes para realizar “voos perfeitos”. “Ao longo do semestre, os alunos demonstraram muita disposição para realizar o projeto que apresentava o desafio de trabalharem com eletrônica básica, simulação, modelagem física e estatística”, comentou o satisfeito professor. 

Para Pedro Henrique Bandeira de Souza fazer a simulação considerando o sistema com paraquedas e com o paraquedas abrindo foi complexo, mas uma experiência que trouxe bastante conhecimento, além de ter uma maior noção de como cada grandeza atua no fenômeno físico.  

“Achei uma forma bem interessante de nos fazer unir a lógica do projeto com as fórmulas ensinadas nas aulas, unindo a teórica e prática, nos fazendo entender, na prática, a interligação entre as fórmulas. Eu diria que as maiores dificuldades desse projeto foram à inclusão da resistência do ar ao movimento e para fazer os cálculos para descobrir a velocidade inicial através da pressão aplicada ao foguete”. 

No último dia da maratona espacial, no dia 24, foram realizadas as apresentações finais do módulo. Os estudantes apresentaram os resultados dos lançamentos e um protótipo de aplicativo desenvolvido para visualização dos dados obtidos. 

Larissa Torres Santos, ao comentar sobre os desafios enfrentados pelo grupo, ressaltou o amadurecimento pessoal e coletivo. Ela celebrou os aprendizados adquiridos, especialmente em relação à empatia e ao trabalho em equipe. 

“O grupo passou por algumas mudanças que trouxeram desafios, por exemplo, o fato de quase todos os integrantes terem começado a trabalhar, o que gerou dificuldades para realizar reuniões e falhas de comunicação”, disse Larissa que completou, “mesmo diante dessa novidade que inicialmente foi uma dificuldade, conseguimos aplicar algo que tenho muito em mente: todo impacto precisa ter uma reação e é ótimo que ela seja positiva logo de primeira”, disse. 

O Professor Italo Pinto Rodrigues, orientador dos projetos, expressou sua satisfação com o engajamento dos estudantes. Destacou que ao longo do semestre, os alunos demonstraram grande disposição para enfrentar desafios relacionados a eletrônica básica, simulação, modelagem física e estatística. 

Polyanna Gomes Martins, uma das estudantes, destacou a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos em programação durante o projeto. Para ela, o desafio proporcionou uma visão mais ampla sobre linguagens de programação, especialmente relacionadas ao Arduino. 

“No projeto proposto foram abertas oportunidades para ampliar o conhecimento em algumas áreas, como, por exemplo, o Arduino e sua programação. Eu já tinha um conhecimento básico sobre a linguagem C++; porém, durante a confecção do CanSat, foi preciso aprofundar os estudos, o que me gerou aptidão para aprender mais sobre linguagens de programação; um tema que ajudará nosso futuro como engenheiros, comentou Polyanna.” 

Pedro Henrique Bandeira, ao abordar a complexidade da simulação, enfatizou a integração entre teoria e prática. Ele ressaltou que a experiência trouxe um maior entendimento sobre a interligação entre fórmulas teóricas e fenômenos físicos. 

Ao final da maratona, o professor Italo agradeceu a todos os envolvidos, incluindo professores, coordenação do curso e apoio institucional. Ele reconheceu a importância dessas parcerias para o sucesso do projeto. 

Os professores que contribuíram para a realização do módulo foram: Camila Martins Hosken, Italo Pinto Rodrigues, Leonardo Simal Moreira, Marcello Almeida de Paula, Sérgio Ricardo Bastos de Mello e a coordenadora da Engenharia ABI, Samantha Grisol. A maratona espacial não apenas consolidou conhecimentos, mas também fortaleceu o espírito de colaboração e inovação entre os estudantes do UniFOA. 

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O auditório William Monachesi, foi palco de um evento especial, na tarde da última quinta-feira, 30, onde foram reconhecidos e homenageados os funcionários que dedicam anos de serviço à Fundação Oswaldo Aranha – FOA e ao Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA. A cerimônia, que prestou tributo ao comprometimento desses profissionais, destacou aqueles que completaram 5, 10, 15, 20, 25, 30, 35 e impressionantes 40 anos de contribuição à instituição. 

A cerimônia não apenas reconheceu a longevidade do serviço, mas também celebrou a riqueza das relações construídas ao longo dos anos. Lourival Pereira, que comemorou 35 anos de trajetória na instituição, destacou a importância da amizade e do respeito mútuo entre os colegas, evidenciando o ambiente acolhedor que caracteriza a instituição. 

"É uma sensação muito honrosa, porque eu sinto um orgulho muito grande de estar no meio desses jovens e procuro passar para eles sempre o melhor. Tenho um respeito muito grande por eles e eles por mim. Acho que o mais gratificante é tudo isso. A amizade deles é uma coisa que não existe, coisa que dinheiro nenhum pode pagar." 

Jaqueline Santana, que completou 15 anos de dedicação, enfatizou a importância dos laços construídos não apenas no âmbito profissional, mas também pessoal, ressaltando a gratidão e o amor pelo UniFOA. Seus 15 anos de serviço foram marcados por desafios superados, aprendizado contínuo e, acima de tudo, por contribuir para a construção de uma comunidade unida e comprometida com a excelência educacional.  

 "Completar 15 anos para mim significa 15 anos de desafios, de aprendizado, de fases, de conquistas e novos amigos. Porque aqui eu fiz amigos, né? Amigos dentro do ambiente de trabalho, alunos, amigos, que é muito importante também. E se eu tivesse que resumir hoje em uma palavra esses 15 anos, eu resumiria em gratidão. Eu amo trabalhar no UniFOA e sou muito grata." 

A homenagem aos funcionários pelos anos de serviço não apenas reconheceu o passado, mas também reafirmou o compromisso da instituição em cultivar um ambiente onde a dedicação e a lealdade são valores essenciais. Esses profissionais são não apenas testemunhas, mas construtores ativos da história e do espírito acolhedor que caracterizam a FOA/UniFOA. 

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