A Simulação Realística destaca-se como uma metodologia inovadora de treinamento, desempenha um papel crucial no aprimoramento da formação profissional dos estudantes de Medicina. Essa abordagem integra estratégias que visam desenvolver tanto habilidades técnicas quanto não técnicas, proporcionando um crescimento substancial no conhecimento dos alunos. Habilidades não técnicas englobam aspectos cognitivos, sociais e complementam as habilidades técnicas, garantindo a prática profissional com qualidade e segurança. 

A metodologia da Simulação Realística expõe os estudantes a cenários que replicam situações comuns e realistas do ambiente de trabalho, variando em complexidade. Promove a colaboração e o trabalho em equipe entre os estudantes, fortalece a relação entre a equipe médica e o paciente e estimula o pensamento crítico e as habilidades de liderança.

Essa abordagem representa uma ferramenta valiosa para preparar os futuros profissionais de saúde para os desafios dinâmicos e exigentes de suas respectivas áreas. 

E pensando nessa oportunidade, os alunos dos cursos de Medicina e Enfermagem do UniFOA participaram de um evento inovador que combinou teoria e prática, proporcionando uma experiência enriquecedora e imersiva para os futuros profissionais da área da saúde.  

Pela manhã, no AudiSmart, o palestrante convidado, professor Dr. Roberto Moraes Júnior, conduziu a parte teórica do evento. Com uma vasta experiência em emergência e urgência, sendo reconhecido nacionalmente como um expert na área, ele apresentou aos estudantes, egressos e professores os tipos de simulações que podem ocorrer, além de mostrar quais caminhos podem ser seguidos em um atendimento, além de contar episódios que já ocorreram com ele. 

Roberto parabenizou a iniciativa da instituição em realizar esse tipo de atividade, reforçando o compromisso de a instituição buscar novas metodologias de ensino. 

"Essa atitude da faculdade mostra uma preocupação fantástica em oferecer o melhor para seus alunos. A simulação realística é uma realidade no ensino médico, e traz benefícios significativos," e acrescentou, “quando falamos do impacto positivo das simulações na graduação, não é 'achismo' meu. Existem literaturas científicas provando que sim. O que se sabe hoje, é que a simulação tem um impacto importante no ensino médico, e um impacto moderado em relação com os pacientes na prática”, falou Roberto. 

O professor do curso Medicina, Walter Fonseca, responsável pela realização do curso, que contou com o apoio da assessoria da presidência, enfatizou a parceria com o professor Dr. Roberto Moraes e a importância da multidisciplinaridade: "Emergência hoje é multidisciplinar. Então você não trabalha mais sozinho. Vamos buscar mais oportunidades como essa para o próximo ano, e não só para nossos alunos, mas também que os médicos da região possam se beneficiar." 

Ester Oliveira, estudante do 4º ano de Enfermagem, compartilhou sua empolgação com a participação no evento: "Essa é a primeira vez que estou participando de algo assim na faculdade, e achei maravilhoso. O professor Roberto é super didático e gosta de ensinar. É uma experiência interessante, pois estamos no início do curso e simular situações reais nos permite aprender e nos preparar para casos futuros." 

Ela destacou a importância da prática: "Simular aqui está sendo o máximo, pois temos contato com nossos colegas que serão médicos, o que nos permite resolver casos que poderemos enfrentar futuramente." 

Caio Miranda, estudante de Medicina, expressou sua visão sobre o dia, e como a metodologia apresentada, fomentada pela aplicação da teoria médica na prática clínica, foi importante para o aprendizado e evolução quanto acadêmicos, com salas de aula invertidas e a aplicação na prática: "O professor Dr. Roberto Moraes, além de um currículo invejável, dispõe de uma oratória e didática fenomenais. A atividade foi altamente pertinente, abordando temas frequentes no cotidiano médico. A metodologia ativa apresentada pelo professor é de suma importância para nosso aprendizado." 

Ele ressaltou a relevância da abordagem prática: "A aplicação dessa forma de ensino no UniFOA será de grande valor para o corpo discente, uma vez que vai nos preparar com maior veracidade/proximidade à realidade que encontraremos no nosso cotidiano como profissionais." 

O evento que contou com a participação do coordenador adjunto do curso de Medicina, Luiz Antônio Neves, foi um sucesso, proporcionando uma experiência única e relevante para os estudantes, que puderam vivenciar de perto situações práticas e desafiadoras da área da saúde. A iniciativa reforça o compromisso do UniFOA em oferecer uma formação de excelência aos seus alunos, preparando-os para os desafios do mercado de trabalho. 

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Na tarde desta terça-feira, 5, membros do Diretório Acadêmico Paulo Mendes e da Associação Atlética Acadêmica Rômulo Basílio, representando o curso de Medicina do UniFOA, se reuniram com o presidente da Fundação Oswaldo Aranha – FOA, Eduardo Prado e a superintendente executiva Josiane Sampaio. 

A iniciativa surgiu como uma expressão de gratidão pelo contínuo apoio e parceria ao longo dos anos. Esse reconhecimento foi particularmente motivado pela inauguração do novo espaço do Diretório Acadêmico, no qual houve uma colaboração próxima com a direção, desempenhando papéis essenciais na configuração do ambiente que reflete as cores e identidade da atlética. 

O Diretório Acadêmico escolheu presentear Eduardo Prado e Josiane Sampaio com uniformes personalizados, carregando as características marcantes das cores amarela e preta, além de uma placa de agradecimento. Essa escolha reflete não apenas a expressão de agradecimento, mas também a identificação do presente com a essência da nova casa do Diretório Acadêmico no campus. 

Eduardo Prado, presidente da FOA, manifestou sua alegria diante do gesto dos membros do diretório. A reciprocidade e o reconhecimento mútuo fortalecem os laços entre a instituição e os acadêmicos, promovendo um ambiente colaborativo e de valorização mútua. 

O encontro reforça a importância do diálogo constante entre a direção e os representantes estudantis, evidenciando a construção de uma comunidade acadêmica sólida e comprometida com o crescimento e o desenvolvimento conjunto. 

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Os novos membros da CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes da FOA - Fundação Oswaldo Aranha – tomaram posse na tarde da última segunda-feira, (4), em evento organizado no AudisMart do campus Olezio Galotti, em Três Poços. Durante esse encontro, foi apresentado o novo presidente da comissão, além da indicação dos novos vice-presidente, secretário titular e suplente.

Por lei, toda instituição precisa ter uma comissão interna de prevenção de acidentes, como forma de garantir a segurança de cada funcionário. Todos foram eleitos por meio de indicação da instituição ou por voto dos próprios funcionários da instituição para fazer parte da comissão. O intuito da eleição foi de preencher os cargos relacionados à segurança do trabalho da fundação., como explica melhor o novo presidente da CIPA, Juliano Costa:

“A comissão existe para trabalharmos todas as questões relacionadas à segurança do trabalhador, seja sobre o ambiente em que ele exerce sua profissão ou dos equipamentos de proteção que ele precisa para trabalhar. A função de todos os membros eleitos será de fiscalizar todo esse processo atrelado aos funcionários”, afirmou.

A eleição mostra o compromisso e responsabilidade da Fundação Oswaldo Aranha com a segurança de cada um dos seus funcionários. A CIPA trabalha de modo a tornar compatível o trabalho com a preservação da vida e da saúde do trabalhador, como afirmou a nova vice-presidente da comissão, Maria José:

“O serviço que a CIPA presta dentro de uma instituição de ensino é fundamental. Estamos praticando o amor ao próximo, pois, dessa forma, reforçamos a preocupação e comprometimento com a saúde do funcionário”, concluiu a vice-presidente eleita.

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Inovar implica na criação de algo inédito, na introdução de novidades, na renovação e na recriação. A inovação é frequentemente associada a alterações e/ou aprimoramentos em algo que já existe. Joseph Schumpeter, renomado economista e cientista político austríaco e um dos principais pensadores do tema, afirmava com clareza que o assunto é o impulsionador do crescimento econômico.

E ao longo do mês de novembro, os professores Rafael Lima e Marcos Kazuiti, dos cursos da Escola de Gestão e Negócios e Design, respectivamente, e membros da ProPED –Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento, representaram o Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA e a Fundação Oswaldo Aranha – FOA no workshop de Cocriação de Estratégias para o Desenvolvimento do Ecossistema Local de Inovação, organizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE e pela Agência de Desenvolvimento Regional Sul Fluminense – ADR. O principal objetivo dos encontros foi promover o desenvolvimento dos municípios da região na temática de inovação, de acordo com etapas pré-definidas do processo de criação.

Os encontros que acontecem desde o ano passado, tem apoio integral da FOA. Para discutirem melhorias sobre o projeto, as instituições realizam encontros, palestras e conversas com empresas importantes da região para que todos articulem e compartilhem novas ideias que promovam a inovação no sul do Estado do Rio de Janeiro. O professor Rafael Lima, explicou melhor sobre alguns dos intuitos do programa: “Temos como meta desenvolver capacitações, para a criação de projetos de pesquisa, assim como encontrar mecanismos para a inovação aberta. Isso tudo corrobora para o fortalecimento de um ecossistema de inovação regional que abraça a todos”, completou Rafael.

Durante os três encontros, inicialmente, os participantes diagnosticaram quais as principais carências deveriam ser exploradas para que a inovação pudesse ser difundida pela região. Após examinar os primeiros passos para a criação desse ecossistema, o segundo encontro serviu para que todos chegassem a um consenso sobre como deveria ser feito esse processo e quais deveriam ser os meios utilizados para o sucesso do projeto. E finalmente, na última reunião, decidiram quem seriam as pessoas que se comprometeriam a executar os resultados das duas primeiras etapas, com a principal missão de fazer o programa ser efetivo.

O professor Marcos Kazuiti que é um grande incentivador da inovação, participou dos três encontros propostos e valorizou, principalmente a integração promovida pelo grupo: “Eu tenho participado de muitos grupos e encontros sobre inovação, mas muitos deles nos deixam passivos como espectadores. Foi uma experiência verdadeiramente ativa e descontraída. Precisamos persistir, inovação é muito mais que networking, mindset ou contribuição individual. Inovação é trabalhar em conjunto de forma consciente, madura, comprometida e a longo prazo. O empreendedorismo é algo inevitável para qualquer profissional”, concluiu Marcos.

 

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Desde a implementação da nova Engenharia no UniFOA, os estudantes têm se destacado por sua capacidade de realizar projetos inovadores. Nesse semestre, durante o módulo "Resolução de Problemas da Engenharia", os alunos foram desafiados a criar um Veículo Lançador de CanSat e um CanSat, mergulhando de cabeça no universo da exploração espacial. 

O desafio abrangeu uma ampla gama de conhecimentos, incluindo Física do Movimento, Matemática da Variação, Ciência dos Dados, Fundamentos da Administração e Economia, além de Engenharia Baseada em Aplicativos. Para proporcionar uma imersão completa na área espacial, foram organizados três eventos ao longo do semestre. 

No primeiro evento, chamado de CosmoQUEST e realizado em 17 de novembro, os estudantes tiveram a oportunidade de discutir temas relevantes para a exploração espacial. Durante o evento, foram apresentados os resultados obtidos por estudantes que participaram de uma iniciativa da NASA. O egresso do curso de Engenharia Elétrica, Herbi Júnior Pereira Moreira, compartilhou sua experiência na Missão Sport, que envolveu colaboração entre Brasil e EUA.

A noite de palestras foi encerrada por Karina Karim Gomes, engenheira especializada em tecnologias sociais, destacando a importância do intercâmbio de informações na resolução de problemas sociais. 

Thalisson Wendel, um dos estudantes, expressou entusiasmo com a palestra de Karina, afirmando: "Consegui expandir meu campo de visão em relação à Engenharia Mecânica. Ela mostrou que a engenharia mecânica pode se integrar à tecnologia do futuro, algo que eu não esperava," comentou Wendel que também destacou a valiosa troca de experiências durante o evento. 

No dia seguinte, 18, os grupos lançaram os CanSats que haviam desenvolvido. Cada equipe realizou lançamentos com e sem paraquedas para coletar dados de altitude, posteriormente comparados com simulações realizadas. 

Siqueira Martins Silvestre e Filho, um dos participantes, descreveu a experiência como "simplesmente sensacional" e ressaltou a complexidade do projeto. Ele compartilhou os desafios enfrentados pelo grupo, desde ajustes no projeto até questões de programação. Destacou ainda que o trabalho prático contribuiu significativamente para o aprendizado. 

“Participar do projeto foi algo incrível, simplesmente sensacional e assustador, uma mistura de sentimentos conflitantes. Sou suspeito para falar do projeto, pois envolve assuntos que despertaram em mim muito interesse, principalmente na parte prática”, disse Siqueira. 

O professor e orientador dos projetos, Italo Rodrigues se sentiu satisfeito em ver o engajamento dos estudantes para realizar “voos perfeitos”. “Ao longo do semestre, os alunos demonstraram muita disposição para realizar o projeto que apresentava o desafio de trabalharem com eletrônica básica, simulação, modelagem física e estatística”, comentou o satisfeito professor. 

Para Pedro Henrique Bandeira de Souza fazer a simulação considerando o sistema com paraquedas e com o paraquedas abrindo foi complexo, mas uma experiência que trouxe bastante conhecimento, além de ter uma maior noção de como cada grandeza atua no fenômeno físico.  

“Achei uma forma bem interessante de nos fazer unir a lógica do projeto com as fórmulas ensinadas nas aulas, unindo a teórica e prática, nos fazendo entender, na prática, a interligação entre as fórmulas. Eu diria que as maiores dificuldades desse projeto foram à inclusão da resistência do ar ao movimento e para fazer os cálculos para descobrir a velocidade inicial através da pressão aplicada ao foguete”. 

No último dia da maratona espacial, no dia 24, foram realizadas as apresentações finais do módulo. Os estudantes apresentaram os resultados dos lançamentos e um protótipo de aplicativo desenvolvido para visualização dos dados obtidos. 

Larissa Torres Santos, ao comentar sobre os desafios enfrentados pelo grupo, ressaltou o amadurecimento pessoal e coletivo. Ela celebrou os aprendizados adquiridos, especialmente em relação à empatia e ao trabalho em equipe. 

“O grupo passou por algumas mudanças que trouxeram desafios, por exemplo, o fato de quase todos os integrantes terem começado a trabalhar, o que gerou dificuldades para realizar reuniões e falhas de comunicação”, disse Larissa que completou, “mesmo diante dessa novidade que inicialmente foi uma dificuldade, conseguimos aplicar algo que tenho muito em mente: todo impacto precisa ter uma reação e é ótimo que ela seja positiva logo de primeira”, disse. 

O Professor Italo Pinto Rodrigues, orientador dos projetos, expressou sua satisfação com o engajamento dos estudantes. Destacou que ao longo do semestre, os alunos demonstraram grande disposição para enfrentar desafios relacionados a eletrônica básica, simulação, modelagem física e estatística. 

Polyanna Gomes Martins, uma das estudantes, destacou a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos em programação durante o projeto. Para ela, o desafio proporcionou uma visão mais ampla sobre linguagens de programação, especialmente relacionadas ao Arduino. 

“No projeto proposto foram abertas oportunidades para ampliar o conhecimento em algumas áreas, como, por exemplo, o Arduino e sua programação. Eu já tinha um conhecimento básico sobre a linguagem C++; porém, durante a confecção do CanSat, foi preciso aprofundar os estudos, o que me gerou aptidão para aprender mais sobre linguagens de programação; um tema que ajudará nosso futuro como engenheiros, comentou Polyanna.” 

Pedro Henrique Bandeira, ao abordar a complexidade da simulação, enfatizou a integração entre teoria e prática. Ele ressaltou que a experiência trouxe um maior entendimento sobre a interligação entre fórmulas teóricas e fenômenos físicos. 

Ao final da maratona, o professor Italo agradeceu a todos os envolvidos, incluindo professores, coordenação do curso e apoio institucional. Ele reconheceu a importância dessas parcerias para o sucesso do projeto. 

Os professores que contribuíram para a realização do módulo foram: Camila Martins Hosken, Italo Pinto Rodrigues, Leonardo Simal Moreira, Marcello Almeida de Paula, Sérgio Ricardo Bastos de Mello e a coordenadora da Engenharia ABI, Samantha Grisol. A maratona espacial não apenas consolidou conhecimentos, mas também fortaleceu o espírito de colaboração e inovação entre os estudantes do UniFOA. 

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O auditório William Monachesi, foi palco de um evento especial, na tarde da última quinta-feira, 30, onde foram reconhecidos e homenageados os funcionários que dedicam anos de serviço à Fundação Oswaldo Aranha – FOA e ao Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA. A cerimônia, que prestou tributo ao comprometimento desses profissionais, destacou aqueles que completaram 5, 10, 15, 20, 25, 30, 35 e impressionantes 40 anos de contribuição à instituição. 

A cerimônia não apenas reconheceu a longevidade do serviço, mas também celebrou a riqueza das relações construídas ao longo dos anos. Lourival Pereira, que comemorou 35 anos de trajetória na instituição, destacou a importância da amizade e do respeito mútuo entre os colegas, evidenciando o ambiente acolhedor que caracteriza a instituição. 

"É uma sensação muito honrosa, porque eu sinto um orgulho muito grande de estar no meio desses jovens e procuro passar para eles sempre o melhor. Tenho um respeito muito grande por eles e eles por mim. Acho que o mais gratificante é tudo isso. A amizade deles é uma coisa que não existe, coisa que dinheiro nenhum pode pagar." 

Jaqueline Santana, que completou 15 anos de dedicação, enfatizou a importância dos laços construídos não apenas no âmbito profissional, mas também pessoal, ressaltando a gratidão e o amor pelo UniFOA. Seus 15 anos de serviço foram marcados por desafios superados, aprendizado contínuo e, acima de tudo, por contribuir para a construção de uma comunidade unida e comprometida com a excelência educacional.  

 "Completar 15 anos para mim significa 15 anos de desafios, de aprendizado, de fases, de conquistas e novos amigos. Porque aqui eu fiz amigos, né? Amigos dentro do ambiente de trabalho, alunos, amigos, que é muito importante também. E se eu tivesse que resumir hoje em uma palavra esses 15 anos, eu resumiria em gratidão. Eu amo trabalhar no UniFOA e sou muito grata." 

A homenagem aos funcionários pelos anos de serviço não apenas reconheceu o passado, mas também reafirmou o compromisso da instituição em cultivar um ambiente onde a dedicação e a lealdade são valores essenciais. Esses profissionais são não apenas testemunhas, mas construtores ativos da história e do espírito acolhedor que caracterizam a FOA/UniFOA. 

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Estudantes e professores do Mestrado em Ensino em Ciências da Saúde e Meio Ambiente - MECSMA junto com o curso de Ciências Biológicas se reuniram para uma visita técnica no Parque Nacional de Itatiaia, no último sábado (25). O objetivo do passeio foi proporcionar aos discentes que conhecessem uma das unidades de conservação da Mata Atlântica, para que entendessem os impactos positivos da preservação ambiental por meio da conscientização em abrangência.

Todos fizeram um tour completo pelas instalações do parque, além de realizarem uma trilha pelo Lago Azul do local. Ao longo da visita, os professores debateram junto com os estudantes os principais benefícios dos cuidados com a natureza e da conexão do ser humano com o meio ambiente:

“Abordamos muitos tópicos sobre a proteção ambiental, porque nós fazemos parte da natureza, por isso precisamos ter esse cuidado. Promover esse tipo de atividade é fundamental para o engajamento dos alunos para inseri-los nesse contexto de preservação”, declarou Milena Nascimento, docente do MECSMA e uma das idealizadoras da visita.

O Parque Nacional do Itatiaia é conhecido por sua rica biodiversidade, composta pela vasta vegetação e flora local, que abriga uma variedade de espécies de plantas, animais e microrganismos, muitos dos quais são encontrados somente na região. Após a oportunidade única de observar e vivenciar toda essa diversidade, os estudantes fizeram um relatório geral sobre a visita.

Estudante do programa de mestrado, Amanda Quintela, avaliou positivamente a ida ao Parque como forma de aprendizado: “A natureza nos ensina muito e a visita nos fez enxergar como somos amplamente conectados com ela, formando esse ecossistema que precisa de equilíbrio, e na minha opinião dentro do parque conseguimos nos conectar e equilibrar com o meio ambiente. Houve uma grande troca de conhecimento, para mim de grande valia ainda mais por ter feito meu produto do mestrado embasado no tema de Educação Ambiental”, comentou Amanda.

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A Fundação Oswaldo Aranha – FOA e o Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA abriram suas portas para estreitar laços e explorar oportunidades colaborativas com a Faculdade Instituto Rio de Janeiro. Em uma tarde produtiva, o presidente da FOA, Eduardo Prado, e a magnífica reitora do UniFOA, Ivanete Oliveira, receberam a diretora geral da Faculdade Instituto Rio de Janeiro - FIURJ, Carla Dolezel, e o professor Simão Aznar. A visita contou ainda com a presença do ex-prefeito de Volta Redonda, Gotardo Neto, e do médico Jayber Godoy. 

Durante a visita, os representantes da Faculdade Instituto Rio de Janeiro tiveram a oportunidade de conhecer de perto toda a infraestrutura do campus Olezio Galotti, incluindo o moderno auditório William Monachesi, a Biblioteca Central, o AudiSmart e o novo prédio do curso de Medicina. A troca de experiências e ideias evidenciou o compromisso mútuo com a excelência acadêmica e o aprimoramento constante da educação superior.

A professora Ivanete Oliveira destacou a importância das parcerias para promover atividades de pesquisa colaborativas na área do direito. Essas iniciativas visam enriquecer as revistas científicas de ambas as instituições, impulsionando assim o avanço acadêmico nesse campo. A reitora ainda ficou emocionada ao receber uma réplica da Constituição de 1824 como presente, um gesto que ressoou significativamente com seu apreço pela história e pela democracia do nosso país.

Eduardo Prado, presidente da FOA, expressou a satisfação em receber colegas de outra instituição de ensino superior, destacando a importância desse diálogo para a construção de parcerias e a identificação de oportunidades futuras. "Em um cenário tão dinâmico e desafiador como o da educação, é essencial estarmos abertos à colaboração e à criação de iniciativas inovadoras. Estamos entusiasmados em explorar as possibilidades de cooperação entre nossas instituições para benefício mútuo e, principalmente, para proporcionar experiências educacionais enriquecedoras aos nossos estudantes", afirmou Eduardo. 

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A primeira turma do curso Técnico em Enfermagem do UniFOA finalizou na tarde de hoje, 29, seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC). As apresentações da turma formada em sua maioria por mulheres começaram na segunda-feira, 27, e terminou na tarde de hoje, 29. As defesas ocorreram no AudiSmart do campus Olezio Galotti, em Três Poços.

Os futuros técnicos em enfermagem defenderam seus temas a partir de argumentos que enfatizavam a conscientização de cada assunto, explicados a partir de dados resgatados por meio de artigos sobre cada tema mostrado. Perguntada sobre as principais dificuldades enfrentadas na preparação do TCC, Maria Eduarda da Cunha, respondeu:

“Sem dúvida alguma foi conciliar nosso tempo com nossos outros compromissos, mesmo o Técnico em Enfermagem estando na reta final. Mas, ajudou muito o fato do TCC poder ser feito em grupo, e por sermos muito amigos. Por isso, apesar de tudo, conseguimos ser aprovados e estamos muito felizes mesmo”, comemorou.

O evento contou com a presença de familiares e de docentes do curso Técnico em Enfermagem, como a coordenadora Ana Lúcia Devezas, a professora Mônica Norris Ribeiro, responsável pela organização do evento, além da banca julgadora, que aprovaram todos os projetos apresentados. Frederico de Souza, muito satisfeito, se mostrou muito grato após finalmente conseguir a tão sonhada aprovação:

“Só agradecer a Deus, gratidão total. Toda a dificuldade que enfrentei durante todo esse processo, junto com meus amigos foi recompensada hoje, estou muito aliviado!”, comentou.

ALÉM DA APROVAÇÃO DO TÉCNICO

Todos os trabalhos já estão no formato exigido pelo Congresso “Tudo é Ciência”, de acordo com a professora Mônica Norris:

“Algumas alterações pedidas pela banca ainda deverão ser feitas, mas todos os TCC’s já estão na formatação exigida pelo Congresso, e serão enviados assim que essas pequenas modificações forem realizadas”.

Além disso, um dos projetos apresentados foi selecionado para ser publicado em Qualis A, sistema que classifica a produção científica brasileira. Perguntada sobre a importância da seleção do artigo, Geovanna Carreiro, professora do curso, declarou:

“Ter como sugestão periódico de publicação em Qualis A para a formação de nível técnico é de sumo impacto para a contribuição científica. Como professora, é gratificante ver o futuro da nossa classe profissional com embasamento científico, estando todos conscientes dos princípios éticos e humanos.”

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A egressa do curso de Sistemas de Informação, Déborah Fernandes de Araújo, brilhou na 22ª Conferência Internacional IFIP sobre Computação de Entretenimento, realizada em Bolonha, Itália, nos dias 15 a 17 de novembro de 2023. O destaque foi o seu projeto, o ECO-QUEST, uma jornada que começou como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e se transformou em um jogo educacional revolucionário. 

O ECO-QUEST, concebido durante os anos de graduação de Déborah, é um jogo educacional focado em ensinar práticas ecológicas e a gestão de resíduos de uma maneira inovadora. A proposta era utilizar a tecnologia, hoje parte natural de nossas vidas, para abordar a crise ambiental. O jogo equilibra entretenimento e aprendizado, tornando a educação sobre coleta seletiva e reciclagem empolgante e interativa. 

O diferencial do ECO-QUEST está na interseção entre diversão e educação. Os jogadores não apenas se divertem, mas também ganham consciência sobre o impacto de suas ações no meio ambiente. Com cuidado na pesquisa, prototipagem e escolha de ferramentas, como a Unreal Engine, o ECO-QUEST oferece um mundo virtual envolvente, onde cada interação ensina algo novo e essencial sobre sustentabilidade. 

Além de sua singularidade, o ECO-QUEST apresenta um modo multiplayer que torna a experiência ainda mais dinâmica, permitindo aos jogadores competir e colaborar enquanto aprendem sobre questões ambientais. 

Déborah, acompanhada pelos professores do UniFOA, Luciane Jasmin e Venício Siqueira e pelo professor Thiago Porcino da PUC-Rio, transformou o projeto em um artigo acadêmico. O trabalho foi escolhido para ser publicado pela Springer, como um capítulo na série de livros "Lecture Notes in Computer Science". 

A participação na Student Game Competition no IFIP ICEC 2023 em Bolonha foi o auge para Déborah, mesmo à distância. A demo do ECO-QUEST impressionou, resultando na conquista do Student Game Award pela votação popular. Déborah expressou a emoção de representar o UniFOA e o Brasil, destacando que a conquista global foi uma prova de que ideias e esforços, independentemente das origens, podem ser reconhecidos mundialmente. 

“Nunca imaginei que um projeto que comecei na graduação fosse alcançar tamanha atenção e reconhecimento internacional, com a publicação e o prêmio no IFIP ICEC 2023. Esse reconhecimento foi ainda mais especial para mim, considerando minha própria jornada. Não fui aluna destaque, estudei em colégio público e enfrentei vários desafios pelo caminho”, destacou Déborah. 

Para ela, o projeto não só abriu portas, mas também expandiu horizontes, proporcionando confiança e fortalecendo seu perfil acadêmico. Com um portfólio enriquecido por essas experiências e reconhecimentos, Déborah se prepara para dar o próximo passo em sua jornada acadêmica: buscar um mestrado. 

“Estou me preparando para essa nova etapa com muito mais confiança e um portfólio fortalecido pelas experiências e reconhecimentos que obtive até agora”, disse. 

A professora Luciane Jasmin compartilhou seu orgulho pela conquista da aluna e destacou a importância de incentivar os estudantes a pensar grande. A realização não apenas no aspecto acadêmico, mas também na projeção nacional e internacional de seus estudantes, demonstra o compromisso do UniFOA em proporcionar uma educação de qualidade, mentoria personalizada e oportunidades de networking.

Para ela, ver os alunos alcançando reconhecimento externo, inclusive internacional, é a realização de um propósito enquanto educadora. 

“Desde o início de sua jornada acadêmica, Déborah demonstrou grande interesse e aptidão pela área de games, se destacando na disciplina de Jogos Digitais do curso. Além disso, essa conquista representa a concretização de que os nossos alunos são capazes de alcançar seus objetivos e encontrar reconhecimento externo, inclusive internacional”, falou. 

O projeto ECO-QUEST, além de seu impacto ambiental positivo, é um testemunho do potencial dos alunos do UniFOA, destacando a excelência acadêmica e a preparação abrangente que a instituição proporciona. A conquista de Déborah é um exemplo inspirador de como a dedicação e a paixão podem transcender fronteiras, independentemente de onde se começa ou dos desafios enfrentados ao longo do caminho. 

Conheça um pouco mais do ECO-QUEST.

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