A área jurídica é ampla, com diversos ramos para os agentes do Direito atuarem, seja nas várias possibilidades de cargos públicos ou nos escritórios de advocacia. O curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) amplia o conhecimento dos estudantes através de visitas técnicas anuais a unidades prisionais, necessárias para mostrar o funcionamento do sistema prisional e integrando a teoria à prática.
A última visita técnica foi realizada à Casa de Custódia e à Cadeia Pública Franz de Castro, de Volta Redonda, nos dias 11 e 12, com a participação de 50 alunos dos 6º e 7º períodos do Direito, acompanhados pelo professor Hindenburg Brasil e recepcionados pelo diretor das unidades, Vanderson Clavelario Nunes.
Para o coordenador do curso de Direito, professor Alan Pançardes, a visita técnica é muito importante para o aluno observar a rotina do preso; saber como é o acesso dos advogados às cadeias; conhecer os direitos dos presos, além do funcionamento de uma unidade prisional, como o que pode ser feito e o que é proibido, regras de acesso, vestimentas, direitos dos advogados, entre outros.
“É extremamente importante para a prática do aluno ter essa vivência. O evento foi um sucesso, pois tivemos 50 estudantes nesta atividade, acompanhados pelo diretor da unidade e pelo professor Hindenburg, que é juiz de Direito e juiz das varas criminais. Eles percorreram todas as áreas da unidade prisional, se inteiraram do funcionamento, deixando os alunos bem impressionados com a forma real de aprendizado”, disse.
De acordo com o professor Hindenburg, a ação faz parte da disciplina de Processo Penal e complementa o aprendizado teórico. Os discentes passaram por todos os espaços da Cadeia Pública, como a área reservada para as atividades dos advogados, que são exercidas com total segurança em local próprio composto por quatro cabines de atendimento com separação, onde a comunicação se faz mediante o uso de interfones.
“O diretor da unidade prisional fez uma visita guiada e compartilhou com os alunos os seus 27 anos de experiência profissional, superando as expectativas de todos e detalhando todas as rotinas do local e, por questões de segurança o contato com os internos foi visual. Estou muito gratificado com a empolgação dos alunos”, frisou.
Na opinião do diretor Vanderson, do ponto vista acadêmico, ter contato real como o sistema prisional é ter a ideia de como é complexo custodiar pessoas.
“Procuramos expor como o trabalho é hermético, principalmente no equilíbrio entre a disciplina e o respeito à pessoa reclusa. Trata-se de um ambiente onde normas de segurança devem ser sempre respeitadas, pois lidamos com a vida das pessoas, sejam presos, servidores ou visitantes”, explicou.
Os maiores interessados e os mais empolgados pela visita técnica com certeza foram os alunos do curso de Direito do UniFOA, que não pouparam elogios à iniciativa e foram categóricos ao afirmar que, das aulas práticas, essa foi a que mais impressionou, pois é uma realidade que poucos têm alcance e serve também para a conscientização da necessidade de um tratamento mais humanizado aos detentos.
De acordo com Wesley César da Silva, que cursa o 6º período, a visita técnica foi primordial para se ter uma visão real e direta sobre o funcionamento do sistema prisional, além de obter um entendimento mais profundo do conjunto de Justiça e da sociedade, formando profissionais mais éticos, técnicos e com uma visão social para proferir qualquer decisão na vida do preso.
“Como futuros operantes do Direito, seja advogado, promotor, juiz e defensor, temos que ter um olhar humanitário para os apenados e entender a realidade carcerária com experiências educativas que promovam a empatia, sendo necessárias para quebrar preconceitos e discriminações que se vivencia na sociedade. Achei fundamental quando foi nos mostrado uma sala de aula, no qual demonstra que o Estado tenta cumprir seu papel com a ressocialização do preso, pois sabemos que a prisão não tem como objetivo somente punir, mas também possui finalidade pedagógica, e muitos que estão detidos são pessoas hipossuficientes e que não tiveram oportunidades”, analisou.
Com entusiasmo, ele continua, afirmando que os alunos “aprenderam muito com essa visita, absorvendo conhecimentos técnicos como o processo penal que estudamos na teoria; de que maneira é aplicado na prática, e como vamos atuar no poder Judiciário, com responsabilidade e visão social, pois o presidiário não perde a qualidade de ser humano”, salientou.
Já na opinião de Alice Gomes, que também está no 6º período do curso de Direito, a atividade foi uma aplicação de técnicas pedagógicas eficientes para desenvolver a aprendizagem, uma vez que permitiu a visualização da prática da advocacia criminal naquele ambiente.
“Esse tipo de mecanismo de ensino é de suma importância para ilustrar a teoria e implica na absorção do conteúdo teórico na prática. A estrutura da Cadeia Pública se mostrou adequada às legislações vigentes, incluindo a infraestrutura para atendimento do advogado e cliente. A atividade que nos foi oferecida desempenhou brilhantemente a aplicação da teoria à prática, proporcionou experiência e vivência, bem como subsídios fundamentais para a formação de advogados”, finalizou.
Os estudantes dos cursos de Administração e Ciências Contábeis do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) finalizaram a disciplina de Jogos de Empresas II, ministrado pelo professor Eduardo Carreiro. Na última aula da disciplina, realizada no último dia 19, de maneira remota pelo Microsoft Teams, os alunos apresentaram os resultados e estratégias finais realizados no curso durante o semestre, que tinha o intuito de potencializar competências cruciais para os setores de empreendedorismo, como finanças, logística e contabilidade.
Ao longo da realização de cada trabalho, os discentes do 7º período foram divididos em seis equipes, de quatro a cinco componentes, e gerenciaram uma empresa simulada, uma fábrica de skate. Essa fábrica poderia vender para as seis regiões do Brasil e para outros países. Os nomes das empresas eram MCRV, C2PK, FLY Skate, Legendary SK8, Tudo ou Nada e Manobra Urbana.
Cada aluno exerceu uma função gerencial na organização, seja como CEO, Diretor Financeiro, Diretor de Marketing, Diretor de RH ou até mesmo Diretor de Produção, possibilitando também a compreensão, na prática, como cada uma das áreas de conhecimento se interrelacionam. A empresa Manobra Urbana, composta por Luiza Vidigal (CEO), Brener Tadeu (Gestor Financeiro), Filipe Guimarães (Gestor de Marketing), Pedro Henrique (Gestor de Produção) e Roberta Araújo (Gestora de RH) foi a grande vencedora da atividade. Roberta explicou que a proposta potencializou seu aprendizado, tanto profissionalmente, como academicamente.
“As atividades realizadas durante a disciplina ampliaram significativamente meu conhecimento na área de contábeis, pois pude aplicar teorias de administração, finanças e recursos humanos, contabilidade e até marketing de maneira prática. Além disso, interagir com colegas de equipes enriqueceu minha visão sobre a dinâmica de trabalho em grupo e como diferentes habilidades podem ser integradas para alcançar objetivos comuns”, relatou.
Ao todo foram desenvolvidas oito rodadas, divididas ao longo do semestre. Os alunos tomaram decisões relacionadas às diversas áreas da administração e ciências contábeis, como marketing, produção, gestão de pessoas, logística, finanças e contabilidade. Alguns estudantes escreveram até um jingle para a divulgação da marca, para reforçar ainda mais as propostas da empresa.
A cada rodada, os alunos recebiam os resultados por meio de um site escolhido pelo professor. Nesse site eles tinham acesso ao ranking, mercado, resultados financeiros, produção, estoque e informações do mercado da simulação empresarial. A partir dos resultados, todos formulavam novas estratégias para tomarem suas respectivas decisões.
A atividade permitiu que os alunos conectassem os conhecimentos e as competências aprendidas nas diversas disciplinas da graduação. O professor Eduardo também exerceu um papel de mediador ao longo do processo de aprendizagem em diversas funções durante a atividade e confirmou sua felicidade com o sucesso da proposta:
“Como professor, sinto-me feliz por propiciar aos alunos a prática da gestão de uma empresa e por levá-los a compreender as consequências das decisões tomadas. É uma disciplina que há muito engajamento e traz um laque vasto de oportunidades para os estudantes”. Ele ainda completou reforçando o engajamento de todos, que facilitou ainda mais o êxito da atividade:
“É uma disciplina que há muito comprometimento. Existem percepções e dificuldades que o aluno só entenderá com a prática, por isso tenho como foco, ao longo da disciplina, simular a realidade da gestão de uma organização. Essa prática leva os alunos ao entendimento, de forma simplificada e prática, de diversos pontos que estudou ao longo da graduação”.
O jogo dinâmico simulou as sazonalidades do mercado, como aumento e redução de preços (inflação), permitindo inovações, compra de outras empresas, apresentando diversas complexidades do ambiente real, mas de maneira simples e de fácil compreensão.
Como resultados, além dos alunos consolidarem e colocarem em prática suas habilidades técnicas, eles desenvolveram diversas competências como liderança, comunicação, ética, pensamento crítico, lidar com as instabilidades de uma empresa, organização, resiliência, trabalho em equipe, criatividade e até a aprender a receber feedbacks:
“Divertido é a palavra que melhor resume como foi planejar esse projeto. As principais dificuldades foram a gestão do tempo, já que tivemos que conciliar o projeto com outras responsabilidades, e o fato de ser imprevisível. Além disso, impulsiona as habilidades analíticas, porque para tomar decisões precisamos analisar nossos demonstrativos contábeis, os das outras empresas, além dos preços e tudo mais”, declarou Kettuy Valim, uma das estudantes responsáveis pela empresa C2PK, encarregada pela gestão de produção da equipe.
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O Centro Universitário de Volta Redonda divulgou, nesta terça-feira (24), o edital do Processo Seletivo de Transferências Interna e Externa, Análise Curricular, Reingresso e Portadores de Diploma de curso superior para graduações do UniFOA, no segundo semestre deste ano. Clique aqui para fazer a sua inscrição.
As vagas são destinadas aos candidatos que se enquadram nas seguintes opções:
Os interessados devem realizar suas inscrições por meio do Portal do Candidato, preenchendo o formulário disponível até 26/08/2024. É necessário consultar o edital para obter todas as informações pertinentes, como cronograma das inscrições, quadro de cursos e vagas ofertadas, resultados e matrícula também estão disponíveis.
A oportunidade de participar desse processo seletivo oferece aos interessados a chance de ingressar no UniFOA, uma das melhores instituição de ensino do Brasil, reconhecida com Nota 5 pelo Ministério da Educação (MEC) ampliando suas possibilidades acadêmicas e profissionais.
A 3ª edição do projeto Conexão Mega Cidadania foi um grande sucesso e o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) abrilhantou o evento oferecendo atendimentos gratuitos em diversas áreas, numa parceria com a Prefeitura de Volta Redonda e o Governo do Estado, através do projeto RJ Para Todos. O evento foi realizado nesse sábado (22), na Praça Brasil, na Vila Santa Cecília e contou com atividades culturais e entretenimento para crianças e adultos, atraindo milhares de pessoas.
A ação reuniu diversos órgãos e instituições que ofertaram serviços gratuitos à população, por meio das secretarias municipais em áreas como saúde, educação, serviço social, emprego, cultura, lazer, meio ambiente, esporte, empreendedorismo, juventude, dentre outras. Já o governo do estado oportunizou serviços do Detran, balcão de empregos do Sine, pesquisa ao Procon (Proteção e Defesa do Consumidor), além do PrevMóvel, do Ministério das Previdência Social.
A Fundação Oswaldo Aranha (FOA), que participou das três edições do evento, levou os serviços dos cursos de Enfermagem, Nutrição, Odontologia, Direito, Ciências Biológicas e Educação Física, onde professores e estudantes auxiliaram com orientações sobre o sistema judiciário, consultas relacionadas a problemas nutricionais, atendimentos e orientações de saúde bucal, entre outros, realizando mais 900 atendimentos.
“O prefeito Neto entendeu a importância que o Centro Universitário e a Educação têm para a cidade e chamou a FOA para fazer parte de todos os projetos que a instituição tem condições de atender com seus professores e alunos, e está sendo uma honra e alegria grande poder contribuir com a cidade. A ideia de trazer o Conexão Mega Cidadania é do deputado estadual Munir Neto, reunindo as forças do estado e do município e com total apoio e participação da Fundação Oswaldo Aranha (FOA)”, frisou o presidente da FOA, Eduardo Prado.
Para a reitora do UniFOA, Ivanete Oliveira, fazer parte de um projeto de tamanha envergadura é excelente para a instituição, pois é uma conquista para Volta Redonda.
“O próprio nome já fala: conexão. Só aprendemos quando estamos conectados à população e à sociedade. O currículo não se materializa só em salas de aulas. As práticas que temos em cenários como esse é que fazem de fato a formação dos nossos estudantes ter muito mais potência e robustez”, salientou.
O deputado estadual Munir Neto lembrou que o projeto municipal Mega Cidadania, realizado em outras gestões do Prefeito Neto já era considerado muito bom. “Depois que fui eleito deputado estadual, vi que existia um serviço chamado ‘RJ Pra Todos’ e pensei em juntar os governos municipal, estadual e FOA para ampliar o atendimento. Já estamos na terceira edição do Conexão Mega Cidadania, com sucesso absoluto. Quero agradecer a participação do prefeito Neto e seu secretariado e do UniFOA, através dos diversos cursos", enalteceu.
O Prefeito Antonio Francisco Neto era um dos mais empolgados na Praça Brasil, muito feliz com a quantidade de pessoas que procuraram os serviços oferecidos durante do evento.
“Parabéns ao Eduardo Prado e ao deputado Munir que foram os grandes criadores desse evento. Temos muito que agradecer à Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e a todos que estão participando. Nota mil! Evento maravilhoso, pois a satisfação das pessoas que estão sendo atendidas não tem preço. Só tenho a agradecer”.
O presidente Eduardo Prado afirmou que “a FOA está muito orgulhosa em participar da ideia de fazer essa junção do poder público e a iniciativa privada, trabalhando juntos para desenvolver projetos e levar melhor qualidade de vida à população, não só de Volta Redonda, mas de toda a região Sul Fluminense. Além disso o evento resgatou uma coisa que os moradores antigos de Volta Redonda gostam muito, que é frequentar a Praça Brasil, relembrando a época da Feira da Primavera”, finalizou.
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Unir para ficar mais forte. É com esse espírito que uma parte da população elegeu o mês de junho para levantar a bandeira LGBTQIAPN+, mostrando orgulho do pertencimento e rechaçando o preconceito. Esse mês tem como objetivo reforçar a importância de discutir as temáticas que envolvem gênero e sexualidade, bem como de promover uma maior equidade social e redução da discriminação direcionada a esse grupo.
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), por meio do Programa de Educação pelo Trabalho (PET-Saúde), abriu o debate através de uma roda de conversa com o tema “Saúde LGBTQIAPN+ - Um olhar necessário”, que foi realizado no Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, nos dias 17 e 18. O evento reuniu cerca de 200 participantes, entre funcionários, professores, coordenadores de curso e estudantes dos cursos de Medicina, Nutrição, Odontologia, Educação Física, Enfermagem, Direito, Mestrado em Ciências da Saúde e Meio Ambiente, Serviço Social e demais cursos.
Com a constante evolução e mudança da sociedade, temas emergentes como a saúde da população LGBTQIAPN+ se faz importante, de acordo com um dos organizadores do encontro e professor do curso de Medicina, Arthur Villela:
“Exemplos como processos transexualizador e as saúdes mental e integral desta população devem ser aprendidos e empregados por todos os profissionais de saúde, principalmente os envolvidos com a saúde básica. Existe uma lacuna entre o profissional de saúde e essa população, que os afasta dos serviços de atendimento, aumentando assim as comorbidades. É urgente discutir cada vez mais essa sigla e tudo que ela envolve, dentro das universidades. Estamos cansados de falar, mas fazer pouco. Precisamos parar de sentir medo de nos expressar, de mostrar quem somos e o caminho é a abertura desse diálogo”.
Ao abrir o encontro, o professor e orientador de serviço do PET-Saúde UniFOA, Ailton Carvalho lembrou que o Brasil é o país que mais mata a população LGBT e isso é muito sério e precisa ser mudado.
“Como o tema do PET é a equidade, estamos aproveitando a oportunidade para dar visibilidade a todos os alunos e funcionários que compõem essa sigla tão importante, além de capacitá-los para que tenham esse olhar diferenciado e perceber o que o outro realmente necessita e não o que acha que é de direito. Essa é a formação que os nossos alunos precisam ter, para que, dentro de um pensamento equânime, conseguirem identificar que o outro necessita dentro da diferença e da diversidade dele. É a lisura dos direitos humanos”.
Durante a roda de conversa foi possível acompanhar alguns relatos de professores e estudantes sobre as vivências e dificuldades como pessoas LGBT na faculdade, além das políticas públicas que existem e que deveriam existir para que o acesso à saúde seja de fato integral. Esses coletivos, em contrapartida, vêm alcançando melhor qualidade na vida acadêmica, através de apoio como este evento e de outros programas na instituição que permitem melhor suporte aos universitários.
O estudante do 5º período do curso de Medicina, Caio Tulio Esteves, que também atuou na organização da mesa redonda, destacou que passou da hora de discutir essa temática e capacitar os futuros profissionais para mudar a realidade.
“Atualmente, não existe mais espaço para piadinhas ou olhar atravessado em sala de aula, pois defendemos essa sigla, não aceitamos o desrespeito e protestamos na hora. Por isso precisamos desses debates, pois hoje a universidade já se mostra bem diferente do que a minha primeira graduação, há 14 anos, mas a luta ainda está no início. Apesar de maior aceitação, muitas pessoas ainda sofrem de ansiedade, depressão, riscos iminentes da própria vida e ainda encontramos pessoas passando por isso”.
O aluno do 7º período do curso de Serviço Social, Yuri Willow Candido, explicou que a sigla LGBTQIAPN+ mostra que essa parcela da população se organizou politicamente pelos seus direitos, reforçando que cada letra tem a sua peculiaridade, especificidade e demandas pessoais, com destaque e representatividade.
“Cada letra dessa representa um coletivo de pessoas que vivencia as mazelas, mas apenas temos um corpo que não está dentro do padrão convencional. Desde os 9 anos fui questionado pela minha sexualidade, enquanto eu só queria ser criança, coisa que não vemos acontecer com uma criança considerada hetera. As minhas infância e adolescência foram marcadas pela falta de criatividade, espontaneidade e até mesmo a minha fala foi prejudicada, pois desenvolvi uma gagueira porque era cobrado para agir de outra forma que não era eu”, desabafou.
Ele ainda acrescentou: “é muito importante este debate e fiquei contente por hoje, pois estamos num espaço coletivo onde temos a possibilidade de propor mudanças significativas e estruturais que vão impactar. Isso é muito bom. Essa sigla é um coletivo de pessoas que entendem que, para além do LGBTQIAPN+, tem outros seres que precisam de visibilidade, principalmente nas políticas públicas”.
Danielli Lima de Carvalho, do 7º período do curso de Odontologia contou que está no UniFOA há 3 anos e é a segunda vez que participa de uma discussão dessa temática. “Este momento é muito importante, pois muitos se sentem como um peixe fora d’água, mas esse constrangimento está diminuindo graças a eventos como este. Para quem atende a pacientes é muito importante saber em qual realidade ele se encaixa, para facilitar toda a convivência que temos de ter com quem a gente cuida. É importante reconhecer a sexualidade do outro”, finalizou.
A luta e os movimentos por direitos da população LGBTQIAPN+ se fortaleceram no final da década de 1970, com o Grupo Somos como precursor da luta homossexual.
Esse início ainda não contava com a pluralidade existente atualmente, sendo protagonizado majoritariamente pelos homens homossexuais. Com a epidemia da AIDS/HIV, nos anos 1980, houve uma mobilização por parte do governo, a fim de atuar na prevenção dessa doença.
Com isso, esse grupo conquistou ainda mais espaço e trouxe outras reivindicações ao cenário político. Nessa mesma época, as mulheres lésbicas, até então ainda invisíveis, começaram a se alinhar ao movimento feminista e a denunciar o machismo presente nos mais diversos grupos sociais.
Somente na década de 1990, o movimento de travestis conseguiu mais espaço. Ele institui-se em coletivos, como no caso da Associação das Travestis e Liberados do RJ (Astral), pautando o governo para o atendimento de suas demandas específicas, além de atuarem nas ações de prevenção da aids. Na mesma época, a causa de transexuais foi incluída na agenda deste movimento.
Com o passar dos anos, o movimento, antes protagonizado pelos homens homossexuais, passou a ser integrado e protagonizado por outros grupos também marginalizados pela sua orientação sexual e ou identidade de gênero, como lésbicas, bissexuais, transexuais, entre outros.
Em 2004, o governo, em conjunto com a sociedade civil, instituiu o “Brasil sem Homofobia – Programa de Combate à Violência e à Discriminação contra LGBT e de Promoção da Cidadania Homossexual” (BRASIL, 2004), que foi elaborado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República.
Nesse mesmo ano, o Ministério da Saúde constituiu o Comitê Técnico de Saúde da População LGBT, e em 2006 o Conselho Nacional de Saúde (CNS) passou a incluir representantes da população LGBTQIAPN+. Ambas essas conquistas são marcos importantes da luta pelo acesso à saúde e pelo atendimento humanizado, integral e livre de preconceitos.
Nas últimas décadas, alguns direitos já foram conquistados, a exemplo a criminalização da homofobia, porém essa parte da população ainda enfrenta muitos desafios, como a falta de acesso aos serviços de saúde. Isso porque, o sistema de saúde ainda hoje possui entraves que impedem o amplo acesso ao cuidado desses indivíduos. (Fonte: Movimento LGBTQIAPN+).
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Unir para ficar mais forte. É com esse espírito que uma parte da população elegeu o mês de junho para levantar a bandeira LGBTQIAPN+, mostrando orgulho do pertencimento e rechaçando o preconceito. Esse mês tem como objetivo reforçar a importância de discutir as temáticas que envolvem gênero e sexualidade, bem como de promover uma maior equidade social e redução da discriminação direcionada a esse grupo.
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), por meio do Programa de Educação pelo Trabalho (PET-Saúde), abriu o debate através de uma roda de conversa com o tema “Saúde LGBTQIAPN+ - Um olhar necessário”, que foi realizado no Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, nos dias 17 e 18. O evento reuniu cerca de 200 participantes, entre funcionários, professores, coordenadores de curso e estudantes dos cursos de Medicina, Nutrição, Odontologia, Educação Física, Enfermagem, Direito, Mestrado em Ciências da Saúde e Meio Ambiente, Serviço Social e demais cursos.
Com a constante evolução e mudança da sociedade, temas emergentes como a saúde da população LGBTQIAPN+ se faz importante, de acordo com um dos organizadores do encontro e professor do curso de Medicina, Arthur Villela:
“Exemplos como processos transexualizador e as saúdes mental e integral desta população devem ser aprendidos e empregados por todos os profissionais de saúde, principalmente os envolvidos com a saúde básica. Existe uma lacuna entre o profissional de saúde e essa população, que os afasta dos serviços de atendimento, aumentando assim as comorbidades. É urgente discutir cada vez mais essa sigla e tudo que ela envolve, dentro das universidades. Estamos cansados de falar, mas fazer pouco. Precisamos parar de sentir medo de nos expressar, de mostrar quem somos e o caminho é a abertura desse diálogo”.
Ao abrir o encontro, o professor e orientador de serviço do PET-Saúde UniFOA, Ailton Carvalho lembrou que o Brasil é o país que mais mata a população LGBT e isso é muito sério e precisa ser mudado.
“Como o tema do PET é a equidade, estamos aproveitando a oportunidade para dar visibilidade a todos os alunos e funcionários que compõem essa sigla tão importante, além de capacitá-los para que tenham esse olhar diferenciado e perceber o que o outro realmente necessita e não o que acha que é de direito. Essa é a formação que os nossos alunos precisam ter, para que, dentro de um pensamento equânime, conseguirem identificar que o outro necessita dentro da diferença e da diversidade dele. É a lisura dos direitos humanos”.
Durante a roda de conversa foi possível acompanhar alguns relatos de professores e estudantes sobre as vivências e dificuldades como pessoas LGBT na faculdade, além das políticas públicas que existem e que deveriam existir para que o acesso à saúde seja de fato integral. Esses coletivos, em contrapartida, vêm alcançando melhor qualidade na vida acadêmica, através de apoio como este evento e de outros programas na instituição que permitem melhor suporte aos universitários.
O estudante do 5º período do curso de Medicina, Caio Tulio Esteves, que também atuou na organização da mesa redonda, destacou que passou da hora de discutir essa temática e capacitar os futuros profissionais para mudar a realidade.
“Atualmente, não existe mais espaço para piadinhas ou olhar atravessado em sala de aula, pois defendemos essa sigla, não aceitamos o desrespeito e protestamos na hora. Por isso precisamos desses debates, pois hoje a universidade já se mostra bem diferente do que a minha primeira graduação, há 14 anos, mas a luta ainda está no início. Apesar de maior aceitação, muitas pessoas ainda sofrem de ansiedade, depressão, riscos iminentes da própria vida e ainda encontramos pessoas passando por isso”.
O aluno do 7º período do curso de Serviço Social, Yuri Willow Candido, explicou que a sigla LGBTQIAPN+ mostra que essa parcela da população se organizou politicamente pelos seus direitos, reforçando que cada letra tem a sua peculiaridade, especificidade e demandas pessoais, com destaque e representatividade.
“Cada letra dessa representa um coletivo de pessoas que vivencia as mazelas, mas apenas temos um corpo que não está dentro do padrão convencional. Desde os 9 anos fui questionado pela minha sexualidade, enquanto eu só queria ser criança, coisa que não vemos acontecer com uma criança considerada hetera. As minhas infância e adolescência foram marcadas pela falta de criatividade, espontaneidade e até mesmo a minha fala foi prejudicada, pois desenvolvi uma gagueira porque era cobrado para agir de outra forma que não era eu”, desabafou.
Ele ainda acrescentou: “é muito importante este debate e fiquei contente por hoje, pois estamos num espaço coletivo onde temos a possibilidade de propor mudanças significativas e estruturais que vão impactar. Isso é muito bom. Essa sigla é um coletivo de pessoas que entendem que, para além do LGBTQIAPN+, tem outros seres que precisam de visibilidade, principalmente nas políticas públicas”.
Danielli Lima de Carvalho, do 7º período do curso de Odontologia contou que está no UniFOA há 3 anos e é a segunda vez que participa de uma discussão dessa temática. “Este momento é muito importante, pois muitos se sentem como um peixe fora d’água, mas esse constrangimento está diminuindo graças a eventos como este. Para quem atende a pacientes é muito importante saber em qual realidade ele se encaixa, para facilitar toda a convivência que temos de ter com quem a gente cuida. É importante reconhecer a sexualidade do outro”, finalizou.
A luta e os movimentos por direitos da população LGBTQIAPN+ se fortaleceram no final da década de 1970, com o Grupo Somos como precursor da luta homossexual.
Esse início ainda não contava com a pluralidade existente atualmente, sendo protagonizado majoritariamente pelos homens homossexuais. Com a epidemia da AIDS/HIV, nos anos 1980, houve uma mobilização por parte do governo, a fim de atuar na prevenção dessa doença.
Com isso, esse grupo conquistou ainda mais espaço e trouxe outras reivindicações ao cenário político. Nessa mesma época, as mulheres lésbicas, até então ainda invisíveis, começaram a se alinhar ao movimento feminista e a denunciar o machismo presente nos mais diversos grupos sociais.
Somente na década de 1990, o movimento de travestis conseguiu mais espaço. Ele institui-se em coletivos, como no caso da Associação das Travestis e Liberados do RJ (Astral), pautando o governo para o atendimento de suas demandas específicas, além de atuarem nas ações de prevenção da aids. Na mesma época, a causa de transexuais foi incluída na agenda deste movimento.
Com o passar dos anos, o movimento, antes protagonizado pelos homens homossexuais, passou a ser integrado e protagonizado por outros grupos também marginalizados pela sua orientação sexual e ou identidade de gênero, como lésbicas, bissexuais, transexuais, entre outros.
Em 2004, o governo, em conjunto com a sociedade civil, instituiu o “Brasil sem Homofobia – Programa de Combate à Violência e à Discriminação contra LGBT e de Promoção da Cidadania Homossexual” (BRASIL, 2004), que foi elaborado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República.
Nesse mesmo ano, o Ministério da Saúde constituiu o Comitê Técnico de Saúde da População LGBT, e em 2006 o Conselho Nacional de Saúde (CNS) passou a incluir representantes da população LGBTQIAPN+. Ambas essas conquistas são marcos importantes da luta pelo acesso à saúde e pelo atendimento humanizado, integral e livre de preconceitos.
Nas últimas décadas, alguns direitos já foram conquistados, a exemplo a criminalização da homofobia, porém essa parte da população ainda enfrenta muitos desafios, como a falta de acesso aos serviços de saúde. Isso porque, o sistema de saúde ainda hoje possui entraves que impedem o amplo acesso ao cuidado desses indivíduos. (Fonte: Movimento LGBTQIAPN+).
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Desde de a criação da Agência de Comunicação Integrada (ACI) da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), em 2010, como espaço de práticas dos cursos de Publicidade e Propaganda e de Jornalismo do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), foram atendidas diversas instituições e projetos comunitários, como a Associação para Criança e Adolescente do Bairro Califórnia (ACAC), Projeto Bike Anjo, Projeto Descarte de Lixo Eletroeletrônico, Campanhas contra a Intolerância Religiosa e a Associação de Aposentados e Pensionistas de Volta Redonda (AAPP-VR), entre outras contribuindo para o desenvolvimento social. Com o crescimento e desenvolvimento da agência, hoje a ACI é responsável pelos atendimentos e desenvolvimentos de trabalhos internos pertinentes aos cursos e outros setores da instituição.
Como consequência do sucesso proporcionado pela agência, o curso de Publicidade e Propaganda criou o Laboratório de Práticas em Comunicação, localizado no prédio 9 do campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços, no intuito de que seus discentes possam ter um espaço para apoiar esses atendimentos, a partir do desenvolvimento de divulgações desses projetos e iniciativas sociais, por exemplo. Através desse novo ambiente de compartilhamento de conhecimentos e saberes, a união a esses programas comunitários se justifica ao proporcionar a todos os estudantes a prática real e o desenvolvimento de valores voltados para ações transformadoras.
Ao longo deste semestre, os estudantes do curso que participam dessas práticas do laboratório estão dando continuidade a divulgação de uma dessas grandes parcerias, o Projeto Bike Anjo. Como parte dessa união, os alunos ajudam na preparação do material publicitário das atividades e objetivos da proposta, como em vídeos explicativos e campanhas para atingir o público alvo e atrair cada vez mais participantes ao programa.
A Bike Anjo é uma rede de pessoas que acredita na bicicleta como uma ferramenta para a transformação das pessoas e das nossas cidades. O projeto surgiu em novembro de 2010, em São Paulo, capital. Vários cicloativistas começaram a acompanhar alguns motoristas no trânsito, com um convite para participarem da bicicletada, uma das práticas do programa que acontece uma vez por mês em muitas cidades do mundo.
Em 2012, é criada, pela Bike Anjo de Recife em parceria com as Pedalinhas de São Paulo, a Escola Bike Anjo (EBA), uma oficina de aprender a pedalar. Graças ao sucesso instantâneo, logo chegou à várias cidades do Brasil, inclusive no munícipio de Volta Redonda, Rio de Janeiro.
A sede está localizada no bairro Ilha São João, em uma parceria com prefeitura da cidade. No primeiro domingo de cada mês ocorrem as atividades das oficinas iniciais da EBA, que recebe públicos de qualquer idade, desde crianças até idosos.
Toda semana os acadêmicos do curso de Publicidade e Propaganda se reúnem para discutir novas maneiras de ampliar a rede de apoio da iniciativa. Uma das formas encontradas por eles e pela professora que lidera o grupo, Clarisse Netto, é de deixar o Instagram do projeto sempre ativo e atualizado com o cronograma de novas atividades e o registro de cada prática realizada, no intuito de aumentar o impacto do programa com o recurso das mídias sociais.
Os encontros ocorrem no Laboratório de Práticas em Comunicação ou no Laboratório de Fotografia, também localizado no prédio 9, onde eles debatem as melhores estratégias e planejamento para o andamento da iniciativa.
Clarisse explicou que todo esse processo é enriquecedor não só à comunidade pelo apoio promovido, como também para cada discente que se dispõe a ajudar em cada uma das etapas:
“Nada melhor que a prática social pra completar a aprendizagem de nossos alunos. Tenho certeza do quanto é importante para que possa formar pessoas melhores pro nosso mundo. Nossa comunidade ganha demais, mas, com toda certeza, nossos alunos crescem como pessoas e profissionais nesses projetos”.
Maria Spolidoro, estudante do 7º período de Publicidade e Propaganda que participa das ações do Laboratório de Práticas em Comunicação, confirmou que a experiência vivenciada ao longo do programa tem sido muito enriquecedora para sua formação como profissional. Ela ainda acrescentou que o contato com propostas reais e o trabalho em grupo promovido durante cada processo potencializa o desenvolvimento de habilidades fundamentais em sua área de atuação:
“Essa experiência me dá a oportunidade de aplicar os conceitos teóricos que aprendi na sala de aula em questões como planejamento de campanhas, criação de conteúdo e estratégias de marketing digital. Ao trabalhar em projetos reais para clientes reais, desenvolvi habilidades importantes como trabalho em equipe, gestão de tempo e resolução de problemas. Além disso, o ambiente colaborativo do laboratório permitiu uma troca constante de informações e opiniões entre supervisores e colegas”.
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A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) agraciou o curso de Direito, do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) com o Selo de Qualidade OAB Recomendada, que em sua 8ª edição enalteceu ‘O Fortalecimento da Advocacia Brasileira a Partir do Ensino Jurídico de Excelência’, em cerimônia realizada no Clube de Engenharia, em Brasília, nessa quarta-feira, dia 19. O evento contou com as presenças da Reitora Ivanete Oliveira; do Pró-reitor Acadêmico, Bruno Gambarato e do Coordenador do curso, Alan Pançardes.
O UniFOA é a única instituição particular a receber o Selo de Qualidade OAB em toda a região Sul Fluminense.
O Selo é uma distinção de grande importância para as instituições de ensino superior no país e um reconhecimento merecido que valida a excelência dos cursos de Direito. Ele é concedido pela principal entidade de representação jurídica do país após uma avaliação rigorosa, considerando aspectos como o desempenho dos estudantes no Exame de Ordem e os índices do Ministério da Educação (Enade).
O curso de Direito do UniFOA se destaca entre os melhores do país. Para se ter uma ideia, dos 1.258 cursos de Direito oferecidos por instituições públicas e privadas no Brasil, o UniFOA está entre os 15% que receberam o prestigioso Selo de Qualidade da OAB. No estado do Rio de Janeiro, dos 94 cursos de Direito, apenas 19 foram agraciados com este selo, sendo 10 de instituições privadas e 9 de instituições públicas.
“Para nós do UniFOA, o Selo OAB é um reconhecimento da qualidade do curso de Direito oferecido, garantindo credibilidade e competitividade no mercado educacional e alta empregabilidade para nossos graduados”, comemorou a reitora Ivanete.
Ainda de acordo com ela, “o objetivo do Selo OAB é parabenizar os cursos de Direito com altos índices de qualidade. Ele é atribuído às instituições que investem na melhoria de seus Projetos Pedagógicos, incluindo o aperfeiçoamento da matriz curricular, capacitação docente, estímulo à pesquisa, atividades de extensão e infraestrutura acadêmica”, complementou.
O coordenador Alan Pançardes falou entusiasmado sobre mais essa conquista, que mostra que o UniFOA está no caminho certo, comprometido com os alunos e capacitando todos para o exercício profissional, para a OAB, possibilitando a atuação no mundo jurídico como advogados e, também, para a realização de concursos, formando um aluno completo e habilitado.
“O Selo de Qualidade da OAB é de extrema importância para a nossa instituição porque não é uma atitude política. A OAB analisa o índice de aprovação na OAB, o resultado do Enade, a satisfação dos estudantes, a estrutura da instituição, a regulamentação da instituição junto ao MEC. Esse selo foi concedido a cerca de 15% de todas as instituições do Brasil, o que coloca o UniFOA num nível restrito que a OAB recomenda para os cursos de Direito”, celebrou.
Motivo de orgulho para a nossa região Sul Fluminense, essa conquista mostra o compromisso da instituição em promover a excelência acadêmica e a qualidade do ensino jurídico oferecido aos seus alunos. O selo simboliza a certificação de trabalho árduo desenvolvido pelo UniFOA na capacitação de profissionais éticos e preparados para atuarem e contribuírem para um mundo mais justo.
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As artes finais do projeto “EmbalARTE” do curso de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) foram apresentadas pelos estudantes do 4º período do curso, como a prática final da disciplina de Gestão de Marketing. Em uma exposição realizada na noite da última segunda-feira (10) no prédio 9 do campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços, os acadêmicos exibiram quadros artísticos elaborados por meio da iniciativa realizada ao longo do primeiro semestre, proposta pelo professor Edilberto Venturelli e o coordenador do curso Douglas Gonçalves.
O intuito da atividade era de criar obras artísticas a partir do uso de embalagens e resíduos sólidos recicláveis, com o propósito de fomentar a responsabilidade social e sustentabilidade através de artes recicladas, além de incentivar a conscientização ambiental por meio de conhecimentos aprendidos nas aulas. Cada aluno confeccionou um quadro, totalizando 15 obras, utilizando materiais que, comumente, costumam ser descartados após serem utilizados uma única vez no cotidiano, tal qual plástico, papel e papelão.
As artes continuarão expostas no mesmo local da apresentação, para que todos os docentes, discentes e funcionários do UniFOA e FOA (Fundação Oswaldo Aranha) sejam impactados pelos princípios sociais e conscientizadores dessa prática. Para destacar ainda mais as vantagens da reciclagem e a sustentabilidade, todos os estudantes adicionaram informações claras sobre esses propósitos, estimulando o consumo assertivo desses materiais.
De acordo com a plataforma Central de Custódia, que coleta e analisa dados de logística reversa de embalagens na América Latina, mais de 1,8 milhão de toneladas de embalagens foram reutilizadas no Brasil. Apesar do progresso, o país recicla apenas 4% desses resíduos, índice muito abaixo de outros países da América do Sul, como Chile e Argentina, que apresentam média de 16% de reciclagem, segundo dados da ISWA (International Solid Waste Association).
O desenvolvimento do EmbalARTE visava justamente incentivar a prática de reciclar resíduos e embalagens alinhada à criatividade dos alunos, que utilizaram técnicas adquiridas em sala, como a harmonia da mistura de determinadas cores em um quadro, que podem transmitir sensações de poder e energia, por exemplo. Os acadêmicos elaboraram suas artes como figuras representando animais, plantas, pessoas e personagens fictícios a partir da reciclagem e o acabamento com pincéis, colas, tesouras e outros instrumentos artísticos.
“A elaboração do projeto e a exposição serve como uma plataforma para que os discentes de publicidade apliquem suas habilidades de comunicação e marketing em um contexto real, promovendo a conscientização sobre sustentabilidade”, afirmou Edilberto Venturelli, um dos professores proponentes da iniciativa. Ele ainda expressou sua gratidão em poder proporcionar esses momentos de muito aprendizado e transformação acadêmica aos seus estudantes, garantindo os impactos da conscientização ambiental e social ampla dos participantes:
“Me sinto completando a formação desses alunos de forma abrangente. Observo que todos eles podem potencializar uma informação "trocada", além das quatro paredes da instituição. Acredito que formamos, verdadeiramente, para a vida, por isso sinto-me responsável em proporcionar uma compreensão ampla da caminhada que esse aluno já tem ou terá no mercado e na vida”.
A exposição foi um sucesso por conseguir conscientizar a todos do Centro Universitário acerca da reutilização de materiais em prol da responsabilidade ambiental através de artes criativas produzidas pelos estudantes de Publicidade e Propaganda, estimulando o aprendizado por meio da teoria e a prática sustentável. Matheus Jordão, estudante do curso, que confeccionou um quadro que representa um personagem do jogo LEGO, afirmou que potencializou muito suas habilidades em atividades artesanais, sendo um processo desafiador, mas de muito aprendizado:
“Foi desafiador participar dessa experiência e iniciativa nobre, pois não tenho muitas habilidades com a confecção de artes elaboradas manualmente, por isso tive que me adaptar e superar minhas limitações ao longo desse processo. Mas, sempre gostei muito de LEGO, por isso juntei essa minha paixão ao grande desafio proposto nessa atividade para desenvolver um quadro que achasse interessante”.
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No dia 18 de junho, o campus Olezio Galotti do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) foi palco de uma importante ação de conscientização sobre a doação de sangue, em parceria com a Fundação Sérgio Loureiro. O evento, que contou com a presença de um caminhão adesivado especialmente para a ocasião, teve como objetivo sensibilizar a comunidade FOA/UniFOA sobre a importância desse gesto solidário que salva vidas.
Durante dois períodos do dia, o caminhão esteve estacionado em pontos estratégicos do campus, atraindo a atenção de estudantes, professores e funcionários. Voluntários e representantes da Fundação Sérgio Loureiro distribuíram panfletos informativos, destacando a importância da doação de sangue, os requisitos para se tornar um doador e os benefícios que esse ato pode proporcionar para quem precisa de transfusões.
A ação buscou desmistificar receios e mitos associados à doação de sangue, incentivando mais pessoas a se tornarem doadores regulares. Bem recebida por todos os presentes, muitos demostraram interesse em se tornarem doadores de sangue e contribuírem para salvar vidas.
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