O Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA divulgou, nesta quarta-feira (11), o edital para as inscrições do Processo Seletivo de Transferência Externa para o curso de Medicina, com um total de 14 vagas, para o primeiro semestre de 2024.
O curso de Medicina é presencial e funciona no campus universitário Olezio Galotti, no bairro Três Poços, em Volta Redonda – RJ.
As vagas estão assim divididas: 07 para o 2º período; 05 para o 3º período e 02 para o Módulo V.
Para participar, o candidato deverá seguir as seguintes diretrizes:
Ter concluído o(s) período(s) ou módulo(s) anterior(es) do curso de origem, com aprovação e sem dependência(s); cursar o período ou módulo para o qual pleiteou a vaga no ato da inscrição, não sendo possível a progressão de período(s) ou módulo(s); estar matriculado em cursos de Medicina oriundos de instituições reconhecidas pelo MEC, com o trancamento de matrícula comprovada.
A inscrição do processo seletivo será realizada no Portal do Candidato, a partir do dia 11 até às 21h do dia 24 deste mês.
No ato da inscrição, o candidato deverá preencher a ficha, informando os dados pessoais, nome completo (conforme cadastro na Receita Federal) e criar uma senha pessoal. Deverão ser observados os campos obrigatórios, além de indicar o período ou módulo para o qual deseja pleitear a vaga.
No ato da inscrição será obrigatório postar/encaminhar a documentação exigida, sendo que a falta de qualquer documento poderá impedir a realização da análise e indeferimento da inscrição. Este processo seletivo é válido para apenas uma vaga no período ou módulo indicado no ato da inscrição.
Declaração de autorização e/ou reconhecimento pelo MEC do curso de origem; declaração de estar devidamente matriculado na faculdade de origem, comprovando a situação de aluno regular; Histórico Escolar atualizado do curso de origem no território nacional; programa das disciplinas cursadas ou ementas, plano de ensino expedido pela faculdade de origem; Carteira de Identidade/RG e CPF do candidato, e comprovante de residência do candidato.
A falta de quaisquer documentos exigidos para a inscrição ou a existência de informações conflitantes implica na invalidação da inscrição, impossibilitando o candidato participar da seleção neste Processo Seletivo de Transferência Externa.
O Processo Seletivo de Transferência Externa para o curso de graduação em Medicina terá caráter classificatório e eliminatório e será realizado em duas etapas. A primeira por meio da Análise do Histórico Escolar e a segunda será composta de prova de conhecimentos e prova de habilidades.
A prova de conhecimentos será realizada no dia 2 de fevereiro, das 13h às 14h, no prédio 13, sala 301, no Campus Universitário Olezio Galotti, localizado na Av. Dauro Peixoto Aragão, 1.325 - Três Poços - Volta Redonda-RJ. Já a prova de habilidades será realizada também no dia 2 de fevereiro, das 14h20min às 17h, nos Laboratórios do UniFOA, no mesmo local.
A primeira etapa (inscrição) será divulgada pelo UniFOA, no dia 30 de janeiro, a partir das 14h, no Portal do Candidato. Já os gabaritos das provas de conhecimento e de habilidades, bem como os resultados da segunda etapa serão divulgados no dia 07 de fevereiro, a partir das 14h, no mesmo portal.
É assegurado ao candidato classificado ou não, o direito a ter acesso à sua pontuação obtida nas provas realizadas neste processo seletivo.
Serão considerados classificados e convocados à matrícula, os primeiros colocados, obedecendo rigorosamente à ordem de classificação, até o preenchimento do número de vagas ofertadas em cada módulo e período, para o primeiro semestre de 2024.
As matrículas dos candidatos classificados e convocados para o primeiro semestre de 2024 serão realizadas de forma presencial na Secretaria Geral, no período entre 15 e 19 de fevereiro, no Campus Universitário Olezio Galotti, Três Poços - Volta Redonda – RJ.
Se você está pensando em participar do Processo Seletivo de Transferência Externa para o Curso de Medicina, boa sorte e seja bem-vindo!
Apesar de nova, a cultura do cancelamento digital é um fenômeno recorrente das redes sociais que visa boicotar e excluir pessoas, marcas ou eventos que realizam condutas consideradas incorretas ou que ferem os valores de um grupo de pessoas.
O "tribunal da internet" julga os atos e define pelo cancelamento, que pode acarretar danos variados para a vítima, incluindo a quebra de relações de trabalho e contratos; perda de seguidores, além de danos morais e psicológicos graves, podendo, em alguns casos, resultar em depressão e sérias consequências.
O objetivo do cancelamento é anular o conteúdo que pessoa ou marca produz como punição por suas ações, que pode ser levado ao repúdio público. O fato também pode desencadear abandono, desprezo, desconsideração, esquecimento, isolamento, sentimento de tristeza profunda, apatia pela vida e até distúrbios alimentares.
Para a professora do curso de Direito e coordenadora adjunta do programa de pós-graduação do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA, Daniele Cavalieri, “o caráter prejudicial desse comportamento online é evidente, uma vez que o linchamento virtual e a cultura do cancelamento não permitem o contraditório, a ampla defesa, o arrependimento ou o exercício do direito ao esquecimento”.
“Configura-se como um ‘tribunal virtual’, desprovido de controle e legalidade. O linchamento virtual é contrário ao princípio da dignidade humana e toda forma de censura na discussão de ideias deve ser repudiada”, continuou Daniele.
No âmbito penal, os participantes em linchamentos virtuais podem ser responsabilizados por crimes como calúnia, difamação, injúria, constrangimento ilegal, ameaça, invasão de dispositivo informático, entre outros. Qualquer publicação com comentário desabonador, preconceituoso ou intolerante deve ser reportada ou denunciada às autoridades competentes na internet.
“Portanto, a liberdade de expressão, embora seja um direito constitucional, não é absoluta e deve ser exercida de maneira a respeitar os limites estabelecidos pela legislação, visando à proteção equilibrada de diversos direitos fundamentais”, finalizou Daniele.
Umas das atitudes que se recomenda para não sofrer o cancelamento digital é que se esclareça os rumores, boatos, fake News, entre outros, e de forma rápida. A agilidade é primordial para evitar passar por isso. Além disso, entenda, pesquise, acompanhe e avalie; escute mais; estabeleça um tom adequado e sempre planeje o que irá falar ou escrever.
A cultura do cancelamento digital é tóxica para a saúde mental. Ela traz como consequência, entre outras, o hábito do ostracismo e o desprezo público. Como isso, as pessoas se fecham em si mesmas e praticam a autocensura. Atualmente, muitos têm medo de serem alvo de ataques virtuais.
De acordo com a psicóloga e professora dos cursos de Medicina e Odontologia do UniFOA, Sônia Moreira, “muitas pessoas preferem não expressar suas opiniões a respeito de algo ou alguém, criando um ambiente de silenciamento e prejudicando a diversidade de ideias que deve circular pela sociedade”.
A autocensura e o autopoliciamento constantes acabam por manter a pessoa afastada de debates e de aprofundamento de opiniões. “São práticas de isolamento que fazem com que o coletivo passe para atitudes individuais, cessando nos grupos a riqueza das diferenças de ideias. Esses hábitos são considerados efeitos nocivos para a saúde mental”, explicou Sônia.
A depressão é uma das consequências do cancelamento digital. Caso não tenha o devido cuidado, pode evoluir para um transtorno depressivo grave, como ansiedade, ataques de pânico, afastamento social e chega a consequências bastante perigosas.
“As pessoas precisam ter noção do que se trata um cancelamento digital. Um grupo de pessoas pode causar adversidades, sem que a vítima sequer tivesse a intenção de prejudicar algo ou alguém. Temos o direito de emitir opiniões e sentimentos, mas isso pode se tornar uma ameaça e se transformar em doença”, analisou.
Está tramitando no Congresso Nacional o Projeto de Lei 1873/23, que pretende incluir no Código Penal o cancelamento virtual e o linchamento virtual, que passam a ser punidos com pena de detenção e multa. A autoria é da deputada Rogéria Santos.
De acordo com o texto que está sendo analisado, “é definido cancelamento virtual como a prática que viola a honra ou imagem de alguém por meio de redes sociais ou de qualquer outra interação virtual”. A pena prevista é de seis meses a dois anos de detenção. Se praticado com o uso de contas que escondem a identidade real do usuário (perfil falso), a punição será de nove meses a três anos de detenção.
A pena é ainda aumentada, de um terço a metade, se a prática envolver grupo formado por duas ou mais pessoas.
No caso do linchamento virtual, que é definido como ameaçar alguém por meio de redes sociais ou por outro meio de interação virtual, a pena de detenção será de 1 a 3 anos, mesmo se praticado com o uso de contas falsas.
No entendimento da deputada, “os discursos de ódio na internet surgem com a justificativa de representarem a liberdade de expressão de pontos de vista. Para ela, no entanto, esses comentários têm a capacidade de fragilizar pessoas, evidenciando nelas traumas, deficiências emocionais, e desencadeando problemas de saúde mental e social”. (Fonte: Agência Câmara de Notícias)
Saiba como se inscrever para o vestibular do UniFOA
O curso de Direito já está com as inscrições abertas para o vestibular do UniFOA. Os interessados devem acessar o Portal do Candidato através do site www.unifoa.edu.br, se inscrever gratuitamente, utilizando a nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de uma das edições entre 2015 e 2022, ou podendo fazer uma redação on-line.
Quem optar pela redação on-line como forma de ingresso, o período de inscrição vai até 20 de fevereiro. Já para aqueles que escolherem a nota do Enem, o prazo vai até 22 de fevereiro.
Todas as informações referentes às etapas do vestibular estão disponíveis nos editais também no Portal do Candidato.
Já pensou começar o ano novo matriculado em um dos melhores Centros Universitários do país?
Com as inscrições abertas para os vestibulares do UniFOA você pode. Os interessados devem acessar o Portal do Candidato através do site www.unifoa.edu.br, se inscrever gratuitamente, utilizando a nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de uma das edições entre 2015 e 2022, ou podendo fazer uma redação on-line.
Quem optar pela redação on-line como forma de ingresso, o período de inscrição vai até 20 de fevereiro. Já para aqueles que escolherem a nota do Enem, o prazo vai até 22 de fevereiro.
As vagas disponíveis são para os cursos de Administração, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Design, Direito, Educação Física, Enfermagem, Engenharia (Civil, Ambiental, Elétrica, Produção e Mecânica), Nutrição, Odontologia e Sistemas de Informação.
Todas as informações referentes às etapas do vestibular estão disponíveis nos editais também no Portal do Candidato.
Também estão abertas as inscrições para o processo seletivo do curso de Medicina, para ingresso no 1º e 2º semestres de 2024. Ao todo, são 120 vagas disponíveis. Por ordem de classificação, as primeiras 60 vagas são para início no primeiro semestre, e a outra metade para o segundo semestre.
Os interessados devem se inscrever pelo Portal do Candidato, onde podem utilizar um ou dois resultados do Enem, desde que seja das edições entre 2016 e 2023. A nota do Enem é a única forma de inscrição para o processo seletivo do curso de Medicina, que segue aberta até o dia 12 de janeiro.
As informações completas referentes ao processo seletivo de Medicina 2024 do Centro Universitário de Volta Redonda devem ser conferidas no Edital nº 08-23 Processo Seletivo 2024 – Medicina Ref. 2024.1 e 2024.2.
Quem pretende se especializar, as inscrições para os programas de mestrados profissionais também estão com inscrições abertas.
Com o objetivo de capacitar a população e, também, suprir as necessidades do mercado, o UniFOA criou o Mestrado Profissional em Materiais - Memat, um mestrado que tem foco no desenvolvimento tecnológico.
O Memat prepara o estudante técnica e cientificamente para a realização de um projeto, relacionando as aplicações tecnológicas com o desenvolvimento de materiais, formando o profissional que irá atender as demandas das empresas.
Quem desejar se inscrever, pode fazer até 23 de fevereiro através do link.
Com uma matriz curricular moderna, o Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente – Mecsma atende profissionais de diferentes áreas que desejam se aprimorar na sua formação e se destacar no mercado de trabalho.
Os mestres formados no Mecsma estão aptos a atuar com ensino em diversos níveis, sempre levando as pautas de participação popular, inclusão social, promoção da saúde e do meio ambiente.
As inscrições para o Mecsma podem ser feitas até 29 de fevereiro pelo link.
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O livro é o único no País a registrar a história dos anatomistas brasileiros.
O presidente da FOA, Eduardo Prado, recebeu de presente o livro “Anatomistas do Brasil”, das mãos do médico e professor do UniFOA há 50 anos, Édisom de Souza Moreira. A obra é única no país a registrar a história de anatomistas brasileiros que foram de grande importância para as áreas de saúde e o decano Édisom Moreira é destacado na obra, elevando o nome do UniFOA. A entrega ocorreu no dia 8, no auditório William Monachesi, no Campus Olezio Galotti, em Três Poços.
O livro foi escrito pelo médico José Ederval Aragão e pelos filhos Felipe e Iapunira, que são egressos do UniFOA e foram alunos do anatomista Édisom Moreira. A obra retrata a biografia de 350 anatomistas do Brasil, de várias áreas de conhecimento, como Medicina, Odontologia e Fisioterapia.
O decano Édisom Moreira é lembrado com carinho por todos – funcionários e estudantes -, como o professor que desenhava partes do corpo humano para poder ensinar, detalhando a estrutura física. Até os dias atuais, o mestre costuma ser visto andando pelo Campus Olezio Galotti.
“Ele é um exemplo para todos e ainda passa horas na biblioteca de casa, estudando e desenhando, mesmo aos 94 anos. É muito emocionante vê-lo andar pelo Campus, que ajudou a construir desde os primeiros pilares”, enalteceu a filha Sônia Cardoso Moreira Garcia, psicóloga e professora dos cursos de Medicina e Odontologia do UniFOA.
“O UniFOA me deu um tesouro, que foi aprender a aplicar a anatomia e poder passar esse conhecimento para os futuros profissionais. Sou agradecido por isso”, afirmou o Mestre Édisom Moreira, muito emocionado.
“O professor Édisom Moreira é um médico exemplar e um dos grandes ícones da história do curso de medicina do UniFOA. No início do curso, antiga Escola Médica de Volta Redonda, foi um professor muito dedicado e com sua própria pena, escreveu uma enciclopédia sobre a anatomia humana, com desenhos autorais de órgãos do corpo humano, possibilitando não só aos estudantes de medicina da FOA, mas de todo o Brasil um crescimento na ciência médica.
Uma honra para o UniFOA tê-lo como professor decano em seu quadro docente, depois de tantos anos de dedicação ao processo de ensino/aprendizagem médica. Receber dele esta obra de referência médica, me traz a responsabilidade de representar esta Instituição de Ensino, reconhecendo o trabalho incansável de todos os Presidentes que me antecederam”, enalteceu o presidente da FOA, Eduardo Prado.
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No final de novembro, o coordenador do curso de Medicina no UniFOA, Júlio Aragão, esteve em Brasília para receber o certificado do Sistema de Acreditação Médica (SAEME) do Conselho Federal de Medicina (CFM), durante uma cerimônia que reconheceu 20 faculdades de medicina com o prestigioso selo de Acreditação SAEME.
O SAEME é um sistema que valida a qualidade dos cursos médicos, assegurando que possuem a qualificação necessária para formar profissionais capacitados. A cerimônia, marcando o encerramento de um ciclo de avaliações, ocorreu durante uma sessão plenária do CFM no último dia de novembro.
Ao longo de 2023, o SAEME-CFM avaliou 30 cursos que optaram voluntariamente por esse processo, que se estende por até 183 dias em cada instituição. Essa análise compreende quatro etapas, avaliando a gestão e o programa educacional, o corpo docente e discente, bem como o ambiente educacional. Essa abordagem minuciosa possibilita a identificação de aspectos de excelência e áreas que necessitam de aprimoramento.
Júlio Aragão, expressando seu orgulho e satisfação, destacou que esta é a terceira vez consecutiva que o curso recebe o cobiçado selo. Ele ressaltou a importância da certificação, pois ela é afiliada a uma rede internacional de certificadores, que oferece aos alunos do UniFOA oportunidades facilitadas para vivências internacionais e validações de diplomas.
"Muitos dos nossos alunos poderão pleitear experiências no exterior ou até mesmo validar seus diplomas com mais facilidade, graças ao fato de pertencermos a uma instituição certificada internacionalmente. Essa certificação não apenas atesta nossa qualidade, mas também reflete nosso comprometimento com um ensino de ponta, diferenciado e preocupado com diversos indicadores de qualidade. Certamente, temos um diferencial significativo para o curso", afirmou o professor Júlio.
Considerando que existem quase 400 escolas de medicina no Brasil, o reconhecimento de 20 universidades, como a do UniFOA, destaca-se como um ponto fora da curva nesse universo competitivo, ressaltando o compromisso da instituição com a excelência no ensino médico.
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A Simulação Realística destaca-se como uma metodologia inovadora de treinamento, desempenha um papel crucial no aprimoramento da formação profissional dos estudantes de Medicina. Essa abordagem integra estratégias que visam desenvolver tanto habilidades técnicas quanto não técnicas, proporcionando um crescimento substancial no conhecimento dos alunos. Habilidades não técnicas englobam aspectos cognitivos, sociais e complementam as habilidades técnicas, garantindo a prática profissional com qualidade e segurança.
A metodologia da Simulação Realística expõe os estudantes a cenários que replicam situações comuns e realistas do ambiente de trabalho, variando em complexidade. Promove a colaboração e o trabalho em equipe entre os estudantes, fortalece a relação entre a equipe médica e o paciente e estimula o pensamento crítico e as habilidades de liderança.
Essa abordagem representa uma ferramenta valiosa para preparar os futuros profissionais de saúde para os desafios dinâmicos e exigentes de suas respectivas áreas.
E pensando nessa oportunidade, os alunos dos cursos de Medicina e Enfermagem do UniFOA participaram de um evento inovador que combinou teoria e prática, proporcionando uma experiência enriquecedora e imersiva para os futuros profissionais da área da saúde.
Pela manhã, no AudiSmart, o palestrante convidado, professor Dr. Roberto Moraes Júnior, conduziu a parte teórica do evento. Com uma vasta experiência em emergência e urgência, sendo reconhecido nacionalmente como um expert na área, ele apresentou aos estudantes, egressos e professores os tipos de simulações que podem ocorrer, além de mostrar quais caminhos podem ser seguidos em um atendimento, além de contar episódios que já ocorreram com ele.
Roberto parabenizou a iniciativa da instituição em realizar esse tipo de atividade, reforçando o compromisso de a instituição buscar novas metodologias de ensino.
"Essa atitude da faculdade mostra uma preocupação fantástica em oferecer o melhor para seus alunos. A simulação realística é uma realidade no ensino médico, e traz benefícios significativos," e acrescentou, “quando falamos do impacto positivo das simulações na graduação, não é 'achismo' meu. Existem literaturas científicas provando que sim. O que se sabe hoje, é que a simulação tem um impacto importante no ensino médico, e um impacto moderado em relação com os pacientes na prática”, falou Roberto.
O professor do curso Medicina, Walter Fonseca, responsável pela realização do curso, que contou com o apoio da assessoria da presidência, enfatizou a parceria com o professor Dr. Roberto Moraes e a importância da multidisciplinaridade: "Emergência hoje é multidisciplinar. Então você não trabalha mais sozinho. Vamos buscar mais oportunidades como essa para o próximo ano, e não só para nossos alunos, mas também que os médicos da região possam se beneficiar."
Ester Oliveira, estudante do 4º ano de Enfermagem, compartilhou sua empolgação com a participação no evento: "Essa é a primeira vez que estou participando de algo assim na faculdade, e achei maravilhoso. O professor Roberto é super didático e gosta de ensinar. É uma experiência interessante, pois estamos no início do curso e simular situações reais nos permite aprender e nos preparar para casos futuros."
Ela destacou a importância da prática: "Simular aqui está sendo o máximo, pois temos contato com nossos colegas que serão médicos, o que nos permite resolver casos que poderemos enfrentar futuramente."
Caio Miranda, estudante de Medicina, expressou sua visão sobre o dia, e como a metodologia apresentada, fomentada pela aplicação da teoria médica na prática clínica, foi importante para o aprendizado e evolução quanto acadêmicos, com salas de aula invertidas e a aplicação na prática: "O professor Dr. Roberto Moraes, além de um currículo invejável, dispõe de uma oratória e didática fenomenais. A atividade foi altamente pertinente, abordando temas frequentes no cotidiano médico. A metodologia ativa apresentada pelo professor é de suma importância para nosso aprendizado."
Ele ressaltou a relevância da abordagem prática: "A aplicação dessa forma de ensino no UniFOA será de grande valor para o corpo discente, uma vez que vai nos preparar com maior veracidade/proximidade à realidade que encontraremos no nosso cotidiano como profissionais."
O evento que contou com a participação do coordenador adjunto do curso de Medicina, Luiz Antônio Neves, foi um sucesso, proporcionando uma experiência única e relevante para os estudantes, que puderam vivenciar de perto situações práticas e desafiadoras da área da saúde. A iniciativa reforça o compromisso do UniFOA em oferecer uma formação de excelência aos seus alunos, preparando-os para os desafios do mercado de trabalho.
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Na tarde desta terça-feira, 5, membros do Diretório Acadêmico Paulo Mendes e da Associação Atlética Acadêmica Rômulo Basílio, representando o curso de Medicina do UniFOA, se reuniram com o presidente da Fundação Oswaldo Aranha – FOA, Eduardo Prado e a superintendente executiva Josiane Sampaio.
A iniciativa surgiu como uma expressão de gratidão pelo contínuo apoio e parceria ao longo dos anos. Esse reconhecimento foi particularmente motivado pela inauguração do novo espaço do Diretório Acadêmico, no qual houve uma colaboração próxima com a direção, desempenhando papéis essenciais na configuração do ambiente que reflete as cores e identidade da atlética.
O Diretório Acadêmico escolheu presentear Eduardo Prado e Josiane Sampaio com uniformes personalizados, carregando as características marcantes das cores amarela e preta, além de uma placa de agradecimento. Essa escolha reflete não apenas a expressão de agradecimento, mas também a identificação do presente com a essência da nova casa do Diretório Acadêmico no campus.
Eduardo Prado, presidente da FOA, manifestou sua alegria diante do gesto dos membros do diretório. A reciprocidade e o reconhecimento mútuo fortalecem os laços entre a instituição e os acadêmicos, promovendo um ambiente colaborativo e de valorização mútua.
O encontro reforça a importância do diálogo constante entre a direção e os representantes estudantis, evidenciando a construção de uma comunidade acadêmica sólida e comprometida com o crescimento e o desenvolvimento conjunto.
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Desde a homologação da Resolução CNE/CES nº7 em 2018, que estabelece a obrigatoriedade da curricularização da extensão em instituições de ensino superior (IES), o Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA tem sido proativo na implementação de projetos que vão além da sala de aula, contribuindo para a formação acadêmica e transformação social. O curso de Medicina, por exemplo, tem se destacado ao não apenas gerar conhecimento, mas também impactar positivamente a comunidade do entorno do campus Olezio Galotti, não apenas com ações pontuais, mas com projetos de maior duração, incentivados pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso.
Os estudantes do 2º módulo com a supervisão da Unidade Curricular de Aprendizagem Integrada à Comunidade - Diagnóstico e Proposta de Projetos foram divididos em grupos, cada um focado em um dos quatro eixos: educação e vulnerabilidade, gestão e acesso, educação ambiental e gestão dentária, e apresentaram seus trabalhos e resultados na tarde de ontem, 28, no Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão para toda turma e, também, convidados. Durante o semestre, os grupos interagiram com representantes da Escola Municipal Marizinha Félix Teixeira, do CRAS Vila Rica e da Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) Três Poços para identificar necessidades e propor soluções.
Um dos trabalhos apresentados é o projeto do grupo do João Pedro Adamski, que abordou a baixa adesão dos moradores ao cadastro na UBSF, impactando os recursos financeiros repassados pelo Ministério da Saúde e, consequentemente, o funcionamento da unidade. Eles desenvolveram uma cartilha informativa e um QR-Code para facilitar o cadastro online, promovendo maior eficiência administrativa e melhorando a interação com a comunidade.
João Pedro compartilhou como essa experiência vai além do aprendizado técnico: "A gente não espera quando entra no curso de medicina esse tipo de trabalho, mas eu acho que é muito importante também para incentivar principalmente a humanização. Esse projeto ajuda muito e transforma a comunidade. Eu acho que é uma responsabilidade muito grande para nós, mas também é uma benção a gente poder fazer isso."
O coordenador de Medicina do UniFOA, Júlio Aragão, destaca que o trabalho do NDE tem como objetivo integrar os estudantes desde os primeiros períodos, proporcionando um ambiente prático e alinhado com a construção de suas carreiras profissionais. "Os estudantes vão para os cenários de prática, fazem suas análises e possibilidades e já começam o esboço de um projeto. Então, dentro de um semestre inteiro, eles preparam um projeto e no semestre seguinte eles vão pegar esse projeto, vão aplicar e vão ver o impacto do projeto na comunidade", explica Júlio. Esse ciclo de avaliação, produção, aplicação e reavaliação contribui para o desenvolvimento contínuo dos alunos.
Camila Santos, do apoio técnico do departamento de atenção primária em saúde de Volta Redonda, elogiou a iniciativa do UniFOA, destacando a importância de preparar futuros médicos para a realidade do sistema público de saúde. "É muito importante que eles já tenham uma visão e vão saber se é realmente isso que eles querem, e não usar muitas vezes a atenção primária do município que eles estão como um trampolim para aguardar a residência."
A proposta de expandir o projeto para envolver outros cursos nos próximos semestres é uma perspectiva animadora, reforçando o compromisso do UniFOA em integrar ensino, pesquisa, extensão e responsabilidade social em sua abordagem educacional. O impacto positivo dessas iniciativas não apenas molda futuros profissionais, mas também fortalece os laços entre a instituição e a comunidade, promovendo uma transformação mais ampla.
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De acordo com dados do Ministério da Saúde referentes a 2022, aproximadamente 1,4% da população brasileira realiza doação de sangue, representando 14 pessoas a cada mil habitantes e um total de 3.159.774 milhões de doações anuais no Sistema Único de Saúde (SUS). Embora o Brasil esteja alinhado com a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) de que 1% a 3% da população seja doadora, o Ministério destaca a importância de aumentar esse número para manter os estoques nacionais regulares e evitar desabastecimento, já que cada doação pode salvar até quatro vidas.
Diante desse cenário, professores da pró-reitoria de extensão e estudantes da liga de Hematologia do curso de Medicina, em parceria com o Hemonúcleo Municipal, Coordenadoria da Juventude e Rotary Club de Volta Redonda, realizaram uma panfletagem na feira livre, no bairro Aterrado. O objetivo foi conscientizar a população sobre a vital importância da doação de sangue.
O projeto foi idealizado para ampliar o acesso à informação sobre doação de sangue, reconhecendo que nem todos possuem amplo conhecimento sobre o processo, seus pré-requisitos e sua relevância. "Nosso maior objetivo é organizar campanhas durante todo o ano, especialmente nas datas festivas, para manter o abastecimento contínuo do banco de sangue", afirmou Ana Catarina, aluna do 7º módulo de Medicina e presidente da liga de Hematologia.
A escolha da feira livre como local para a ação justificou-se pela alta circulação de pessoas de diversas faixas etárias, proporcionando um alcance significativo. Ana Catarina enfatizou que compartilhar informações sobre doação de sangue com a população é gratificante, pois permite aos estudantes aprimorar habilidades de comunicação, explicação e escuta.
"A sensação de dever cumprido vem quando observamos resultados positivos, percebendo que a população pode esclarecer dúvidas e compreender melhor o processo, eliminando o medo de doar sangue", acrescentou Ana.
Quanto ao apoio da faculdade, Ana Catarina destacou sua importância fundamental. "Não conseguiríamos tantas parcerias nem alcançar tantas pessoas se não houvesse essa troca. Estamos muito felizes com esse apoio e ajuda, pois fez toda a diferença para o projeto", afirmou, destacando a relevância da colaboração institucional para o sucesso da iniciativa.
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Reunir-se no local onde iniciaram suas jornadas acadêmicas e profissionais e reencontrar colegas de longa data é uma experiência repleta de emoções. Foi o que aconteceu no último sábado, dia 11, quando egressos da primeira turma de Medicina, após 50 anos, para reviver os momentos especiais de suas trajetórias educacionais. O evento aconteceu no Auditório William Monachesi, do Campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços, e proporcionou uma oportunidade simbólica de relembrar o passado e celebrar o presente.
Os egressos foram recebidos pela equipe de Relações Públicas do UniFOA, liderada por Amélia Silva, que garantiu que o evento fosse um sucesso. O evento foi organizado pela Ivyna Jordão, responsável pelo Núcleo de Experiência Profissional e Mundo do Trabalho - NExP. O encontro da turma teve um significado ímpar, já que comemorou seu Jubileu de Ouro - expressão da solenidade que marca os 50 de formatura. O presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Eduardo Prado, também esteve presente para compartilhar essa ocasião especial, além do vice-prefeito de Volta Redonda, Sebastião Faria; a magnífica reitora do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA, professora Ivanete Oliveira; o coordenador do curso de Medicina, Júlio Aragão - representando o Diretório Acadêmico Paulo Mendes - Dapam, Guilherme Peres, Cecília Prado, um representante do CREMERJ, assim como o professor e paraninfo da turma, Fernando Paes Leme.
Como parte das celebrações do Jubileu de Ouro, os ex-alunos vestiram suas becas e recriaram o emocionante momento de sua colação de grau, com entrada, fotos, culto ecumênico, discursos e a entrega dos canudos e certificados, junto com suas carteirinhas de egresso.
“É uma simbologia muito especial. Tivemos hoje a oportunidade de fazer, pela segunda vez, a colação de grau desses egressos hoje, sendo que a primeira foi há 50 anos. Foi, com certeza, um momento de grande orgulho para todos nós”, declarou o presidente da FOA, Eduardo Prado.
Para a reitora do UniFOA, o reencontro foi duplamente emocionante. Primeiro por poder homenagear os precursores da Escola de Medicina - referência em educação médica no país - e, segundo, por ter entre os médicos homenageados, o responsável por salvar a vida de sua filha.
“Eles evoluíram junto com a ciência, inclusive, foram os protagonistas desse processo, pois fizeram a própria ciência. E, ali presente, estava o médico que salvou a vida da minha filha, há 22 anos, que hoje está com 37 anos. É muita emoção”, comentou Ivanete.
Entre os vários momentos emocionantes, o discurso do orador da turma, Sérgio Maranha, emocionou a todos os presentes com uma declamação de poesia, além de relembrar e rememorar os anos dourados.
“Muitas lembranças vieram à tona, que nos fizeram ficar muito emocionados. Foi uma grande experiência de vida durante esses anos de formação, e retornar à instituição para relembrá-los foi com certeza espetacular”, relatou Guilherme Ernesto, anestesiologista, sobre o reencontro da turma de 1973.
O evento proporcionou uma atmosfera de gratidão, camaradagem e saudosismo, à medida que os egressos se reconectaram com suas raízes acadêmicas e celebraram o impacto que tiveram na sociedade ao longo de suas carreiras profissionais. Este encontro especial reforçou os laços entre os ex-alunos e a instituição que ajudou a moldar suas trajetórias profissionais.
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