Não há dúvida que uma das maiores mudanças na vida é iniciar uma faculdade, que traz muitas transformações na vida do estudante, a começar pela transição da adolescência para a idade adulta. Mas o amadurecimento não condiz com a ação dos trotes universitários, quando os veteranos impõem atitudes vexatórias aos calouros, numa dispensável necessidade de distinguir os alunos novos dos antigos e que pode acabar resultando em práticas violentas.
No Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA, o trote não é permitido, por determinação das leis estaduais 6436/96 e 7642/16, além de haver previsão de penalidade para prática desse tipo no Regimento Geral da instituição, com a prévia instauração de sindicância. As leis proíbem terminantemente essa prática, que é violenta, degradante, e os calouros, geralmente, se veem obrigados a participar das brincadeiras sem graça.
De acordo com o pró-reitor Acadêmico, Bruno Gambarato, “são vários tipos de violência e a FOA/UniFOA repudia todas, sem exceção. No momento em que o estudante está chegando para iniciar uma vida nova, vem alguém que faz questão de dizer que ele vale menos, humilhando-o. Sem contar o perigo que esse ato pode significar para a saúde do estudante, quando recebe tintas na pele, por exemplo”.
Em todo início de semestre os estudantes são comunicados, através de uma Notificação Extrajudicial, que qualquer atitude que vise ao “trote de calouros” (Art.143, inciso III, alínea f do Regimento Geral do UniFOA), é terminantemente proibida. Os alunos recebem ainda, uma segunda Notificação Extrajudicial, onde registra o repudio a “qualquer ameaça, ofensa ou agressão – física, moral ou verbal”.
Todos os estudantes têm que dar ciência de que receberam as notificações e que, havendo transgressão das referidas leis, a FOA/UniFOA tomará as providências necessárias no sentido de aplicar aos envolvidos as penalidades previstas no Regimento Geral do UniFOA, podendo inclusive adotar medidas judiciais cabíveis, dependendo do caso.
Segundo Bruno Gambarato, o aluno que se sentir incomodado com alguma atitude agressiva por parte de outro, “deve buscar o canal da Ouvidoria, que pode ser acessado pelo site sem precisar se identificar, ou procurar o coordenador do curso, que é pessoa mais próxima dele e que vai orientá-lo da melhor forma”.
Normalmente, esses casos são investigados, podendo haver até a abertura de sindicância, formada por uma comissão que vai ouvir as partes envolvidas, analisar e deliberar a recomendação de sanção disciplinar, que pode ser desde advertência verbal até a expulsão, depende da gravidade do ato.
Os casos desse tipo são muito raros, em todos os campi do UniFOA. “Fomos construindo uma cultura, onde a recepção dos novos estudantes é para as boas-vindas. O bom da faculdade é fazer festa, que precisa ser curtida de forma positiva, e é o que temos vistos nos últimos tempos”, constatou Bruno.
O Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA idealizou e colocou em prática, no segundo semestre de 2023, o projeto “Automação do Sistema de Irrigação em Hortas Domésticas”, na Escola Municipal Maria Do Carmo Fadul Ferreira, no bairro Palmeiras, em Pinheiral.
A proposta faz parte do Consórcio Sthem Brasil, que busca socializar e integrar as práticas inovadoras de ensino voltadas à sala de aula, à pesquisa e à extensão, realizadas pelos docentes das Instituições de Ensino Superior (IES) consorciadas, como o UniFOA que é uma dessas instituições.
O projeto teve a duração de quatro meses contemplando 80 estudantes do 8º ano do Ensino Fundamental daquela unidade escolar, com idade entre 13 e 17 anos, que adquiriram conhecimentos através de oficinas técnicas sobre os temas: meio ambiente, montagem de composteira, plantas medicinais, alimentação saudável, colheita e automação do sistema de irrigação em hortas domésticas.
Os docentes do UniFOA e organizadores do Projeto Aplicado do Consórcio Sthem Brasil, Luciano de Azedias Marins e Maria Helena Machado, iniciaram os trabalhos em agosto e contaram com o apoio da Prefeitura de Pinheiral, através da Secretaria Municipal de Educação, com quem foi formalizado um convênio.
Uma das primeiras ações do projeto foi a capacitação dos professores da escola municipal, que participaram ativamente dos processos previstos no planejamento. No decorrer do projeto, diversos professores do UniFOA se envolveram diretamente nas etapas previstas.
A primeira oficina do projeto foi ministrada pelo professor e coordenador do curso de Ciências Biológicas, Dimitri Alves, assessorado pelos estudantes do curso, sobre o tema “Aspectos Técnicos na Montagem da Composteira”, com objetivo de passar aos estudantes noções técnicas para a confecção de uma composteira na unidade escolar.
Na segunda oficina, sobre “Os Benefícios das Plantas Medicinais”, a professora do de Enfermagem, Lucrecia Loureiro, junto com os alunos do curso, exploraram as plantas que auxiliam na cura de doenças e que podem ser cultivadas em casa, para uso doméstico. Além de explicar sobre esses remédios alternativos, os adolescentes puderam escolher quais as ervas que iriam fazer parte do canteiro de plantas medicinais da escola, instalada posteriormente.
A próxima atividade foi um workshop que tratou do tema “Alimentação Saudável e consumo de Verduras, Legumes e Frutas”, com a orientação da professora do curso de Nutrição, Paula Alves Leoni, que destacou os benefícios da alimentação que contenha frutas, legumes e verduras, apresentando os valores nutricionais desses alimentos e os malefícios de ter uma dieta sem eles. Esta oficina ainda contou com a Mostra de Sucos, onde os adolescentes colocaram a mão na massa e aprenderam sobre os ingredientes usados e o poder nutricional.
Após verem sobre os aspectos técnicos, os alunos da escola tiveram a oficina sobre a “Confecção da Composteira”, os adolescentes tiveram contato com os materiais que são comumente usados na montagem: caixas, insumos, minhocas e rejeitos orgânicos; de que forma devem ser colocados e qual a função de cada um. Todas as etapas de construção das compoteiras foram supervisionadas pela coordenadora da Engenharia Ambiental, professora Samantha Grisol e seus alunos.
A oficina sobre “Plantio das Mudas e Palestra de Técnicas para Melhorias na Colheita” contou com a orientação do professor do curso de Ciências Biológicas, Dimitri Alves e apoio dos seus alunos. Foram discutidas e ensinadas técnicas de plantio, estações do ano, condições ideais e os nutrientes que podem potencializar a colheita.
Em seguida, foi dado início ao plantio em cinco canteiros, sendo que um deles recebeu apenas as plantas medicinais; dois ganharam plantios de legumes e nos dois restantes foram plantadas verduras. Os estudantes da escola municipal fizeram a identificação com plaquinhas contendo o nome de cada planta em todos os canteiros.
A última oficina do projeto aplicado foi sobre “Programação em Arduínos e Colocação na Horta”, com a orientação do professor e Assessor da Presidência da FOA, Luciano de Azedias Marins e apoio dos alunos. Após os adolescentes entenderem sobre a plataforma Arduino, que possibilita o desenvolvimento de projetos eletrônicos, foi iniciada a montagem do sistema de automação da horta e explicado a função de cada um deles.
Depois de concluir a montagem e realizar a colocação dos sensores, dois sistemas foram instalados na horta, para melhor funcionamento da irrigação. Um sensor de umidade é colocado no solo e, quando a terra está seca, automaticamente a torneira é aberta e a horta é regada.
“O grande ganho que tivemos foi a possibilidade de discutir um pouco de tecnologia com os adolescentes. Em todas as oficinas, os estudantes tinham que desenvolver alguma pesquisa e, por fim, durante a última oficina do curso de Engenheira Elétrica, eles puderam conhecer a programação em Arduíno e sabemos que isso foi um benefício para esses alunos”, resumiu o professor Luciano.
O Consórcio Sthem Brasil é uma rede, criada em 21 de novembro de 2013, por meio da iniciativa de onze IES, liderada pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Unidade Lorena (SP), e conta com o apoio integral do LASPAU-afiliado à Universidade de Harvard. O objetivo é investir na formação de professores, fortalecer o engajamento e melhorar o aprendizado dos estudantes, por meio das tecnologias educacionais.
Tem como missão promover a inovação acadêmica por meio de uma rede de cooperação de IES, para formar professores e gestores capazes de lidar com os desafios da sociedade, visando sempre que o ensino seja centrado no aluno, buscando uma formação de profissionais mais qualificados e preparados para o momento atual.
Com 10 anos de atuação, reúne mais de 65 IES, entre universidades, centros universitários, como o UniFOA, e faculdades, de diferentes estados brasileiros e uma em Portugal. É uma reunião voluntária de instituições, com o objetivo de investir na formação de professores, fortalecer o engajamento e melhorar o aprendizado dos estudantes, através da inovação.
Se você é professor do UniFOA, não pode perder a oportunidade de se atualizar e renovar os conhecimentos a serem aplicados em sala de aula. Saiba mais pelo link: https://www.sthembrasil.com/
Hoje, 7,6 milhões de pessoas no planeta morrem em decorrência da doença a cada ano. Dessas, 4 milhões têm entre 30 e 69 anos.
E para conscientizar as pessoas sobre prevenção e controle da enfermidade, além de levantar questões atuais sobre a doença à população mundial, foi estabelecido que o dia 4 de fevereiro é o Dia Mundial do Câncer.
A oncologista clínica Heloisa Resende é professora das disciplinas de Oncologia e Epidemiologia Clínica do curso de Medicina do UniFOA e explica que o tema cancerologia é de extrema relevância, não somente pelas altas taxas de incidência e prevalência de neoplasias malignas em nossa população, mas também pelas altas taxas de morbidade e mortalidade a que está relacionado.
Especialistas do mundo todo apontam que providências urgentes precisam ser tomadas para aumentar a conscientização e gerar estratégias práticas para lidar com o câncer, pois pesquisas mostram que em 2025, mais de 6 milhões de mortes prematuras possam ocorrer. Pela estimativa, cerca de 1,5 milhão de mortes anuais poderiam ser evitadas com medidas adequadas.
O assunto é debatido em sala de aula pela professora Heloisa, já que o Brasil, assim como outros países da América Latina, apresenta taxas de diagnóstico em estados mais avançados se comparadas aos países de IDH muito alto.
“Para mitigar taxas de mortalidade e sequelas relacionada ao tratamento, é essencial uma estratégia de controle ou atenção às neoplasias em que se priorize o diagnóstico precoce”, defendeu.
De acordo com a professora, algumas iniciativas têm sido feitas pelo governo brasileiro neste sentido, como os programas de atenção oncológica, criação de unidades de alta complexidade dedicadas ao tratamento, campanhas de conscientização e disponibilização de exames de rastreamento.
“Entretanto é desejável que tais campanhas sejam ampliadas e intensificadas. O câncer é uma doença muito complexa e mesmo com altos investimentos em tratamento ainda há elevadas taxas de mortalidade em alguns tumores”.
Doença não escolhe idade ou condição econômica
Conforme o Instituto Nacional do Câncer–INCA, o nome (câncer) é dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado de células, que invadem tecidos e órgãos. Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores, que podem espalhar-se para outras regiões do corpo.
Os diferentes tipos da doença correspondem aos vários tipos de células do corpo. Quando começam em tecidos epiteliais, como pele ou mucosas, são denominados carcinomas. Se o ponto de partida são os tecidos conjuntivos, como osso, músculo ou cartilagem, são chamados sarcomas.
Outras características que diferenciam os diversos tipos de câncer entre si são a velocidade de multiplicação das células e a capacidade de invadir tecidos e órgãos vizinhos ou distantes, conhecida como metástase.
Não existe uma origem única para o seu desenvolvimento, pois são inúmeras causas externas, presentes no meio ambiente e provocadas pelo próprio ser humano, e internas - hormônios, condições imunológicas e mutações genéticas. De acordo com pesquisas, 90% dos casos de câncer estão associados a causas externas.
Podemos citar exemplos como mudanças no meio ambiente pelo próprio homem, além dos hábitos e o estilo de vida que podem aumentar o risco de diferentes tipos de câncer. Já as causas internas estão ligadas à capacidade do organismo de se defender das agressões externas. Apesar de o fator genético exercer um importante papel na formação dos tumores, são raros os casos de câncer que se devem exclusivamente a fatores hereditários, familiares e étnicos.
“A vacina existe para alguns poucos tipos de câncer e ainda está em caráter experimental. Aqui devemos explorar estratégias de prevenção primária combatendo por exemplo, fatores de risco para o desenvolvimento do câncer, como a vacina contra o vírus HPV que impedirá a contaminação pelo vírus, o qual poderia levar ao surgimento do câncer”, salientou a professora Heloísa.
– não fumar;
– adotar uma alimentação saudável;
– manter o peso corporal adequado;
– praticar atividades físicas;
– amamentar;
– realizar exame preventivo de câncer do colo do útero a cada três anos, para mulheres com idade entre 25 e 64 anos;
– vacinar as meninas de 9 a 14 anos e os meninos de 11 a 14 anos contra o HPV;
– vacinar-se contra a hepatite B;
– evitar bebidas alcoólicas;
– evitar carnes processadas;
– evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h;
– evitar a exposição a agentes cancerígenos no ambiente de trabalho.
Fontes: Instituto Nacional do Câncer – INCA e Union for International Cancer Control’s (UICC).
O Santander Idiomas - Inglês está com inscrições abertas, oferecendo uma oportunidade única para aqueles que desejam explorar novas possibilidades por meio do aprendizado de um novo idioma. Com o intuito de apoiar a educação em todo o Brasil, o programa destaca-se como uma iniciativa valiosa para o desenvolvimento pessoal e profissional, inclusive para comunidade acadêmica.
Para participar, basta ter 16 anos ou mais e realizar o cadastro na convocatória disponível na plataforma Bolsas Santander. A gratuidade é aplicável ao primeiro registro na plataforma, proporcionando acesso facilitado ao programa.
O programa visa acolher participantes de todo o país, promovendo a diversidade e inclusão. No entanto, executivos e funcionários da ORGANIZADORA envolvidos na elaboração, administração ou execução deste Edital não são elegíveis. Além disso, não serão aceitas inscrições de pessoas jurídicas e organizações vinculadas ou associadas a partidos políticos.
As inscrições para o Santander Idiomas - Inglês estarão abertas até 20/12/24. Essa é sua chance de enriquecer seus conhecimentos e abrir novos horizontes. Não perca a oportunidade de fazer parte deste programa que investe no seu futuro!
Na noite de ontem (01/02), o Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA realizou a palestra “Por uma Educação Antirracista”, no Auditório William Monachesi, em Três Poços. O evento, mediado pela reitora Drª Ivanete Oliveira e apresentado pela Drª Érica Bispo, fez parte do 1º dia da 5ª Semana de Formação Continuada. Além disso, os professores do Centro Universitário participantes do consórcio Sthem Brasil/UniFOA promoveram capacitações sobre processos inovadores que devem ser inseridos nos currículos dos cursos.
De acordo com dados divulgados pelo Jornal Nexo, em maio de 2018, a taxa de desocupação de pretos e pardos no país era de quase 15%, enquanto a de brancos não atingia 10%. Além disso, a taxa de renda média é maior entre os brancos em todos os estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal.
A palestra focou na conscientização sobre a importância de uma democracia racial a ser desenvolvida por meio da educação, desde os princípios educacionais mais básicos até a promoção de uma convivência com menos desigualdades. Salientou-se que os estudantes devem desenvolver competências que auxiliem no enfrentamento do racismo estrutural presente em todo o mundo, inclusive no Brasil.
Dessa forma, os cidadãos do futuro estarão preparados para ser os representantes dos direitos sociais individuais e coletivos, em prol de uma sociedade mais igualitária em todos os âmbitos. Para Érica Bispo é preciso chamar a atenção para as desigualdades de gênero e raça nos espaços que ocupamos. De forma prática, a instituição que se quiser construir antirracista precisa criar estratégias ou políticas para equilibrar numericamente os grupos raciais nos espaços.
"É preciso chegar ao hospital e ver metade dos médicos negros, é preciso chegar a um restaurante e ver metade dos clientes negros. De modo geral, temos que trabalhar para reduzir a diferença quantitativa de raça no corpo docente da universidade”, declarou Drª Érica Bispo, grande defensora de uma sociedade mais justa racialmente.
Outra ação de formação docente foi capacitar os professores para a transição do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) para o Learning Experience Platform (LXP), que é uma ferramenta mais robusta que proporciona maior capacidade de inovação na prática pedagógica.
A formação continuada é uma tradição do UniFOA que visa preparar todos os docentes para o retorno das aulas, no sentido de que comecem o novo ciclo de aprendizados e ensinamentos da melhor forma possível.
As palestras têm como missão, enriquecer a competência docente a partir de reflexões sobre temáticas sociais relevantes e pertinentes inseridas na realidade acadêmica, a fim de que sejam debatidos entre professores e estudantes, dentro da formação de futuros profissionais e cidadãos idealizadores de um mundo melhor:
“Quando falamos sobre formação continuada, estamos falando sobre competências docentes nas dimensões humanas, teórico científicas e didáticas. Além disso, algumas discussões merecem mais espaço na sociedade atual, como a educação antirracista, pois precisamos nos ressignificar em relação às pequenas atitudes para a construção de mais equidade social”, declarou Drª Ivanete Oliveira, reitora do UniFOA, entusiasta de projetos sociais inovadores e transformadores dentro da sociedade.
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A saúde mental tem sido um tema cada vez mais debatido no dia a dia pessoal e profissional de todos. No mercado de trabalho, cada vez mais empresas e instituições se preocupam com a saúde mental dos seus colaboradores, visando sempre seu bem-estar.
Na tarde da última quarta-feira (31), a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA da Fundação Oswaldo Aranha – FOA organizou um evento, em parceria com a divisão de Recursos Humanos, centrado na saúde mental no trabalho. A palestra foi feita no Centro Histórico Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, e reuniu funcionários de toda a fundação para uma tarde livre e descontraída.
A proposta foi relacionada ao Janeiro Branco, mês que remete à conscientização sobre a saúde mental. A campanha foi criada há 10 anos e visa quebrar o ‘tabu’ de falar sobre emoções, sentimentos e pensamentos de vários tipos, incluindo do trabalho.
De acordo com os últimos dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde - OMS, cerca de 12 milhões de brasileiros sofrem de depressão, o equivalente a 5.8% da população. Em 2023, mais de 288 mil funcionários foram afastados de suas funções por conta de transtornos mentais e comportamentais, segundo números reunidos pelo Instituo Nacional do Seguro Social - INSS no período.
A saúde mental deixou de ser um assunto inofensivo atualmente e passou a ser uma preocupação mundial, não só para organizações de saúde, como para instituições empregadoras. Apesar disso, ainda existe uma grande resistência para diversas pessoas quanto ao tópico, por tratarem os efeitos de um bem-estar mental ruim como besteira:
"Saúde mental não é bobeira. Ansiedade e depressão devem ser tratadas com seriedade. Esses assuntos devem ser abordados e discutidos com mais pertinência dentro e fora do nosso trabalho”, destacou Davi Fidelis, enfermeiro do trabalho, chamando muita atenção para os problemas causados pela saúde mental.
O evento visou promover o autoavaliação e a confiança pessoal de cada funcionário, para que todos tenham consciência de suas emoções e sentimentos para entender mais sobre seu estado mental:
“O funcionário deve ter noção se está abaixo mentalmente e se isso está afetando seu desempenho profissional. Caso se sinta mentalmente desgastado, deve procurar, primeiramente, a Divisão de Recursos Humanos (RH), que esclarecerá e orientará o funcionário da melhor maneira possível, a fim de conseguir solucionar seu problema”, afirmou Juliano de Sá, presidente da CIPA, reforçando os cuidados que todos devem ter com relação ao seu estado emocional.
Para finalizar o evento, Debora Cyrne, chefe do RH, promoveu uma dinâmica em dupla com cada funcionário, que incentivava a confiança e companheirismo. Um membro da dupla permaneceria vendado enquanto o outro seria o guia em um caminho com alguns obstáculos representados por fitas, que deveriam ser desviados.
Após ultrapassar todas as fitas, o membro que estivesse sendo guiado, ainda vendado, deveria assinar seu nome em um papel. O participante vendado que tivesse o melhor desempenho, ganharia um livro sobre saúde mental dentro do trabalho:
“A liberdade foi o que mais me chamou a atenção na tarde de hoje. Me senti muito livre para poder me expressar e participar dessa dinâmica maravilhosa, ainda saí ainda mais feliz com o prêmio”, declarou Rosimeire Ribeiro, muito feliz e satisfeita por ter participado da ocasião.
A iniciativa é um grande exemplo do ótimo tratamento e acolhimento da Fundação Oswaldo Aranha com todos os seus funcionários. O comprometimento da instituição sempre será de apoio e transparência em relação a qualquer problema pessoal e profissional que esteja afetando a saúde mental de seus funcionários.
Débora, reforçou os principais aspectos que precisam ser colocados em prática da relação da empresa com seus funcionários:
“Ouvimos e observamos todos os nossos colaboradores, sempre focando em como está o seu comportamento e postura, para avaliarmos se está tudo bem ou não. Prezamos a todo momento pela empatia e acolhimento. Se colocar no lugar de outra pessoa é a melhor forma de entender o lado dela quanto ao atual momento da sua vida”.
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A Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e a Prefeitura de Volta Redonda, por meio da Secretaria de Ordem Pública (SEMOP), sob o comando do tenente-coronel Luiz Henrique Monteiro Barbosa, deram mais um passo significativo em sua parceria estratégica para a elaboração do Plano Municipal de Segurança Pública. O assessor da presidência da FOA, Luciano Azedias, realizou uma visita ao COMAR (Centro de Operações de Maricá) com o intuito de conhecer de perto as instalações e as ações desenvolvidas no centro, já que são referência nesta área.
O objetivo principal da visita foi estreitar laços e trocar experiências com os profissionais do COMAR para verificar in loco as estratégias que são aplicadas no município.
“Planejamos conhecer cases de sucesso para a elaboração do plano Municipal de Volta Redonda, e a cidade de Maricá é referência na parte de reconhecimento facial por câmera e protocolos de segurança”, comentou Luciano.
Além de Maricá, a equipe também visitou o Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) em Niterói.
Essa parceria entre a FOA e a PMVR demonstra o alinhamento de interesses e esforços em prol do desenvolvimento integral da cidade. A instituição reitera seu comprometimento com a segurança pública e se coloca à disposição para colaborar com iniciativas que fortaleçam a tranquilidade e o progresso da comunidade de Volta Redonda.
Nesta quinta-feira, dia 1º, inicia o Start 2014.1, com as boas-vindas do Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA aos ingressantes e veteranos para o novo período letivo, com palestras e atividades. O evento é 100% on-line, com acesso pela plataforma Teams, às 19h, com o objetivo de potencializar o desenvolvimento profissional dos alunos para o mercado de trabalho e orientá-los quanto às plataformas e ferramentas utilizadas durante as aulas.
No dia 1º, às 19h, a palestra será sobre o tema “IA: Transformando o Aprendizado Universitário”, com o pesquisador, especialista em Inovação e professor do curso de Escola de Gestão & Negócios, Washington Lemos, e com a coordenadora dos cursos de Engenharia Digital e especialista em Inovação, Marília Rios.
Para o dia 2, também às 19h, ocorrem duas palestras simultâneas, podendo escolher o tema que mais agrada ao participante:
A palestra “Do Pensamento à Publicação: Navegando na Jornada Científica na Academia”, vai ser ministrada pela bióloga e professora do curso de Ciências Biológicas, Ana Carolina Dornelas Rodrigues, com o apoio de egressos do UniFOA.
Já o tema “Empregabilidade desde a Graduação: o Desafio de Empreender com Ideias na Cabeça”, será explorado pelo administrador e professor dos cursos de Graduação e Pós-Graduação em disciplinas de Administração, Negócios, Gestão, Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Gerencial, Rafael Paiva, e também pelo economista e professor nos cursos de Administração e Ciências Contábeis, Bruno Visconti.
As palestras do Start abrangem temáticas atuais, mas os eventos contam ainda com a orientação acadêmica para os novos estudantes. Basta escolher o tema que mais tenha a ver com a sua carreira para aprender a desenvolver novas habilidades, que serão um grande diferencial no mercado de trabalho.
Sua vida acadêmica na palma da mão.
Estamos nos aproximando daquela época do ano em que temos que apresentar a declaração do Imposto de Renda (IR), o que deixa muita gente de cabelo em pé. Este ano, o governo federal tem um imbróglio para resolver, pois os que recebem até dois salários mínimos podem ter que pagar o IR, uma vez que perderam a isenção a partir do reajuste do piso nacional, que passou de R$ 2.640 para R$ 2.824.
Vamos entender. Em maio de 2023, o governo federal criou uma medida provisória para corrigir a tabela do IR aumentando a isenção para até dois salários mínimos. A partir de 1º de janeiro deste ano, o aumento real do salário mínimo ficou em cerca de 6%, mas a tabela não foi ajustada, obrigando o IR a tributar quem ganha até dois salários. Esta semana, o governo federal garantiu que vai reverter o quadro, mesmo não revelando de que forma.
Para o economista e professor do curso de Ciências Contábeis do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA, Bruno Visconti, “o reajuste da tabela do IR é um tema espinhoso que muitos governantes que passaram pelo poder não tiveram a capacidade (ou a vontade política) de mudar. Mas quanto mais complexo o tema mais devemos falar, divulgar e debater, sempre com muita pesquisa e estudo, como fazemos em sala de aula, para não passar a informação errada”.
De acordo com o professor, o governo federal terá que resolver o problema criado, porque “sem dúvida a população que ganha até dois salários mínimos e se enquadra na alíquota mínima de Imposto de Renda terá seu poder aquisitivo prejudicado, pois pagará 7,5% de imposto de renda sobre uma parte dos seus rendimentos”, afirmou.
O professor explica que ensina aos alunos do curso de Ciências Contábeis sobre tributação de maneira abrangente, como parte da política fiscal, onde o governo arrecada para poder ter recursos para gastar. Além disso, aborda a questão da progressividade do IR, de como esse imposto tende a ser mais "justo", no sentido de cobrar mais de quem tem mais renda (mais poder de contribuir).
Nesse sentido, há a realização de debates das questões das alíquotas de IR e das faixas de renda de cada uma. “Nossa base tributária, digamos assim, é baixa. Um indivíduo que ganha mais de R$ 4.665 - que é um salário razoável, mas não torna ninguém rico -, cai na alíquota maior do IR. Outra questão é a própria alíquota em si, pois a máxima é de 27,5%. Outros países têm alíquotas de IR bem superiores”, explicou.
Apesar do retorno da tributação para a população, o IR Pessoa Física do Brasil não está entre as maiores alíquotas do mundo, mas em termos de carga tributária total, se considerar os impostos sobre consumo e patrimônio, o quadro muda e o país figura entre as maiores do mundo. Países escandinavos, por exemplo, têm altas cargas tributárias, mas o retorno que a sociedade recebe em termos de qualidade de vida é bem superior.
“Existe no Brasil um amplo debate de quais são as melhores formas de se tributar, o que é mais eficiente, qual é mais progressiva (de maneira a fazer com quem tem maior capacidade de contribuir contribua com mais) e essa discussão é salutar, pois precisamos melhorar o retorno dos impostos com mais benefícios”, finalizou.
Os contribuintes brasileiros terão entre os dias 15 de março e 31 de maio para entregar a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2024, segundo estabeleceu a Receita Federal.
São obrigados a declarar o Imposto de Renda contribuintes que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 em 2023, o que representa cerca de dois salários mínimos por mês. A faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe é de até R$ 2.112,00.
Faixa Base de cálculo mensal Alíquota Parcela a deduzir IRPF
1ª faixa Até 2.112,00 0 0
2ª faixa De R$ 2.112,00 até R$ 2.826,65 7,5% R$ 158,40
3ª faixa De R$ 2.826,66 até R$ 3.751,05 15% R$ 370,40
4ª faixa De R$ 3.751,06 até R$ 4.664,68 25,5% R$ 651,73
5ª faixa Acima de R$ 4.664,68 27,5% R$ 884,96
Fonte: Receita Federal
Começar a trajetória no mercado de trabalho as vezes não é nada fácil. Novos desafios, responsabilidades e novas habilidades são alguns aspectos deste novo cenário para todos os egressos. Mas, ao longo dessa jornada, existem momentos que compensam toda a dedicação e comprometimento colocados em prática desde o primeiro dia.
Foi o que aconteceu com Ricardo Reis, egresso do curso de Design do UniFOA, que no início do mês recebeu um prêmio do Banco Santander, pela premiação T.E.A.M.S, organizada pela instituição. Ricardo foi agraciado no evento que premiou - com um troféu - cinco funcionários que melhor representavam uma letra da premiação, que significava um valor para cada time no setor de negócios digitais.
O egresso, que trabalha como Product Designer - responsável por desenvolver soluções voltadas para resolver problemas dos usuários - no Santander, representou a letra ‘T’, que significa Think Costumer (pensar no cliente). O requisito para ser premiado foi a maneira como cada funcionário se relaciona e atende cada cliente do banco. Além disso, o Santander também utilizou como critério levar em consideração a experiência de cada cliente durante a elaboração de qualquer projeto.
De acordo com Ricardo, seu principal diferencial para ter ganhado o prêmio está relacionado à sua empatia no atendimento individualizado com cada cliente. Ele afirmou que é essencial que todos os funcionários criem um vínculo de confiança entre banco e cliente, para que todos saiam ganhando no processo:
“Devido a correria e aos prazos apertados, é muito fácil a gente se perder do objetivo principal, que é colocar o usuário ou o cliente no centro das nossas escolhas. Então acredito que o principal aqui é sempre reforçar a importância de conversar com eles, de fazer testes de usabilidade e sempre buscar trazer a voz do cliente para as discussões. O diferencial para esse prêmio é a empatia, busca pelas reais necessidades dos nossos clientes e trazendo isso para o dia a dia fazendo isso ser refletido no design final”, afirmou Ricardo, muito orgulhoso de ter sido escolhido na ocasião.
O reconhecimento pelo Santander não só celebra a trajetória de Ricardo, mas também destaca o comprometimento profissional do UniFOA. Para Ricardo, trabalhar em uma das maiores empresas do Brasil e ser reconhecido é um lembrete de estar no caminho certo. Ele expressou satisfação não apenas pela premiação, mas também por sua carreira e seu papel como professor, compartilhando conhecimento:
“Trabalhar em uma das maiores empresas do Brasil e do mundo e ainda ser reconhecido dessa forma é um lembrete de que estou no caminho certo e de que meu trabalho está sendo notado por grandes profissionais. De que todo esforço e estudo está sendo recompensado, seja nessas premiações, seja na carreira, seja iniciando minha trajetória como professor e compartilhando um pouco de conhecimento, enfim”, concluiu Ricardo Reis.
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