Em um compromisso contínuo com a promoção da educação e a busca pela inclusão, a Fundação Oswaldo Aranha (FOA) está com inscrições abertas para o Programa de Acolhimento Financeiro ao Aluno (AFA) para o primeiro semestre de 2024. A iniciativa visa oferecer bolsas de estudo a estudantes regularmente matriculados nos cursos presenciais de graduação do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA.
Estudar em uma instituição de qualidade agora pode ser ainda mais acessível, graças ao comprometimento da FOA em apoiar alunos que enfrentam desafios socioeconômicos. O programa concede bolsas com até 50%, do valor da mensalidade, contribuindo significativamente para a realização do sonho acadêmico.
As inscrições abrirão dia 19/02/2024 e os interessados têm até o dia 22/03/2024 para se inscrever. Podem concorrer alunos cujo valor da mensalidade efetivamente pago à instituição seja superior a 50% do valor integral. Vale destacar que a bolsa terá validade de seis meses, vigorando de janeiro a junho de 2024.
A inscrição é realizada de forma simples e online. Os candidatos devem preencher a Ficha Socioeconômica disponível na área restrita do site do UniFOA e, em seguida, anexar os documentos exigidos. Todo o processo é transparente, permitindo que os participantes estejam cientes das etapas e requisitos.
Uma Comissão de Seleção, composta por profissionais designados pela Presidência da FOA, avaliará as informações socioeconômicas e, quando necessário, realizará entrevistas para garantir uma análise abrangente e justa. Os resultados individuais serão divulgados até o dia 15/04/2024, proporcionando aos contemplados a tranquilidade de planejar seu futuro acadêmico.
Confira o edital completo EDITAL BOLSA AFA - 2024.1.
Anexo I - Orientações para comprovação de renda por tipo de enquadramento
Anexo II - Modelo de declaração de casa cedida
Anexo III - Declaração de trabalhador autônomo
Em caso de dúvidas, o atendimento telefônico é de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 13 às 17 horas, pelo telefone (24) 3512-5555.
A FOA reafirma seu compromisso com a educação, reconhecendo a importância de oferecer oportunidades que vão além da sala de aula. O Programa AFA é um passo significativo na direção de um ensino mais inclusivo e acessível, demonstrando que a instituição não apenas forma profissionais, mas também investe no desenvolvimento social.
Se você é estudante do UniFOA e se enquadra nos requisitos, não perca essa chance. Consulte o edital completo, faça sua inscrição e esteja pronto para transformar sua trajetória acadêmica. A educação de qualidade está ao seu alcance!
Está em fase final a adesivação da nova Creche Dauro Aragão, que homenageia o saudoso ex-presidente e um dos fundadores da Fundação Oswaldo Aranha – FOA, falecido em 07 de fevereiro de 2021. O espaço voltado para a Educação Infantil funcionará no antigo Campus Universitário João Pessoa Fagundes, do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA, no bairro Tangerinal, e passou por adaptações.
O projeto foi elaborado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Volta Redonda – IPPU, respeitando as normas de acessibilidade exigidas pelo Ministério Público Estadual, e a execução das obras ficou a cargo da FOA. A ideia, inicialmente, foi do engenheiro e secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Sérgio Sodré.
De acordo com Sodré, que também responde pela Secretaria Municipal de Educação, essa creche é um projeto pioneiro no Brasil, pois as crianças a partir dos 3 anos já terão aulas de matemática, robótica, além de participar do Centro de Pesquisa em Educação, que funcionará no mesmo prédio e trará benefícios para os estudantes de diversas áreas.
“A parceria com a FOA foi muito importante para que todo esse projeto se transformasse em realidade. Está de parabéns a equipe da Agência de Comunicação Interna – ACI, que fez a sinalização de todo o prédio que, além de ficar muito bonita, deixou o ambiente acolhedor, alegre e eficiente. A FOA foi fundamental”, enalteceu Sodré.
A creche vai oferecer inéditas 400 vagas para Educação Infantil da rede pública municipal – crianças de zero a três anos, que vão ocupar as vagas para berçário (a partir de três meses) e maternais I, II e III, todas em tempo integral. Tudo isso num mesmo local, que ganhou adequações modernas e visual colorido.
Já estão prontas as obras de adaptação, incluindo a instalação dos elevadores panorâmicos. Os equipamentos de educação começaram a ser instalados e o mobiliário será montado em breve. De acordo com a Prefeitura de Volta Redonda, a previsão é que a creche seja entregue para a comunidade ainda neste mês de fevereiro.
O prefeito Antônio Francisco Neto agradeceu por mais essa parceria com a FOA:
“Sempre é prioridade investir na educação, e sabemos como muitas mães precisam trabalhar e não têm com quem deixar seus filhos pequenos. Essa creche será um espaço maravilhoso que vai beneficiar muitas famílias, oferecendo todo o cuidado, acolhimento e educação de qualidade para as crianças. Agradeço ao Eduardo Prado por mais essa parceria com a prefeitura”, frisou o prefeito.
O presidente Eduardo Prado, explica que a FOA prima pelo bem-estar da sociedade, como guardiã do desenvolvimento progressivo, visando crescer junto com a região, que tem um grande potencial e hoje possui o maior polo automobilístico metal mecânico da América Latina, entre outras indústrias de peso.
“O interesse da Fundação é transformar as pessoas para o bem e isso se faz através da educação. A chave da liberdade é o conhecimento e a creche está dentro desse projeto, pois o legado que a FOA pretende deixar é abrangente. Por isso, a desapropriação para a prefeitura foi pensando no investimento na educação infantil, lá no início, para chegar ao curso superior tendo estudado em escolas inovadoras desde a base, como é esta creche”, explicou.
“A educação liberta as pessoas, para que se transformem em seres humanos melhores”. Foi com esse pensamento que o presidente da FOA iniciou as negociações, mas o projeto necessitava de mudanças amplas e iniciou-se a conversação sobre uma possível compra, uma vez que o campus estava com baixa atividade, abrigando cursos de pós-graduação, após a pandemia, e trazendo custos altos de manutenção.
A conversa acabou se transformando num projeto para a cidade. A desapropriação amigável foi autorizada pelos Conselhos Curador e Diretor da FOA; da Curadoria de Fundações e do Ministério Público, que é o órgão encarregado de velar pelas atividades realizadas pela FOA.
“O amor pela cidade de Volta Redonda e pela região Sul Fluminense é o que move a FOA a fazer investimentos. Queremos ser vistos como a instituição que faz benefícios para a sua cidade. Sabemos que através da educação de qualidade, a pessoa pode se empregar mais rápido, se localizar no mercado de forma mais eficiente e pode ter a chave da transformação, conhecimento e liberdade, estudando no UniFOA”, finalizou.
A Creche Dauro Aragão fica num terreno de 1.250 m² e tem quase 3 mil m² de área construída na Rua 28, nº 619, no bairro Tangerinal. O edifício tem três pavimentos e o acesso será garantido por rampas, escadas e dois elevadores panorâmicos.
As 14 salas de aula estão divididas nos três andares. Todos os pisos também contam com banheiros infantis para meninos e meninas, banheiro feminino e masculino para adultos, refeitório e área para banho. No primeiro pavimento ficam o berçário e a área para banho em bebês.
O local tem toda estrutura necessária para o funcionamento de uma unidade escolar: secretaria; sala dos professores, da direção, da orientação pedagógica e orientação educacional; sala de audiovisual; arquivo; dispensa; recepção; cozinha; além de solário e pátios cobertos e descobertos.
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O verão é uma das estações com as maiores contradições em relação ao clima que vivenciamos. Esse período remete ao sol, praia e calor, porém, também está relacionado a fortes temporais e chuvas torrenciais que, dependendo da localidade, pode oferecer perigo de vida a população, principalmente aos que moram em locais de risco. Além disso, a falta de planejamento urbano em diversas partes da maioria dos munícipios brasileiros pode ocasionar enchentes e deslizamentos de terra, ameaçando o bem-estar social.
De acordo com dados apurados, em 14 das 92 prefeituras do estado do Rio de Janeiro, desde o começo deste ano, mais de 100 mil pessoas já foram prejudicadas, de forma direta ou indireta, pelas chuvas volumosas. Desse total, mais de 27 mil estão desalojadas e 927 sem casa.
No ano passado, o Brasil presenciou um dos maiores desastres climáticos de sua história. São Sebastião, município do litoral norte paulista, foi atingido por fortes chuvas no Carnaval. Ao todo, 64 pessoas morreram e dezenas de milhares ficaram desabrigadas.
Além das vítimas, muitos estragos urbanos foram causados nessa região. Uma cratera se abriu na cidade de Maresias, que também teve ruas interditadas por queda de árvores e alto risco de deslizamento na Rodovia Dr. Manoel Hyppolito do Rego (SP-55).
A execução de um planejamento urbano exemplar evitaria muitas dessas tragédias. Inúmeras construções com apoio de todas as engenharias são desenvolvidas com objetivo de prevenir desastres, principalmente aqueles atrelados às enchentes e deslizamentos de terra.
Porém, na maioria dos municípios brasileiros, vemos muitos contrastes quanto às diversas residências urbanas. Muitas estão localizadas em áreas de risco e, além disso, não foram construídas de maneira correta e com a utilização das devidas técnicas e conceitos de engenharia.
José Marcos Rodrigues, mais conhecido como Zito, professor de Engenharia Civil do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA e secretário de planejamento urbano por 12 anos (2000-12) em Barra Mansa, município do sul do estado do Rio de Janeiro, afirmou que o trabalho em conjunto de todas as engenharias é vital para a melhoria do planejamento urbano no país, como forma de precaução e preparo para os fortes temporais:
“Com a experiência que tenho na área, posso afirmar que a época em que nós, engenheiros civis, mais trabalhamos é em período de chuvas. A colaboração das engenharias, principalmente entre a ambiental e civil, é indispensável para a construção de alojamentos seguros e estáveis. Todas elas andam de mãos dadas para a construção de lares que ofereçam conforto e segurança aos seus moradores, não o contrário”.
Essa prevenção reúne o uso das técnicas e tecnologias corretas que minimizem o prejuízo ambiental causado pela urbanização. Além disso, a construção de casas e edifícios de forma adequada reduz significativamente o risco de qualquer desabamento ou deslizamento que possa ser ocasionado por chuvas fortes ou por uma obra sem um planejamento civil adequado.
Inúmeras construções de engenharia civil podem ser idealizadas e executadas visando prevenir e mitigar desastres naturais, inclusive aqueles atrelados a enchentes e deslizamentos de terra. O UniFOA é grande incentivador e promove projetos ligados ao curso de Engenharia do Centro Universitário ao redor da região Sul Fluminense.
Zito, que esteve na linha de frente de vários projetos apoiados pela instituição, declarou que a mobilidade urbana precisa de mais investimento e estudo, além de um olhar para o passado:
“Se não há estudo, especialização e, principalmente, um olhar histórico para os erros do planejamento urbano no Brasil, não avançaremos nunca. O UniFOA e o curso de Engenharia incentivam diversos projetos, com o viés voltado mais às intervenções do cotidiano urbano, objetivando melhorar a qualidade de vida da população. Podemos citar o projeto de uma estação modular de tratamento de água entregue ao prefeito de Volta Redonda, além do estudo do fluxo viário da localidade de Cabral, em Resende, por exemplo.”
O Centro Universitário de Volta Redonda tem compromisso social com toda a região Sul Fluminense. O foco e atenção da instituição sempre estarão voltados não só para a educação e conscientização de seus estudantes em sentido acadêmico, como também para a transformação e desenvolvimento da sociedade em todos os âmbitos.
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Na tarde da última sexta-feira (02), o Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA promoveu duas oficinas sobre a educação empreendedora sustentável e seus impactos na sociedade. Elas fizeram parte da 5ª Semana de Formação Continuada do Centro Universitário, com intuito de capacitar seus docentes para o retorno das aulas. As duas oficinas foram ministradas pela professora do curso de Publicidade e Propaganda, Clarisse Netto, em parceria da Sthem Brasil, que capacitou os professores responsáveis pela formação continuada.
A iniciativa faz parte do Programa de Formação Sthem Brasil, no qual participaram os professores: Andre Barbosa Vargas, Carolina Hartung Habibe, Clarisse Netto de Rezende, Italo Pinto Rodrigues, Koffi Djima Amouzou, Lucimeire Cordeiro da Silva e Maria das Graças da Silva Lima, entre maio e dezembro do ano passado.
O tema sobre educação empreendedora sustentável foi abordada com base na ODS - Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que é uma série de objetivos idealizados pela ONU – Organização das Nações Unidas que visam transformar o crescimento social e econômico alinhado às políticas de sustentabilidade. Ao todo, são 17 objetivos estabelecidos dentro desse planejamento, que são:
Com prazo para serem cumpridos para a Agenda 2030, o conceito inserido nessas metas é do desenvolvimento humano a partir da criação de novas oportunidades, dentro dos princípios ambientais e que preservam a vida do planeta. A partir desse apanhado de missões, a ODS busca engajar todos os principais atores desse processo para a transformação de um mundo melhor, que incluem líderes políticos e, certamente, toda a sociedade.
A educação é primordial nessa trajetória inovadora, pois é por meio da disseminação do conhecimento que esses objetivos serão conhecidos e quais são os caminhos necessários para concluí-los. Clarisse Netto, responsável pela oficina que debateu sobre os futuros impactos sobre o tema, reforçou que as inovações sustentáveis dependem muito do poder educacional presente praticamente em todas as etapas da vida:
“O desenvolvimento sustentável impacta positivamente em todos nós. Sem a educação, encontramos muitas barreiras para implementá-lo, pois ela influencia em toda uma cadeia futura que interfere nesse aspecto do crescimento social”.
Durante as oficinas, todos os professores presentes foram capacitados para levar esse aprendizado até os estudantes, dentro da sala de aula. Além do conhecimento transmitido dentro do ambiente acadêmico, os projetos integrados e de extensão são duas das alternativas para colocar em prática todos esses objetivos traçados:
“Através da prática conseguimos melhorar o entendimento dos nossos discentes e, principalmente, tirar projetos do papel e levá-los até as comunidades, tanto acadêmicas como sociais. Dentro de todo esse planejamento estamos tentando promover um mundo melhor para as gerações futuras”, concluiu Clarisse, incentivando aplicações práticas por meio da educação inserida nos tópicos sustentáveis.
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Não há dúvida que uma das maiores mudanças na vida é iniciar uma faculdade, que traz muitas transformações na vida do estudante, a começar pela transição da adolescência para a idade adulta. Mas o amadurecimento não condiz com a ação dos trotes universitários, quando os veteranos impõem atitudes vexatórias aos calouros, numa dispensável necessidade de distinguir os alunos novos dos antigos e que pode acabar resultando em práticas violentas.
No Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA, o trote não é permitido, por determinação das leis estaduais 6436/96 e 7642/16, além de haver previsão de penalidade para prática desse tipo no Regimento Geral da instituição, com a prévia instauração de sindicância. As leis proíbem terminantemente essa prática, que é violenta, degradante, e os calouros, geralmente, se veem obrigados a participar das brincadeiras sem graça.
De acordo com o pró-reitor Acadêmico, Bruno Gambarato, “são vários tipos de violência e a FOA/UniFOA repudia todas, sem exceção. No momento em que o estudante está chegando para iniciar uma vida nova, vem alguém que faz questão de dizer que ele vale menos, humilhando-o. Sem contar o perigo que esse ato pode significar para a saúde do estudante, quando recebe tintas na pele, por exemplo”.
Em todo início de semestre os estudantes são comunicados, através de uma Notificação Extrajudicial, que qualquer atitude que vise ao “trote de calouros” (Art.143, inciso III, alínea f do Regimento Geral do UniFOA), é terminantemente proibida. Os alunos recebem ainda, uma segunda Notificação Extrajudicial, onde registra o repudio a “qualquer ameaça, ofensa ou agressão – física, moral ou verbal”.
Todos os estudantes têm que dar ciência de que receberam as notificações e que, havendo transgressão das referidas leis, a FOA/UniFOA tomará as providências necessárias no sentido de aplicar aos envolvidos as penalidades previstas no Regimento Geral do UniFOA, podendo inclusive adotar medidas judiciais cabíveis, dependendo do caso.
Segundo Bruno Gambarato, o aluno que se sentir incomodado com alguma atitude agressiva por parte de outro, “deve buscar o canal da Ouvidoria, que pode ser acessado pelo site sem precisar se identificar, ou procurar o coordenador do curso, que é pessoa mais próxima dele e que vai orientá-lo da melhor forma”.
Normalmente, esses casos são investigados, podendo haver até a abertura de sindicância, formada por uma comissão que vai ouvir as partes envolvidas, analisar e deliberar a recomendação de sanção disciplinar, que pode ser desde advertência verbal até a expulsão, depende da gravidade do ato.
Os casos desse tipo são muito raros, em todos os campi do UniFOA. “Fomos construindo uma cultura, onde a recepção dos novos estudantes é para as boas-vindas. O bom da faculdade é fazer festa, que precisa ser curtida de forma positiva, e é o que temos vistos nos últimos tempos”, constatou Bruno.
O Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA idealizou e colocou em prática, no segundo semestre de 2023, o projeto “Automação do Sistema de Irrigação em Hortas Domésticas”, na Escola Municipal Maria Do Carmo Fadul Ferreira, no bairro Palmeiras, em Pinheiral.
A proposta faz parte do Consórcio Sthem Brasil, que busca socializar e integrar as práticas inovadoras de ensino voltadas à sala de aula, à pesquisa e à extensão, realizadas pelos docentes das Instituições de Ensino Superior (IES) consorciadas, como o UniFOA que é uma dessas instituições.
O projeto teve a duração de quatro meses contemplando 80 estudantes do 8º ano do Ensino Fundamental daquela unidade escolar, com idade entre 13 e 17 anos, que adquiriram conhecimentos através de oficinas técnicas sobre os temas: meio ambiente, montagem de composteira, plantas medicinais, alimentação saudável, colheita e automação do sistema de irrigação em hortas domésticas.
Os docentes do UniFOA e organizadores do Projeto Aplicado do Consórcio Sthem Brasil, Luciano de Azedias Marins e Maria Helena Machado, iniciaram os trabalhos em agosto e contaram com o apoio da Prefeitura de Pinheiral, através da Secretaria Municipal de Educação, com quem foi formalizado um convênio.
Uma das primeiras ações do projeto foi a capacitação dos professores da escola municipal, que participaram ativamente dos processos previstos no planejamento. No decorrer do projeto, diversos professores do UniFOA se envolveram diretamente nas etapas previstas.
A primeira oficina do projeto foi ministrada pelo professor e coordenador do curso de Ciências Biológicas, Dimitri Alves, assessorado pelos estudantes do curso, sobre o tema “Aspectos Técnicos na Montagem da Composteira”, com objetivo de passar aos estudantes noções técnicas para a confecção de uma composteira na unidade escolar.
Na segunda oficina, sobre “Os Benefícios das Plantas Medicinais”, a professora do de Enfermagem, Lucrecia Loureiro, junto com os alunos do curso, exploraram as plantas que auxiliam na cura de doenças e que podem ser cultivadas em casa, para uso doméstico. Além de explicar sobre esses remédios alternativos, os adolescentes puderam escolher quais as ervas que iriam fazer parte do canteiro de plantas medicinais da escola, instalada posteriormente.
A próxima atividade foi um workshop que tratou do tema “Alimentação Saudável e consumo de Verduras, Legumes e Frutas”, com a orientação da professora do curso de Nutrição, Paula Alves Leoni, que destacou os benefícios da alimentação que contenha frutas, legumes e verduras, apresentando os valores nutricionais desses alimentos e os malefícios de ter uma dieta sem eles. Esta oficina ainda contou com a Mostra de Sucos, onde os adolescentes colocaram a mão na massa e aprenderam sobre os ingredientes usados e o poder nutricional.
Após verem sobre os aspectos técnicos, os alunos da escola tiveram a oficina sobre a “Confecção da Composteira”, os adolescentes tiveram contato com os materiais que são comumente usados na montagem: caixas, insumos, minhocas e rejeitos orgânicos; de que forma devem ser colocados e qual a função de cada um. Todas as etapas de construção das compoteiras foram supervisionadas pela coordenadora da Engenharia Ambiental, professora Samantha Grisol e seus alunos.
A oficina sobre “Plantio das Mudas e Palestra de Técnicas para Melhorias na Colheita” contou com a orientação do professor do curso de Ciências Biológicas, Dimitri Alves e apoio dos seus alunos. Foram discutidas e ensinadas técnicas de plantio, estações do ano, condições ideais e os nutrientes que podem potencializar a colheita.
Em seguida, foi dado início ao plantio em cinco canteiros, sendo que um deles recebeu apenas as plantas medicinais; dois ganharam plantios de legumes e nos dois restantes foram plantadas verduras. Os estudantes da escola municipal fizeram a identificação com plaquinhas contendo o nome de cada planta em todos os canteiros.
A última oficina do projeto aplicado foi sobre “Programação em Arduínos e Colocação na Horta”, com a orientação do professor e Assessor da Presidência da FOA, Luciano de Azedias Marins e apoio dos alunos. Após os adolescentes entenderem sobre a plataforma Arduino, que possibilita o desenvolvimento de projetos eletrônicos, foi iniciada a montagem do sistema de automação da horta e explicado a função de cada um deles.
Depois de concluir a montagem e realizar a colocação dos sensores, dois sistemas foram instalados na horta, para melhor funcionamento da irrigação. Um sensor de umidade é colocado no solo e, quando a terra está seca, automaticamente a torneira é aberta e a horta é regada.
“O grande ganho que tivemos foi a possibilidade de discutir um pouco de tecnologia com os adolescentes. Em todas as oficinas, os estudantes tinham que desenvolver alguma pesquisa e, por fim, durante a última oficina do curso de Engenheira Elétrica, eles puderam conhecer a programação em Arduíno e sabemos que isso foi um benefício para esses alunos”, resumiu o professor Luciano.
O Consórcio Sthem Brasil é uma rede, criada em 21 de novembro de 2013, por meio da iniciativa de onze IES, liderada pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Unidade Lorena (SP), e conta com o apoio integral do LASPAU-afiliado à Universidade de Harvard. O objetivo é investir na formação de professores, fortalecer o engajamento e melhorar o aprendizado dos estudantes, por meio das tecnologias educacionais.
Tem como missão promover a inovação acadêmica por meio de uma rede de cooperação de IES, para formar professores e gestores capazes de lidar com os desafios da sociedade, visando sempre que o ensino seja centrado no aluno, buscando uma formação de profissionais mais qualificados e preparados para o momento atual.
Com 10 anos de atuação, reúne mais de 65 IES, entre universidades, centros universitários, como o UniFOA, e faculdades, de diferentes estados brasileiros e uma em Portugal. É uma reunião voluntária de instituições, com o objetivo de investir na formação de professores, fortalecer o engajamento e melhorar o aprendizado dos estudantes, através da inovação.
Se você é professor do UniFOA, não pode perder a oportunidade de se atualizar e renovar os conhecimentos a serem aplicados em sala de aula. Saiba mais pelo link: https://www.sthembrasil.com/
Hoje, 7,6 milhões de pessoas no planeta morrem em decorrência da doença a cada ano. Dessas, 4 milhões têm entre 30 e 69 anos.
E para conscientizar as pessoas sobre prevenção e controle da enfermidade, além de levantar questões atuais sobre a doença à população mundial, foi estabelecido que o dia 4 de fevereiro é o Dia Mundial do Câncer.
A oncologista clínica Heloisa Resende é professora das disciplinas de Oncologia e Epidemiologia Clínica do curso de Medicina do UniFOA e explica que o tema cancerologia é de extrema relevância, não somente pelas altas taxas de incidência e prevalência de neoplasias malignas em nossa população, mas também pelas altas taxas de morbidade e mortalidade a que está relacionado.
Especialistas do mundo todo apontam que providências urgentes precisam ser tomadas para aumentar a conscientização e gerar estratégias práticas para lidar com o câncer, pois pesquisas mostram que em 2025, mais de 6 milhões de mortes prematuras possam ocorrer. Pela estimativa, cerca de 1,5 milhão de mortes anuais poderiam ser evitadas com medidas adequadas.
O assunto é debatido em sala de aula pela professora Heloisa, já que o Brasil, assim como outros países da América Latina, apresenta taxas de diagnóstico em estados mais avançados se comparadas aos países de IDH muito alto.
“Para mitigar taxas de mortalidade e sequelas relacionada ao tratamento, é essencial uma estratégia de controle ou atenção às neoplasias em que se priorize o diagnóstico precoce”, defendeu.
De acordo com a professora, algumas iniciativas têm sido feitas pelo governo brasileiro neste sentido, como os programas de atenção oncológica, criação de unidades de alta complexidade dedicadas ao tratamento, campanhas de conscientização e disponibilização de exames de rastreamento.
“Entretanto é desejável que tais campanhas sejam ampliadas e intensificadas. O câncer é uma doença muito complexa e mesmo com altos investimentos em tratamento ainda há elevadas taxas de mortalidade em alguns tumores”.
Doença não escolhe idade ou condição econômica
Conforme o Instituto Nacional do Câncer–INCA, o nome (câncer) é dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado de células, que invadem tecidos e órgãos. Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores, que podem espalhar-se para outras regiões do corpo.
Os diferentes tipos da doença correspondem aos vários tipos de células do corpo. Quando começam em tecidos epiteliais, como pele ou mucosas, são denominados carcinomas. Se o ponto de partida são os tecidos conjuntivos, como osso, músculo ou cartilagem, são chamados sarcomas.
Outras características que diferenciam os diversos tipos de câncer entre si são a velocidade de multiplicação das células e a capacidade de invadir tecidos e órgãos vizinhos ou distantes, conhecida como metástase.
Não existe uma origem única para o seu desenvolvimento, pois são inúmeras causas externas, presentes no meio ambiente e provocadas pelo próprio ser humano, e internas - hormônios, condições imunológicas e mutações genéticas. De acordo com pesquisas, 90% dos casos de câncer estão associados a causas externas.
Podemos citar exemplos como mudanças no meio ambiente pelo próprio homem, além dos hábitos e o estilo de vida que podem aumentar o risco de diferentes tipos de câncer. Já as causas internas estão ligadas à capacidade do organismo de se defender das agressões externas. Apesar de o fator genético exercer um importante papel na formação dos tumores, são raros os casos de câncer que se devem exclusivamente a fatores hereditários, familiares e étnicos.
“A vacina existe para alguns poucos tipos de câncer e ainda está em caráter experimental. Aqui devemos explorar estratégias de prevenção primária combatendo por exemplo, fatores de risco para o desenvolvimento do câncer, como a vacina contra o vírus HPV que impedirá a contaminação pelo vírus, o qual poderia levar ao surgimento do câncer”, salientou a professora Heloísa.
– não fumar;
– adotar uma alimentação saudável;
– manter o peso corporal adequado;
– praticar atividades físicas;
– amamentar;
– realizar exame preventivo de câncer do colo do útero a cada três anos, para mulheres com idade entre 25 e 64 anos;
– vacinar as meninas de 9 a 14 anos e os meninos de 11 a 14 anos contra o HPV;
– vacinar-se contra a hepatite B;
– evitar bebidas alcoólicas;
– evitar carnes processadas;
– evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h;
– evitar a exposição a agentes cancerígenos no ambiente de trabalho.
Fontes: Instituto Nacional do Câncer – INCA e Union for International Cancer Control’s (UICC).
O Santander Idiomas - Inglês está com inscrições abertas, oferecendo uma oportunidade única para aqueles que desejam explorar novas possibilidades por meio do aprendizado de um novo idioma. Com o intuito de apoiar a educação em todo o Brasil, o programa destaca-se como uma iniciativa valiosa para o desenvolvimento pessoal e profissional, inclusive para comunidade acadêmica.
Para participar, basta ter 16 anos ou mais e realizar o cadastro na convocatória disponível na plataforma Bolsas Santander. A gratuidade é aplicável ao primeiro registro na plataforma, proporcionando acesso facilitado ao programa.
O programa visa acolher participantes de todo o país, promovendo a diversidade e inclusão. No entanto, executivos e funcionários da ORGANIZADORA envolvidos na elaboração, administração ou execução deste Edital não são elegíveis. Além disso, não serão aceitas inscrições de pessoas jurídicas e organizações vinculadas ou associadas a partidos políticos.
As inscrições para o Santander Idiomas - Inglês estarão abertas até 20/12/24. Essa é sua chance de enriquecer seus conhecimentos e abrir novos horizontes. Não perca a oportunidade de fazer parte deste programa que investe no seu futuro!
Na noite de ontem (01/02), o Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA realizou a palestra “Por uma Educação Antirracista”, no Auditório William Monachesi, em Três Poços. O evento, mediado pela reitora Drª Ivanete Oliveira e apresentado pela Drª Érica Bispo, fez parte do 1º dia da 5ª Semana de Formação Continuada. Além disso, os professores do Centro Universitário participantes do consórcio Sthem Brasil/UniFOA promoveram capacitações sobre processos inovadores que devem ser inseridos nos currículos dos cursos.
De acordo com dados divulgados pelo Jornal Nexo, em maio de 2018, a taxa de desocupação de pretos e pardos no país era de quase 15%, enquanto a de brancos não atingia 10%. Além disso, a taxa de renda média é maior entre os brancos em todos os estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal.
A palestra focou na conscientização sobre a importância de uma democracia racial a ser desenvolvida por meio da educação, desde os princípios educacionais mais básicos até a promoção de uma convivência com menos desigualdades. Salientou-se que os estudantes devem desenvolver competências que auxiliem no enfrentamento do racismo estrutural presente em todo o mundo, inclusive no Brasil.
Dessa forma, os cidadãos do futuro estarão preparados para ser os representantes dos direitos sociais individuais e coletivos, em prol de uma sociedade mais igualitária em todos os âmbitos. Para Érica Bispo é preciso chamar a atenção para as desigualdades de gênero e raça nos espaços que ocupamos. De forma prática, a instituição que se quiser construir antirracista precisa criar estratégias ou políticas para equilibrar numericamente os grupos raciais nos espaços.
"É preciso chegar ao hospital e ver metade dos médicos negros, é preciso chegar a um restaurante e ver metade dos clientes negros. De modo geral, temos que trabalhar para reduzir a diferença quantitativa de raça no corpo docente da universidade”, declarou Drª Érica Bispo, grande defensora de uma sociedade mais justa racialmente.
Outra ação de formação docente foi capacitar os professores para a transição do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) para o Learning Experience Platform (LXP), que é uma ferramenta mais robusta que proporciona maior capacidade de inovação na prática pedagógica.
A formação continuada é uma tradição do UniFOA que visa preparar todos os docentes para o retorno das aulas, no sentido de que comecem o novo ciclo de aprendizados e ensinamentos da melhor forma possível.
As palestras têm como missão, enriquecer a competência docente a partir de reflexões sobre temáticas sociais relevantes e pertinentes inseridas na realidade acadêmica, a fim de que sejam debatidos entre professores e estudantes, dentro da formação de futuros profissionais e cidadãos idealizadores de um mundo melhor:
“Quando falamos sobre formação continuada, estamos falando sobre competências docentes nas dimensões humanas, teórico científicas e didáticas. Além disso, algumas discussões merecem mais espaço na sociedade atual, como a educação antirracista, pois precisamos nos ressignificar em relação às pequenas atitudes para a construção de mais equidade social”, declarou Drª Ivanete Oliveira, reitora do UniFOA, entusiasta de projetos sociais inovadores e transformadores dentro da sociedade.
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A saúde mental tem sido um tema cada vez mais debatido no dia a dia pessoal e profissional de todos. No mercado de trabalho, cada vez mais empresas e instituições se preocupam com a saúde mental dos seus colaboradores, visando sempre seu bem-estar.
Na tarde da última quarta-feira (31), a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA da Fundação Oswaldo Aranha – FOA organizou um evento, em parceria com a divisão de Recursos Humanos, centrado na saúde mental no trabalho. A palestra foi feita no Centro Histórico Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, e reuniu funcionários de toda a fundação para uma tarde livre e descontraída.
A proposta foi relacionada ao Janeiro Branco, mês que remete à conscientização sobre a saúde mental. A campanha foi criada há 10 anos e visa quebrar o ‘tabu’ de falar sobre emoções, sentimentos e pensamentos de vários tipos, incluindo do trabalho.
De acordo com os últimos dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde - OMS, cerca de 12 milhões de brasileiros sofrem de depressão, o equivalente a 5.8% da população. Em 2023, mais de 288 mil funcionários foram afastados de suas funções por conta de transtornos mentais e comportamentais, segundo números reunidos pelo Instituo Nacional do Seguro Social - INSS no período.
A saúde mental deixou de ser um assunto inofensivo atualmente e passou a ser uma preocupação mundial, não só para organizações de saúde, como para instituições empregadoras. Apesar disso, ainda existe uma grande resistência para diversas pessoas quanto ao tópico, por tratarem os efeitos de um bem-estar mental ruim como besteira:
"Saúde mental não é bobeira. Ansiedade e depressão devem ser tratadas com seriedade. Esses assuntos devem ser abordados e discutidos com mais pertinência dentro e fora do nosso trabalho”, destacou Davi Fidelis, enfermeiro do trabalho, chamando muita atenção para os problemas causados pela saúde mental.
O evento visou promover o autoavaliação e a confiança pessoal de cada funcionário, para que todos tenham consciência de suas emoções e sentimentos para entender mais sobre seu estado mental:
“O funcionário deve ter noção se está abaixo mentalmente e se isso está afetando seu desempenho profissional. Caso se sinta mentalmente desgastado, deve procurar, primeiramente, a Divisão de Recursos Humanos (RH), que esclarecerá e orientará o funcionário da melhor maneira possível, a fim de conseguir solucionar seu problema”, afirmou Juliano de Sá, presidente da CIPA, reforçando os cuidados que todos devem ter com relação ao seu estado emocional.
Para finalizar o evento, Debora Cyrne, chefe do RH, promoveu uma dinâmica em dupla com cada funcionário, que incentivava a confiança e companheirismo. Um membro da dupla permaneceria vendado enquanto o outro seria o guia em um caminho com alguns obstáculos representados por fitas, que deveriam ser desviados.
Após ultrapassar todas as fitas, o membro que estivesse sendo guiado, ainda vendado, deveria assinar seu nome em um papel. O participante vendado que tivesse o melhor desempenho, ganharia um livro sobre saúde mental dentro do trabalho:
“A liberdade foi o que mais me chamou a atenção na tarde de hoje. Me senti muito livre para poder me expressar e participar dessa dinâmica maravilhosa, ainda saí ainda mais feliz com o prêmio”, declarou Rosimeire Ribeiro, muito feliz e satisfeita por ter participado da ocasião.
A iniciativa é um grande exemplo do ótimo tratamento e acolhimento da Fundação Oswaldo Aranha com todos os seus funcionários. O comprometimento da instituição sempre será de apoio e transparência em relação a qualquer problema pessoal e profissional que esteja afetando a saúde mental de seus funcionários.
Débora, reforçou os principais aspectos que precisam ser colocados em prática da relação da empresa com seus funcionários:
“Ouvimos e observamos todos os nossos colaboradores, sempre focando em como está o seu comportamento e postura, para avaliarmos se está tudo bem ou não. Prezamos a todo momento pela empatia e acolhimento. Se colocar no lugar de outra pessoa é a melhor forma de entender o lado dela quanto ao atual momento da sua vida”.
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