No mesmo dia em que foi lançado oficialmente pela Fundação Oswaldo Aranha (FOA) o seu hospital – H.FOA -, em 5 de julho, também foi realizada a primeira cirurgia robótica do local com a utilização da plataforma Da Vinci X, um investimento feito recentemente pela instituição para procedimentos minimamente invasivos.

A cirurgia robótica fez parte do Mutirão de Cirurgias de Hérnia Abdominal, promovido no estabelecimento hospitalar pela Sociedade Brasileira de Hérnia (SBH), ao longo da semana passada, com aproximadamente 100 cirurgias pelo Sistema único de Saúde (SUS).

A plataforma Da Vinci X, usada para cirurgias robóticas do H.FOA, é um equipamento utilizado em todo o mundo e no Brasil existem pouco mais de 100 aparelhos em funcionamento. O H.FOA está na vanguarda da região Sul Fluminense com essa primeira plataforma instalada de Guarulhos (SP) até Duque de Caxias (RJ). Ela é amplamente utilizada em quase todas especialidades cirúrgicas, que vão do cérebro ao abdômen, sendo as principais: próstata, rim e hérnias abdominais.

Essa primeira cirurgia robótica (hérnia abdominal) foi executada pelo cirurgião e assessor da presidência da fundação, Heitor Santos, que também é vice-presidente da Sociedade Brasileira de Hérnia, umas das principais referências em Hérnia da América Latina, com ampla experiência em robótica:

“A tecnologia atrás da plataforma robótica agrega melhores resultados e recuperação em todos os casos, principalmente nos de alta complexidade.”

Ainda de acordo com o cirurgião, atualmente, a cirurgia de hérnia da parede abdominal é um dos principais procedimentos realizados na plataforma robótica. Por isso, o Centro Médico do H.FOA vai inaugurar, em breve, o ‘Atendimento de Tratamento de Hérnias Abdominais’, com a participação de Heitor Santos e da cirurgiã Luciana Guimarães, ambos especialistas em robótica do H.FOA.

A realização da primeira cirurgia robótica foi um sucesso e, de acordo com a diretora médica do H.FOA, Luciana Guimarães, “a plataforma robótica abrange várias especialidades cirúrgicas, como urologia, cirurgia de hérnias, bariátrica, colorretais, oncológicas, ginecológicas e torácica, oferecendo aos pacientes de Volta Redonda e região Sul Fluminense opções de tratamentos menos invasivos e com melhores resultados”, garantiu.

 

Os benefícios das cirurgias robóticas

A plataforma Da Vinci X tem a tecnologia alemã; é fabricada nos Estados Unidos; comercializada pela Holanda e vem revolucionando as cirurgias em todo o mundo, com precisão e eficácia extraordinárias. O presidente da FOA, Eduardo Prado, é um dos mais entusiastas dessa nova tecnologia implantada no H.FOA e dos benefícios que ela trará aos pacientes que necessitam dos procedimentos.

“Quando o robô chegou, o H.FOA já tinha uma equipe capacitada para operar pela plataforma. São treinamentos intensos que o cirurgião precisa passar para obter a certificação e no hospital temos três profissionais certificados para manusear o aparelho. Fizemos a primeira cirurgia pelo SUS, que saiu de graça para o município e a paciente. Os procedimentos que poderão ser feitos com a plataforma vão do cérebro até a próstata, mas no H.FOA ainda não temos os cirurgiões certificados para o cérebro, mas podemos atuar em cirurgias do pescoço até a próstata”, garantiu.

A eficiência do robô é impressionante, pois o cirurgião pode estar em outro país que consegue operar o paciente, com uma diferença de milésimo de segundos, conforme explicou Eduardo Prado.

“As cirurgias pelo O Da Vinci X são minimamente invasivas, pois faz-se pequenos orifícios para a passagem das pinças, que o cirurgião vai usar como se fossem suas mãos, mas com grande precisão. A parceria entre a inteligência artificial e a criatividade humana é maravilhosa, pois é como se fossem dois cirurgiões operando, mesmo que o robô obedeça aos comandos do cirurgião. A recuperação do paciente é incrivelmente mais rápida e confortável”, ressaltou.

A cirurgia robótica representa um avanço significativo na medicina moderna, oferecendo uma série de vantagens tanto para os pacientes quanto para os profissionais de saúde, e o diretor do H.FOA, Leonardo Prado, explica que ela corresponde muito mais:

“O projeto representa também um marco importante na democratização do acesso a tecnologias avançadas, já que realizamos as primeiras cirurgias do robô para pacientes do SUS. Esta iniciativa vai transformar a assistência médica pública de várias maneiras, pois embora o investimento inicial em tecnologia robótica possa ser alto, a redução nas complicações e o tempo de recuperação mais rápido podem resultar em economias significativas a longo prazo. Menos tempo de internação e recuperação mais rápida significam menor carga sobre os recursos hospitalares. Este é um passo crucial para garantir que todos os cidadãos tenham acesso às melhores práticas médicas disponíveis”, finalizou.

[elementor-template id="11211"]

A etapa estadual do tradicional torneio de robótica – o Fira Brasil -, foi disputada pela segunda vez consecutiva em Volta Redonda, reunindo 43 equipes formadas por alunos das redes pública e privada de ensino de todo o Estado do RJ. O evento ocorreu nos últimos dias 5 e 6, no Shopping Park Sul e, mais uma vez, alunos do curso de Sistema de Informação do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) fizeram parte do corpo de jurados da competição.  

Foram 43 equipes inscritas na etapa estadual do Fira Brasil, sendo 10 formadas por estudantes da rede pública de ensino de Volta Redonda, além de times da cidade do Rio de Janeiro, Angra dos Reis, Cabo Frio, Campos dos Goytacazes, Barra do Piraí e Niterói. O Fira Brasil é um evento que tem a finalidade de classificar equipes de todo o país para participar anualmente do Fira Robo World Cup (Copa do Mundo de Robótica), que será no Maranhão, em agosto.

“A participação dos estudantes do UniFOA é essencial para fomentar conexões com a sociedade e concretizar projetos de extensão que impactem significativamente as escolas do Sul Fluminense, promovendo inovação e tecnologia. A FIRA é um campeonato importante, e a presença dos alunos e professores do UniFOA como juízes é fundamental para garantir a credibilidade e a transparência dos resultados, assegurando que a classificação das escolas participantes seja justa e incontestável. Além disso, essa participação reforça a visibilidade do UniFOA como um parceiro comprometido com eventos de ciência e tecnologia”, ressaltou professor Koffi Amouzou.

Professores e alunos acompanharam os dois dias de disputa como voluntários, sendo juízes do evento e receberão certificados pelo reconhecimento das suas contribuições.

Para Samuel Lima, que está no 5º período do curso de Sistema de Informação (SI) do UniFOA, a participação no evento é muito importante, porque oferece a chance de aplicar na prática o que aprendendo em sala de aula sobre tecnologia e engenharia: 

“É ainda uma ocasião para desenvolver habilidades, como trabalhar em equipe, resolução de problemas e criatividade, que são essenciais para nossa futura carreira. A participação dos alunos é intensa e cheia de entusiasmo, pois todos se dedicam sendo juízes das provas, onde aprendemos muitas coisas como construção e programação dos robôs para os desafios da competição e também trabalhando para melhorar sempre o desempenho e desenvolvimento das equipes”, salientou. 

Como o evento atrai participantes de diversas regiões do Rio de Janeiro, os graduandos comemoram a troca de conhecimentos, experiências e aprendizado, além da oportunidade de networking. 

“O Fira pode ser traduzido como uma grande chance de aumentar o conhecimento em robótica, automação e programação, além de termos noções de gestão de projetos e convivência com estudantes de outras instituições e regiões. Quando entrei na faculdade de Sistema de Informação, tinha vontade de participar de eventos como esse, mas não sabia que seriam desafiadores e gratificantes. Tem sido uma grande experiência me inspirando a buscar ainda mais oportunidades na área de tecnologia”, concluiu Samuel.

[elementor-template id="11211"]

A Fundação Oswaldo Aranha (FOA) está dando um passo histórico em direção à inovação e ao compromisso com o bem-estar da comunidade ao lançar o Hospital da FOA, um ecossistema revolucionário que une saúde e educação em uma abordagem integrada. Com foco em atender as diversas demandas da saúde e da educação médica, o H.FOA se tornará um ponto de referência essencial para a região.

O lançamento da marca foi acompanhado por mais de 400 pessoas e aconteceu no Auditório William Monachesi, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, nesta sexta-feira (5). O evento contou com a presença de instituidores, autoridades e políticos de toda a região, empresários e convidados que assistiram ao Presidente da FOA, Eduardo Prado apresentar o H.FOA e todas as atividades que a marca irá desenvolver. Foram 20 meses de muito trabalho e dedicação, tanto da instituição quanto do antigo hospital Hinja.

O Hospital da FOA não só oferecerá uma variedade de serviços médicos à população em geral, mas também se destacará como um espaço de aprendizagem prática para os estudantes das áreas de saúde do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e da Escola Técnica da FOA (EtecFOA).

Neste mesmo dia 5, o H.FOA realizou a sua primeira cirurgia robótica pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com a recém-adquirida plataforma Da Vinci X, um avançado sistema robótico que promete revolucionar a cirurgia médica em Volta Redonda, Sul Fluminense e toda Vale do Paraíba. Além disso, está em andamento o projeto de Residência Médica, que irá contribuir com a excelência na qualidade de formação dos médicos.

Eduardo Prado, presidente da FOA, expressou sua entusiasmada visão sobre o H.FOA e seu impacto na região: "Estamos orgulhosos em anunciar o H.FOA, um marco em nossa jornada para melhorar a saúde e a educação em nossa cidade e região. O novo hospital não apenas proporcionará atendimento médico de qualidade, mas também desempenhará um papel fundamental na capacitação e formação prática de nossos futuros profissionais de saúde."

O H.FOA não é apenas um hospital; é um ecossistema completo que integra diversas soluções, proporcionando atendimento em uma ampla gama de especialidades médicas. Com a FOA lançando seu Hospital, a instituição reforça seu compromisso em oferecer serviços de saúde acessíveis e promover a excelência no ensino médico.

Eduardo ressalta: "O H.FOA é mais do que uma extensão da FOA; é uma contribuição tangível para o avanço da saúde e educação na região. Estamos entusiasmados em proporcionar uma experiência única de aprendizado prático para os nossos estudantes, ao mesmo tempo em que elevamos os padrões de cuidado médico para toda a comunidade. Este é um momento de alegria, pois vemos nosso compromisso se concretizando em benefício de todos."

O prefeito de Volta Redonda e grande parceiro da instituição, Antonio Francisco Neto, expressou sua alegria em ver um sonho antigo da FOA se tornar realidade.

“O H.FOA já nasce com uma marca forte, com a credibilidade de uma instituição que não apenas cresceu com Volta Redonda, mas que ajudou

nossa cidade a prosperar. Diante da gestão do nosso querido Eduardo Prado, assistimos o fortalecimento da FOA e sua expansão, em ações que são tão audaciosas quanto generosas, pois o bem-estar de nosso povo sempre é levado em conta.”

Após as apresentações, foram feitas homenagens com a entrega de placas de agradecimento à família de Gothardo Firmino Netto e Wilma Lopes Netto, bem como para Jayber Jose Godoy Soares Junior. Outros homenageados ganharam a Medalha Chanceler Oswaldo Aranha: prefeito Antonio Francisco Neto; deputado federal Luiz Antônio de Souza Teixeira Júnior, o Dr. Luizinho, e o senador Hiran Gonçalves. Após isso, todos foram para o coquetel no Centro Histórico-Cultural Dauro Peixoto Aragão.

 

H.FOA: emoções traduzidas em depoimentos

Era visível a emoção nos rostos das centenas de convidados, que expressaram seus sentimentos através de relatos comoventes:

Leonardo Prado, diretor do H.FOA:

“É um momento de extrema felicidade para mim. É um grande trabalho de 20 meses que está sendo um enorme sucesso. Foi um grande esforço realizado por equipes de dentro e fora da FOA, para fechar essa operação e avançarmos ainda mais na área da saúde.”

Ivanete Oliveira, reitora do UniFOA:

“A aquisição do HFOA é significativa para os estudantes do UniFOA, ampliando nosso ecossistema de saúde e educação. Oferecerá uma formação abrangente, com desenvolvimento de competências clínicas e interpessoais através de casos reais, diagnósticos e tratamentos supervisionados por docentes e profissionais competentes, incluindo tecnologia robótica. Também irá fortalecer habilidades como raciocínio clínico, empatia, comunicação e trabalho em equipe, preparando-os para desafios profissionais futuros.”

Julio Cesar Soares Aragão, coordenador do curso de Medicina do UniFOA:

“A integração do H.FOA ao curso de Medicina representa um marco significativo para a formação dos futuros médicos. O impacto do H.FOA no aprendizado dos estudantes de Medicina é evidente. Além de oferecer um ambiente controlado e supervisionado para a prática médica, promove um aprendizado baseado em casos reais, o que enriquece a experiência educacional e prepara os alunos para os desafios da prática médica.”

Senador Hiram Gonçalves:

“Tenho uma relação de muito tempo com os gestores do antigo hospital Hinja. Reconheço a importância tanto do hospital, como do Centro Universitário na questão de formação, pesquisa e extensão. Tudo que for fundamental para o nosso país, aonde quer que eu esteja, preciso fomentar e fortalecer. Foi o que todos nós fizemos, trabalhamos muito para que essa união se tornasse realidade.”

Deputado Federal Dr.Luizinho:

“A FOA tem um trabalho gigantesco no campo educacional, por isso precisava se expandir e ter seu próprio hospital. Fui procurado pelo prefeito Neto para ajudar nessa operação, principalmente para desburocratizar esse processo. A situação demandava uma série de garantias e aprovações de órgãos importantes, como o Ministério da Saúde. Consegui ajudar e todos aqui estamos muito felizes por presenciarmos esse momento tão especial para FOA, UniFOA, Volta Redonda e toda população Sul Fluminense. Com esse crescimento, a FOA sobe de patamar, principalmente em relação ao UniFOA, que poderá otimizar seu ensino de futuros e capacitados médicos.”

Deputado Estadual Munir Neto:

“O novo hospital, entre tantas coisas que poderíamos destacar, é o maior exponencial do quanto a FOA é grande. Sobretudo, a prova do quanto ela não se acomoda e ainda quer crescer. Sem deixar de lembrar de todos os presidentes que a fundação já teve ao longo de sua história, hoje é dia de destacar a gestão do Eduardo Prado. Visionário e empreendedor, leva seu grupo a patamares cada vez mais altos. O curso de Medicina tem um enorme ganho na sua formação, para que capacite, cada vez mais, ótimos médicos.”

Gothardo Firmino Netto:

"Muito obrigado por nos fazer enxergar que os legados de todas as famílias do hospital continuam: dos sócios, ex-sócios e da grande associação de médicos que foram lapidados pelo hospital. Depois de 20 meses desse processo, concluímos essa operação.”

Radialista Dário de Paula:

“É um passo duplamente importante. É importante para Volta Redonda porque teremos um hospital de ponta gerido por uma equipe de muita firmeza administrativa, como também para os estudantes de Medicina, pelo grande crescimento que o hospital traz para o curso, tornando-o ainda melhor.”

[elementor-template id="11211"]

O Auditório William Monachesi, do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), no campus Olezio Galotti, em Três Poços, reuniu centenas de pessoas na noite dessa quinta-feira (5) para o “Workshop Eleições 2024”, que contou com a apresentação de três painéis temáticos relacionados ao processo eleitoral deste ano.

Numa verdadeira aula de democracia, o evento reuniu políticos, advogados, jornalista e assessores de imprensa, publicitários, eleitores, alunos da instituição, além de candidatos que pretendem concorrer ao próximo pleito, de várias cidades do Sul Fluminense. O evento foi idealizado pelo jornal Diário do Vale em parceria com a Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e UniFOA e contou com o apoio da prefeitura de Volta Redonda.

O objetivo foi informar e orientar partidos políticos, especialistas e demais interessados, debatendo pontos fundamentais para as próximas eleições, divididos em três tópicos: registro para a formalização de candidatura; a fiscalização da propaganda em ambientes on-line, off-line e poder de polícia, e os desafios da prestação de contas de financiamento da campanha. Os temas foram explanados pelos juízes Roberto Henrique dos Reis (131ª Zona Eleitoral-VR) e Thiago Gondim de Almeida Oliveira (90ª Zona Eleitoral-VR).

O encontro foi aberto pelo desembargador e presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Henrique Carlos de Andrade Figueira que, em seu discurso, enalteceu o UniFOA e se disse surpreso em encontrar na cidade de Volta Redonda um campus e um auditório de nível internacional como o da instituição. “Estamos trazendo aqui um assunto que está entrando em voga agora e vai ocupar a nossa vida nos próximos meses, levando para toda a sociedade brasileira informações sobre o que é o processo eleitoral.”

Ainda segundo o desembargador, “a orientação é necessária para todos os candidatos e partidos possam entender um pouco do que precisam fazer e como se portar durante a campanha eleitoral - as obrigações e os deveres que eles têm. E também, de certa forma, dar ao eleitor uma notícia sobre todo o processo eleitoral, mostrando a preocupação de todos com o respeito e a lisura na condução das etapas do pleito”, frisou.

Na opinião do presidente do TRE, a Educação é o maior instrumento para a democracia, pois ela torna as pessoas com mais conhecimento da vida, dos fatos, das ciências:

“O UniFOA contribui para o Tribunal de Justiça (TJ), fazendo inúmeras de ações sociais e somos parceiros na Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Tenho certeza que, a partir de agora, seremos parceiros também no Tribunal Regional Eleitoral, na Justiça Eleitoral. Esse foi o primeiro e grande passo que aproximou definitivamente essas duas instituições: o UniFOA e TRE/RJ”, profetizou.

O presidente da FOA, Eduardo Prado, afirmou que se sentiu muito feliz ao saber o UniFOA havia sido escolhido para sediar o evento de envergadura regional:

“É um momento de exercício da democracia e eu vejo isso como um trabalho pelo desenvolvimento, quando a população pode escolher continuar com os mesmos representantes ou quer trocar. A instituição sempre apoiou a melhoria das condições de vida da população, da cidade e dos alunos, através da tecnologia e da formação científica, por isso estamos aqui, de portas abertas para a democracia. A FOA/UniFOA apoiam essas iniciativas sempre que for chamada”, garantiu.

Painéis mostram cenário realista para eleições

Ao ministrar a palestra sobre a melhor forma de se registrar uma candidatura, o juiz titular da 131ª Zona Eleitoral-VR, Roberto Henrique explanou todos os passos que devem ser tomados pelos candidatos, pois um erro nesta fase pode impedir a diplomação, que é a última fase base do processo eleitoral, pois a prestação de contas e as eventuais ações judiciais são posteriores ao trâmite desse processo.

Já o juiz Thiago Oliveira, titular da 90ª Zona Eleitoral-VR, dissertou sobe a fiscalização das propagandas eleitorais em diversos ambientes, alertando para o combate das fake news e o mau uso da Inteligência Artificial, desafios que os tribunais eleitorais estão se preparando desde 2018, quando a internet começou a ser usada em campanhas políticas. Um exemplo é que a Justiça Eleitoral terá este ano um Centro de Inteligência voltado para rastrear o uso ilegal das tecnologias durante a campanha.

Outro painel apresentado pelo juiz Thiago foi relacionado à prestação de contas dos candidatos, que precisam ser muito rígidas e seguirem as regras determinadas pelas diversas leis que regulam os gastos com a campanha política. “Todo candidato precisa ter um contador e um advogado para que sejam solucionadas as pendências detectadas”, afirmou.

O presidente do Grupo Pançardes de Comunicação, Luciano Pançardes, ressaltou que a parceria com FOA/UniFOA foi fundamental:

“Assim que passamos a ideia ao Eduardo Prado, na mesma hora se dispôs a apoiar e fez todo o esforço para elaborar o evento. O objetivo foi preparar os candidatos para que a “briga” pelos votos seja boa e justa; para que seja uma eleição democrática e para que entendam melhor as mudanças que ocorreram na legislação eleitoral e, por tudo que foi explanado aqui, o evento foi um sucesso”, finalizou.

[elementor-template id="11211"]

O constante avanço tecnológico e o uso cada vez maior de técnicas de resolução de problemas através de imagens, levou o curso de Engenharia Civil do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) a inovar mais uma vez. Foi realizado o curso “Alçando Novos Vôos – XPT-01”, que capacita os alunos a pilotarem drone (quadricóptero), levando em conta a legislação, navegabilidade e pilotagem na obtenção de imagens para projetos de engenharia. O curso foi realizado na semana passada, com a participação de 13 estudantes.

O professor José Marcos Rodrigues explica que o curso levou em conta as novas tecnologias de levantamento de superfícies através de imagens georreferenciadas (posicionamento global por satélite) para uso de atividades da Engenharia Civil:

“A instituição adquiriu dois modernos equipamentos de elevada precisão, devidamente registrados na Agência de Aviação Civil (ANAC) e os estudantes estão aprendendo técnicas como levantamentos plano altimétricos; curvas de nível; gestão por imagens; ortocorreção de imagens; obtenção com rapidez e precisão de levantamentos para regularizações fundiárias urbanas; projetos de mobilidade urbana e da compreensão territorial, entre outras”, pontuou.

Foram levados em conta alguns pontos previamente definidos e que serão utilizados na elaboração dos inúmeros projetos que estão sendo elaborados pela instituição para a cidade. Entre os métodos apresentados, os alunos foram capacitados para manusear o equipamento em casos de ventos; decolagem; produção da nuvem de pontos; navegação programada e aterrissagem. De acordo com José Marcos, novas datas serão marcadas no segundo semestre, para que todos os discentes possam ser habilitados.

 

Alunos se preparam para o futuro tecnológico com drone

A nova era tecnológica de drones utilizada no desenvolvimento de infraestruturas tem sido uma opção cada vez mais operada no mercado da construção, gerando maior movimentação financeira no setor, de acordo com as pesquisas de entidades ligadas ao ramo, que apontam o uso do equipamento no dia a dia da obra, em mais de 40% das construtoras existentes no país.

Para a aluna do 5º período de Engenharia Civil do UniFOA, Ana Júlia Fróes Odorisi, a participação no curso foi ótima:

“Percebi que todos os alunos presentes estavam empenhados em descobrir como manusear o drone e de que forma ele poderia auxiliar no âmbito profissional. Além disso, o professor Renato Donato nos instruiu muito bem, enfatizando a importância da segurança na usabilidade dessa ferramenta. Sei que vamos utilizar esse recurso no futuro, pois as empresas usam para diversas aplicações, como por exemplo o levantamento de informações topográficas com alto detalhamento. O UniFOA, juntamente com o corpo docente, tem superado minhas expectativas em relação ao que está sendo ofertado de experiência através de minicursos, visitas às obras e outras iniciativas”, assegurou.

Cursando o 8º período de Engenharia Civil, Douglas dos Santos Gradil afirmou que o curso foi melhor do que ele esperava:

“Foi nosso primeiro contato com o drone e aprendemos como controlar, registrar as imagens necessárias e o quanto é importante a agilidade e precisão do equipamento. Para nós, engenheiros, o drone ajuda bastante na parte georeferrenciada - um serviço que demora, muitas vezes, dias para ser feito com o equipamento chamado teodolito -, enquanto o drone é só levantar voo, processar as imagens e transferir para o softwares”, esclareceu, acrescentando que “como profissional, tenho certeza que esse curso vai ser muito útil na minha vida dentro do mercado de trabalho. O UniFOA nos proporciona cursos avançados”, frisou.

 

Algumas aplicações de drones na Engenharia Civil:

É cada vez mais comum a utilização de drones em atividades industriais e comerciais de diversos segmentos da economia. Esses equipamentos podem ser utilizados em canteiros de obras, ajudando na construção. Saiba alguns exemplos:

No processo de construção: o drone tem como funcionalidade captar imagens e permitir os profissionais que estão distantes a monitorar áreas. O trabalhador pode acompanhar o desempenho das obras visualizando diferentes ângulos e fiscalizar a segurança tanto estrutural como de Equipamentos de Proteções Coletivas (EPC) e de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) dos trabalhadores.

Içamento de cabos: existem interferências que podem atrapalhar o lançamento de cabos, como lagos, mares, área com grande volume de vegetações e alagados. Nestas situações a utilização do drone vem beneficiar a operação da travessia do cabo através destas interferências.

Mapeamento de áreas: reúne todos os elementos, incluindo os softwares, sensores em solo, a câmera de captura de imagem e o dispositivo aéreo. Pode ser utilizado em várias finalidades, seja em contexto de incorporação que pode melhor avaliar um terreno ou mineração. Ele também pode simular projetos em cima das imagens aéreas captadas pelo drone.

Inspeções: os drones podem ser utilizados em inspeções de telhados, poupando profissionais de riscos ao se expor a uma situação de altura. Também ajudam no contexto de mineração, pois a tecnologia identifica estudos volumétricos onde consegue identificar o quanto de material é utilizado em determinada área e o quanto é preciso escavar ou não determinada mina.

A participação voluntária de profissionais em ambientes de maximização do aprendizado, como em congressos, seja como espectador ou na apresentação de projetos, é uma das diversas maneiras de expandir e compartilhar conhecimentos. Ao entrar em contato com projetos e trabalhos aprofundados sobre assuntos específicos, todos têm uma oportunidade única de potencializar as capacidades técnicas e estratégicas em suas respectivas áreas.

Motivado por essa perspectiva, o professor Rafael Lima, da Escola de Gestão e Negócios do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), participou do "Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD)", realizado em São Paulo-SP. No intuito de compartilhar seus estudos e experiências como docente em projetos sociais destinados aos estudantes da instituição, Rafael apresentou o trabalho intitulado “Protagonismo na trajetória profissional utilizando o modelo OEA”, na qual simplificou passos transformadores para serem aplicados na carreira de qualquer profissional.

Organizado de 19 a 21 de junho, o CTBD reuniu profissionais de Recursos Humanos de todo o Brasil, especialmente os envolvidos em processos de desenvolvimento de pessoas dentro de cada organização. Em sua 39ª edição, o encontro trouxe à tona a realidade que os profissionais do desenvolvimento e de outras áreas vivenciam em relação à abundância de possibilidades, recursos e ferramentas disponíveis para alcançar os objetivos das empresas onde trabalham.

O trabalho submetido e aprovado para apresentação no congresso foi o modelo que Rafael desenvolveu como professor, a partir de 15 anos de projetos sociais direcionados aos alunos da Escola de Gestão e Negócios, especialmente o curso de Administração. Os projetos promoviam a aprendizagem dos temas abordados em sala de maneira prática sobre as teorias, conceitos e modelos que envolvem a gestão de negócios.

Esse aprendizado otimizado oferecido aos discentes permitia que eles aflorassem suas habilidades naturais, exercessem um intenso processo de autoconhecimento e compreendessem o motivo das escolhas pessoais, permitindo uma visão mais ampla das possibilidades da vida e, especialmente, o impacto do protagonismo para construção da sua própria jornada.

Com base nessas iniciativas feitas em sala e na pesquisa sobre o tema do trabalho, ele estruturou em três passos o apoio ao desenvolvimento profissional. O modelo foi apelidado de OEA - O de Observar; E de Entender e A de Agir. Desta forma, o professor buscou incentivar profissionais para que estruturem programas internos – em suas empresas -, com foco neste trabalho para apoiar seus colaboradores no crescimento de suas carreiras.

O professor explica que o OEA pode ser aplicado de diferentes maneiras, como nesse tipo de proposta que foi feita com os estudantes do UniFOA, mas também em outras orientações direcionadas ao público alvo de cada situação em que é utilizado. Em específico, neste tipo de projeto com os alunos, foi possível destacar o incentivo para que sejam capazes de observar o mundo pelos próprios olhos:

“Ao longo das atividades, os alunos se sentem mais confiantes para explorar e dialogar sobre suas perspectivas pessoais de carreira; permitem maior capacidade de apoio nas reflexões sobre o que está acontecendo com o ambiente atual, atentando também para a relevância da disciplina para colocar em prática as ações em direção aos seus sonhos”, pontuou Rafael.

O propósito da apresentação no congresso foi tornar esse percurso claro para dezenas de pessoas, ao potencializar as oportunidades de maneira assertiva e o uso de ferramentas e recursos tecnológicos maximizados para aprimorar a eficiência. Dessa forma, aumenta-se a competitividade da empresa no mercado, sem esquecer do olhar humano para os profissionais, imersos em rotinas cada vez mais dinâmicas e complexas:

“O desejo de causar impacto positivo é enorme, motivo pelo qual a sensação é de satisfação por poder aprender com essa experiência e as trocas decorrentes do compartilhamento desse tipo de atividade. Oportunizar que os participantes sejam capazes de olhar para a própria trajetória com mais protagonismo e que profissionais de RH também possam levar tais práticas para suas empresas, para que os sonhos das pessoas sejam seus guias das escolhas cotidianas”, completou.

[elementor-template id="11211"]

O Youth20 (Y20) é um dos grupos oficiais mais antigos e ativos de engajamento das juventudes no G20 que, pela primeira vez na história, será liderado pelo Brasil em 2024. Volta Redonda foi uma das cidades selecionadas para o Y20, realizado no final do mês de junho, tendo cinco oficinas temáticas organizadas na cidade, incluindo uma no Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), que se destacou tendo participação efetiva na condução dos debates nas oficinas, sendo representado pela pró-reitora de extensão, Ana Carolina Callegario, e o professor da Escola de Gestão e Negócios, Rafael Lima. 

A participação da instituição é resultado da parceria entre a Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e a Coordenadoria da Juventude de Volta Redonda, que tem sido frutífera e resultado em projetos de grande impacto para a juventude local. Larissa Garcez, coordenadora da Coordenadoria da Juventude do município, elogiou a colaboração com o UniFOA e Eduardo Prado, presidente da FOA: 

"A FOA é uma das maiores parceiras e incentivadoras dos nossos projetos. Recentemente, realizamos a Segunda Edição da Semana Juventude Empreendedora, atendendo mais de 3.000 jovens com o apoio da instituição. Agradeço a parceria com o UniFOA e ao amigo Eduardo Prado, que tem feito um trabalho impecável”, afirmou Larissa. 

Os temas que foram debatidos durante o Y20 são os mesmos em discussão pelos líderes do G20: combate à fome, à pobreza e à desigualdade; mudanças climáticas, transição energética e desenvolvimento sustentável; reforma do sistema de governança global; inclusão e diversidade; e inovação e o futuro do trabalho: 

"Ter a oportunidade de participar de um evento tão importante em nível mundial, é muito gratificante. Fazer com que a voz da nossa juventude seja ouvida por lideranças mundiais, além de servir de incentivo para toda a comunidade acadêmica, confirma o nível de responsabilidade do UniFOA na formação profissional e pessoal dos seus estudantes", declarou Ana Carolina, muito feliz pelo envolvimento do UniFOA nessa união de responsabilidade e compromisso com a comunidade acadêmica.

Em preparação para o evento, alunos dos cursos de Ciências Contábeis, Direito, Engenharia Ambiental e Nutrição do UniFOA realizaram uma visita à sede do G20 no Rio de Janeiro. Durante a ocasião, eles tiveram a oportunidade de conhecer a estrutura do local e entender melhor a logística e organização dos eventos internacionais. Essa experiência proporcionou aos estudantes uma visão prática e aprofundada do funcionamento do G20, enriquecendo seu conhecimento e engajamento com as temáticas globais discutidas.  

Para o UniFOA, participar ativamente do Y20 foi uma oportunidade única de destacar as políticas de juventude que precisam ser praticadas para permitir que os estudantes e a comunidade participem ativamente das discussões globais. No final dos encontros sobre os temas abordados pelo Y20, foi elaborado um novo documento que foi encaminhado a cúpula do G20, com uma nova proposta para melhorias a serem colocadas em ação, que foram observadas nas discussões ao longo do evento: 

“O UniFOA teve uma participação muito efetiva na condução dos debates, durante as oficinas. Salienta-se ainda que, no evento tivemos a participação de representantes das esferas, municipal, estadual e federal, evidenciando seu impacto. Estou convicto que os docentes e discentes do UniFOA participaram efetivamente para a elaboração do documento e construção de um futuro mais justo e promissor”, explicou o professor Marcelo Mendes, da Pró-reitoria de extensão da instituição. 

O G20 será realizado pela primeira vez no Brasil em novembro, com uma série de eventos precedentes, incluindo o Y20, que foi um marco para a cidade e o Centro Universitário de Volta Redonda, oferecendo uma plataforma para discussões essenciais e contribuindo para a formação de políticas que beneficiarão não apenas a juventude local, mas também a comunidade global:

“A participação da sociedade é fundamental para debates desta natureza, seja pelas propostas, mas também para a conscientização dos desafios contemporâneos. Em especial sobre o tema inovação e o futuro do mundo do trabalho, as tratativas foram diferenciadas e representaram muito bem o engajamento dos jovens em temas de interesse do nosso país. Representar o UniFOA no Y20 foi um presente, tanto pela oportunidade de estimular os diálogos, mas também de aprender com os jovens”, contou Rafael, satisfeito com os impactos do evento e a participação do UniFOA. 

[elementor-template id="11211"]

Um hospital é fundamental para uma universidade, pois oferece um ambiente prático onde os estudantes podem aplicar os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula. Ele permite a integração entre ensino, pesquisa e extensão, proporcionando uma formação mais completa e realista. Além disso, promove o desenvolvimento de habilidades clínicas e interpessoais essenciais para a formação de profissionais de saúde competentes e éticos.

A reitora do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), Ivanete Oliveira, é uma das mais entusiasmadas com o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA) e explica os benefícios que os estudantes da área de saúde da instituição terão:

“O H.FOA proporcionará aos estudantes dos cursos de saúde, principalmente de Medicina, uma experiência de aprendizado enriquecedora e imersiva. Eles terão a oportunidade de vivenciar casos reais, participar de atendimentos, realizar diagnósticos e desenvolver planos de tratamento sob a supervisão de profissionais experientes. Isso não só melhora a compreensão prática dos conhecimentos médicos, mas também fortalece habilidades como empatia, comunicação e trabalho em equipe. A exposição a um ambiente hospitalar real prepara os futuros profissionais de saúde para os desafios e responsabilidades que encontrarão em suas carreiras.

Com a integração da educação e saúde através do H.FOA, a região Sul do Estado será significativamente beneficiada. A presença de um hospital com esse viés eleva o padrão de atendimento médico disponível à população local, oferecendo serviços de saúde de alta qualidade e promovendo a prevenção e o tratamento de doenças. Além disso, contribui para o desenvolvimento econômico e social da região, criando oportunidades de emprego e fortalecendo o sistema de saúde local. A formação de profissionais de saúde mais bem preparados resulta diretamente em uma melhoria na qualidade de vida da comunidade, garantindo um atendimento mais humanizado e eficiente.

“Hoje, o UniFOA conta com um complexo denominado de “Ecossistema de saúde e educação”, composto pelo Hospital Municipal Dr. Munir Rafful (HMMR), certificado como hospital de ensino; pelo Hospital São João Batista, certificado como hospital auxiliar de ensino; e pelo H.FOA, que é o nosso hospital próprio. Esse ecossistema integrado reforça ainda mais nossa capacidade de oferecer uma educação em saúde, do técnico ao mestrado, de excelência e serviços de saúde de alta qualidade à população”, frisou Ivanete.

Para o coordenador do curso de Medicina do UniFOA, Júlio Aragão, a integração do H.FOA ao curso de Medicina representa um marco significativo para a formação dos futuros médicos:

“Embora os modelos modernos de ensino foquem muito mais em uma rede de saúde, e não somente no hospital, também não podemos prescindir dessa unidade, onde os alunos podem aplicar seus conhecimentos, desenvolver habilidades clínicas e interagir com pacientes reais sob a supervisão de profissionais experientes. Essa experiência é fundamental para a formação de médicos competentes e seguros, pois facilita a assimilação de conhecimentos complexos e o desenvolvimento de competências essenciais, como a comunicação interpessoal, o raciocínio clínico e a tomada de decisões.”

Ainda de acordo com ele, “o impacto do H.FOA no aprendizado dos estudantes de Medicina é evidente. Além de oferecer um ambiente controlado e supervisionado para a prática médica, promove um aprendizado baseado em casos reais, o que enriquece a experiência educacional e prepara os alunos para os desafios da prática médica. A exposição a situações da vida real, a uma diversidade de situações clínicas em pessoas e não casos, com toda sua complexidade, e as oportunidades de participar de procedimentos cirúrgicos, como os mutirões de cirurgia de hérnia, são exemplos de atividades que consolidam o conhecimento e aprimoram as habilidades dos estudantes.”, enfatizou o coordenador.

É preciso ter em mente que o H.FOA é um ambiente a mais no universo do curso de Medicina, somando-se aos hospitais do município e da região aos quais nossos estudantes já têm acesso atualmente.

A FOA, ao integrar educação e saúde, fortalece significativamente a região Sul do Estado. A população local se beneficia diretamente da presença do H.FOA, que amplia o acesso a serviços de saúde de qualidade. Além disso, a formação de profissionais bem preparados contribui para a melhoria contínua da assistência à saúde na região, promovendo um ciclo virtuoso de desenvolvimento e qualidade de vida, que são o principal motivo da existência da Fundação.

[elementor-template id="11211"]

Os alunos dos cincos cursos de Engenharia do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) – Mecânica, Elétrica, Produção, Civil e Ambiental -, encerraram o semestre com as  apresentações de projetos inéditos e revolucionários, dentro do Sistema Área Básica de Ingresso (ABI), que é baseado em aulas práticas favorecendo a compreensão, argumentação, o pensamento lógico e as ideias. As apresentações finais foram realizadas no AudiSmart, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, ao longo da semana passada.

O sistema ABI foi implantado em 2022 e, de lá área cá, tem conquistado importante espaço na área acadêmica das engenharias. Durante todo o ciclo básico dos cursos, ao invés de somente receber aulas teóricas e fazer provas, o aluno apresenta e defende seus projetos, preparando-o para o mercado de trabalho, além de construir uma visão holística em projetos. Os estudantes formaram equipes, com liberdade para escolher os temas, além de receberam mentoria e orientação dos professores.

O professor Italo Pinto Rodrigues é um dos mais empolgados com os trabalhos desenvolvidos, explicando que essa habilidade é muito cara aos profissionais que irão atuar no mercado, pois as empresas buscam cada vez mais competitividade e, com isso, perseguem de toda maneira a redução de custos. Dessa forma, o futuro(a) engenheiro(a) deve ter uma visão sistêmica de tudo o que está acontecendo no projeto e mapear todas as inconsistências para que o projeto dê certo.

“Desde os módulos comuns do curso da Engenharia ABI, os estudantes têm a oportunidade de colocar a mão na massa e atuar em projetos que mimetizam sua atuação no mercado de trabalho e isso desde o primeiro módulo. Esse é um baita diferencial. Além das técnicas que são empregadas, com o suporte dos conteúdos de engenharia (cálculo, programação, física, modelagem e simulação, entre outras), os estudantes desenvolvem as habilidades de lidar com as questões pessoais, interpessoais e gerenciais”, pontuou.

Ainda de acordo com ele, “uma das maneiras que vejo de medir o sucesso da metodologia empregada na Engenharia ABI é verificar a qualidade e complexidade dos projetos que vêm sendo apresentados pelos estudantes. Projetos estes que vêm gerando repercussão, seja na participação em congressos voltados à Engenharia, seja na participação no ExpoFavela (2023), por exemplo”, acrescentando que até o final do 10º módulo, eles terão atuado em pelo menos 10 projetos diferentes, acumulando experiências”.

Para a professora do curso de Engenharia Ambiental, Ana Claudia Silva de Almeida, "as apresentações permitem que os alunos da Engenharia-ABI validem o conteúdo adquirido na sala de aula, colocando-o em prática. Isso os prepara para o mundo real e desenvolve as competências necessárias para o mercado de trabalho. Portanto, a apresentação dos alunos é fundamental para a transição de uma aula teórica para a prática, garantindo que o projeto seja bem compreendido, apoiado e executado de forma eficaz", enfatizou.

A dedicação aos projetos desde o início do curso

Do ponto de vista dos alunos, a Engenharia ABI é considerada como um ótimo sistema, pois os tiram da zona de conforto, que é ficar apenas assistindo às aulas e testando os conhecimentos através de provas, colocando-os para racionar, montar e desenvolvendo diversas habilidades necessárias e cobradas pelo mercado de trabalho.

De acordo com Iago de Souza, que encerrou o 4º período, “a Engenharia ABI, embora tenha me assustado no início, após um tempo pude perceber que é essencial para um engenheiro. Precisamos saber lidar com mudanças e esse sistema consegue simular o cenário de diferentes maneiras, o que já nos deixa mais preparados para o mercado de trabalho”, salientou.

A sua equipe, formada por cinco alunos, apresentou um trabalho que consiste em iluminação inteligente para postes de iluminação pública, colaborando com o conceito de cidades inteligentes, com um importante diferencial que é justamente a redução obtida ao conseguir a queda considerável no desperdício de energia, podendo gerar uma economia de até 80% no melhor dos cenários.

“Definitivamente é perceptível a eficácia das aulas práticas aliadas às aulas teóricas, pois conseguir aplicar na nossa frente o que foi visto no quadro ajuda muito na fixação da matéria, aliando esse modelo à determinação e ao foco, facilmente você se apaixona pela área, o que acredito que não aconteceria com aulas somente teóricas”, frisou Iago.

Ainda de acordo com ele, “passamos meses pensando em viabilizar ideias, possíveis problemas, prováveis soluções, testes, mas no final é verdadeiramente gratificante ver que em tão "pouco" tempo somos capazes de superar as expectativas, tanto dos professores quanto de nós mesmos, o que particularmente me deixa muito orgulhoso e mais seguro como futuro profissional”, finalizou.

[elementor-template id="11211"]

A Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal (SBH) irá promover - entre os dias 1º e 6 de julho - um mutirão de cirurgias para atender a 100 pacientes que aguardam há mais tempo na fila para tratamento da hérnia, no Sistema Único de Saúde (SUS), em Volta Redonda (RJ).

Hoje, a fila de espera SUS para esta cirurgia é de aproximadamente 350 pessoas, segundo a Secretaria de Saúde do Município. O mutirão vai reduzir essa fila em 30% e, ainda, permitir que os demais pacientes sejam atendidos de forma mais breve.

Ao todo, 27 cirurgiões associados à SBH - de todas as regiões do Brasil e também do exterior - doarão suas horas de trabalho como voluntários para operar os pacientes no Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), localizado no bairro Jardim Amália, que cederá a sua estrutura para a realização dos procedimentos, após entendimentos entre o presidente da FOA, Eduardo Prado; a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e a diretoria da SBH.

O presidente da entidade e cirurgião, Dr. Gustavo Soares, explica que o objetivo da SBH é promover aprimoramento científico e promover melhoria da qualidade de vida para a população:

“Levar atendimento capacitado para quem precisa é uma das missões da nossa sociedade. A hérnia é uma das doenças mais frequentes na população brasileira e sem o tratamento adequado pode causar uma série de complicações, como o estrangulamento, o encarceramento e exigindo cirurgia de emergência”, afirma o presidente da SBH.

Hérnia: Dados do Brasil e do RJ

No Brasil foram realizadas 287.902 cirurgias de hérnia no ano de 2022 e 298.846 em 2023, um crescimento de 3.80%. Já no estado do Rio de Janeiro, foram feitos 41.218 procedimentos para correção de hérnia abdominal em todo o estado, sendo 29.931 eletivas e 11.287 em caráter de urgência. Em 2022, foram 16.464 cirurgias e 24.279 em 2023, além de 475 casos operados em 2021 e processados em 2022. De todos os atendimentos, apenas 373 foram feitos de forma minimamente invasiva.

No município de Volta Redonda foram realizados o total de 1.302 procedimentos nos dois anos, sendo 1.254 eletivas e 48 de urgência. Das cirurgias, 474 aconteceram em 2022 e em 2023, 827, além de 1 caso operado em 2021 e processado em 2022.  A cirurgiã, diretora da SBH e do Hospital H.FOA, Luciana Guimarães ressalta que as hérnias afetam diretamente a rotina dos pacientes:

“Existem casos em que a doença se manifesta de tamanhos pequenos, mas também ocorrem hérnias grandes que podem até impedir a realização de atividades cotidianas, afastar do trabalho e afetar a autoestima”, lembra.

Esta é a décima edição do Mutirão realizado pela SBH. Em 2023, a ação foi feita na cidade de Cuiabá, em Mato Grosso. Os mutirões também já aconteceram no Tocantins, Paraíba, Ceará, Rio de Janeiro, Maceió, Minas Gerais, Amazonas e Rio Grande do Sul, totalizando aproximadamente 900 cirurgias.

De acordo com Eduardo Prado, “a diretora médica do H.FOA, Luciana Guimarães foi a responsável por conseguirmos trazer esse mutirão para Volta Redonda, pela primeira vez na região Sul Fluminense. Foi com muito orgulho que oferecemos a estrutura do hospital para a realização dessa importante jornada. A FOA é primordialmente uma fundação educacional e agora passa a ter uma perna em saúde e estamos muito empenhados em ajudar a população da região a ter um atendimento em saúde da melhor qualidade”, enfatizou.

O que é hérnia abdominal

 As hérnias são uma abertura na musculatura abdominal que permitem a passagem de uma porção de órgão ou gordura através dela.

O vice-presidente da SBH e cirurgião, Dr. Heitor Santos, ressalta que não é possível tratar a hérnia de forma clínica. “A cirurgia é a única forma de cuidar deste caso e, no mutirão, vamos realizar uma grande quantidade de cirurgias em pouco tempo, o que permite resolver de forma imediata o caso de 100 pacientes e permitir que a cirurgia dos demais seja realizada antecipadamente, ao reduzir a fila de espera”.

Campus UniFOA
Olezio Galotti
Av. Dauro Peixoto Aragão, 1325 Três Poços - Volta Redonda - RJ CEP 27240-560
Tel.: (24) 3340-8400
Porfírio José de Almeida
Av. Lucas Evangelista, 862 Aterrado - Volta Redonda - RJ CEP 27215-630
Tel.: (24) 3344-1412
Colina | Anexo ao Hospital João Batista
Rua Nossa Senhora das Graças, 273 Colina - Volta Redonda - RJ CEP 27253-223
Tel.: (24) 3340-8437

Copyright © – UniFOA | Todos os direitos reservados à Fundação Oswaldo Aranha

Política de Privacidade | Compliance

crossmenu
Escolha abaixo a melhor opção

Olá! Sou seu assistente Virtual. Posso te ajudar?